“O Espiritismo” segundo o Evangelho


(Para meditação, questionamento e análise)


Pesquisadora: Klênea Souza do Amaral Costa
Revista e corrigida por: Azenete Barbosa Luna
Digitada por: Annelise da Costa Lacerda F. Silva




ESTUDO REFERENTE AO ESPIRITISMO



Ciência ou ocultismo?

Ciência: conjunto de conhecimentos coordenados relativamente a determinado objeto.

Ocultismo: ciência dos fenômenos que parecem não se poder explicar pelas leis naturais, transcendem a capacidade normal do entendimento humano, com a levitação; a telepatia; o conjunto das ciências ocultas, como a magia, necromancia, astrologia, espiritismo, etc.

Misticismo: conjunto de práticas religiosas que levam o crente a contemplação divina. A inclinação natural para as coisas religiosas sobrenaturais.

Espiritismo: a palavra espirito vem do grego ” PNEUMA” que significa sopro, exaltação, sopro vital, espírito. O sufixo grego “ÏSMÖS” indica doutrina filosófica religiosa, daí o título espiritismo.

Resposta lógica: espiritismo é misticismo e é aceito como ciência oculta, mas na verdade trata-se de doutrina filosófica religiosa.

Cristianismo: crença em Jesus Cristo ( IOSHUA= Salvador, CHRISTOS= O Ungido). O cristianismo é professado pelas várias igrejas em que se ramificou: Católica Romana, Ortodoxa Grega, Anglicana, Protestante, etc., que lhe asseguram o caráter divino (JESUS é o filho de Deus feito homem, uma pessoa da Santíssima Trindade, que veio ao mundo com a missão de cumprir o propósito do Pai, resgatando os homens com seu sacrifício); e outras seitas que negam o caráter divino e aceitam apenas a parte moral, consubstanciadas no amor a Deus e ao próximo; entre estas citam-se as organizações espíritas kardecistas, esotéricas e rosa cruz, para as quais JESUS CRISTO é apenas um espírito de suprema elevação, dos mais ou o  mais perfeito que já habitou entre nós.

Espiritualismo: o pensamento de todo aquele que acredita em algo além do material. Aquele que crê e admite a existência de algo além do corpo físico (relacionado a um ser superior).

No Livro o evangelho segundo o espiritismo, p.48.77 edição, Alan Kardec afirma: “O cristianismo e o espiritismo ensinam a mesma coisa”




UMA PEQUENA SÍNTESE DA DOUTRINA ESPÍRITA :
O espiritismo significa doutrina dos espíritos. Esta doutrina, na essência, é fruto do desejo de continuar em contato com entes queridos que já faleceram, e também de se alcançar salvação pela autonomia espiritual que as boas obras legam ao homem, numa criada evolução espiritual em direção à perfeição universal. È a religião que tem por base a crença na comunicação dos “espíritos” de pessoas mortas com pessoas vivas.  A comunicação de dá por meio da “Mediunidade” , onde espíritos desencarnados falam com espíritos encarnados por meio de um médium, que podem ser videntes, sensitivos, etc. Alguns quando incorporados, escrevem em idiomas que desconhecem, ditam receitas médicas ou conselhos, e outros até operam doentes. As raízes históricas do espiritismo são as mais antigas, desde civilizações antigas como na Babilônia, no Egito, bem como nas nações que habitavam as terras de Canaã antes da chegada dos israelitas. Os principais fenômenos encontrados desde tempos remotos registrados na Bíblia Sagrada eram: Mediunidade, necromantes, encantadores, feitiçaria, idolatria, magia, cartomancia, adivinhações, e outros. Ver Deuteronômio 18:9-14/ II Reis 21:6/ Levítico 20:27.

Em Gêneses 3:1 houve a primeira sessão espírita da história, quando Satanás possuiu a serpente no Éden. A médium em questão, dona serpente, foi possuída pelo diabo que usou aquele corpo de animal irracional para compartilhar a sua intenção e o seu desejo, já que os únicos homens existentes tinham contato unicamente com Deus, não podendo, portanto, ser médiuns. O resultado desta manifestação foi à entrada do pecado na raça humana, fruto da desobediência do primeiro homem Adão. Práticas na Babilônia (Isaías 47:9,12/ Ezequiel 21:21); no Egito (Êxodo 7:10,11; 8:7,18/ Isaías 19:3); em Canaã (Isaías 2:6); em En-Dor (I Samuel 28:7); todas as nações vizinhas de Israel praticavam o Espiritismo. Daí o fato de serem tão abomináveis aos olhos do Senhor. Elas eram nações ímpias, idólatras e imorais. Ver Levítico 20:6;19:31/ Reis 9:22. Entre os Romanos era comum a prática de consultar os mortos. A igreja católica chegou a queimar centenas deles na fogueira da inquisição. O que hoje chamam de médium, macumbeiro, pai de santo, babalaô ou cavalo era conhecido por mago, adivinhador, pitonisa, bruxa e feiticeiro. E o que então era oráculo, cavernas antes, hoje são conhecidos por centros, terreiros, tendas.

    Uma coisa é certa e clara: Deus abomina consultar aos mortos (Deuteronômio 18:9), porque estes não podem se comunicar com os vivos (Isaías 8:19), e o diabo, sabendo dessa impossibilidade, se aproveita da ignorância humana, de falta de conhecimentos bíblicos, para manifestar suas revelações demoníacas. Deus proíbe que consultemos os “mortos” para que não sejamos envolvidos e enganados nas ciladas e artimanhas satânicas, que visam nos cegar espiritualmente e nos afastar do Senhor. Numa sessão espírita, é inegável o fato de que existe realidade ali. O que não existe é verdade. E é preciso fazer uma distinção entre as duas. A realidade, nem sempre é verdade, mas toda verdade, no entanto impõe realidades, porque a verdade subsiste com fatos, independente de fatos. E os fatos subsistem como fatos,  independente de verdades. Concluímos que, numa sessão espírita existe realidade. Ninguém pode negar que há seres espirituais mantendo contato. Mas existe mentira naquela realidade, segundo a palavra de Deus, que nos afirma que estes seres são na verdade demônios (Apocalipse 16:14). Estes se passam por pessoas que não são. Eles se manifestam doutrinando e instruindo; consolando um coração tristonho, abatido, desolado com a perda de um ente querido, e também, de muitas outras maneiras. Nesse sentido, há realidade, ninguém pode negar o fenômeno, mas sobre verdade, nestes fatos, agora temos conhecimento.



ESPIRITISMO MODERNO:
Franz Anton Mesmer é considerado o precursor do espiritismo moderno. Era um médico alemão e em 1774 (século XVII) lançou a tese de que os astros são responsáveis pelas enfermidades por conta do desequilíbrio dos fluidos existentes no Cosmo. Para ele, certas pessoas (médiuns) curavam, através de convulsões onde eram utilizados vara de metal, imposição de mãos e passes. Ele assombrou a Europa com seus prodígios na prática do espiritismo e hipnotismo.

Mas o reavivamento ocidental do espiritismo, que deu lugar a todo esse crescimento, essa avalanche de pensamento espírita, aconteceu em 1848 com as irmãs Fox (Margaret e Kate) que deram início ao espiritismo moderno em Nova York, EUA. Diziam que eram atormentadas com ruídos estranhos e só através de contatos com espíritos ficariam aliviadas. Surgiram as sessões e as pesquisas “científicas” do fenômeno; os médiuns começaram a aparecer  e a receber espíritos e, em conseqüência houve uma infiltração espírita na Inglaterra através destes médiuns americanos. Os espíritas diziam que o fenômeno do reavivamento na Inglaterra seria, ao mesmo tempo, religioso e científico.

Kardecismo (1851) - Dos Estados Unidos, a onda de espiritismo invadiu a Europa e em meio a tudo, encontrou na França o seu primeiro codificador: Léon-Hippolye Denizart Rivail (1803), em Leon, este morreu em 1869; mais conhecido por “Allan Kardec” (nome que adotou depois da revelação de um espírito através de um médium que afirmou ser ele reencarnação de um poeta celta com esse nome). Liderava o movimento denominado  “galicalismo” que contestava a autoridade do Papa, atitudes estas defendidas como passíveis e com outras liberdades permitidas pela Igreja Francesa, considerando-o como autoridade final e absoluta. Em 1870 com o dogma da “inefabilidade papal” o movimento sumiu. Leon Kardec acreditava ter recebido a missão de pregar uma nova “religião”, um novo evangelho; OBS: Está escrito nas Sagradas Escrituras que as revelações da Palavra de Deus (Bíblia) Foram confiadas aos Judeus (ver Romanos 3:1,2). Ele celebrizou-se por definir o espiritismo com a seguinte frase: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”. Em seguida fez excursões de propaganda pela Europa falando do espiritismo. Kardec em 30-04-1856 começou escrevendo os seguintes livros:

“O Evangelho segundo o Espiritismo” (publicado em 1864), (obs.: assim diz a Palavra de Deus: “O qual não é outro evangelho, mas há alguns que vos inquietam e querem transformar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (abominar, rejeitar, renunciar) - Gálatas 1:7,8); ver também I Timóteo 2 :5,6/ I Coríntios 15:1,4; (Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes do Pai, outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis”) - II Coríntios 11:4; Escreveu também “ O Livro dos Médiuns” (1961) e “ O Livro dos Espíritos” publicado em 1857; sintetizando todos os conhecimentos sobre o espiritismo; caracterizou-se por introduzir a idéia de reencarnação.  (OBS: Assim está escrito na Bíblia : “ Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação” (Hebreus 9 : 27,28); “ E o pó volte à terra como era, e o espírito volta a Deus que o deu” (Eclesiastes 12:7); “ Respondeu-lhe Jesus: hoje mesmo estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:43). Também está escrito: “Mas o Espírito (Santo) diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua consciência” (I Timóteo 4:1,2). Escreveu ainda “Céu e Inferno” em 1865 e “Gênesis” em 1867. Sendo um homem resistente física, mental e espiritualmente, desenvolveu suas idéias de maneira vigorosa. Fundou a “Revista Espírita”, um periódico mensal, e ele mesmo assentou as bases da sociedade continuadora da missão de Allan Kardec, ver II Pedro 2:1,2. Este é considerado o pai do espiritismo. No Brasil suas idéias encontram eco formando a corrente kardecista ou doutrinária. A outra é a experimental.



PRINCIPAIS DIVISÕES:
Espiritismo Científico
- também chamado “alto espiritismo”, “espiritismo ortodoxo”, “espiritismo de mesa”, “espiritismo profissional”. Ele se manifesta inclusive como “sociedade” como por exemplo: a LBV ( legião da boa vontade), fundada e presidida durante muitos anos pelo já falecido Alziro Zarur. Esta classe tem sido conhecida também como:

Ecletismo - sistema filosófico dos que não seguem sistema algum, escolhendo de cada um a parte que lhe parece mais próxima da sua verdade.

Esoterismo - doutrina ou atividade de espírito que preconiza que o ensinamento da verdade deve reservar-se a um número restrito de iniciados escolhidos por sua influência ou valor moral.

Teosofismo - conjunto de doutrinas religioso-filosóficas que tem por objetivo a união do homem com a divindade, mediante a elevação progressiva do espírito até a iluminação. Iniciado por Helena Petrovna Blavastky, mística norte-americana (1831-1891), fanática adepta do budismo e do lamaísmo.

Espiritismo de terreiro - esta forma de espiritismo presta culto direto ao diabo, sem disfarce. Suas reuniões são verdadeiras cenas demoníacas, incluindo sacrifícios aos demônios. É denominado de várias formas: na Bahia - candomble; no Nordeste-xangô; no Rio e sul - umbanda. Este resulta do sincronismo das crenças trazidas da África pelos escravos, com crenças dos ameríndios, do catolicismo romano e das teorias do Kadercismo.

Umbanda - Não é ocultista. Ataca o corpo humano. Seus deuses são “guias”. Alguns deles são exu (o diabo), preto velho e caboclo. Seus médiuns são chamados cavalos. Seus oficiantes são babalaôs. Praticam atos repelentes durante a sessão. Os locais de reuniões são terreiros ou tendas.

Quimbanda - é magia negra, catimbó, bruxaria. Procura má sorte e morte dos inimigos pelas forças ocultas do demônio. Adoram exu. Objetos e animais usados como símbolos são todos pretos: sapatos, gatos, galinhas, etc. Nas reuniões sempre há matança de animais, pois exu tem sede de sangue.

Candomblé - é ocultista; nitidamente africana. Chamam aos espíritos demoníacos - “caboclo”. Ataca o espírito humano. Chama aos seus deuses de orixás. Alguns desses são Oxalás como: Ougam, Iemanjá, Xangô, Oxum. Os sacrifícios são: "despachos". Exu é o diabo. Os sacrifícios de animais e oferenda de comidas e flores visam a obtenção de favores destes. Seus oficiantes são chamados de ‘ Pai de Santo’, e passam por repelente batismo de sangue de animais e aves.





Espiritismo popular - é assim chamado por muitos estudiosos, pois são práticas muito comuns e já incorporadas à crendice popular, contudo, sem uma aparente ligação com religião.

Quiromancia - mesmo que quiroscopia. Leitura do passado e futuro pelas linhas das mãos.

Cartomancia - mesma prática acima, sendo por meio de cartas de baralho.

Hidromancia - adivinhação por meio de água num vaso ou bloco.

Astrologia - também conhecida como Uranoscopia. Conhecimento do destino ou sorte de pessoas, negócios, nações, atividades, por meio de estudos dos astros.

Grafologia - estudo dos elementos normais e principalmente patológicos, de uma personalidade feita através da análise da sua escrita. 

Numerologia - estudo do significado oculto dos números e da suposta influência na vida humana.

Espiritismo Kardecista - é conhecido como religião, embora não tenha a prática de cultos. Seus adeptos se reúnem principalmente, em locais denominados de centros para consultar os mortos através dos médiuns, buscando assim uma cura ou explicação para suas enfermidades, problemas financeiros, familiares, conjugais, etc.

O conjunto de doutrinas do espiritismo é grande e complexo. Na verdade se constitui num esquema de negação de quase toda a doutrina cristã. Veja o que diz o codificador do espiritismo, Kardec:

“Os espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade”. (O livro dos espíritos, pag.24,6ª edição)

Ele também nega a autoridade da Bíblia Sagrada: “Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia... A nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome  espiritismo” - “A Bíblia não pode ser a razão de peso contra o ensino dos espíritos” (Reformador, fascículo de janeiro de 1953, pag.23; Revista internacional do espiritismo, janeiro de 1953, pag.255).

Os espíritas afirmam: “Asseverar que a Bíblia é um livro santo e divino, que Deus inspirou os seus escritores para tornar conhecida a sua vontade divina, é um grosseiro ultraje e uma pregada ao público” - (Outlines of Spiritualism, p.13). 

Com isto fica claro que o espiritismo e cristianismo não são a mesma coisa. Cristianismo é Cristo vivo; é a Sua palavra (João 5:39-40). Enquanto que o espiritismo é paganismo, é ensino de espíritos malignos (II Coríntios 11:13-14; Efésios 6:12), e nada tem de comum com o cristianismo, sendo prática pagã (Deuteronômio 18:10-12). São totalmente antagônicos. Quem se diz de fato cristão (Atos 11:26) não pode ser espírita, muito embora procurem se cobrir com pele de ovelhas (Mateus 7:15,16).




AS PRINCIPAIS DOUTRINAS ESPÍRITAS E A BÍBLIA-2ª PARTE

Reencarnação
Sobre o assunto, escreveu Alan Kardec: “A reencarnação fazia parte dos dogmas judaicos sob o nome de ressurreição... A reencarnação é a volta da alma, ou do espírito, à vida corporal, mas, em outro corpo novamente formado para ele que nada tem de comum com o antigo”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, p. 24,25).



Refutação
Segundo o Dicionário Aurélio, ressuscitar significa fazer voltar à vida; reviver; ressurgir. Reencarnar significa reassumir (o espírito) a forma material.

“Ora, se prega que Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos?” (I Coríntios 15:12). Ver também Rm. 6:8,9.

A Palavra de Deus nos relata que a única alternativa bíblica para a volta de um homem a este mundo é chamada de ressurreição, a exemplo da ressurreição de Lázaro, morto e sepultado a quatro dias; contudo, não desconhece que na época, assim como hoje muitos acreditavam na reencarnação. Ver Lc. 20:27-40. Após sua morte, Jesus ressuscitou, e apareceu aos discípulos com o corpo glorificado e disse aos discípulos: “... apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho.” (Lucas 24:39)

Obs.: Os espíritas usam muito a passagem bíblica de João 3:3 como base para a doutrina da reencarnação – “Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. Saibamos que este texto trata do novo nascimento espiritual e não físico. Nascer de novo significa regeneração, que é a mudança das disposições dominantes da alma estando esta no corpo. Observe a continuidade dos versículos 4 a 6 que diz: “Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito”.

“Da carne é carne” – Se Jesus estivesse se referindo a reencarnação, como afirma os espíritas, suas palavras consistiria sempre em nascimento da matéria, e Cristo se refere claramente a um nascimento espiritual, que consiste em mudança de mente (palavra grega Metanoía). Veja João 1:12-13; II Co. 5:17; Gl. 6:15; Ef. 4:22-24; Ef. 2:1-7.

Da água e do espírito - refere-se ao batismo. Para uma plena compreensão da frase veja Romanos 8:1,2,8,-11 / Romanos 6:4 / Colossenses 2:12. Em João 1:33 está escrito: “Eu não o conhecia; mas o que me enviou a batizar em água, esse me disse: Aquele sobre quem vires descer o Espírito, e sobre ele permanecer, esse é o que batiza no Espírito Santo”.



Questões da lógica, da razão e da coerência
1) Eles afirmam que reencarnaram para expiação, purificando-se para pagar seus pecados. A questão é: O mundo está melhor? Se somos “10” (dez) ao morrer, continuaremos 10 logo após a reencarnação, mesmo levando em conta a hipótese de outros mundos habitados, como afirmam os espíritas. Contudo, se este planeta é de expiação se a reencarnação é um processo de aperfeiçoamento espiritual pelo qual todos temos que passar, a proporção numérica deveria diminuir, já que existem seres melhores e que vão para dimensões superiores. Então porque isto não acontece? Por outro lado, porque a cada século, década e ano que se passa percebemos um aumento progressivo em todo o mundo da miséria, violência, criminalidade, doenças incuráveis, de sofrimento do homem, enfim, a vida vai se tornando, com os anos, cada vez mais perigosa, angustiante, difícil, quando era de se esperar que com o passar do tempo e, consequentemente, após várias reencarnações o espírito de seres humanos estivessem evoluindo, se purificando e mais iluminados, refletindo, portanto, em um mundo mais justo, menos violento, e mais próximo de Deus, o que não acontece de fato, contrariando a lógica da doutrina da reencarnação.

2) Se a reencarnação é para levá-los à eternidade, que corpo ocupariam já que usaram tantos corpos; na eternidade como ficariam para prestar contas?

3) Ninguém diz que foi e voltou relatando como é, apenas aceita-se a idéia?

4) Porque os espíritos “podem curar e fazer o bem” ao corpo das pessoas, mas não podem dar a verdadeira paz, acabando com o vazio interior do homem? Portanto, qual o interesse dos espíritos nesse engodo?

Resposta: Há fortes razões para que os espíritos enganem, fazendo o “bem”, pois, se uma pessoa se convence de que aqueles que se manifestam em uma sessão espírita são mesmo espíritos humanos desencarnados, ela deixará então de buscar a sua salvação em Jesus Cristo, como mostra as sagradas escrituras, pela fé, pois a salvação aí não se dará mediante o arrependimento e a crença em Jesus e sim, segundo eles, mediante a reencarnação e boas obras, dando-se prosseguimento ao processo de evolução espiritual. Se esta hipótese fosse verdadeira, nós teríamos que tirar uma conclusão: a de que o sacrifício de Cristo só poderia ter sido inútil, já que havia outras chances de salvação.

Querido leitor, é nítido que o espiritismo vive uma contradição, uma vez que afirmam que Jesus foi o maior e mais evoluído espírito de luz que já passou pelo planeta. Mas como, se este planeta é de pior expiação e Jesus veio em forma humana. E este “espírito de luz” (Jesus) esteve enganado com relação a sua doutrina que afirma aos homens que salvar-se-iam dos seus pecados crendo na sua morte de cruz, no Calvário?

A Palavra do Senhor diz: “Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo; pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.”(Romanos 10:9,10) Entretanto, segundo a pseudo-verdade dos espíritas bastaria que, para obter a salvação, os homens praticassem boas obras e encarnassem algumas vezes.

Uma vez admitida esta contradição, tem-se que, em nome da coerência,  percebermos como fato que é impossível saber se os espíritos ensinam a verdade aos espíritas, uma vez que o maior Espírito de luz se enganou com relação à parte fundamental de sua doutrina, então, por que daremos crédito aos espíritos de menos luz, como por exemplo, Allan Kardec? Algo fica claro, é que é impossível saber a verdade através dos espíritos, pois até mesmo o maior espírito de luz se enganou.



Comunicação com os mortos – Mediunidade
Os espíritas crêem que os espíritos dos falecidos comunicam-se com os vivos aqui na terra, e declaram: –“Todo o homem é um médium e está cercado no seu dia a dia por uma população invisível que, sem que ele saiba ou queira, com ele se relacionava.” (O que é O Espiritismo, pág.39, de Maria Laura Viveiro de Castro). Distorcem a Bíblia, por conveniência, para contradizer os verdadeiros ensinamentos cristãos. Na verdade o que acontece nas sessões espíritas é a manifestação de demônios personificando os mortos. Um médium é um mediador, e este quando entra em transe (trata-se de uma condição inconsciente ou insensível; um estado em que a consciência e as sensações corpóreas ficam suspensas por algum tempo), ele declara o que ouve e vê nessa condição, e o espírito que está no “controle” o faz escrever (psicografar). Ao termino do transe, o médium se sente muito fadigado.

Assim diz a Palavra do Senhor: “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.” (Deuteronômio 18:9-12). Não somente os citados acima eram repudiados por Deus, mas todos que se envolviam com eles. Também não se ora pelos mortos.  Ver II Sam 12:22,23.

Obs.: A proibição divina de se consultar os mortos nos mostra que já naquela época havia a consulta aos mortos, o que não significa comunicação real com eles, pois era apenas uma tentativa de comunicação, o que Deus abomina. Ver Is. 8:19,20 / Ef.  6:10-12.

A proibição Divina, não é porque existe tal comunicação, mas porque por trás está a demonolatria (I Cor. 10:19-21).

“...uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu.” (Atos 16:16-18).



A salvação por meio das obras (salvação = aperfeiçoamento?!)
Segundo a Bíblia, só existe um evangelho: o de Jesus Cristo, e só existe uma maneira do homem ser salvo da condenação eterna: aceitar Jesus como seu salvador pessoal. Não existe salvação por obras ou méritos humanos ou por processo de reencarnação.

“Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado... Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos;  para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.” (Romanos 3:20, 23-28).

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2:8,9).

“Não em virtude de obras de justiça que nós houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou mediante o lavar da regeneração e renovação pelo Espírito Santo,” (Tito 3:5).

“Não é pelas obras, mas por meio da fé em Jesus Cristo que o homem é justificado” (Gálatas 2:16; 3:10)



A Chamada Lei de Causa e Efeito
Que eqüivale o espírito da idéia tradicional hindu da lei do “karma”, isto é, aquilo que o indivíduo faz, ele paga, e se não for neste mundo, paga depois, em outras reencarnações. Eles crêem que suas reencarnações serão determinadas pelo bem ou mal que tinham feito, ou seja, serão determinadas no sentido de que este indivíduo viva melhor ou pior nas futuras reencarnações. Se assim fosse, ficaria desfeito o sacrifício do messias na cruz. (ver João 3:15:17).

Uma pequena síntese: o espiritismo é a negação da doutrina cristã, como está exarada na Bíblia. Crer no espiritismo significa deixar de acreditar no evangelho de Jesus Cristo. O principal compilador espirita escreveu um tratado inteiro na tentativa de provar que Jesus não é Deus (Obras Póstumas, 2ªed., de Kardec), se aceitarmos que ao homem aqui, vivendo ímpia e perversamente, abre-se uma porta de escape após a morte, a verdade se torna um mentira e o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário torna-se a coisa mais absurda sobre a qual já se teve notícia.

OBS.: O Jornal “Reformador Órgão Oficial da Federação Espírita Brasileira” declarou: “Já consideramos de valor secundário ou revogado mais de 90% do texto da Bíblia. A nossa base e o ensino é dos espíritos, daí o nome espiritismo”.

Kardec teve o cinismo de dizer: “O cristianismo e o espiritismo ensinam a mesma coisa”. Cristianismo é Cristo ressurreto e Todo poderoso, Ele é a Palavra Viva e Revelada (João 5:39,40). Enquanto que o espiritismo é paganismo puro, é ensino de espíritos malígnos – II Coríntios 11:13,14; Efésios 6:12; Deuteronômio 18:10-12. São inteiramente antagônicos; Quem é de fato cristão não tem como ser espírita (Atos 11:26), muito embora estes busquem vestissem com pele de cordeiros (Mateus 7:15,16). Há milhares de pessoas que ingressaram no espiritismo certas de que o mesmo era cristão, enquanto outras não crêem que a Bíblia é a Palavra de Deus, escrita por homens inspirados por Deus, e preferem acreditar numa revelação de um espírito que falou a Alan Kardec uma pseudo-verdade que nada mais é do que o antônimo da verdade cristã, mais sim, algo diabólico. Portanto, a melhor forma de se definir o espiritismo é chamá-lo de profundezas do anticristo (Ver Ap. 2:24). A existência de Satanás é ensinada em sete livros do Antigo Testamento. O próprio Jesus ensinou a respeito deste (Ver Mt. 13:39 / Lucas 10:18 e 11:18). Contudo, Satanás não é uma criatura onisciente nem infinito. Todos que crêem verdadeiramente em Cristo poderá resisti-lo (Tg. 4:7), pois Deus impôs limites a ele (Jó 1:12). Vejamos também a punição de Satanás (Ez. 28:16-19) e o fim que o aguarda (Ap. 20:2,10).

Assim, devemos Ter sempre em mente os fatos que mostram que Lúcifer (Satanás):

Ele arrebata a Palavra de Deus dos corações (Lc. 8:12)

Cegou o entendimento dos homens para não compreenderem a verdade. (II Cor. 4:4 / Is. 6:10 / Jo. 12:40 / Mt. 13:11,14)

Ele usa homens para se opor à obra de Deus (Ap. 2:13-16)

Ele é o pai da mentira (Jo. 8:44)

Ele tem filhos na terra (I Jo. 11:3)

Ele possui obras (I Jo. 3:8)

Ele é intelectual (II Cor. 11:3)

Ele tem emoções (Ap. 12:17)

Ele tem vontade (II Tm. 2:26)

Ele engana, tem poder, faz sinais e prodígios (II Ts. 2:9,10 / Ap. 20:3 / Ap. 16:14)

Sabe imitar a realidade com seus embustes (Êx. 8:7)

Se transforma em anjo de luz (II Cor. 11:14)

Pode influenciar homens (Gen. 3:1-6 / 1 Jo. 3:8-10)

É acusador (Ap. 12:10)

É inimigo e adversário de Deus e do povo de Deus (Gen. 3:14,15 / I Pe. 5:8 / Zac. 3:1)

Ele reunirá homens para a batalha de armagedom (Ap. 16:13,14)

Atua como ladrão, homicida e destruidor (Jo 8:44 e 10:10 / Ap. 9:11)

Também como tentador (I Tes. 3:5 / Mt 4:11), entre outros.

O apóstolo Pedro nos admoesta a que tenhamos cuidado com ele – I Pe. 5:8

Há diversos demônios, e a tradução correta de demônios do grego é “daimonia”, e nunca pode ser traduzido para “diabos”, pois há somente um diabo (Gr. Diabolos), isto é, Satanás que significa em grego adversário. Ele é um ser espiritual (Ef. 6:11,12). Os demônios são espíritos maus a seus serviço (Mc. 9:25 / Lc. 8:26-33/ I Tm. 4:1,2); emissários de Satanás (Mt. 12:26,27); tão numerosos que tornam o poder de Satanás praticamente oblíquo (Mc. 5:9); eles são capazes de entrar e controlar tanto animais (Mc. 5:13) como homens (Mt. 4:24; 12:43-45 / Mc. 5:2,3,9-12 / Jo. 13:27 / Mc. 11:13); e procuram ansiosamente um corpo, sem o qual, ao que parece, não têm tanto poder para o mal (Mt. 4:24; 8:16,28,33; 9:32 e 16:23 / Mc. 1:23; 5:3-5; 9:17,20 / Lc. 8:36 / Atos 8:7 e 16:16 / Jo. 8:44). Os demônios são imundos, sombrios, violentos e maliciosos (Mt. 9:33 / Lc. 13:11,16). Contudo, a enfermidade mental deve ser distinguida da desordem mental devido ao controle demoníaco (Mt. 17:15), mas não sempre (Dn. 4).

Ele quer que o homem torne-se vulnerável a sua atuação, uma vez que veio para matar, roubar e destruir e “anda ao redor dos homens buscando a quem possa tragar.” (I Pe. 5:8).

A influência dos demônios pode manifestar-se em ascetismo religioso (I Tm. 4:13,16), degeneração e impureza. O sinal da influência demoníaca na religião é o afastamento da fé, isto é, do corpo da verdade revelada nas Escrituras. Os demônios mantém conflitos com os cristãos que querem ser espirituais (I Tm. 4:1-3 / Ef. 6:10). Os recursos dos cristãos são a oração, a Palavra e o jejum (Mt. 17:21), toda a armadura de Deus (Ef. 6:11). O exorcismo em nome de Jesus (Atos 16:18), era praticado na possessão demoníaca. Saibamos que o diabo é uma pessoa moralmente responsável (Mt. 25:41) e não uma simples personificação do mal, está bem claro pelos nomes e títulos com os quais ele é descrito nas Escrituras:



Ele é chamado de Lúcifer (Is. 14:12)

Ele é chamado de diabo (Mt. 4:1)

Ele é chamado de Belial (II Cor. 6:15)

Ele é chamado de Satanás (Zac. 3:1 / Jó 1:6-9)

Ele é chamado de Maligno (I Jo. 5:19 / Mt. 13:19)



Pronomes pessoais são usados para descrevê-lo:

Ele é chamado de Belzebu (Mt. 12:24-27)

Ele é mencionado como Príncipe e deus desse mundo (Jo. 12:31 /IICo 4:4)

Ele é chamado de Príncipe dos demônios (Mt. 12:24-27)

Ele é descrito como Príncipe das potestades dos ar (Ef. 2:2)

Ele é conhecido como serpente antiga e grande dragão (Ap. 12:9; 12:3)

Ele é apresentado como anjo do abismo (Apocalipse 9:11)

Ele causa doenças físicas e mentais (Lucas 9:37-42 / Mc. 5:4,5)

Evidentemente o diabo, ou como queira chamá-lo, é um demagogo muito versátil e maleável, capaz de muitas transformações. Aos psicólogos ateus ele diz “trago uma nova ciência”, aos ocultistas, assevera “dou-vos a chave para os últimos segredos da criação”, aos racionalistas e teólogos modernistas, declara “não estou aí, nem sequer existo”. No espiritismo, muda a roupagem de acordo como o ambiente, ainda que na essência continue sempre o mesmo: supersticioso, maquiavélico, fraudulento, mau e diabólico, etc., mas, contudo, segundo a Bíblia, um derrotado no nome de Jesus.

A Bíblia nos mostra que ele tem seu próprio sistema doutrinário e já bem desenvolvido (I Tm. 4:1-3)



 Conclusão
Entendo que o espiritismo não tem mensagem alguma de esperança para o pecador. Sua mensagem é nebulosa, obscura, contraditória, melancólica, triste, destruidora, que apela à razão, mas é irracional; que fala em Deus, mas Lhe nega o verdadeiro amor, o perdão dos pecados, a misericórdia, Sua graça infinita oferecida aos homens que se arrependem e confessam seus pecados ao único digno – Jesus, o Deus conosco; também nega Sua justiça divina e direito que Ele tem de realizar Sua vontade da maneira que melhor Lhe couber, o que significa o melhor para todos os seres humanos, a quem ele amou e ama, dando-lhes como prova irrefutável, o Seu Filho unigênito, o verbo encarnado, Jesus. À Jesus, o diabo apareceu como “anjo de luz”, distorcendo a palavra de Deus, procurando levar Cristo ao erro. Hoje fala pela boca do médium, nas sessões ou reuniões espíritas. Podemos ver aqui que o espiritismo ignora totalmente o ensino claro das Sagradas Escrituras, fundamental do cristianismo autêntico, onde apresenta Jesus Cristo como o cordeiro de Deus, que nasceu da Virgem Maria, por obra do Espírito Santo, morreu na cruz, derramou Seu sangue para expiação total dos pecados, ressuscitou ao terceiro dia, está a destra de Deus Pai, sendo assim o único meio de salvação e vida eterna para o homem. Ver Jo. 1:29; 3:16-21; 8:15 / Is. 53:7,10 / Col. 1:20 / I Pe. 1:18,19 / I Jo. 1:7,9 / Ap. 1:3 / Mt. 11:28-30 / Lc. 15:11-32 / Ne. 9:17 / I João 2:22,23.


“Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo Homem”. (I Timóteo 2:5)

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12)


Saiba: Você necessita reconhecer que é um pecador e aceitar Jesus como seu salvador pessoal lembre-se:

Confessar a Cristo

A Bíblia diz: ...“temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5:1)

“... Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23)

“... Porque o salário do pecado é a morte, mas o Dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6:23)

“Aquele que tem o filho tem a vida; aquele que não tem o filho de Deus não tem a vida” (I João 5:12,13)

“Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem não seu nome” (João 1:12)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho... (João 3:16)


Exemplo de como fazemos essa oração de entrega, faça de todo o coração:

Senhor Jesus,

Sei que sou um pecador e preciso do perdão de Deus. Creio que tu morreste por meus pecados. Quero abandonar meus pecados. Então agora, peço-te que derrame a tua graça sobre a minha vida, entres no meu coração e reines. Confio em ti, como meu salvador, e vou seguir-te como meu Senhor e buscar a tua Palavra. Graças te dou, Senhor, pela salvação. Amém.



ALGUNS TEXTOS BÍBLÍCOS USADOS FORA DO CONTEXTO E DISTORCIDOS PELOS ESPÍRITAS:

1) Se Moisés é Elias reencarnado, porque então as duas testemunhas de Deus, como relata em Apoc. 11:6, apareceram juntas?


a)       Ambos representam a lei e os profetas, respectivamente. Vejamos em Judas 1:9, onde há uma alusão à respeito de Moisés, e II Reis 2:11, que narra a história à respeito do arrebatamento de Elias – teceremos maiores comentários adiante. A presença física de Pedro, Tiago e João cumpria-se cabalmente a Lei de Moisés, a respeito da necessidade da presença de três testemunhas; para revelarem posteriormente a sua visão, e que Jesus Cristo era, e é o Filho amado do Deus vivo. No versículo 9 de Mateus, no capítulo 17 cita:”... Jesus lhe ordenou, dizendo: A ninguém contais a visão até que o filho do homem seja ressuscitado dos mortos”, mas por que?

-
          Resposta: à medida que mais perto da cruz se aproximava o Senhor, tanto mais evitava qualquer manifestação popular em seu favor, que bem podia ter acontecido se os discípulos tivessem proclamado o que presenciaram, já que a palavra de três testemunhas para os judeus têm grande peso.


b)       Podemos observar no velho testamento que o Espírito Santo atuava por meio dos homens específicos e escolhidos por Deus para um propósito divino, (ver I Pedro 1:10-11/ Atos 1:16). No caso de João Batista, como Jesus ainda não era ressureto, o Espírito Santo atuava da mesma forma no velho testamento. Após a ressurreição de Cristo, e em nossos dias atuais, o Espírito Santo habita em todo o povo de Deus, povo este que aceitou e confessou a Jesus como seu Salvador e Senhor pessoal, (ver Rom.10:9), deixando de serem simples criaturas para se tornarem filhos de Deus (veja I João 3:10 e João 1 :12). Note que em Lucas 1:13-17, o qual está escrito no versículo 17: “...e irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos...”. Então, observamos a fidelidade inabalável deste profeta Elias a Deus e ao  seu conserto, o faz, para todo o sempre, um exemplo de fé, coragem e lealdade a Deus, ante a intensa perseguição e oposição. Elias se opunha, com resoluta persistência às falsas religiões e seus adeptos. Tal virtude espiritual é aludido no evangelho de Lucas, presente em João Batista, e no próprio Cristo, virtude esta que provém do Santo Espírito Divino.


c)
       João Batista era de fato o que está escrito em  Mateus 11:10 e João 1:23, e não o Elias reencarnado. Contudo, tinha características e uma missão semelhantes.  Citemos em Malaquias 4:5-6, que registra a profecia metafórica (que tem relação de semelhança) de reaparição de Elias, a qual cumpriu-se como bem disse Jesus, em João Batista, (Mt 11:14-15;Lc 1 :17). Em Mateus 11:13 Jesus revela todos os profetas que profetizaram até João, o discipulo (que escreveu o livro de Apoc.). E isto inclui Elias; e a eles Jesus acrescenta João Batista, mas não como profeta. O Espírito Santo de Deus é quem conduzia e inspirava João Batista (Lc. 1 :15), e ele foi morto; analogamente o filho do homem, Jesus, defrontaria-se com um destino semelhante. Percebe-se que, a missão de ambos, João e Elias, era preparatória dos propósitos de Deus, e que João Batista veio ligar o velho com o novo testamento.

Em Lucas 4:14e 18, pela mesma virtude do Espírito Santo, Cristo cumpria os propósitos maiores do Pai, porque, diz o texto:” O espírito do Senhor é sobre mim...”- aí, demonstra-se que cumpriu a profecia de Isaías (ver Is. 61:1). Logicamente, não justifica o pensar dos escribas, intérpretes credenciados das escrituras Hebraicas, quando faz alusão os discípulos de Jesus, à pergunta em Mateus 17:10, que diz:”... porque dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro?”

A hipótese dos escribas era de que  a ressurreição de Cristo significaria o fim do mundo e a iniciação do Reino do Messias. Assim, concluíam que era necessário Elias voltar e manifestar-se publicamente primeiro e, assim o foi na presença das três testemunhas já ditas, sua aparição no monte e por si, justificaria essa espera, cumprindo-se o que havia sido dito, contudo, não compreendido pelos mesmos e pelos judeus, quando veio o povo a tomar conhecimento deste fato, após a ressurreição de Jesus.

Citamos em João 1:21 que narra a fala de João Batista: “...és tu Elias? E disse: não sou. És tu profeta? E respondeu :não.”, quando também já havia negado enfaticamente que não era Cristo e bem disse: “...Eu sou a voz que clama no deserto...” (João 1 :23). Os espíritas refutam dizendo que João não se lembrava que era Elias, e que nós não lembramos de quem éramos. Ora, João afirmara o que Jesus testificaria depois em Mateus 11:9, que João Batista era muito mais que um profeta, um anjo do Senhor, (ver Mateus 11:10,11 e Malaquias 3:1).

João nega ser Cristo, Elias e o profeta predito por Moisés em Deuteronômio 18:15; e sim instrumento do próprio Deus, que por seu meio advertia os homens do pecado, da justiça e do juízo, e assim descartando com a sua resposta, a suposição dos enviados dos fariseus.

Ratificando as palavras de Jesus:” E , se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir”, (Mt. 11:14). Jesus afirma que se os judeus o recebessem (Cristo), entenderiam também, que João cumprira a predição veterotestamentária sobre a vinda de Elias antes do dia do Senhor, (veja Mt.17:12; Malaquias 4:5).



d)       Por que Elias jamais poderia ser João Batista reencarnado?

Por que se assim o fosse, não poderia Elias aparecer juntamente com Moisés na transfiguração, uma vez que João Batista teve sua morte posterior ao profeta Elias. Este detalhe nos revela algo fundamental e racionalmente lógico, e que descarta de vez a idéia estapafúrdia já que, deveria aparecer João Batista com Moisés.

E mais, em II Reis 2:1 nos diz:” Sucedeu pois que havendo o Senhor de elevar a Elias num redemoinho ao céu, ...”, e adiante, II Reis 2:11 revela: “ E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, os separou um do outro: e Elias subiu ao céu num redemoinho ”. Obviamente, a palavra de Deus nos diz que Elias não experimentou a morte física, pois seu corpo transfigurou-se semelhante ao de Jesus no monte  (estudar capítulo 17 de Mateus), e subiu ao céu, assim como Enoque  (averiguar Gêneses 5:24), com o corpo glorificado. A transladação de Enoque e Elias, assemelhar-se-á ao arrebatamento futuro dos cristãos (a Igreja, a noiva de Cristo), na segunda vinda do messias (comprove em I Tessalonicenses 4:16,17) e isto tudo torna ainda mais incoerente à tese da reencarnação.

 


2) Saul e a Médium de En-Dor (Texto: I Samuel 28)

Antes de prosseguir, abra a sua bíblia e leia todo o capítulo deste texto, em seguida volte à análise racional dos fatos. Alguns acreditam que houve uma comunicação entre Saul e Samuel. Acreditam que o espírito de Samuel teria aparecido a Saul com a permissão de Deus, para reprovar as suas atitudes. Outros acham que foi enganação da feiticeira, que conhecia a vida de Saul. Outros ainda acham que foi uma obra diabólica. Analisando o texto, apresentamos alguns argumentos que descartam a possibilidade de comunicação entre Saul e Samuel; observem:

a)
       a necromancia (consulta dos mortos) é pecado gravíssimo, sendo condenado pela Bíblia e castigada com pena de morte (Levítico 20:27/ Deuteronômio 18:10-12/ Atos 16:18/ Apocalipse 21:8); Deus tem como insulto à sua pessoa toda prática espírita de consulta aos mortos – “Quando vos disserem: consultai os que tem espíritos familiares e os advinhos, que chilreiam e murmuram entre os dentes: não recorrerá um povo a seu Deus? E a favor dos vivos interrogará mortos? Não. Observem a lei  e ao testemunho! Se eles não falarem segundo estas palavras, nunca verão a Alva (Deus)” – Isaías 8:19-20; Deus não é mentiroso: “ Deus não é homem para que minta; nem filho do homem para que se arrependa: porventura diria Ele, e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?” – Números 23:19. O profeta Samuel compara a desobediência a Deus com o pecado da feitiçaria em  I Samuel 15:23. No verso 22 de I Samuel está escrito que o Senhor tem mais prazer na obediência e no atender do que em sacrifícios e holocastos; por isso, e também por ter rejeitado a palavra do Senhor, foi que Ele rejeitou a Saul para que não fosse mais rei (versículo 23). A ordem dada em Israel é extirpar médiuns e advinhas, e fora ordenada pelo próprio Samuel, profeta de Deus.

b)
       Quando Saul consultou ao Senhor, Ele não respondeu e nunca responderia, devido a situação em que se encontrava – “Porem o Samuel disse a Saul: Não vos tornarei contigo; porquanto rejeitaste a palavra do Senhor, e já te rejeitou o Senhor para que não sejais rei sobre Israel” – I Samuel 15:26. Em I Samuel 16:14 constatamos: “Tendo-se retirado de Saul o Espírito do Senhor, um espírito MALÍGNO permitido por Deus o atormentava”, e consequentemente influenciava de um modo ou de outro, os seus pensamentos. O verbo Hebraico é completo e categórico. Deus falaria através de uma revelação Sacerdotal, no caso o Urim, mais ou menos como o cara ou coroa; sim ou não; pode e não pode, vai ou não vai. O Urim e Tumim não detalhava nada como já vimos. Outra forma seria através de uma revelação pessoal com o próprio Saul (em sonho), ou ainda uma revelação inspiracional através de um profeta. Saul mesmo disse, em I Samuel 28:6 que muito angustiado estava Saul porque Deus já não lhe respondia por nenhuma das formas, pelo que Deus, no último momento não teria cedido ao desejo de Saul de receber outra revelação, uma vez que Deus não é Deus de contradição; não entraria em contradição com sua palavra que nega a possibilidade de vivos terem contato com os mortos- ver (Jó 7:9-10/ Eclesiastes 9:5,6/Lucas 16:31); não teria criado a impressão de que tentar entrar em contato com os mortos não é tão mau como antes Ele mesmo dissera ser (Deuteronômio 18:9-14); não teria afirmado que Saul deveria morrer por causa da consulta feita à médium (I Crônicas 10:13,14) “ Assim morreu Saul por causa da sua transgressão com que transgrediu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar. E não buscou ao Senhor, pelo que permitiu morrer e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé”. Logo, o  que Saul ouviu não veio da parte de Deus, isto é óbvio. Foi, então, Saul consultar uma necromante. Sabemos que Deus havia se negado a se comunicar com Saul pelos profetas. Saul foi castigado por tal atitude; ele suicidou-se, morrendo em pecado e longe de Deus (I Cor. 10:4). Os profetas falavam da parte de Deus. Fosse realmente Samuel falando com Saul, seria , na verdade, Deus respondendo a Saul, pois Samuel fora um profeta, e estes só podiam falar se inspirados por Deus, e não de si mesmos. Mas sabendo que não foi o Senhor que falou, concluímos também que não foi Samuel.

c)
        Nem a médium nem o seu espírito de mediunidade exerciam qualquer poder sobre a pessoa de Samuel. Só Deus exercia esse poder, pelo que não iria permitir que o seu fiel servo viesse a se tornar parte duma prática que o próprio Deus condena (Deuteronômio 18:9-14). Nem Abraão, nem Isaque, nem Jacó perderam a sua integridade diante de Deus. Samuel não seria o único a contrariar um princípio Divino e fazer o que ele nunca fizera em vida, impossível. Após informar a Saul que Deus o tinha rejeitado, está escrito que Samuel nunca mais disse coisa alguma a esse rei.

d)
        Observemos quem contou essa história. Os versos 7 e 8 de I Samuel 28 diz que foram os servos de Saul, por que Saul foi com dois de seus servos à casa da médium, e morreu alguns dias depois. A história não foi perpetuada e narrada pelo próprio Saul. Ele mesmo não iria contar porque implicaria em conseqüências sérias a si mesmo. Era proibido em Israel consultar médiuns, e só depois da sua morte esse história foi contada, e se foi contada, foi pelos dois servos que o acompanharam. Mas quem eram esses servos? O capítulo 21 de Samuel, no verso 7 diz que eram homens estrangeiros - “Estava, porém, ali naquele dia um dos criados de Saul, detido perante o senhor, e era seu nome Doegue, era EDOMITA, o maioral dos pastores de Saul”. A palavra de Deus revela que “eram homens muito comunente supersticiosos e crentes no erro”, razão  por que mesmo em período de perseguição aos médiuns, eles sabiam onde estes residiam, e de certa forma os protegiam; tanto que indicaram de imediato uma médium em Endor. Esses homens acreditavam no espiritismo, encarando o que aconteceu como verdade, embora não seja, obviamente.

e)
        Mas, como foi esta manifestação? A palavra usada para médium no hebraico é “OBI”, ou seja, espírito adivinhador, espírito familiar, palavra falada através de uma pessoa que recebe um espírito e fala como ventríloco, que muda até a voz, que fala com a tonalidade, com o timbre da voz daquele que diz estar possuído; da mesma forma que acontece no espiritismo. Os versos 11 e 14 de I Samuel 28 dizem que a manifestação foi subjetiva. Saul chegou para a médium e disse para ela que queria falar com Samuel. Quando a médium se incorporou, ela já sabia  com que Saul queria se comunicar. Foi a médium e não Saul que disse que era Samuel quem estava ali, o que torna bastante suspeito o incidente. Saul levado pela ocasião, diz o versículo 4 “ENTENDEU” que a médium estava se referindo a Samuel quando relatou que via um espírito SUBINDO DA TERRA. Portanto, foi uma interpretação subjetiva. Saul não viu nada, e sim, a mulher que descreveu a cena, vindo ele a concluir; como costuma acontecer no espiritismo. Mas a pergunta é : seria de Deus esta manifestação? A resposta é absolutamente não! A prova maior está em  I Crônicas 10:13,14.

f)
         Vamos estudar, a fundo, o versículo 28 de I Samuel. “ E Saul se disfarçou e vestiu outros vestidos, e foi ele e com ele dois homens, e de noite vieram à mulher; e disse: peço-te que me adivinhes pelo espírito de feitiçaria, e me faças SUBIR a quem eu te disser” (faças subir). Uma pequena análise à respeito de céu e inferno: é claro que céu e inferno são realidades espirituais que não estão relacionados com este mundo físico para definirmos que o céu está em cima e o inferno em baixo. Entretanto, como Deus em toda a Bíblia se utiliza de recursos, através dos quais possamos melhorar  a nossa compreensão do que Ele quer transmitir para nós, visto que se convencionou na mente humana, desde o princípio até nossos dias que, o céu está em cima e o inferno em baixo; portanto toda a bíblia é unânime, tanto no Antigo Testamento como também no Novo, em ensinar que Deus é superior e por isso esta em cima, consequentemente, o céu é a morada de Deus, ficando o inferno, em baixo. Testifique o que é dito em Provérbios 15:24 que diz: “Para o entendimento, o caminho da vida eterna é para cima, para que ele se desvie do inferno que está em baixo” – Ver também Mateus 24:30: “Então aparecerá no céu o sinal do filho do Homem; e todas as tribos da terra se levantarão, e verão o filho do Homem, vindo sobre as nuvens com grande poder e glória”  e em Isaías 29:4 está escrito: “ Então, lançada por terra, do chão falarás, e do pó sairá a tua fala; subirá da terra a tua voz como a de um fantasma, como um cochilo a tua fala desde o pó”.( analise Lucas 10:15/Provérbios 15:11/ Mateus 4:1-11). A  médium perguntara a Saul quem é que ela deveria FAZER SUBIR. Não há razão lógica para pensamentos que não fora um espírito diabólico. Por conseguinte, e estranho o que o texto diz, quando relata que a médium fala que vê subindo da terra. Ora, quem vem do céu vem de cima e não de baixo, e isto está em toda a cosmologia Bíblica – e no inferno jamais estaria Samuel, uma vez que as escrituras revelam que ele viveu à luz dos mandamentos, em total obediência e comunhão com Deus durante sua vida, e dessa forma faleceu. Não era Samuel que a médium viu, mas um espírito maligno se passando por ele. A Bíblia menciona a existência de anjos maus que assumem a identidade de pessoas, que usadas por esses anjos maus, revelam algo que pode ser ou não verdadeiro, confundindo as pessoas. Confiram em (Êxodo 7:11-22;8:7Atos 16:16,17/  II Coríntios 11:14,15/Efésios 6:12/Mateus 18:9/Lucas 4:1-13/ II Pedro 2 :4/ Salmos 16:10/Apocalipse 20:1-15). Existe ainda uma série de argumentações para comprovar esse fato, como o gramatical, exegético, ontológico, profético, escatológico, teológico, processual e tantos outros.

g)
        Durante a sessão em En-Dor a mulher percebeu o medo de Saul, de que seu fim era iminente, e isso ela predisse; a mulher tomou conhecimento da profecia feita antes por Samuel, (I Samuel 15:16-26) e que vinha angustiando Saul pelo que disse o que ele não queria, mas já esperava ouvir;

h)
        Não era preciso ser um estrategista de guerra para prever a derrota de Saul e de Israel diante dos Filisteus. Qualquer pessoa perceberia a situação difícil em que se encontrava o exército Judeu. O próprio Saul no I Samuel 28 versículo 15 falou: “ Muito angustiado estou, porque os Filisteus guerreiam contra mim, e Deus se desviou de mim, e já não me responde...”. Em todos os tempos o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23)

i)
        A parte final da predição da médium não foi verdadeiro no seu cumprimento. O falso espírito de Samuel não falou a verdade: no verso 4 de I Samuel 31 vemos que Saul se suicidou, e não foi entregue nas mãos dos Filisteus como falou esse pseudo Samuel. Para completar, o verso 11,12 do capítulo 31 diz que Saul foi cremado pelos homens de Jabes-Gileade. Portanto, não foram os Filisteus. Do mesmo modo esse espírito predisse que os filhos seriam todos mortos, e isso não aconteceu, pois nem todos morreram, apenas 3, sendo Jônatas,  Abinadabe e  Malquisua, como está relatado em I Samuel 31:8. Os outros três ficaram vivos. Constatem em  II Samuel 21:8; 2 :10. Saul na verdade estava em pecado, este morreria e iria para o mesmo lugar onde Samuel estava? Não! Entretanto, é conhecido, Saul morreu distante de Deus e sendo atormentado por um espírito maligno.



3) A transfiguração de Cristo (Mateus 17:1-13; Marcos 9:1-13; Lucas 9:28-36)

A transfiguração de Cristo (Mt. 17:1-13; Mc. 9:1-13; Lc. 9:28-36)Analisando em primeiro lugar, o texto não afirma que elas subiram para participarem de uma sessão espírita, onde os espírito  de Moisés e Elias se manifestariam . O propósito maior de irem aquele lugar foi buscar a Deus, orar, falar com Deus ; veja Lc. 9: 28-29.Em segundo, quem estava ali não era o médium Jesus Cristo de  Nazaré, mais o Deus encarnado; ver João 1: 1-18 ; Colossenses 2: 9 / I João 5: 20. Em terceiro lugar, este fato comprova que Jesus não é um espírito envolvido, mais sim, o amado Filho unigênito do Pai como nos mostra o versículo 5 do evangelho de Mateus, capítulo 17.Porque então Moisés apareceu juntamente com Elias?Resposta: ambos representam a lei e os profetas, respectivamente vejamos em  Judas 1:9, onde há uma ilusão a respeito de Moisés, e (II Reis 2: 11), que narra a historia a respeito do arrebatamento de Elias. A presença física de Pedro, Tiago e João cumpria-se cabalmente a lei de Moisés, a respeito da presença de três testemunhas; para revelarem posteriormente a sua visão, e que Jesus Cristo era, e é Filho amado do Deus vivo.  No versículo 9 do evangelho de Mateus, capítulo 17 cita “... Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos.”

MENSAGEM REFLEXIVA

 

 “Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os mesmos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto, conhecereis o Espírito de Deus: “Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne, é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.” (I Epístola de João 4:1-3).

Caro leitor, quando for preciso descobrir ou confrontar uma pessoa que está possuída por um espírito maligno, pergunte a mesma: “Tu confessas que Jesus Cristo é o filho do Deus vivo que se manifestou em carne, quando se encarnou no ventre da virgem para destruir todas as obras do diabo”? (baseado na I Epístola João 4:1-3). Aí então verás a veracidade das Escrituras Sagradas e que o nome de Jesus tem poder. Ele é libertador.

Comece ler a Bíblia, a palavra de Deus. Vá a uma igreja onde esta palavra é realmente pregada, e onde as pessoas que lá congregam crêem no poder ilimitado e libertador do Verbo que se fez carne e que habitou entre nós, a saber JESUS.

 


AS PRINCIPAIS, ENTRE AS SUAS MUITAS TESES, SÃO AS SEGUINTES:

 


a. “Possibilidade, necessidade e conveniência para ambos os lados de comunicação com os espíritos desencarnados”. Alguns espíritas ensinam que a vida no além túmulo será passada em sete círculos ou esferas diferentes que circundam o globo terrestre; e que os espíritos dos que morreram recentemente acham-se bastante próximos da terra, “podem ouvir-nos e nos conhecem”, e um médium é um intermediário.

Refutação Bíblica = II Samuel 12:23/ Isaías 8:19,20/ Lucas 16:19-31/ I Timóteo 2:5.

b. Crença da reencarnação. Segundo a doutrina kardecista o espírito sobrevive a morte do corpo e pode entrar em comunicação com os vivos. Uns espíritos evoluem mais rapidamente que os outros. Estão classificados em:

1)Os imperfeitos – que são os ignorantes e cheios de vis paixões;

2)Os bons – são cheios de desejos do bem;

3)Os superiores – com desenvolvimento na ciência, sabedoria e bondade

4)Os puros – já sem nenhuma influência da matéria e com superioridade intelectual, e moral absoluta sobre os outros.

Refutação Bíblica = Apocalipse 20:11-15 / João 1:19-21 / Eclesiastes 12:7.



c. Crença que “ninguém pode impedir o homem de sofrer as conseqüências dos atos

(lei de causa e efeito)”. Eles se baseiam em Gálatas 6:7, com tudo fora do contexto bíblico.


Refutação bíblica = Romanos 6:23/ Ezequiel 18:4,20 / Gen. 2:17. Paga, mas é no inferno (Apoc. 21:8/ Jo 3:36).



d. Crença na pluralidade dos mundos habitados. “Cada mundo é uma etapa geral de progresso espiritual. A terra é um loção de expiação ou pagamento de culpas.” 


Refutação Bíblica = Gen. 2:1-13/ João 14:1,2/ Prov. 11:31.

Todo o homem que é justificado por Jesus é punido na terra, porque Deus disciplina os seus filhos amados (Hebreus 12:6-8), para não padecerem no inferno (nunca houveum pecado cometido por um homem pelo qual ele não sofresse, podendo até mesmo escapar da lei dos homens, mas não do julgamento final de Deus. Ver Filhos de Deus x Criatura: I João 3:10/ João 1:12; 17:9/ Tito 3:1-11/ Romanos 8:1-25/ Efésios 2:1-10.



e
. “Todas  as religiões são boas. Mas o que conduz a Deus é a prática da caridade. A caridade é única, aplicada tanto aos vivos como aos mortos.” 


Refutação Bíblica = Is. 64:6 /  Rom. 3:28/  Efésios 2:8-10/  João 14:6 / I Cor. 3:11 /  Gálatas  1: 8,9.



f. “Deus, embora exista, é um ser impessoal, habitando  um mundo longínquo e se perde na distância incomensurável de um ponto espiritual que mal podemos vislumbrar, estando indiferente ao que nos acontece nestes tempos (aguardando resultados)”.


Refutação Bíblica = Tiago 1:17 / Deuteronômio 4:29 /  Isaías 59:1 /  Jeremias 29:11-13 /  João 3:16



g. “Mais perto dos homens estão os ‘espíritos- guias’  (espíritos que se incorporam nos médiuns), importantes nas reuniões espíritas, e que nos ajuda por amor. Também existem os maus, e por estes os vivos é que precisam fazer caridade.” Lanslots- Spiritism Unveiled, pg. 36 afirma: “Todos os espíritos do outro mundo nada são, se não as almas daqueles que tem vivido aqui”.


Refutação Bíblica = Atos 4:12/ I Timóteo 2:5/ Hebreus 12:24/ Jó 7:10.



h. Dr. Weisse, citado por Hanson, em Demonology of Spiritualism, pg. 147 afirma: “Jesus não era um ser divino, foi um médium e reformador judeu, nada mais que  isto, e agora é um espírito elevado a sexta esfera.  Ele não poderia ser Deus, ou divino,  exceto no sentido em que todos nós somos divino”.

Refutação Bíblica = Gen. 1:26/ Jô. 1:1-3,14;  8:58; 10:30 / Heb. 1:3/ Col. 2:8,9 / I Jô. 2:22,23/ Mat.  1:23.



i.“ Não há distinção entre o natural e o sobrenatural, nem entre religião e ciência. Não  há graça. O progresso dos indivíduos dependem exclusivamente do mérito pessoal acumulado nesta e em encarnações posteriores.”

Refutação Bíblica = Eclesiastes 3:14,15; 12:13 / Tito 1:11.



j. “Existe Deus, mas também deuses, tantos quantos nossas necessidades requisitarem, e sendo o caso.”

Refutação Bíblica = I Coríntios 8:6/ Deuteronômio 6:4/ Isaías 42:8 / Marcos 12:29,30.



k. “ Não se pode prever em um sacrifício vicário (a exemplo do de Jesus), nem se aceita um Deus que se deixa aplacar por tais meios, nem pelo sangue do seu filho; um Deus há de querer sempre mais e melhor de seus fiéis, mesmo que isto lhes seja a morte. A idéia de expiação para o homem é uma mentira ultrajante. O homem só merece o sofrimento ou a reencarnação. Não há graça ou favor algum de Deus.”

Refutação Bíblica = Portanto negam a eficácia do sangue de Jesus para a purificação dos pecados de toda a humanidade, assim como também a graça de Deus que em hebraico e em grego, significa favor não merecido (João 3:16/ Romanos 3:23,24; 5:1/ Efésios 1:3-7/ II Timóteo 1:9/ Hebreus 10:10,11/ Mateus 10:28/ Isaías 53:4-6/ Mateus 8:17/ Apocalipse 1:5/ Lucas 22:37/ I João 1:7,9/ I Pedro 1:18,19; 2:24).



l. Nega a existência da Santíssima Trindade. “ Há mais de uma pessoa em Deus?

Resposta: não; a razão nos diz que Deus é um ser único, indivisível; que o Pai celestial é um só para todos os filhos do universo” (jornal espírita); “Não admitimos o mistério da Trindade, por acha-lo absurdo e inexplicável. Deus é Deus e Jesus jamais afirmou ser Deus, quando de sua peregrinação na terra”; “Este ensino monstruoso da Trindade , negação da razão humana, não passa de uma construção almejada, de um andaime arbitrário e fictício de deduções fantásticas, livremente tiradas da aproximação de passagens isoladas, emprestadas de livros originariamente independentes um do outro.”

Refutação Bíblica = Gen. 1:26/ Is.  6:8/ Rom. 8:9 (Jesus, o Espírito Santo e Deus são um) / II Cor. 3:17 (Deus e o Espírito Santo é a mesma pessoa)/ Jo. 10:30 (Jesus e Deus é um); 15:26.   



m. Prega o panteísmo: “Cada um de nós possui, em estado latente, forças emanadas do divino foco. Deus é a grande alma universal, e que toda alma humana é uma centelha, uma irradiação” (Leão Diniz).

Refutação Bíblica = Romanos 1:25/ Números 23:19.



n. Negam a ressurreição – “Negamos a ressurreição do corpo, racionalmente, pois não se pode admitir a ressurreição da carne, se não como uma figura simbólica do fenômeno da reencarnação” (Kardec).

Refutação Bíblica = Lucas 24:36-43/ João 3:3-5; 20:26-29/ Mateus 17:9; 22:31,32/ I Coríntios 15:4/ Romanos 10:9.



o. Não existem anjos – “Os anjos são almas dos homens chegados ao grau de perfeição que a criatura comporta, fluindo em sua plenitude a prometida felicidade”; “São almas que galgaram o último grau de escala, grau que todos podem adquirir” (Alan Kardec).

Refutação Bíblica = Mateus 13:41; 24:31/ I Coríntios 4:9/ Gênesis 19:1; 24:7/ Judas 6).



p. Negam a personalidade do Espírito Santo – afirmam que o Espírito Santo, como está relatado Bíblia, não existe. Refutação Bíblica = “...porque eu vos digo: toda a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada aos homens...” (Mateus 12:31,32/ Atos 10:19,29/ João 14:16,26; 15:26). A Bíblia afirma que o Espírito Santo é uma pessoa com atributos divinos, assim como o Pai e o Filho. Observamos, claramente, que os três são um. Vejamos alguns versículos para uma melhor compreensão: na ordenança do batismo em Mateus 28:19; no batismo de Jesus em Mateus 3:16,17; na bênção apostólica em II Coríntios 13:13; o Senhor Jesus prometeu o Espírito santo aos seus seguidores em Atos 1:4,5 e lhes recomendou não sair de Jerusalém até que do alto eles fossem revestidos de poder (Lucas 24:49); o Espírito santo desceu sobre eles no dia de Pentecostes em Atos 2:1-4. As escrituras nos ensinam que Ele é quem nos ensina (João 14:26); nos convence (João 16:8); nos consola (João 14:16); nos convoca (Atos 13:2); nos fala (João 16:13); nos proíbe (Atos 16:6); nos glorifica (João 16:14); Ele tem sentimentos (Efésios 4:30); Ele testifica (João 15:26); entre outros, e  isto é mérito da Pessoa do Espírito de Deus, e não de uma força apenas ; E que o Espírito santo tem seus atributos: Onisciência (João 14:26/ I Coríntios2:10,11); Onipresença (Salmos 139:7-10); Onipotência (Gênesis 1:26/ Lucas 1:35, onde o poder do santo Espírito, que é o próprio poder de Deus, a cobriu). Ele Também é conhecido pelas suas obras: Na regeneração (João 3:1-5); Na ressurreição (Romanos 8:11); Na criação (Gênesis 1:2/ Salmo 104:30); Na Inspiração das Escrituras sagradas (2 Pedro 1:20,21).  Portanto o surgimento do espiritismo moderno (codificador foi o Allan Kardec) nada tem a haver com o Santo Espírito de Deus, uma vez que seu surgimento se deu em média, há 1850 depois. A mudança dos apóstolos após Pentecostes testifica a descida do Espírito santo e Sua missão (Atos1:8), assim como se mostraram intrépidos na comunicação do evangelho que Cristo lhes ordenou (Marcos 16:15,16). 



q. Quanto ao inferno e o castigo eterno ensinam – “Ou Deus é perfeito e não há penas eternas ou há penas eternas e Deus não é perfeito.” (Em O Céu e o Inferno, 4ªed, pg. 77). Não podemos concordar com os espíritas que, em quase toda sua literatura, procuram negar a existência do inferno. Um espírita patrício afirmou: “Convença-se os nossos irmãos pastores de que  a Bíblia se refere ao sofrimento eterno do condenado. Se conseguissem convencer-nos de que é isso que a Bíblia diz, nós a renegaríamos como falsa; e se nos provassem que ela é autêntica, nós renegaríamos o próprio Deus, ... nós julgaremos, por isso muitos superiores a um tal Deus! ...” – “Não haverá juízo final para os mortos e ímpios. Não existe diabo nem demônios, no vulgar da palavra. São na verdade os maus espíritos – seres atrasados, ainda imperfeitos, mas aos quais reservará o futuro” – “ Os demônios são apenas almas dos maus, ainda não purificadas, mas podem, como as outras, ascender ao mais alto cume da perfeição” (O Que é Espiritismo, 4ª ed., pg. 85,86; e O Livro dos Médiuns).

Refutação Bíblica = Deus é perfeito e existe penas eternas. Ele  é perfeito e não tem prazer na morte espiritual do homem (I Timóteo 2:4/ II Pedro 3:9/ Ezequiel 33:11/ Mateus 13:40-42/ Marcos 5:2-13; 9:25; 16:17 / Apocalipse 20:12-14/ Salmo 9:17/ Lucas 4:1-13; 11:14/ II Pedro 2:4/ Atos 19:12-16). Deus nos prova seu amor dando seu Filho unigênito para a salvação de todo aquele que crê (João 3:16,17). O homem que recusa a graça salvadora é responsável (livre arbítrio) pela sua perdição (Mateus 7:13,14/ Marcos 16:15,16).

O inferno é segundo os ensinos da palavra de Deus, uma dura realidade. Não só isso, mas também:

·         Lugar de sofrimento (Judas 7);

·         Lugar de tristeza (Salmos 116:3 );

·         Lugar de tormento (Lucas 16:24,25,28 / Mateus 25:41,46);

·         Lugar de violência (Oséias 13:14);

·         Lugar de condenação eterna (Marcos 3:29).



 r. Negam a existência do céu – declaram: “A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa imutilidade.” (Em O Céu e o Inferno, 4ªed., pg. 30).

Refutação Bíblica = Jo. 14:2,3/ II Cor. 12:2-4/ Filip. 3:20,21/ Apoc. 21:1-4; 12:8,9. Poderá ser este lugar ser fastidioso? Ver I Cor. 2:9.



s. Escarnecem a respeito da Igreja Cristã – “Mais perceber uma agulha rebrilhante no meio das trevas espessas... Por mais de mil e oitocentos anos, a chamada Igreja Cristã se tem interposto entre os mortais e os espíritos, barrando toda oportunidade de progresso e desenvolvimento. Atualmente, ela se ergue como completa barreira ao progresso humano, como já fazia há mil e oitocentos anos atrás.”
( Mind. And Matter, 8 de Maio de 1880). Eles ainda prescrevem: “Passo a passo avançou a igreja de Cristo, e ao fazê-lo, passo a passo a tocha do espiritismo foi retrocedendo, até que quase não se podia mais perceber uma fagulha rebrilhante em meio às trevas espessas... Por mais de mil e oitocentos anos a chamada igreja Cristã se tem  interposto entre os mortais e os espíritos, barrando toda oportunidade de progresso e desenvolvimento. Atualmente elas se erguem como completa barreira ao progresso humano, como já fazia há mil  e oitocentos anos atrás”. (MIND AND MATTER, 8 de maio de 1888 . Extraído da obra “O Caos das Seitas”). 

Refutação Bíblica = I Tessalonicenses 4:4:16,17.



“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32)



 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 

Ø       SACCORI, Luiz Antônio. Minidicionário Saccori da Língua Portuguesa.

           São Paulo: Atual, 1996.

Ø       BAALEN, J. K. Van. O Caos das Seitas. Imprensa Batista Regular, 1985.

Ø       RINALDI, Natanael. Cristianismo Versus Espiritualismo. Intituto Cristão de

          Pesquisa. São Paulo: out.1985.

Ø       FILHO, Rev. Caio Fábio D´Araújo Filho. Espiritismo Segundo o Evangelho.

          Abba Press Editora e Divulgadora Cultural Ltda. 2 ed. São Paulo/ SP: jan. 1994.

Ø       FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário da Língua Portuguesa. Nova Fronteira. 3 ed. Revista e Ampliada. Rio de Janeiro:  1993.



Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).




(retorne a http://solascriptura-tt.org/ Seitas/
retorne a http:// solascriptura-tt.org/ )