Resposta a “Contradições na Bíblia”, Parte 5/10, Mt 3:17 - Mt 10:2

 
Dave Woetzel
Acusações: http://www.genesispark.com/essays/contradictions/zathras/
Respostas:
http://www.genesispark.com/essays/contradictions/answered/ (Dave Woetzel)




Mt 3:17 A voz celeste dirigiu-se à MULTIDÃO “Este é meu filho amado…”

Mc 1:11, Lc 3:22 A voz foi endereçada à JESUS “Tu és meu filho amado…”
Este preciosismo [demasiada atenção a minúcias e sutilezas secundárias] é desnecessário para a história ou para o entendimento da questão.
Quanto à pequena diferença de palavras da voz vindo do céu, entre as "citações" em Mt e Mc: por que você não aceita que temos duas perfeitas traduções perfeitamente equivalentes, em grego, às palavras pronunciadas por Deus em Aramaico/ Hebraico? O conteúdo das duas é exatamente o mesmo, não é?

Mt 4:1-11, Mc 1:12-13 Imediatamente após seu batismo, Jesus ficou quarenta dias no deserto resistindo à tentação pelo Diabo.
Jo 2:1-11 Três dias após o batismo, Jesus estava no casamento em Caná.
Esta passagem em João nunca menciona o batismo!
[Nota do tradutor: João (o evangelista) começa o evangelho falando de Cristo como o Verbo de Deus, fala de João (o batista) como sendo aquele que a profecia falava que testemunharia a respeito de Cristo, fala da rejeição de Cristo e de seu nascimento (Jo 1:1-13). A partir daqui começa um relato sobre o Testemunho de João (o batista) sobre si mesmo e sobre Cristo, incluído aqui neste ponto o batismo de Cristo (Jo 1:14-34), encerrando aqui o testemunho de João (o Batista). No dia seguinte …, após o testemunho de João (o batista) finalizado no versículo 34, a história tem seu prosseguimento com João vendo Jesus passar, etc. Simplesmente João (o evangelista) não citou a parte dos quarenta dias no deserto. Esse início do evangelho é parecido com o início de um filme, onde primeiro temos uma contextualização importantíssima, depois podemos ter um salto na linha de tempo, finalmente um prosseguimento linear do restante]

Mt 4:5-8 O Diabo levou Jesus para o pináculo do templo, depois para o topo da montanha.
Lc 4:5-9 Primeiro para o topo da montanha, depois para o pináculo do templo.
Lucas não usa uma linguagem cronológica para descrever o evento; porém meramente cita, Satanás fez isto, e isto, e isto [sem implicar nenhuma ordem, ou sequência].

Mt 4:18-20, Mc 1:16-18 (Uma história sobre a escolha de Pedro como discípulo)
Lc 5:2-11 (Uma história diferente)
Jo 1:35-42 (Ainda outra história diferente)
Estes são eventos diferentes. Por algum tempo, os discípulos não estiveram com Cristo o tempo todo. Pedro encontrou inicialmente Cristo e voltou para a pescaria. Novamente ele seguiu Cristo por alguns poucos dias e depois voltou a seu trabalho. Depois ele abandonou família, negócios e seguiu o Senhor em tempo integral.

Mt 5:1 – 7:29 Jesus prega o seu mais notável sermão estando no MONTE.
Lc 6:17-49 Jesus prega o seu mais notável sermão estando na PLANÍCIE [fora do monte].
Nenhum dos sermões é mencionado seja em Mc, Jo. Paulo parece totalmente não familiarizado seja com o sermão da montanha ou o sermão da planície.
Jesus foi um pregador itinerante que sem dúvida pregou esta mensagem em muitas ocasiões, durante suas viagens. Paulo não era um cristão no momento em que Jesus pregou. Mais tarde, no entanto, ele faz referência especificamente à mensagem de Cristo e, em seguida, faz uma distinção onde ele (Paulo) a aumenta (1 Co 7:12)

Mt 5:16 Boas obras devem ser vistas.
Mt 6:1-4 Elas devem ser feitas em segredo.
Novamente você confunde coisas distintas. Em Mt 5, Cristo exorta seus seguidores a viverem uma vida de fazer o bem, de modo que as suas obras vão chamar a atenção das pessoas para Deus. No entanto, os cristãos não devem soprar uma trombeta avante deles a fim de chamar a atenção às suas benevolências (Mateus 6). Uma passagem dá a inequívoca ordem que se deve fazer boas obras, outra refere-se a COMO você deve fazer as boas obras.

Mt 5:17-19, Lc 16:17 Jesus destaca a permanência da lei.
Lv 10:8 – 11:47, Dt 14:3-21 A lei distingue entre alimentos puros e impuros.
Mc 7:14-15, Mc 7:18-19 Jesus diz que não existem tais distinções.
1 Tm 4:1-4 Todos os alimentos são puros de acordo com Paulo.
Há dois aspectos da lei: cerimonial [por exemplo, não misturar dois tipos de fio no tecido] e moral [por exemplo, não assassinar]. A lei cerimonial foi só para os judeus e acabou após o sacrifício completo de Cristo. O código moral ainda se aplica ao ponto de que as pessoas têm a necessidade de um Salvador (Gl 3:24-25). [A completa lei moral já vem gravada na consciência de todo homem e, mesmo sem nunca ter ouvido falar da Bíblia e de Cristo, ele sabe, por exemplo, que adorar uma criatura é errado, que assassinar é pecado, que se deve reservar um tempo para adorar ao Deus verdadeiro, etc. Já a lei cerimonial nunca seria conhecia por judeu nenhum, se Deus não a tivesse dado a ele, por exemplo, que não se deve usar roupa tecida com fios diferentes, etc.]

Mt 5:17-19, Lc 16:17 Jesus não veio para abolir a lei.
Ef 2:13-15, Hb 7:18-19 Jesus aboliu a lei.
Veja explicação dada anteriormente.

Mt 5:22 Aquele que chama ao outro de tolo está sujeito a ir ao inferno.
Mt 7:26 Jesus disse que qualquer um que escuta essas suas palavras e não as pratica é um tolo.
Adaptaremos, a partir da Bíblia LTT Anotada:
Preste atenção: em Mt 5:22, a condenação é somente à ira "SEM MOTIVO". Tanto assim que, em Mr 3:5, Cristo se irou com "exaltada ira." Quanto a nós, Ef 4:26; Sl 4:4 ordenam, sim, que nos iremos [com ira santa]). Irar-se não é necessariamente um pecado, mas nos irarmos SEM MOTIVO (santo) o é.
Então, podemos nos encolerizar? Como? Podemos chamar alguém de "raca ... tolo ... louco"? Quando e como?
Antes de respondermos, vejamos o contexto de Mt 5:22: No v. 21 o Cristo começa a tratar do assunto de assassinato; no v. 22 aborda a raiz do problema, que é o coração que alimenta ódio e, SEM MOTIVO (santo), que se encoleriza e injuria com insultos cheios de furor e ódio; nos v. 23, 24 o Cristo ensina a necessidade de perdão e reconciliação.
Agora, respondamos: "raca ... tolo ... louco": não é todo uso dessas palavras que a Bíblia proíbe, mas sim seu uso como uma injúria cheia de furor e ódio, desejo de ferir ou de ver morto. O próprio Cristo, certamente com amor e desejo de provocar arrependimento e fé, chamou de loucos aos fariseus (Mt 23:17,19; Lc 11:40) e aos discípulos dEle (quando descreram na Sua ressurreição Lc 24:25); Deus chama de louco quem age tola e impiamente (Sl 14:1; 53:1; Lc 12:20); Paulo chama de louco quem questiona a ressurreição corporal (1Co 15:36).


Mt 5:22 Aquele que chama ao outro de tolo está sujeito a ir ao inferno.
Mt 23:17-19 Jesus chama duas vezes os Fariseus de tolos cegos.
Mt 25:2, 3, 8 Jesus compara as virgens que não levaram azeite a tolas.
1 Co 1:23, 3:18, 4:10 Paulo usa o termo tolo referindo-se aos cristãos tornando-os “tolos” por Cristo. 
Já explicado anteriormente.
(Ademais, Paulo nunca se dirigiu pessoal e diretamente a uma pessoa e lhe disse “Tu és um tolo!” Só Jesus fez isso, mas, como o Deus Filho, o Criador de todas as coisas, Ele tem todos os direitos imagináveis (e mais que isso))

Mt 5:22 Ira por si mesma é um pecado.
Ef 4:26 Ira não necessariamente é um pecado.
Você cita de maneira completamente errônea Mt 5:22. É dito. “Qualquer, que SEM MOTIVO, se encolerizar [ou irar] contra seu irmão, será réu de juízo.” Certamente encolerizar-se (ou irar-se) sem uma justificativa apropriada [aos olhos de Deus] é um pecado.

Mt 5:22 Ira por si mesma é um pecado.
Mt 11:22-24, Lc 10:13-15 Jesus amaldiçoa os habitantes de várias cidades que não ficaram suficientemente impressionados com suas grandes obras.
Mt 21:19, Mc 11:12-14 Jesus amaldiçoa a figueira quando ela não consegue dar frutos fora de época.
Mc 3:5 Jesus olha aos que estão ao seu redor “indignado.”
Já explicado anteriormente.

Mt 5:32 Divórcio, exceto no caso de traição, é errado.
Mc 10:11-12 Divórcio em qualquer caso é errado.
Mateus usa a famosa “cláusula de exceção” como justificativa para o divórcio, porém não legitima casar novamente. Marcos 10:11-12 NÃO DIZ “divórcio em nenhum caso é errado.” Ele condena o ato de casar novamente como sendo adultério (como fez Lucas 16:18.) [Não há nenhuma contradição lógica, como em se dizer "é tolerado e não é tolerado, ao mesmo tempo"]

Mt 5:39, Mt 5:44 Jesus disse: “Não resistais ao mal. Amai os vossos inimigos.”
Mt 6:15; 12:34; 16:3; 22:18; 23:13-15,17,19,27,29,33; Mc 7:6; Lc 11:40,44; 12:56 Jesus repetidamente lança em alta voz, para seus oponentes, epítetos ofensivos.
Já explicado anteriormente (Note que Cristo nunca resistiu às autoridades e, mesmo que indignado com seus falsos ensinamentos, sempre agiu com amor.)

Mt 5:39, Mt 5:44 Não resistais ao mal. Amai os vossos inimigos.
Lc 19:27 Deus é comparado a alguém que destrói seus inimigos.
Já explicado anteriormente.

Mt 5:39, Mt 5:44 Não resistais ao mal. Amai os vossos inimigos
2Jo 1:9-11 Afaste-se de qualquer pessoa que se afastou da boa doutrina.
Mt 5:43-44, Mt 22:39 Amai vossos inimigos. Amai vosso próximo como a vós mesmos.
Mt 10:5 Não ireis pelos caminhos dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos.
Esta é uma forçada de barra para tentar confeccionar uma contradição. Cristo deseja que seus discípulos PRIMEIRO chamem os Judeus (veja At 1:8). A mensagem apostólica em 2 Jo 9-11 não é certamente motivada pelo ódio. Apesar de um cristão dever se opor a alguém que está lutando contra o cristianismo, ainda assim deve ser amoroso.

Mt 5:45, 7:21 Deus reside no céu.
Mc 13:32 Os anjos residem no céu.
At 7:55, Hb 12:2 Jesus está à direita de Deus Pai, no céu.
1 Pe 1:3-4 Crentes passarão a vida eterna no céu.
Mt 24:35, Mc 13:31, Lc 21:33 O céu passará.
Quando isso [céu e terra passarem] acontecer, Deus irá substituí-los [céu e terra] por um novo céu e uma nova terra, e lá viveremos (Ap 21:1).

Mt 6:13 Deus pode nos levar a sermos provados, e podemos orar pedindo para Ele nos livrar do mal
Tg 1:2-3 Podemos estimar as provações como motivo de alegria.
Não é errado para os cristãos orar pedindo livramento de nossas provações. No entanto, se Deus as coloca em nosso caminho, temos de manter uma alegre disposição.

Mt 6:13 A oração de Jesus implica que Deus pode nos levar a sermos provados.
Tg 1:13 Deus não tenta ninguém.
A objeção já foi respondida anteriormente.

Mt 6:25-34, Lc 12:22-31 Não ansieis com cuidados pelo dia de amanhã. Deus cuidará de vós.
1 Tm 5:8 O homem que não toma precauções para sua família é pior que o infiel. (Nota: Se precaver para a sua família certamente envolve “pensar no amanhã.”)
“Não ansieis com cuidados pelo dia de amanhã" em Mateus significa "não andeis [doentiamente, com anormais aflições] ansiando com cuidados pelo dia de amanhã”. Mas não é o desejo de Deus que devemos parar de fazer planos e tomar precauções!

Mt 7:1-2 Não julgueis.
Mt 7:15-20 Instruções para julgar um falso profeta.
A segunda passagem não usa sequer a palavra "julgar." Mais uma vez, temos um equilíbrio nas escrituras. Os cristãos não devem estar julgando por iniciativa própria, não devem estar passando sentenças condenatórias (uma vez que todos somos pecadores diante de Deus). No entanto, TEMOS que declarar o juízo de Deus. TEMOS de nos distanciar da falsa doutrina que destruiria a fé e prejudicaria as pessoas (Jo 7:24) e TEMOS que aplicar a Palavra de Deus a eles [os pregadores de doutrinas contrárias à Bíblia]. Isso não é julgar as pessoas [emitindo definitiva e irrevogável sentença condenatória sobre elas]. Em vez disso, é tornar as pessoas conscientes do juízo, que Deus já mostrou em Sua Palavra.

Mt 7:7-8, Lc 11:9-10 Peça e lhe será dado. Procure e você achará.
Lc 13:24,25 Muitos tentarão entrar no Reino porém não conseguirão.
A primeira das passagens é direcionada para os crentes no que se refere a ter suas orações respondidas. A escritura em Lc 13 descreve aqueles que se deleitam na rebeldia do pecado e rejeitam o evangelho de Deus até que chega ao dia do juízo (observe o v. 25) quando, só então, desejarão e buscarão entrar no reino, mas não mais poderão. Ver também Mateus 7:21 e 25:40-46.

Mt 7:21 Nem todo mundo que clamar pelo nome do Senhor será salvo.
At 2:21, Rm 10:13 Qualquer que invocar o nome do Senhor será salvo.
At 2:39 Aqueles que Deus chamar para si serão salvos.
Veja resposta dada anteriormente.

Mt 7:21, Lc 10:36-37, Rm 2:6, 13, Tg 2:24 Nós somos justificados pelas obras, não pela fé.
Jo 3:16, Rm 3:20-26, Ef 2:8-9, Gl 2:16 Nós somos justificados pela fé, não pelas obras.
A passagem em Mt 7:21 diz que aqueles que fizerem o que Deus deseja, entrarão no céu. Fazer o que Deus quer requer, em primeiro lugar e acima de tudo, depositar sua fé (única e totalmente) sobre Deus (Hb 11:6) [portanto, sobre Seu Filho e Sua Palavra]. A citação de Lc 10:36-37 nada tem a ver com a respectiva justificação. Rm 2:6,13, da mesma forma, não se refere à justificação, mas ao grau do julgamento ou recompensa (após o destino eterno já ter sido decidido).
Temos em Tg 2:24 uma passagem muitas vezes mal compreendida. Ela é, na verdade, um conceito simples. Romanos vê a justificação na perspectiva de Deus (Rm 4:9). Tiago encara-a da perspectiva do homem. Os homens não podem ver o coração do homem como Deus pode. Qual é a única maneira pela qual podemos avaliar se um homem está [realmente] justificado: pelo resultado de suas obras. Alguém poderia colocar bem: "somente a fé salva, mas a fé que salva nunca está sozinha [vem acompanhada por obras correspondentes]." Obras demonstram fé salvadora (Tg 2:18). O argumento de Tiago foi contra aqueles que tiveram um mero assentimento intelectual do cristianismo (assim como os demônios nos vs 19) sem nunca chegar a uma decisão de mudança de vida.
[Nota do tradutor: nós como seres humanos não podemos sondar o coração do homem, mas Deus pode e faz isto, logo só Ele está apto para saber quem faz algo de coração ou, como vulgarmente falamos, da boca para fora.]

Mt 8:5-12 O próprio centurião aborda Jesus para pedir-lhe que cure seu servo.
Lc 7:2-10 O centurião envia anciões para lhe falar.
A linguagem de Mateus não descarta a possibilidade dele ter falado através de um emissário. É o que aconteceu em Atos 10:30 - 33 com o centurião Cornélio (a linguagem é semelhante.) Este tipo de fraseado era costume naquele tempo. Não é diferente de um porta-voz hoje falando em nome de um chefe de estado.

Mt 8:16, Lc 4:40 Jesus curou todos os que estavam enfermos.
Mc 1:32-34 Jesus curou muitos (porém não todos.)
É dito que ele curou muitas pessoas com diversas doenças e expulsou muitos demônios. Embora não diga que Ele curou a todos, certamente não impede isso.

Mt 8:28-33 Dois endemoninhados são curados no incidente suíno em Gadara.
Mc 5:2-16, Lc 8:26-36 Um endemoninhado é curado no incidente.
Se haviam dois endemoninhados (Mateus), então, Marcos e Lucas estão corretos em afirmar que havia um [nota do tradutor: para existirem 2 é necessário que haja pelo menos 1, e logicamente mais 1, fato este omitido em Mc e Lc]. Só seria uma contradição se disse que SOMENTE um foi curado. Ademais, o endemoninhado tinha múltiplas personalidades (Observe que no vs 9: "Nós somos muitos! ") o que pode ter confundido a situação.

Mt 9 :18 A filha do governante já estava morta quando Jesus à ressuscitou.
Lc 8:42 Ela estava morrendo, porém não morta.
Você não caracterizou NENHUMA das passagens corretamente. Em Mateus 9:24 Jesus esclarece que eles estavam errados em PENSAR que ela estava morta, mas ela apenas "dorme" [na terminologia médica atual, seria dito que ela estava em coma]; em Lucas 8:42, eles informaram que ela estava morrendo (não que estava morta); nos v. 49 homens [falíveis] dizem que ela já está morta, mas, no v. 52, Cristo os corrige e informa que ela está apenas dorme [isto é, está em estado de coma]. Não há nenhuma contradição.

Mt 10:1-8 Jesus deu poder aos seus discípulos para expulsar demônios e curar …
Mt 17:14-16 (todavia) os discípulos não conseguem fazê-lo.
Esta é uma ridícula deturpação. Os discípulos realizam grandes curas e expulsões de demônios ao longo dos evangelhos e do livro de Atos. A alegação de que a não conseguiam fazê-lo por causa de um exemplo de falha é como dizer que Michael Jordan é incapaz de jogar basquete porque ele perdeu um arremesso.
[Ademais, no v. 20 Jesus dá a causa básica daquele um só fracasso dos discípulos, eles encararam a situação com total ausência de fé, não a fé salvadora, mas a fé que Deus poderia, através deles, expulsar aquele demônio tão poderoso, talvez fazendo um barulho e encenação tão tremendos que intimidaram os apóstolos e os fizeram duvidar.
No v. 21, Jesus dá outra causa, os discípulos não estavam vivendo a vida de oração e jejum que deviam manter.]

Mt 10:2, Mc 3:16-19 Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão, o Cananita, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu.
Lc 6:13-16 Todos acima exceto Lebeu, apelidado Tadeu; Judas irmão de Tiago é adicionado (e Judas Iscariotes permanece.)
At 1:13, 26 O mesmo de Mt e Mc exceto que, assim como em Lc, Labeu (ou Tadeu) é excluído, e Judas irmão de Tiago é incluído, e Matias é escolhido pelos outros para repor o lugar de Judas Iscariotes.
Tanto Mateus e Lucas foram escritos por discípulos. É difícil acreditar que qualquer um deles poderia esquecer o nome ou chamar pelo nome errado um dos doze que viveu, comeu, dormiu, e sofreu junto a eles! Mesmo se esses livros foram puramente agendas casuais e não Sagrada Escritura, não se podia imaginar um erro tão flagrante entre os vários erros que poderiam surgir. É muito mais provável que estes nomes são de um mesmo indivíduo. Muitos dos discípulos tiveram vários nomes. Provavelmente ele tinha três: Tadeu, Labbaeus e Judas. A ordem em que os nomes são dados (próximos de Tiago) em cada caso indica isso.

Continua …

Fonte: http://www.genesispark.com/essays/contradictions/answered/  
Texto: Dave Woetzel.
Tradução: Cristiano Quaresma da Silva.





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