Na Bíblia Deus só instituiu o ofício de diácono e pastor para a igreja local, a mulher não pode ser diaconisa nem pastora, ter ofício de diácono nem pastor, ter diaconato nem pastorado.   


 

Mulheres não podem ter OFÍCIO de diácono [1] 

Hélio de M. Silva, cerca 1997. 

 

 

a. Elas não o têm explicitamente, no N.T.:
A palavra diakonos só aparece associada a mulheres em Rom 16:1
– “E recomendo-vos Febe, a nossa irmã, sendo ela uma serviçal {diakonon <1249> <substantivo: acusativo, singular, feminino>} da assembléia que está em Cencréia” (LTT – uma tradução literal do TT). Mas só é certo e indiscutível que "sendo ela uma serviçal", tem o sentido AMPLO, no qual TODOS os crentes são servos [diakonos] do Senhor, da igreja local e uns dos outros. Não é certo e indiscutível que isto tem o sentido estrito, no qual somente uns poucos homens têm o OFÍCIO de diácono na igreja.

b. O mais natural é ver 1Tim 3:11 como uma das qualificações para o diácono (sua esposa tem que ser: 1 - honesta, 2 - não maldizente, 3 - sóbria e 4 - fiel em tudo): seria muito estranho que versos 1 – 7 especifiquem os pre-requisitos indispensáveis para o 1o. tipo de oficial (pastor), 8 – 10 para o 2o. (diácono), 11 para um 3o. (diaconisa? diaconisa ou pastora?), 12 – 13 voltassem ao 2o. (diácono)!!!... É muito mais natural ver 1-7 referirem-se ao pastor, 8-13 ao diácono!  

c. Se 1Tim 3:11 permitisse diaconisas, também permitiria pastoras:  se GUNÊ deve ser traduzida por “mulheres” e não por “esposas” [de pastores ou de diáconos], e se o texto deve ser entendido como especificando os requisitos que uma mulher (solteira ou casada) deve satisfazer para ser uma oficial da igreja, claramente (compare inícios dos versos 8 e 11) o texto leva a crer que esta mulher poderá exercer os dois tipos de ofícios: diaconato e pastorado. 

d. O N.T. não permite mulher pregar, ensinar (!), nem pastorear a igreja. ... 

1Cor 14:34-35,37 [2] As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. (35) E, se querem aprender alguma [coisa], interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja... 

1Tim 2:11-12 [3] A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. (12) Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre homem [ANDROS], mas que esteja em silêncio. 

[4] 

e. Portanto, o N.T. não permite mulher ter o ofício de diaconisa (pode poderosa e alegremente servir e ajudar , como todo crente, mas sem ter o ofício, o cargo, o título). Isto é conseqüência inescapável de (c) e (d). Ademais, por que Deus indicaria os requisitos dos pastores separadamente daqueles dos diáconos, mas juntaria os para pastoras e diaconisas??? Por que indicaria, para diáconos, os 16 prerrequisitos já vistos, e, para pastores, 18 prerrequisitos em 1Tim 3 mais 19 prerrequisitos em Tito 1, mas, para pastoras e diaconisas, somente 4 prerrequisitos, conjuntamente, faltando alguns prerrequisitos absolutamente essenciais para esses ofícios??? Que absurda a posição das feministas e dos pastores e igrejas moderninhas revoltadas contra Deus e querendo ter pastoras e diaconisas! Deus nos livre de jamais cairmos neste desvio-desvario... 

 




[1] Primeira e suficientemente, notemos que, em Atos 6:3, Deus mandou “escolhei, pois irmãos, de entre vós, sete homens ...”   ANDROS = homens = machos&adultos;  derivado de “aner”, significa homem, não no sentido geral de ANTROPOS (ser humano), mas no sentido de enfatizar que Deus aqui se referiu só ao sexo masculino, não ao feminino!!! 
[A palavra diaconisa (transliteração do substantivo feminino "diakonissa") é citada por Charles C. Ryrie, no livro Basic Theology p. 485, como existente no Grego Koiné, porém ela jamais foi usada por Deus, no Novo Testamento!]

[2] Notemos que 1Cor 11 começa contexto de adoração pública, na igreja; 14:27-29 mostra contexto de falar miraculosamente em idiomas humanos nunca estudados, e de profetizar [pregar]. Portanto, em 1Cor 14:34-37 Deus não ordenou que a mulher guarde silêncio total e em todas as situações, nunca sequer respondendo “Bom dia”, ou perguntando “Qual hino, por favor?”, mas Deus COM CERTEZA ordena que a mulher, em toda situação pública em que há um homem na audiência, não profetize-pregue, nem ensine (ensinar forçosamente inclui autoridade e repreender/corrigir), nem faça perguntas não humildes mas debatedoras ao homem que estiver pregando-ensinando-liderando, nem miraculosamente falasse em idiomas. (Os dons “espetaculares” foram característicos, exclusivos dos apóstolos e seus auxiliares diretamente escolhidos por eles 2Cor 12:12, e desapareceram aos poucos, ainda durante a vida dos apóstolos, à medida que o N.T. foi se completando).

 

[3]  Este capítulo (1Tim 2)  lida com adoração pública, na igreja. Notemos que Paulo não segue o verso 12 com um argumento cultural, mas sim (versos 13 e 14) argumenta que, como a mulher foi criada de e depois do homem, e foi enganada quando agiu independentemente da sua liderança, ela não pode ter posição sobre ele. Quem pode corrigir e aperfeiçoar Deus?...

 

[4] Mas notemos a maravilha de Tito 2:3-5: As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver... (4) Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, (5) A [serem] moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.!!! Este é o contexto maravilhoso e nobilíssimo designado por Deus para a mulher ensinar. Que privilégio! Como faz tanta falta que pouquíssimas mulheres de Deus incansavelmente passem estes ensinos (através de aulas, conversas, treinamento e exemplos práticos) às suas filhas e sobrinhas, alunas e amigas do trabalho e da igreja, e vizinhas, desde a infância das alunas até a velhice das professoras! Que tarefa nobre, sublime!