A Fogueira Santa de Israel


Marcelo Gross


 

É uma espécie de campanha.
O individuo vai durante um mês na Igreja Universal.
Neste um mês, há sempre uma chama artificial enfeitando o palco, próximo ao púlpito.
O crente escreve as todas as coisas que ele quer ter.
Os papeis são ajuntados e enviados a igreja matriz do estado, e levadas para Israel.
Os papeis serão queimados no monte Sinai, e dependendo da fé da pessoa neste processo, ele vai ganhar aquilo que pediu.

Questões a serem formuladas:

1) Se Deus é onipotente, por que ir até o monte Sinai?

2) Deus atende os desejos do crente através de um método especifico e exclusivo da Igreja Universal.
Assim como Aladim usava o método exclusivo de esfregar a lâmpada mágica, e o gênio atendia o seu desejo.
Isso não cria uma imagem distorcida de Deus, como sendo algum "Gênio"?
Isso não é exclusivismo, a característica principal das seitas?

3) Queimar papeis com pedidos ou, ervas, velas, incenso, não é simpatia/ocultismo?

4)Zeus->Olimpo      =      Jeová->Sinai. Uma equivalência indireta de Deus com o Zeus grego.
Acreditar que o Sinai é sagrado, não é então, blasfêmia?

5)Afirmar que o Santuário de Deus, é o Sinai, e que lá está o seu trono, não é ridicularizar Deus?





Declarações de Edir Macedo, dos Jornal Folha Universal (Jornal produzido pela Igreja Universal do Reino de Deus)

Cada mensagem está em um exemplar diferente do Jornal, mas todas são de Edir Macedo
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Mensagem 1--> A grande decisão


 O socorro ao povo hebreu, que estava vivendo em cativeiro no Egito, parecia demorado, mas na realidade já tinha sido respondido por Deus com o nascimento de Moisés. Muitas vezes, em meio a angústia, invocamos ao Senhor esperando Suas respostas imediatamente. Quase nunca lhe damos o tempo necessário para nos responder, até porque estamos divididos com muitas preocupações.

Porém, Moisés era da tribo de Levi, dos sacerdotes; sua mãe se chamava Joquebede, seu pai, Anrão, e sua irmã, Miriã.

Naqueles dias o rei do Egito ordenou que as parteiras hebréias deixassem apenas as meninas com vida, porque temia que os meninos poderiam gerar maior número de israelitas e assim fortalecê-los ainda mais naquela terra.

Todavia, quando Moisés nasceu, esconderam-no por três meses. Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, sua irmã Miriã colocou-o num cesto e largou-o à beira do rio, justamente onde a filha de Faraó descia para se banhar. Vendo o cesto enviou a sua criada, que o recolheu. Abrindo-o, viu a criança; e eis que o menino chorava, e teve compaixão dele. Foi aí que Miriã se aproximou e perguntou à filha de Faraó se queria que uma das hebréias servisse de ama e criasse o menino. Como consentisse, Miriã chamou a própria mãe de Moisés, que além de ter o prazer de criar o próprio filho, contava com a proteção da filha de Faraó, ainda recebendo um salário para isso.

Joquebede não tinha conhecimento dos provérbios de Salomão, até porque este nem existia ainda, mas sabia perfeitamente, na prática, o que estava escrito: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” (Provérbios 22.6).

Como uma mulher sábia, educou Moisés no caminho do Deus de Abraão, de Israel e de Jacó; passou-lhe o espírito de temor a Deus e o ensinou a guardar a Sua Palavra até o momento em que o menino se fez grande e apto ao ensino dos homens. Em seguida foi entregue à filha de Faraó que completou a sua educação visando ao reinado do Egito. Moisés recebeu toda a instrução da literatura dos egípcios, que nesse tempo excediam em civilização a qualquer outro povo do mundo. Porém, tudo isso estava perfeitamente dentro da resposta de Deus para o seu povo.

Moisés viveu cerca de 40 anos dentro do palácio de Faraó e, acredita-se, quando homem feito, foi designado para exercer uma função militar importante no governo do Egito, chegando a comandar um exército no sul do país. Com certeza deve ter conquistado autoridade e reputação consideráveis entre os seus contemporâneos, mas jamais conseguiu esquecer suas origens e os ensinamentos adquiridos com sua mãe, pois quando viu um egípcio espancar um hebreu, matou-o.

E foi exatamente aí que o Senhor Deus o colocou à prova antes de chamá-lo ao Sinai. O fato de se rebelar contra a opressão de um egípcio a um israelita foi motivo para que Moisés tomasse a sua decisão!

Que Deus abençoe todos abundantemente.


Bispo Macedo

Fonte: folha Universal.


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Mensagem 2 -->Um só monte

 Com o advento espetacular do avanço da ciência somado à moderna tecnologia, alguns valores históricos e profundamente espirituais têm sido relegados ao descaso e até mesmo ao esquecimento. Assim se tem considerado o Monte Sinai. Poucos sabem que ele foi o único no mundo onde Deus desceu para orientar e estabelecer estatutos, juízos e leis que viriam distinguir a nação de Israel dentre todas as demais nações pagãs. Poucos também sabem que aquelas leis morais e civis ali instituídas viriam servir como pano de fundo de toda jurisprudência para as demais nações na face da Terra. Além disso, as leis religiosas ali estabelecidas criaram uma tal consciência de fé que transformaram o povo escravo em nação livre, independente e poderosa. E tudo isso aconteceu exatamente no Sinai. Mesmo assim, apenas de alguns anos para cá é que a freqüência de peregrinos cristãos naquele lugar tem aumentado significativamente. Isso se deve, talvez, por influência da IURD que, sistematicamente, vem fazendo desse santuário abandonado o seu Altar natural.

No Sinai, Deus firmou um pacto com os filhos de Israel. Com isso, eles obtiveram a garantia do cumprimento de Sua Palavra e se tornaram invencíveis diante de todos os seus inimigos. Só foram vencidos por si mesmos, quando do descumprimento da sua parte na aliança com Deus.

Todavia, aqueles que permaneceram fiéis também se mantiveram invencíveis. O Senhor ate permitiu que fossem vencidos diante de seus inimigos e levados cativos para terras distantes. Porém, eles se lembraram da aliança feita com seus pais no Monte Sinai e então, novamente, puseram-se a buscar ao Senhor. E para que se cumprissem as profecias, mesmo desterrados de suas terras há mais de dois mil anos, Deus os permite retornar, em 1948, e se restabelecer como nação livre, independente e emergente dentre as maiores do mundo.

O poder desse povo estava alicerçado na certeza de uma promessa feita a seus pais Abraão, Isaque e Israel, e confirmada por uma aliança no Monte Santo. A convicção de que, um dia, Deus iria tornar possível sua volta àquela terra, jamais saíra de seus corações.

A perseverança na fé foi a energia poderosa da sua unidade e, conseqüentemente, da sua conquista. Há mais de dois mil anos, eles vinham cultivando essa esperança; geração após geração, os pais passavam para os filhos, e estes para seus filhos, a esperança que provém da fé na Palavra de Deus. Finalmente, as promessas se cumpriram, e eles se restabeleceram na sua própria terra.

Assim também os Evangelhos, as Epístolas apostólicas e o Apocalipse vêm alimentando a fé dos verdadeiros cristãos com respeito à vinda de nosso Senhor buscar a Sua Igreja para a eterna Terra Prometida.

Deus abençoe a todos abundantemente.

Bispo Macedo Fonte: folha Universal.

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Mensagem 3--> É preciso subir o Sinai  

 O Monte Sinai está localizado na península do mesmo nome e ocupa uma área árida de 61 mil quilômetros quadrados na extremidade Nordeste do território egípcio. Também chamado Monte Horebe, o Sinai é um dos três montes mais altos da península. Composto de pedras rochosas e raríssima vegetação, ele parece sustentar o mesmo aspecto há milhares de anos. Isto certamente se deve a seu aspecto rochoso e localização desértica.

Na escalada dos seus mais de dois mil metros de altura é interessante notar esparsos arbustos por entre as pedras. E por ser de fácil combustão essas sarças têm grande utilidade, especialmente no inverno.

É que nessa época elas servem como aliadas contra o intenso frio.

No Sinai, o Senhor desceu e todo o Monte fumegava como uma fornalha que tremia grandemente. Foi lá que Moises viu a maravilha da sarça ardente não consumida. Também o rei Davi tinha tamanha consideração por esse monte que salmodiou, dizendo:

“Por que olhais com inveja, ó montes elevados, o monte que Deus escolheu para Sua habitação? O Senhor habitará nele para sempre.(...)
o Sinai tornou-se em santuário” (Salmo 68.16,17).

O Sinai conserva a mesma riqueza espiritual que tinha quando Deus ali Se revelou a Moisés. Ele tinha, tem e terá o seu tesouro invisível e intocável para os que vivem pela fé no Deus de Abraão e de Moisés. Não resta a menor dúvida de que os fatos registrados ungiram-no como um Altar Natural.

Trata-se de um lugar fisicamente deserto mas espiritualmente repleto de anjos. É muito especial para quem deseja ter uma real experiência com Deus. Creio que da mesma forma que Deus chamou Moises até o Monte, Ele também nos tem chamado. E a fé que nos impele chegar naquele lugar faz-nos sentir como se estivéssemos chegando diante do Trono do Deus de Israel. Sempre que nos sentimos também ameaçados e perseguidos ou desejando conquistar uma grande vitória para a obra de Deus, atravessamos o deserto e escalamos o Monte Sinai. Pode ser loucura para os que se perdem, mas para nós tem valido a pena. Creio que Ele guarda por nós, quando enfrentamos todas as dificuldades para chegar até lá. Todo sacrifício para alcançar o seu cume prova apenas nossa fé, perseverança e determinação em chegar até Deus.

Foi ali que Deus empenhou Sua Palavra de honra a Moisés, quando disse: “Eis que faço uma aliança; diante de todo o teu povo farei maravilhas que nunca se fizeram em toda a terra, nem entre nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor...” (Êxodo 34.10).

É, amigo leitor, quando alcançarmos o topo do Sinai, lembraremos ao Altíssimo a Sua Aliança com nossos pais na fé. Em virtude disso, requereremos Suas promessas feitas naquele chão sagrado de que ali, há mais de três mil anos, o Senhor firmou um compromisso com Seu povo de cumprir cada uma de Suas promessas, e através do sacrifício produz a fé necessária para tornar possível o impossível.

Que Deus abençoe todos, abundantemente.

Bispo Macedo

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Fonte: folha Universal.   Mensagem 4 --> Subida ao monte Sinai  
 Moisés, ao subir o Monte Sinai, era pastor de ovelhas do seu sogro.

Mas ao chegar no topo do monte e ter um encontro com Deus, saiu da condição de empregado a líder de uma nação de três milhões de pessoas.

E Deus jamais permitirá que aconteça algo sem um propósito, e apesar dos hebreus serem escravos, pois isso representava um desafio a Moisés, o Senhor, ao lhe dar esta responsabilidade, deu-lhe também autoridade espiritual, condições e poderes para agir no Egito. E assim Moises agiu no Egito com o seu cajado, e livrou o povo de Israel do jugo egípcio.

Amigo leitor, Moisés era um judeu nascido no Egito, recebeu a educação daquele país, além de usufruir a mordomia durante muitas décadas. Por isso ele sabia tudo sobre aquele povo. Mas 40 anos, teve que fugir para o deserto, por ter matado um egípcio ao defender um judeu. E la, Moisés aprendeu o que é sofrimento, solidão, angústia, dor, durante mais quarenta anos. E quando chegou ao Monte Sinai, já com 120 anos, entrou na terceira fase com mais quarenta anos. Desta vez, ele veio a ser o libertador, o grande estadista, o homem que tirou um povo de três milhões de pessoas do Egito.

Nesses quarenta anos que lutou para trazer o povo de Israel à Terra Santa, Moisés passou por muitas lutas, só que adquiriu experiências, pois já havia superado as agruras do deserto. Daí a razão de Deus ter permitido a Moisés enfrentar todo aquele sofrimento durante quarenta anos, para que ele soubesse como sobreviver com aquele povo. E a dificuldade de Moisés era grande, pois aquele povo não era uma nação formada e não havia leis.

Moisés foi chamado de louco por seu sogro, por achar que ele não tinha condições de cuidar de tudo sozinho e sugeriu a descentralização do poder com subchefes liderando cada grupo. Mas durante estes quarenta anos, até chegar novamente ao Monte Sinai, (já havia subido a primeira vez para escrever os dez mandamentos que quebrou devido à corrupção do povo, mesmo após verem os milagres da abertura do mar, das dez pragas, e tantas outras maravilhas de Deus), subindo, falou com Deus para trazer a liberdade para o seu povo e uma palavra de conforto aos israelitas, a um povo que uma vez havia provocado a ira de Deus adorando a um bezerro de ouro.

E é esse o propósito dos bispos que vão subir o Monte Sinai com o objetivo de trazer libertação, conforto e a presença de Deus ao povo. Talvez você esteja desesperado (a) e já sofreu tanto quanto o povo judeu no Egito. Meu amigo, esta subida do Monte Sinai é para mudar a sua vida, nós vamos levar o seu pedido, a sua súplica ao mesmo lugar que Moisés esteve a cobrar de Deus Suas promessas e exigir que Ele nos use assim como usou muitos profetas em suas respectivas épocas. Ele é o mesmo Deus e, assim como respondeu a todos os profetas, há de nos responder em nome de Jesus.

Que Deus abençoe todos abundantemente.

Bispo Macedo Fonte: folha Universal.
 

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Mensagem 5 --> Sede Justiça (Ecumênico)
 

“Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo. Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés” (Salmos 73:1-2).

Quando o profeta Asafe se refere a coração limpo, significa a pureza que agrada a Deus, a sinceridade. Porque a perfeição não é possível, nós não temos perfeição diante de Deus, somos todos pecadores, porém, é a sinceridade que faz a diferença entre as pessoas.

Às vezes a pessoa vive na marginalidade, na prostituição, levando uma vida avessa pelas circunstâncias que está vivendo, mas no seu coração há um clamor, uma súplica. Conforme o caso da prostituta Raabe, citado na Bíblia. Ela era prostituta, tinha um prostíbulo, mas no seu coração não era aquilo que ela queria ter. Havia pureza no seu coração. Da mesma forma, existem muitas pessoas que estão vivendo no erro porque não conhecem o Deus que salva, cura e liberta.

O profeta quase se desviou do caminho de Deus ao ver o incrédulo, o injusto o perverso, o ímpio prosperarem, enquanto ele servia a Deus com sinceridade e não como os fariseus, mas, mesmo assim, a sua vida não mudava. Nas palavras dele sentimos uma revolta, que também deve estar existindo no seu coração por causa das situações em que você está vivendo, porém Jesus disse: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10:10).

Você até questiona: enquanto eu estava do lado do diabo era até justo que eu sofresse por estar do lado dele, mas encontrei Jesus, a luz, abandonei a minha vida velha, tomei a decisão de seguir o caminho do Senhor Jesus, mas a minha vida não mudou, onde está essa prosperidade, a vida abundante, os direitos que o Senhor nos dá, garantidos na Sua Palavra?

Isto aconteceu com todos os profetas nos momentos de angústias, e deve estar acontecendo com você, conforme aconteceu comigo várias vezes. Por isso, afirmo que nos momentos mais angustiosos, quando nos revoltamos com a situação de injustiça que estamos vivendo, é que Deus se manifesta e faz justiça.

Isto aconteceu conosco, em 1978, no início da Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro da Abolição, no Rio de Janeiro. Naquela época nós já éramos perseguidos, caçados como se fossemos bandidos. Até que um dia, quando eu caminhava para a igreja, disse: Meu Deus, só queremos ajudar as pessoas, o Senhor conhece o nosso coração! Podemos até enganar os outros, mas ao Senhor de maneira alguma!

Justamente quando queremos ajudar alguém, enfrentamos situações de injustiças. Naquele momento, o Espírito Santo falou claramente no meu coração que a luta pode ser grande, mas a vitória é certa.

Há alguns anos atrás, na África, nós estávamos caminhando para fazer reunião na igreja que ficava num porão, não tinha janelas, nem portas. O local tinha capacidade para 500 pessoas em pé, mas era freqüentado por 1.200. Naquela ocasião, eu passei em frente a uma bela catedral tradicional, que se encontrava fechada, e disse: Meu Deus, veja a nossa situação. O Senhor é Deus justo. Isto é justiça? Enquanto este prédio está vazio, só para enfeitar a cidade, o Teu povo está na igreja igual a sardinha em lata. E Deus fez justiça.

Dois anos depois, a nossa igreja foi inaugurada na África com capacidade para 4 mil pessoas. Foi construída ao lado do porão onde realizávamos os cultos. Deus ouviu o nosso clamor por justiça.

Deus é amor, compaixão, misericórdia, mas antes de tudo Deus é Justiça. Por causa da sua perfeita justiça é que Ele enviou Jesus ao mundo para nos justificar e tornar possível que cheguemos à Sua presença. Jesus é a nossa justiça.

Algumas filosofias e religiões, para enganarem as pessoas, orientam que elas devem se acomodar com o sofrimento e a dor. A cruz a que o Senhor Jesus se refere que devemos carregar não são as doenças, nem as enfermidades, nem a vida miserável. A cruz é você assumir a fé em Jesus e ter que suportar as afrontas. É você ser caçado por ser uma pessoa justa, por querer justiça. É você ser abandonado, excluído por querer as coisas certas. Esta é a nossa cruz.

Você pode ser católico, evangélico, espírita, bom, mau, branco, negro, inteligente, culto, inculto, não interessa o rótulo que tenha, mas dentro de você existe uma coisa que todos têm em comum que se chama senso de justiça.

Esta justiça encontramos em Malaquias 3:18 : “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve”. Esta diferença não vamos ver no céu, porque no céu não entra o perverso, nem o injusto. Temos que ver esta diferença aqui na terra. É por esta razão que todos aqueles que têm fome e sede de justiça devem clamar a Deus.

Deus abençoe abundantemente.

Bispo Macedo

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Estudos bíblicos da Igreja Universal

Estudo 1 - A Palavra que produz a morte

A maioria das pessoas desconhece a força ilimitada da palavra. Elas não sabem que uma palavra é exatamente como uma semente, e a única diferença está apenas no solo em que são semeadas. A palavra é semeada no coração, enquanto que a semente é na terra. Há um provérbio que diz que quem fala, planta, enquanto quem ouve, colhe.

Dependendo da fonte da palavra, ela pode produzir vida ou morte, naturalmente dependendo do solo em que foi plantada. Se o solo puder conhecer a sua origem, conhecerá os frutos que ela produzirá, e daí, obviamente, poderá aceitá-la ou rejeitá-la.

Quando o Senhor Jesus respondeu ao pai do menino possuído por um demônio, que "tudo é possível ao que crê" (Marcos 9.23), Ele queria dizer também que tudo o que crêssemos seria possível. Se acreditássemos num futuro terrível, então, com certeza, isto nos sobreviria, mas se acreditássemos num futuro promissor, então a nossa crença produziria, com certeza, um futuro abençoado.

O diabo conheceu o poder da palavra quando viu os resultados acontecendo mediante as determinações proferidas por Deus, pois viu que toda a criação foi feita mediante a Sua Palavra.

O diabo ouviu Deus falar: "Haja luz", e viu que aquela Palavra produziu a luz. Outra vez o diabo ouviu a Palavra de Deus dizendo: "Haja firmamento no meio das águas, e separação entre águas e águas", e outra vez o diabo viu o cumprimento da Palavra de Deus. E assim, todas as demais criações de Deus foram presenciadas "in loco" pelo diabo. Então ele pensou consigo mesmo: "Ah, se eu tivesse esse poder de falar e acontecer tudo conforme a minha fala... Eu usaria a minha palavra só para destruir tudo aquilo que Deus construiu, e aí eu seria realmente como Ele."

Entretanto, a sua palavra não tinha eco, porque não havia quem reconhecesse a sua autoridade, a não ser os demônios; mas eles não podiam realizar nada, pois eram também impotentes. Não havia nada ao redor do diabo e seus demônios que lhes obedecessem, o que provocou fraqueza e debilidade em suas ações.
Quando, porém, Deus criou o ser humano e lhe deu o direito de escolher o seu próprio caminho; a maneira pela qual quisesse viver, isto é, livre arbítrio, então satanás viu uma grande oportunidade de encontrar na própria criação de Deus um "sócio", capaz de corromper e destruir tudo aquilo que Deus construiu.

Mas era preciso primeiro tomar-lhe a mente. Se tão somente pudesse ocupar a mente do homem, seria fácil dirigir todas as suas atitudes contra Deus, pois os seus pensamentos seriam controlados de tal forma, que o levaria a ser um servo, em potencial, onde satanás teria o seu trono e Deus, no céu.

A partir desse planejamento, satanás começou a colocar em prática o seu plano e, assim como Deus usou a Sua Palavra para realizar os Seus grandes feitos, também satanás usou a sua palavra de dúvida, para estimular a rebelião do homem contra Deus.

Uma vez concretizado o seu intento, o homem passou a servir-lhe como servo. É claro, quando obedecemos à palavra de alguém, é porque, de alguma maneira, estamos seriamente comprometidos com o que essa palavra significa para nós.
A palavra que orienta toda a nossa vida vem do Nosso Senhor. Ou seja, somos servos e obedecemos à Sua palavra




Estudo 2 - Os Problemas financeiros
 

Por que os problemas financeiros são os que mais afligem as pessoas? Será que a causa reside no fato de vivermos em um país pobre? Será que os problemas financeiros existem somente por causa dos nossos salários que normalmente são baixos?
Parece que não. Empresários, artistas famosos, grandes comerciantes e pessoas aparentemente bem sucedidas na vida também têm seus problemas financeiros. Quantos bancos têm "quebrado"? Quantas
firmas e empresas de grande porte têm falido? Por que isso acontece? Por quais razões não conseguimos nos controlar financeiramente? Afirmo, sem medo de errar, que existem pelo menos três tipos de entidades malignas atuando ativamente na vida de muitos, até mesmo de cristãos, impedindo-os de terem uma vida abundante.
A primeira é a do egoísmo. É incorporada naqueles que centralizam tudo em si mesmos. Tais pessoas nunca estão dispostas a ajudar a quem precisa, não abrem a mão para dar, pois têm o coração fechado. As Sagradas Escrituras são muito claras quanto a esse tipo de comportamento, quando afirmam que aquele que não está pronto para dar também não o está para receber.

Dessa forma, seus caminhos se tornam fechados e o egoísmo cria um espírito de usura tão grande que tece uma rede de malha fina em volta do indivíduo. Assim como tal rede não permite que nada saia dele, também impede que entrem muitas coisas. Cumpre-se, assim, a palavra do nosso Senhor Jesus Cristo: "Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber" (Atos 20.35).

A segunda é a da cobiça. Trata-se do espírito que manda ajuntar tesouros, é o do olho-grande. Tudo o que vê deseja para si, custe o que custar. Influencia a pessoa a comprar o que pode e o que não pode. Leva o indivíduo a apanhar dinheiro emprestado, a desfazer-se de bens úteis e a viver tremendamente endividado para possuir o que, quase sempre, não teria tanta importância.

Colaboram ainda com essa entidade outros espíritos como o da inveja (comprar porque outros compraram ou possuir porque outros também possuem) e o da vaidade (ter para ser melhor do que os outros, para mostrar que tem mais condições do que os parentes e amigos).
É importante termos os nossos bens. O fruto do nosso trabalho é abençoado por Deus e, por isso mesmo, é lícito gozarmos do conforto que o nosso trabalho nos propicia. É preciso, contudo, que se tenha muito cuidado para evitar que satanás se aproveite disso e transforme o que poderia ser uma grande bênção para nós em motivos de desespero e de desgraça.

A terceira é a do consumismo. Propagandas, liquidações e vantagens, por exemplo, são coisas que colaboram para encher os olhos das pessoas, fazendo com que o seu dinheiro nunca sobre.

O consumismo atua literalmente "consumindo" o nosso dinheiro de maneira que não percebemos. Podemos ganhar o máximo possível e mesmo assim o dinheiro faltar no final do mês. No comer, vestir bem e possuir as coisas, não há nada de errado. O erro está em gastar mais do que dispomos. O consumismo nos cega para o nosso saldo bancário e, assim, não controlamos os gastos. Provoca a desorganização na economia do lar, da empresa, dos negócios, etc. O profeta Isaías nos dá um interessante conselho a esse respeito:

"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares."

Isaías 55.2
Gastar o dinheiro naquilo que é pão significa gastar no que é realmente necessário, que não é supérfluo e que vai render os seus frutos. Certo pregador, falando sobre o uso do dinheiro, aconselha o seguinte:

1o Ganhe o mais que puder
Sem danos à sua vida, saúde, alma ou a seu próximo, no tocante a seu corpo ou a sua alma, ganhe o mais que possa com honestidade, atividade e bom senso.

2o Economize o mais que puder
Não gaste em desejos da carne, dos olhos ou do orgulho; e se não gasta com você mesmo, também não gaste dessa maneira com seus filhos, nem deixe fortuna para eles gastarem.

3o Dê o mais que puder
Faça provisão do necessário para você mesmo, conscientemente, como diante de Deus. A todos os que dependem de você, incluindo todos os seus empregados; dê segundo um juízo correto. Quanto a Deus, lembre-se de que não é a décima parte, ou a quinta, ou a terça, ou a metade, mas tudo é d'Ele.

Abramos os nossos corações para Deus, colocando diante d'Ele tudo o que temos e o que somos. Lutemos contra o egoísmo, a cobiça e o consumismo e coloquemos os nossos problemas financeiros em Suas mãos. Peçamos ao Pai sabedoria para usar corretamente o nosso dinheiro. Ele deseja que estejamos bem em todos os sentidos, que vivamos bem espiritualmente, fisicamente e financeiramente. Confiemos nisso e coloquemos os nossos cuidados sobre Ele.

"Porque o amor do dinheiro é a raíz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram
com muitas dores."
l Timóteo 6.10





CONCLUSÃO [SS-TT se pergunta quem escreveu esta conclusão: Marcelo Gross? Alguém da  IURD?]:
ESSE SEU DINHEIRO ESTÁ LHE AFLIGINDO. TERMINE COM ESSA AFLIÇÃO. ME DÊ O SEU DINHEIRO. VOCÊ QUER ALGUMA COISA? ENVIE SUA CARTA PARA O MONTE SINAI





 



Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).




(retorne a http://solascriptura-tt.org/ Seitas/
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