PREOCUPAR-SE OU ORAR?




"4 Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. 5 Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. 6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. 7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. 8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. 9 O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco." (Filipenses 4:4-9)


Muitas de nós temos a tendência de nos preocupar diante de um problema que, aparentemente, não tem solução. Dificilmente, depositamos a nossa total confiança no Senhor; dificilmente, oramos e parece até que, lá bem fundo do nosso subconsciente, estamos dizendo: "Para que orar, se posso me preocupar?" Quando agimos assim, estamos pecando diante de Deus e Pai.

Já sofri e me preocupei muito quando estava, por exemplo, esperando o resultado de exames de laboratório. Eu decidia sofrer primeiro para, depois, lembrar de Deus e agradecer pelo Seu cuidado em minha vida, em minha saúde, apesar da minha decisão em não repousar em Suas mãos. Dou graças a Ele pela Sua fidelidade, apesar dos meus erros e não confiança nEle.

Não podemos evitar que problemas e tristezas surjam em nossas vidas, mas podemos transformá-los em oração em vez de deixá-los invadir nossa vida, perturbando-nos a ponto de esquecermos que somos filhas de um Deus cuidadoso, que nos ama e que nunca nos abandona.

Quando qualquer preocupação quiser tomar conta da minha vida, então posso ler muitas e muitas vezes Filipenses 4:4-9, pois é aí onde vou encontrar refrigério para a minha alma perturbada e vou encontrar as Palavras do Senhor, meu Deus, orientando-me e aconselhando-me como um Pai amoroso que está querendo o meu bem.

Nesta passagem de Filipenses 4:4-7 posso aprender que:


1. Devo sempre estar feliz no Senhor. Ele sempre oferece algo para me deixar alegre e cheia de regozijo (4:4 Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.);

2. Devo sempre considerar as pessoas, priorizá-las, pois sei que o Senhor está perto (4:5 Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.);

3. Devo orar e suplicar ao Senhor, colocando aos Seus pés as minhas preocupações (4:6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.);

4. A paz de Deus, que excede todo o entendimento, fluirá em meu coração, guardando-o, protegendo-o e acalmando-o (4: 7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.).



Além de seguirmos todos estes conselhos preciosos que Paulo, inspirado pelo Espírito Santo de Deus, nos deu, devemos agir assim:


1. Primeiro oramos e repousamos no Senhor;

2. Depois, devemos, se estamos doente, procurar o melhor tratamento possível, pois sabemos que Deus está nos direcionando para fazermos o melhor;

3. Então, devo relaxar, sabendo que Deus cuidará do resto.


Se conseguirmos seguir estes passos, então sentiremos a verdadeira paz. A paz que o mundo não conhece, pois é uma paz que excede todo o entendimento e, só nós, Seus filhos, usufruímos dela como um presente que Ele nos dá.

A Sua paz e a Sua presença são conforto para a nossa alma. Amém!
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Valdenira Nunes de Menezes Silva
(Estudo parcialmente baseado em comentário da Bíblia da Mulher)



 

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). Esta Bíblia e a ARC (excelente até a edição 1894, ainda aceitável nas edições da IBB/JUERP, desaconselhada na edição SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).




 

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