MIME-Version: 1.0 Content-Type: multipart/related; boundary="----=_NextPart_01C5A56D.ED8E2020" Este documento é uma Página da Web de Arquivo Único, também conhecido como Arquivo da Web. Se você estiver lendo esta mensagem, o seu navegador ou editor não oferecem suporte a Arquivos da Web. Baixe um navegador que ofereça suporte a Arquivos da Web, como o Microsoft Internet Explorer. ------=_NextPart_01C5A56D.ED8E2020 Content-Location: file:///C:/E46AA10B/ConexaoCatolicaNIV-PCreek.htm Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Content-Type: text/html; charset="us-ascii" A Conexão católica da nVI

A Conexão Católica da Bíblia NIV



        =
A Bíblia NIV é claramente dominada= por um espírito católico e está levando uma multidã= o de igrejas de volta à Mãe Prostituta. Despertei, aproximadamente, às 4 hs. da manhã, alguns dias atrás, e senti-me obrig= ado a documentar este fato. O pensamento me perturbou, porém encarei os fatos e, assim, criei coragem.

       &= nbsp; A versão parafraseada da Sagrada Escritura - a Bíblia NIV (Nova Versão Internacional) - destina-= se a enganar e conduzir os incautos à apostasia. Seus tradutores admitem = que não se trata de uma tradução literal, mas de uma tradução do pensamento. Eles chamam isso de “equivalência dinâmica”,  porém Deus o chama de “acréscimo” e “subtração” do q= ue o Espírito Santo entregou aos homens por Ele dirigidos. Alguém há de pagar muito caro por isso, no Dia do Julgamento.

       &= nbsp; Minha ex-denominação - de 41 anos - só recentemente se apart= ou de sua completa devoção à Bíblia King James (Versão Autorizada de 1611) para uma aceitação parcial da NIV. Essa transição pa= ra a NIV ainda está no primeiro estágio, porém ela já está entrando no jogo da Igreja de Roma. Aqui temos algumas citações com uma descrição da ediç&atild= e;o de janeiro/2001 de sua publicação oficial:

       &= nbsp; Bem recentemente, o bispo John H. Mamb= o, Superintendente Regional da Igreja de Deus na África Central, foi convidado para assistir ao 22º. aniversário de eleição do papa JP2, chefe da ICR. ‘Considero esse conv= ite uma honra, não só para mim, mas também para a Igreja de Deus’, disse o bispo Mambo”. Como pode uma denominação, antes destacada crente bíblica, considerar uma honra esse convite da Prostituta de Roma? Buscar o seu favor equivale a abandonar o Deus da Escritura Sagrada.

       &= nbsp; Estou certo de que existe um espírito de engano por trás dessa Bíblia, fortalecendo-a de um modo especial. Quando seguimos a evidência do sinal, ela nos faz retroceder às pessoas nela envolvidas  e à influência manifestada no mundo evangélico. Não, nem to= dos os envolvidos são maus ou estão enganados. De fato, eles são tão sinceros como os que deles discordam, o que não chega a eliminar o problema.



Pano de fundo da NIV

       &= nbsp;
Nenhuma tradução da Bíblia = pode ser melhor do que o manuscrito do qual ela é traduzida. Noventa e no= ve por cento de todos os manuscritos apóiam e concordam com o “Te= xtus Receptus”, conhecido como “O Texto Recebido” ou “O Texto Bizantino”. Esse tipo de texto tem sido preservado atravé= ;s dos séculos e aceito, o tempo inteiro,  pelos verdadeiros crentes, nos &ua= cute;ltimos 100 anos, pelo que podemos documentar. O Deão Burgon, um erudito inglês, documentou milhares de citações, declarações e sermões dos pais da igreja primitiva, te= ndo provado, além de quaisquer argumentos, que o “Textus Receptus” é a mais pura corrente da “verdade”.

       &= nbsp; Um erudito moderno, Randall Price, tendo examinado os Pergaminhos do Mar Morto, escreveu um livro sobre o texto e os fatos dessa maravilhosa descoberta. Embora não sendo um entusiasta da BKJ, ele me declarou, pessoalmente, que esses textos apóiam o Texto Massorético do Velho Testamento em 80% das vezes em que foi traduzido pela BKJ. Quando se estuda a natureza desses descendentes judeus, e o seu estilo de vida, 80% de concordância com o Texto Massorético n&= atilde;o pode ser menos que um milagre. Não é de admirar que se tenham levantado altas vozes, firmando que a ICR tem-se baseado nessa descoberta, = por mais de 40 anos.

       &= nbsp; O que a maioria dos estudiosos da Escritura ignora é que o Texto Massorético do Velho Testamento - usado nas novas versões da Bíblia - não é o mesmo da BKJ. Aqui está uma citação clara, colhida no excelente livro do Dr. D. A. Waite, diplomado no seminário Teológico de Dallas: “Aqui está algum pano de fundo do mesmo. A edição de Dani= el Bomberg, 1516/1517, foi primeiramente chamada Primeira Bíblia Rabínica. Foi então que, em 1524-25, Bomberg publicou uma segundo edição, editada por Abraham Ben Chayyim (ou Ben Hayyim) Iben Adonijah, a qual recebeu o nome de Ediç&atild= e;o Ben Chayyim do texto hebraico. A edição de Daniel Bomberg, sobre a qual se embasa a BÍBLIA KING JAMES, foi embasada no Texto Massorético Bem Chayyim. Esta edição foi chamada <= b>Segunda Grande Bíblia Rabínica.

       &= nbsp; Durante 400 anos, foi esse o texto hebraico modelo do Velho Testamento. Ningu&eacut= e;m traduziu o Velho Testamento,  a não ser usando esse texto, no qual foi embasada a BKJ”. (Biblical Criticism, HISTORICAL, Literal, Textual, de Harrion, Walker & Guthre, 1= 978, ps. 47-82 – “Defending = the King James Bible”, Rev. Dr. D. A.Waite, p.27).

       &= nbsp;
O novo Texto Massorético é, assim descrito, Segundo o Dr. Waite:

       &= nbsp; “A edição que usamos, quando eu era estudante, do Dr. Merril F. = Unger, no Seminário Teológic= o de Dallas, (1948-1953), foi a edição de 1937, da Bíbl= ia Hebraica de Kittel. Logo em seguida, a 1937, Hittel mudou a sua edição hebraica para o chamado Texto Massorético Ben Ascher, substituindo o “Ben Chayyim”. Esse texto seg= uiu o Manuscrito Leningrado (B19a ou “L”), cuja data era 1080 d.C. Esse não era o tradicional Texto Massorético, o qual fora usado durante 400 anos, e no qual foi embasada a BKJ. Eles mudaram e passaram a usar o Manuscrito de Leningrado. Desse modo, até mesmo  o principal texto hebraico usado n= a Nova Bíblia King James (NKJB), na NASV, e na NIV é diferente do que foi usado na Bíblia King James. Além das várias mudanças no texto hebraico,  no topo da página e nas notas de rodapé, a Bí= ;blia Hebraica de Hittel apresenta de 20.000 a 30.000 mudanças ao longo = de todo o Velho Testamento. (Defending= the KJV, by Dr. D. A. Waite, p. 27).

       &= nbsp; Devo dizer mais, a fim de mostrar o que está acontecendo  por trás das cenas, que a m= aioria das pessoas estudiosas tem pouca chance de saber, isto é, a nã= ;o ser o  que aprende nos livros disponíveis nas prateleiras das livrarias...

       &= nbsp; Ninguém tem odiado e se oposto à BKJ e a outras versões idêntic= as da Bíblia, como o tem feito a ICR [
Temos um registro de como a ICR, através dos seus padres jesuítas, mandou que se explodisse o Parlamento Britânico, a fim de impedir a edição da BKJ, em 1611 – Mary Schultze].

       &= nbsp; Quando lemos o Livro dos Mártires, de Foxe, encontramos milhares de homens e mulheres que foram queimados na estaca, ou selvagemmente torturados e assassinados pelos padres católicos, simplesmente por terem se dedic= ado a traduzir, imprimir e ler a Bíblia Sagrada na língua do povo. Por isso não podemos desistir. Contudo, vejamos o que está acontece hoje na história (além dos argumentos) da ICR.



O Texto Grego por trás da NIV

       &= nbsp; Temos aqui uma declaração meridiana dos próprios tradutores = da NIV: “O texto grego que foi u= sado pelos tradutores do NT na NIV. Foi basicamente aquele encontrado na  “Sociedades Bíblicas Unidas” (United Bible Societies)&nbs= p; e nos Novos Testamentos Gregos impressos de Nestlé, os quais contêm o mais antigo e melhor texto grego disponível... Em out= ras passagens, não há meio de ficarmos absolutamente certos quanto à leitura original, visto como os melhores manuscritos gregos, tanto= os mais recentes como os mais antigos, variam de leitura. Nesses casos, aos tradutores pedimos que pesassem cuidadosamente a evidência e tomassem= a sua própria decisão. Claro que tais decisões foram sujeitas ao exame do Comitê de Tradução Bíblica”.
(The NIV: = The Making of a Contemporary Translation, Kenneth L. Backer. P. 53).

       &= nbsp; Observem, por favor, que os novos Testamentos Gregos da United Bible Societies e da Nestlé foram as fontes principais.

       &= nbsp;  Antes de darmos uma olhada nesses d= ois “Novos Testamentos Gregos”, e nos seus melhores tradutores, vam= os retroceder, a fim de vermos as fontes dessas traduções gregas= . O mesmo livro supra citado também documenta os manuscritos que esses tradutores usaram para a sua moderna tradução grega. Vamos permitir que eles mesmos falem: “Logo após a metade do século 19 (1859), N. Tischendorf descobriu no Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai, um manuscrito UNCIAL do século 4, de todo o Novo Testamento, junto a uma grande parte do velho Testamento, na tradução grega. Por causa do local dessa descoberta, ele foi chamado de “Codex Sinaiticus” (Codex significa reunido em livro, distinto de Scroll – rolo). Logo depois, ele pressionou as autoridade= s a tornar um manuscrito do século 14 disponível aos eruditos. Es= te foi chamado “Codex Vaticanus”, visto como estava guardado na Biblioteca do Vaticano, em Roma. O “Codex Sinaiticus” se encontra hoje n= o Museu Britânico (The NIV: The Making of a Contemporary Translation, p. 55).

       &= nbsp; Agora está absolutamente claro que os dois manuscritos, ambos de fontes católicas, constituem o coração e a alma dessas traduções do Novo Testamento. Eles declaram: “Devemos agradecer a Deus por ter-nos tornado disponív= eis esses manuscritos”. Eu pergunto: “Por que não agrade= cer ao padre jesuíta católico” por tê-los tornado disponíveis? Deus sabia onde eles se encontravam, durante todas as centenas de anos em que a Igreja Prostituta esteve usando-os para neles emb= asar suas falsas doutrinas. Todos deveriam ler a história dos dois homens= - Westcott e Hort - a quem foi creditada a tarefa de terem trazido esses manuscritos para a corrente moderna do texto bíblico. Esses homens e= ram amantes de Roma e de Maria, além de terem estado envolvidos com atividades ocultistas.

       &= nbsp; Agora vejamos os tradutores modernos, tanto da United Bible Societies como do novo Texto Grego de Nestlé.  Foram estes os cinco homens nomeado= s para compor o comitê da 2ª. e 3ª.  edições do texto da United Bible Societies. Aqui estão os seus nomes, segundo consta da lista frontal “Novo Tex= to Grego”, na 3ª. Edição: Kurt Aland, Mathew Black, C= arlo M. Martini, Bruce M. Metzger e Alan Wikgren. Vejam como é descrita no prefácio a atividade destes cinco homens. “Contudo, a 3ª. edição contém a revisão completa do texto grego. Numa série de reuniões do comitê, incluindo Carlo M. Martini, membro do comitê, tanto para a 2ª. como para a 3ª.= edição, este ficou encarregado da completa revisão do texto da 1ª. Edição, tendo em vista não apenas uma porç&atil= de;o de sugestões feitas por especialistas no manejo do Novo Testamento, = mas também numerosas recomendações resultantes da experiência dos membros  do comitê, à medida em que percorriam o Texto da 1ª. Edição. A maior parte dessas sugestões para modificações adicionais veio de Kurt Aland, o qual esteve faz= endo uma detalhada análise das mudanças propostas para a 26ª. edição do texto Nestlé Aland. Uma porção desta foram alterações textuais, as quais não haviam s= ido previamente discutidas pelo comitê em sua obra na 1ª. edição. Como resultado das discussões do comitê, mais de 500 mudanças foram introduzidas nesta 3ª. edição.

       &= nbsp; O comitê patrocinado pela Unite= d Bible Societies, pôde, assim, estabelecer um texto único para a 3ª. Edição do No= vo Testamento Grego e para a 26ª. Edição do Texto Nestlé-Aland” (= Notas no Texto Grego para a 3ª.e Edição do Novo Testamento do Texto Grego, VIII).

       &= nbsp; Por favor, observem a maneira enfática pela qual Carlo M. Montini &eacut= e; mencionado na citação acima. Ele continuou trabalhando na 4ª. E última edição e, aparentemente, ainda &eacu= te; uma das cinco pessoas responsáveis pelas mudanças em curso, t= anto na United Bible Societies como = no Texto Grego Nestlé. Est&aac= ute; é uma notável informação, a qual pode explicar = por que a NIV é exatamente um agente da mudança em direção ao Catolicismo.

       &= nbsp; Este homem não é simplesmente um padre católico; ele &eacut= e; um jesuíta, um destacado professor dos ensinos da Nova Era.Vejamos algumas de suas idéias sobre a verdade bíblica.



O Padre Jesuíta Carlo M. Montini

 =         Este homem é um conheci professor do ensino da Nova Era sobre o cristo cósmico e sua presença universal em todas as religiões= . A experiência do novo nascimento tem sido anátema para a ICR. Pa= ra ela, conhecer Jesus Cristo é um processo, uma jornada, a qual tem ag= ora crescido com a inclusão de todas as religiões, embora sejam e= stas consideradas inferiores, ficando sujeitas à Meretriz Romana. Vejam e= sta declaração feita por Montini:  O Jesus ressurreto está presente em cada um, como se a pessoa individual amada fosse o único objeto do seu amor. O Cristo ressurre= to é o amor de Deus revelado em nossos corações pelo Espírito, no coração de cada um e no coraç&atil= de;o de todos. Jesus não individualiza este “cada”. Ele se dá a si mesmo à igreja, ao mundo, aos anjos e ao universo. Je= sus existe para todos. Porém ele é para todos de tal maneira que é para cada um, fazendo com que cada um se torne parte do todo. Tal é poder da ressurreição da Palavra “abreviada”, a qual faz-se a si mesma pequena. Quem porventura aceita o escândalo da Palavra-tornar-se-pequena compartilha da glória da universalidade da Palavra Cósmica, a qual abra&cced= il;a e sustenta tudo e na qual todos as coisas são reunidas e estabelecid= as”. ("De Moisés a Jesus= ”, Carlo Montini, SJ, p. 121). (Alguém entendeu? A tradutora, não!)

       &= nbsp; Que revelação de heresia! Notem declarações como “Palavra Cósmica”, “Palavra-tornar-se pequena̶= 1;, “Palavra abreviada”... Não é de admirar que a NIV= a palavra ”Senhor”, 76 vezes; “Deus”, 45 vezes; ”Sangue”, 23 vezes; “milagres”, 21 vezes. O título “Mestre” foi mudado para “professor”,= 43 vezes. A “Palavra-tornar-se-pequena”  se adapta perfeitamente à s= ua teologia.

       &= nbsp; Montini fala do “escândalo de Jesus”, referindo-se à sua passagem terrena. Aqui estão suas palavras, descrevendo Jesus como possuído o universo e toda a vontade do homem. “Ao longo da particularização do caminho do escândalo de Jesus, até a opacidade fúnebre da cruz, a glória divina enche completamente cada ser.  Quanto mais penso sobre isso, mais verdadeiramente grandioso e quase inacreditável me parece essa verda= de – que Deus enche cada ser com Ele mesmo. Ele se dá a si mesmo, não apenas um pouco, mas por completo. Essa totalidade divina transf= orma numa totalidade divinizada o universo inteiro da vontade humana, a qual o F= ilho ganhou do Pai. Embora seja verdade que aqui ainda não tenhamos o “tudo em todos”, que e a  perfeição final que devemos atingir, mesmo assim, ao contemplar Deus amorosamente em todos nós, já obtivemos um lampejo de como a totalidade divina está atuando gradualmente o “todo em todos”, conforme a medida, na qual cada um é ca= paz de aceitar uma visão assim” (De Moisés a Jesus, p. 122).

       &= nbsp; Esta é a exata mensagem dos novaerenses, a qual, paulatinamente est&aacut= e; se tornando também a mensagem do mundo evangélico. Indague a = cada ministro que tenha possuído a NIV por alguns anos e nele irá descobrir uma atitude comodista em direção a todas as religiões. Ele, provavelmente iria negar a teologia, porém a aceitação de um caminho mais largo para a salvaç&atild= e;o tem se tornado quase universal no mundo da igreja.

       &= nbsp; Em outro livro, Montini fala  de “deificação” (todos se tornando divinos), como embraçando os pagãos do mundo. Aqui estão as suas exat= as palavras: “A deificação, que é o objetivo de toda a vida religiosa = tem lugar. Durante uma recente viagem à Índia, fiquei surpreso ao= ver o desejo divino que permeia toda a cultura hindu. Ele eleva a extraordinárias formas religiosas e a orações extremam= ente significativas. Fiquei imaginando: O que é autêntico nesse ans= eio de se fundir com o divino, dominando a espiritualidade de milhões de seres humanos, de modo a suportarem dificuldades, provações, peregrinações exaustivas, na busca do êxtase?”= ; (In the Thick of His Ministry, Carlo Montini, p. 42).

       &= nbsp; Tal declaração, vinda de um homem projetado a se tornar o próximo papa da ICR, apresenta conseqüências muito sérias. Será que os hindus estão num estágio que culminará em fazê-los transformar-se em deuses? Eles nisso acreditam e também o faz a nova evolução religiosa está aceitando o mesmo.

       &= nbsp; Mr. Montini continua a ensinar a deificação e prossegue pregando a “diabólica missa” como um processo. Ele declara: “O ministério da reconciliação continua através de nossas vidas, mas especialmente em dois momentos.

       &= nbsp; A primeira em intercessão, isto é,  na Eucaristia. Assumimos esse ministério quando oferecemos o corpo e o sangue de Cristo e o mostra= mos ao povo. Este é o momento principal no qual somos ministros da reconciliação. : ‘Eis o cordeiro de Deus que tira o pec= ado do mundo’. Se as pessoas pudessem entender a maravilha dessa ação e dessas palavras.! Sempre lamentamos os pecados do mund= o, dos jornais repletos de crimes, as atrocidades e a vulgaridade. Então dizemos: ‘Este Cordeiro de Deus tira os pecados do mundo’. E ficamos certos de que este mundo mergulhado no pecado pode ser restaurado. Quando, na oferta e intercessão da Eucaristia, oramos com a Igreja p= ara que Deus remova do povo santo todo o mal, discórdia e hostilidade, s= omos ministros da reconciliação”
(In the Thick of His Ministry, p. 58).

       &= nbsp; Será que a presença de um padre jesuíta, um herege da Nova Era na tradução e edição da Bíblia faz alguma diferença? Acreditamos que este homem, possivelmente, na linha  de sucessão do próxi= mo papa e “Vigário de Cristo”, para a maior seita mundial, perderia o seu tempo naquele comitê, e não fosse para fazer diferença? Agora você pode começar a entender por que os evangélicos estão falando em trabalhar em conjunto com a ICR. Isso vem acontecendo sutilmente por muitos anos, enquanto o mundo eclesiástico foi poupado dos fatos, até que a influência estivesse garantida.

       &= nbsp; Qual será a atitude desses membros do comitê em relaçã= ;o ao Novo Testamento Grego e aos tradutores da NIV, no caso do seu amigo e colaborador ter sido eleito o novo papa? O papa JP2 diz em seu livro “= ;Fontes de Renovação&= #8221;, publicado pela Harper & Row: &#= 8220;Pouco a pouco, todos serão reunidos na unidade de uma única igreja” (página 328).&nbs= p;



A NIV e as doutrinas católicas

       &= nbsp; Há importantes mudanças na NIV, as quais tendem, naturalmente, em direção aos dogmas altamente estimados no Catolicismo. Tais mudanças são muito importantes e ajudam claramente a estabele= cer e se mover em direção à fusão em desenvolvimento entre evangélicos e católicos. Vamos alistar apenas algumas dessas mudanças textuais, e algumas mudanças escriturísticas, conforme a doutrina católica.

       &= nbsp; A NIV é claramente uma versão católica designada a harmonizar as doutrina da Escritura com as doutrinas heréticas de da Meretriz Romana. A não ser que deixemos de ser tão civilizados com os inimigos do evangelho, o próprio evangelho, em breve, estará perdido para uma multidão de almas sinceras. Muitas mudanças adicionais podem mostrar claramente essa convergência= em direção à ICR.



Conclusão

Os escritores católicos celebra= m o fato de que os líderes evangélicos estão desejando tra= balhar em conjunto na tradução da Escritura. Um escritor disse: “Os católicos deveriam trabalhar junto com os protestantes na fundamental tarefa da tradução bíblica... [eles podem] muito bem trabalhar juntos e têm a mesma proposta e interpretação... [Isto] sinaliza uma nova era na igreja...” (Patrick Henry, “New Directio= n in the New Testament Study” - Philadelphia; The Ubstmuster Press, 1979, ps. 232-234).

       &= nbsp;
O jornal evangélico “Divine Afflant Spiritu”, em 1943, clamou por uma Bí= ;blia ecumênica: “Estas traduções [deveriam] ser produz= idas em cooperação com os irmãos separados” (New American Bible [New York: The World Publising Co., 1970, p. = vii].

       &= nbsp; Sem dúvida alguma a atual NIV e outras versões já est&atil= de;o bem a caminho de “Uma Bíblia Mundial”, para uma “&= Uacute;nica Igreja Mundial” . Ela vai continuar numa espiral descendente. A palav= ra recente da NIV sobre a sua “e= dição inclusiva” é um bom sinal sobre por quem ela está s= endo liderada.

       &= nbsp; A ICR vai infiltrar todo ministério possível, para minar a verd= ade onde quer que encontre uma porta aberta. Os que com ela se comprometem,  possivelmente terão de enca= rar William Tyndale, o qual, voluntariamente morreu na estaca por ter copiado a Escritura. Ele e os grandes heróis da Reforma, além dos que e= ntre nós combatem o bom combate, serão recompensados pelo amor que temos por uma Bíblia não maculada por Roma.



The NIV Bible and Jesuit Priest
“The Catholic Connection”
Paw Creek Ministries
5110 Tuckaseegee Road
Charlote, NC 28208, USA

Site:
WWW.PAWCREEK.ORG

Tradução de Mary Schultze, agosto 2005

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