A Doutrina Anticristã da Perda da Salvação

 



    

A Doutrina Anticristã da Perda da Salvação

 

 

“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.  Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.”

I João 2.18-19

 

MC900437956[1]

 

Pastor Calvin Gardner

 

Imprensa Palavra Prudente

Presidente Prudente, São Paulo

 

 

 

 

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C. P. 4426

19020-970 Presidente Prudente, São Paulo

Primeira edição: 08/2013

 

 

 

 

Impresso no Brasil


A Doutrina Anticristã da Perda da Salvação

Pr. Calvin Gardner

I João 2.18-22

 

Em meados do século XVIII, surgiu uma nova forma levemente modificada do pelagianismo. Em tempo foi chamado de arminianismo. As principais doutrinas do arminianismo afirmam que:

1.  A eleição (e condenação no dia do julgamento) é condicionada pela fé racional ou não-fé do homem;

2.  A expiação, embora qualitativamente suficiente a todos os homens, só é eficaz ao homem de fé;

3.  Sem o auxílio do Espírito Santo, nenhuma pessoa é capaz de responder à vontade de Deus;

4.  A graça não é irresistível; e os crentes são capazes de resistir ao pecado, mas não estão livres da possibilidade de cair da graça[1].

Poderíamos discorrer sobremaneira acerca de cada ponto desta doutrina, mas quero enfatizar somente a última, o cair da graça ou a doutrina que afirma que o verdadeiro cristão pode perder a salvação. É difícil imaginar qualquer igreja pregando que a morte de Cristo não é suficiente para salvar e guardar eternamente todos aqueles que confiam em Sua redenção, porém, tal doutrina é constituída como base de muitas igrejas evangélicas ou não evangélicas.   

Entre as igrejas que creem na perda da salvação e não são consideradas Evangélicas, destacamos: a igreja Católica, a Luterana[2], os Adventistas[3], a fé Muçulmana[4], A Igreja de Cristo – aquela fundada por Alexandre Campbell.

Essa doutrina que mistura as obras dos homens com a manutenção da salvação está até mesmo entre as igrejas que são consideradas Evangélicas, como anteriormente mencionado. Os maiores grupos de denominações que creem nessa doutrina são os Pentecostais[5]. Alguns destes são as Igrejas Apostólicas[6], A Igreja dos Nazarenos[7], A Igreja Assembleia de Deus[8], O Evangelical Outreach[9], A Igreja de Cristo Internacional[10], Congregação Cristã do Brasil[11].  

Todavia, nem todas as instituições Pentecostais seguem essa heresia. Entre os Pentecostais que não creem na perda da salvação, encontramos: A Igreja da Vida Nova[12], A Igreja de Deus – O Caminho Antigo[13], Igreja Evangélica Cristo Vive[14], O Ministério Bereia Angola,[15] A Igreja de Cristo no Brasil[16],[17], e talvez umas poucas outras.

Podemos notar que entre as Igrejas não Pentecostais, além dos Batistas, os Presbiterianos, Igreja Evangélica Congregacional[18] e a Igreja Evangélica Reformada[19], que não creem na perda da salvação.

Os Metodistas creem, ao menos hoje, como o fundador João Wesley. Wesley, a quem um colega pastor denomina “O Pai de O Pentecostalismo”, aceitou completamente a visão arminiana de que cristãos genuínos podem apostatar e perder sua salvação. Seu famoso sermão “A Call to Backsliders” (Uma Chamada aos Rebeldes) demonstra claramente isso. Resumindo o sermão de Wesley, destacamos: “o ato de cometer pecado não é o fundamento para a perda da salvação… a perda da salvação está mais relacionada às experiências que são profundas e prolongadas. Wesley via dois caminhos principais que para ele resultaria em uma definitiva queda da graça: pecado não confessado e a atitude de apostasia.” E ele discorda de Armínio ao sustentar que tal apostasia não é final. Quando menciona aqueles que naufragaram na fé (I Tim 1.19), Wesley argumenta que são “não apenas um, ou cem, mas, estou convencido, milhares … incontáveis são os exemplos … daqueles que estavam na fé, mas agora estão caídos”[20] Uma queda na fé, não é final. O apostato pode arrepender-se, entrar na graça novamente, cair e entrar, cair e entrar...

Graças à própria graça de Deus, a bíblia mostra claramente  salvação é eterna e é para ohomem salvo pela graça de Deus (Ef. 2.4-10) desde antes do começo do mundo (Ef. 1.3-8) até o Dia de Jesus Cristo (Fp. 1.6). A salvação pela graça é conforme “o beneplácito da Sua boa vontade” (Ef. 1.5). Deus designou que essa salvação fosse para “louvor da glória da Sua graça” (Ef. 1.6, 12, “com o fim de sermos para louvor da Sua glória...”). Embora a salvação é pela graça soberana de Deus por Cristo isso não diminui a responsabilidade do homem pecador para com o Evangelho.

A responsabilidade do homem nesta salvação é patente e evidente: , At. 16.31, “crê no Senhor Jesus Cristo”; e arrependimento At. 17.30. Se o homem pecador não se arrepender e crer no Salvador, nunca será salvo - Jo. 3.16-18, 36, “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.” Portanto, coexistem a graça de Deus na salvação e a responsabilidade do homem.

Se você ainda não é um salvo, saiba que o conhecimento ou crença nesta ou alguma outra doutrina não é o suficiente para lhe garantir a salvação. A eleição ou a predestinação não é a salvação! A salvação é por uma Pessoa. Jesus Cristo é Quem trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo Evangelho – II Tm. 1.10. A Sua Obra na cruz feita no lugar do pecador que, outrora se arrepende e crê pela fé nEle, satisfaz o Justo Juiz – Is. 53.10-11; At. 17.31. Se não esteja confiante que conhece a salvação da sua alma somente é apenas por Jesus Cristo, corra a Jesus nosso Salvador para ter o perdão eterna diante de Deus. Agora é o tempo de conhecer a salvação da sua alma! Corra já pela fé nessa maravilhosa obra Única por Jesus Cristo e será salvo.

Observe atentamente: Há os que ensinam que o cristão pode perder a salvação, mesmo sendo lavado pelo sangue de Jesus (Ap. 1.5), selado pelo Espírito Santo (Ef. 1.13-14) e seguro na mão de Cristo e de Seu Pai (Jo. 10.28-29). Creamos que esta doutrina é anticristã, pois é contra o Messias!´

Quero agora mostrar as numeras razões bíblicas por que é anticristã a doutrina que implica a qualquer forma da Salvação.

A doutrina da Perda da salvação é Anticristã porque Divide a Iniciativa da salvação entre Deus e o homem.

A doutrina arminiana enfatiza que o homem pecador, “sem uma influência externa” pode ser salvo. A Bíblia, porém ensina que o homem é “morto” em ofensas e pecados (Ef. 2.1-3). Como o morto em pecado e ofensas pode participar na iniciativa da sua salvação? O pecador é inimigo de Deus (Rm. 8.5-8). A regeneração é descrita como sendo uma ressurreição (Rm. 6.3-4; Cl. 12-13; Ef. 2.5-6; Gl. 2.20). O pecador morto em pecados demasiadamente precisa de toda a ‘influência externa’ possível. Ele precisa de algo fora da sua pessoa. O pecador precisa de vida espiritual. Ele não pode ver e nem entrar no Reino de Deus se não nascer de novo. A iniciativa é Daquele que não é morto. A iniciativa da salvação é Daquele que é Vida, e tem a Vida. Jesus Cristo é a Vida (Jo. 14.6). Pelo homem está morto a iniciativa então é de Deus. Também se a iniciativa fosse do homem ou ainda em conjunto com o Salvador, o homem teria como gloriar-se nessa parte que se participou com Deus (Ef. 2.9). Todavia, quando ao homem é compartilhada qualquer glória, faz que Cristo não receba toda a glória que Lhe é devida. Portanto, essa doutrina é anticristã.

A doutrina da Perda da salvação é Anticristã porque Divide o Poder da salvação entre Deus e o homem.

Jonas 2.9 diz “do SENHOR vem a salvação” A salvação é uma regeneração espiritual– Jo. 3.3-5. O que é do Espírito Santo não vem da carne onde não habita bem algum (Jo. 3.6; Rm. 7.17-18). Porém, a carne é a única coisa que o pecador tem. Os que creem que o cristão pode perder a salvação creem que, pela graça comum todo homem é levado a ter capacidade de se salvar “sem uma influência externa”. Destarte, essa doutrina é anticristã, pois inclui o homem na obra que apenas pertence a Deus por Jesus Cristo. Cristo também é menosprezado. Cristo não é tido como o Único Senhor e Salvador Todo-Suficiente. Aquele que engrandece o homem em qualquer medida para com a salvação minimiza a gloria devida a Deus na mesma proporção.

A doutrina da Perda da salvação é Anticristã porque Divide a Glória da salvação entre Deus e o homem.

Isaías diz, Is 48.11, “Por amor de mim, por amor de mim o farei, porque, como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem”. Os remidos no céu dão as glórias devidas a Deus, por ELE fazer toda a obra! (Ap. 4.11; 5.12). Até os não remidos reconhecem isso. (Nabucodonosor, Dn. 4.34-35).

Quem tiver a iniciativa e o poder da salvação, terá também a glória dela. Mt. 6.13, “E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” Quem tem o reino e o poder, também é devida a glória. Observe Quem biblicamente foi visto com a glória dela: Jo. 1.14, “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”.

Se o homem tiver uma parte qualquer na sua salvação, ele tem algo para se gloriar – Ef. 2.9; Rm. 11.6. Diante disso, menos glória é dada a Cristo e, por conseguinte, contra o desejo do Pai – Fp. 2.8-10. Sendo que toda a gloria pela tal doutrina da salvação não é dada a Cristo é portanto contra Cristo, é anticristã.

A doutrina da Perda da salvação é Anticristã porque faz de Cristo e a obra feita por Ele na cruz uma piada

Deus Pai tem um eterno plano para salvar o Seu povo do pecado, da corrupção e das misérias do inferno (II Ts. 2.13; II Tm. 1.9, “Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos;”). Para efetuar este plano Ele deu um corpo ao Seu Filho. Este Unigênito do Pai submeteu-se ao sacrifício definitivo para todos aqueles que o Pai Lhe entregou (Hb. 10.4-14; Jo. 6.37-40; 10.29; 17.6, 9-11, 24; Fp. 1.29). O Espírito Santo concordou em testificar do Filho pela Palavra de Deus, e de convencer os pecadores da Verdade (Jo. 14.26; 15.26; 16.8-13).

A cruel cruz de Cristo foi o sanguinoso lugar que o gracioso plano do Deus eterno foi consumado, de uma vez para sempre (Hb. 10.9-18). Tudo isso seria uma piada sem graça se, qualquer um daqueles que foram incluídos no decreto eterno do Pai, na submissão do Filho ser o Substituto idôneo pelos pecados destes, e no objetivo da obra do Espírito Santo testificar de Cristo eficazmente, repito, seria uma piada se um destes perdesse tal” grande salvação.”

Se um único destes pecadores contemplados a experimentar pessoalmente essa bela mas custosa “grande salvação” da obra consumada de Cristo na cruz, caísse no pecado ao ponto de não poder desfrutar do eterno e glorioso fim que Deus em graça planejava pelo sacrifício de Seu Filho Jesus Cristo, o próprio Jesus Cristo seria falho. Por isso se qualquer doutrina que ensina que a obra de Cristo pode ser falha, tal doutrina é doutrina anticristã!

Cristo teve propósitos eternos quando foi na cruz (Hb. 12.1-3):

1. Cristo padeceu na cruz uma vez pelos pecados. O propósito desta morte era para levar-nos a Deus – I Pe. 3.18, “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito”.

2. Cristo desejava que os quais por quem Ele morreu vivessem para Ele – II Co. 5.15, “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou”.

3. Cristo amou a igreja e deu o Seu próprio sangue por ela nessa cruz. O propósito dEle era para resgatar ela com o Seu próprio sangue – Ef. 5.25-26; At. 20.28, “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.”.

4. Cristo se deu a Si mesmo na cruz para remir de toda iniquidade todos os que se arrependem dos seus pecados e creem pela fé em Cristo – Tt. 2.14, “O qual se deu a Si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para Si um povo Seu especial, zeloso de boas obras”.

5. Cristo é tido como o príncipe da salvação (Hb. 2.10). Pela graça de Deus a Jesus foi dado um corpo, para que Ele provasse a morte por todos e trouxesse muitos filhos à glória, os quais ele chama irmãos – Hb. 2.9-11, “Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. 10 Porque convinha que Aquele, para Quem são todas as coisas, e mediante Quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o Príncipe da salvação deles. 11 Porque, assim O que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos,”

6. Pela única oferta de Cristo na cruz, Ele aperfeiçoou para sempre os que são santificados – Hb. 10.14, “Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados”.

7. Deus deu o Seu Filho livremente na cruz para todos nós. Isto prova que Ele vai nos dar todas as coisas prometidas e compradas pelo Seu sangue – Rm. 8.32, “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas?”

8. Deus nos amou primeiro e nos lavou dos nossos pecados no sangue derramado na cruz por Seu Filho Jesus.  Este também nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai – Ap. 1.5-6, “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém[21]”.

Se um único Cristão verdadeiro caísse no pecado e perdesse essa grande salvação feita na cruz por Jesus, a obra de Cristo no madeiro seria falha. Seria justo para Cristo ficar fora do céu. Cristo seria responsável, por isso pois o pecador não tem mais nenhuma condenação! O salvo, por quem Ele fez todas essas obras mencionadas e inúmeras outras, ficaria livre. O salvo gozaria das bênçãos obtidas da salvação. O Salvador ficaria fora por falhar em eliminar o castigo daquele pecado que estava impedindo aquele cristão desobediente de ir ao céu. Espero que você esteja entendendo como essa doutrina é ridícula e como ela é contra o Messias, portanto, anticristã.

A doutrina da perda da salvação é anticristã. Ela desfaz o que Deus, o Pai, planejou na eternidade passada, aquilo que o Filho submeteu-se a fazer, e fez para o agrado do Pai na cruz, e Áquila obra que o Espírito Santo realizou e realiza para efetuar tal plano. Por isso tal doutrina é anticristã. Todos os propósitos divinos seriam finitos, sem poder de efetuar o que Deus faz por Cristo na cruz.

A doutrina da Perda da salvação é Anticristã porque Nega Admitir a Pecaminosidade do Pecado

Os que creem na perda da salvação negam admitir que o pecador é completamente sem capacidade de ajudar a si mesmo a obter a salvação. Estes querem dizer que Deus opera com a graça comum para com todos os homens e essa graça é suficiente para salvar. É verdade que Deus opera com a graça comum para com todos mas ela não foi feita para salvar ninguém.

A graça comum é manifesta a todos (Sl. 136:25; 145:9; At. 17:24-26) incluindo bênçãos ao estrangeiro, dando-lhe pão e vestimenta (Dt. 10:17-19), à natureza, suprindo todas as suas necessidades (Sl. 104:11-22; Lc. 12:6; Mt. 6:28-30). A graça comum estende tanto aos justos e injustos, como aos bons e maus, juntamente dando-lhes sol, chuva e tudo para viver bem (Dt. 29:5; Mt. 5:43-45; Lc. 6:35; 16:25). Essa graça comum é dada aos homens em geral, proporcionando-lhes um governo civil, que é um instrumento de Deus (Rm. 13:3,4; I Pe. 2:14). A graça comum faz parte das coisas minuciosas (“até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados”, Lc. 12:7) até as coisas impossíveis de medir, a preservação do mundo e tudo que nele há (Neemias 9:6; Cl. 1:16,17). Conjuntamente com estas bênçãos Deus também dá a mensagem de salvação a muitos que nunca serão salvos (Mt. 13:19-22; At. 14:15-17; Rm. 2:4; I Tm. 4:10). Essa graça comum pode ser resistida (Mt. 23:37) e é resistida por todos que vão para o inferno. Que essa graça geral não é salvadora é entendida pela observação de que, os maus continuam maus depois da manifestação de tal graça, mesmo que tal graça tem lhe tocado e bênçãos tão maravilhosas (Rm. 2:4).

Mas, não é somente isso que os que creem na perda da salvação querem dizer pela graça comum. Algo adicional é dado por aqueles que creem nessa. Eles somam algo às Escrituras e isso não pode ser permitido. Eles concluem que a graça comum de Deus traz todos os homens ao mesmo nível de poderem ser salvos pelos seus próprios esforços sozinhos. Ensinam que por Deus  dar essa graça comum aos pecadores têm uma capacidade moral e natural para decidirem se podem ser salvos ou não, através do seu livre arbítrio. Querem dizer que a vontade de qualquer homem não foi afetada pela queda. Disso já sabemos melhor.  

Não aceitamos que o pecador possa ver ou entrar no Reino de Deus, sem que antes haja primeiramente uma operação divina nele. Jesus determinou que, se não nascer de novo não pode ver e nem entrar no Reino de Deus – Jo. 3.3-5. Paulo afirmou que na carne não habita bem algum – Rm. 7.18. Do coração do homem pecador procede tudo que o contamina e nada que possa agradar a Deus – Jr. 17.9; Mt. 15.19; Rm. 8.8.  João estabeleceu que os nascidos de novo não nasceram do sangue, não da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus – Jo. 1.12-13. Paulo instruiu Tito afirmando que, quando a salvação apareceu foi pela benignidade e amor de Deus para com os homens, e não por obra alguma do homem.

A salvação é obra somente da misericórdia de Deus, pela lavagem da Sua Palavra que traz a regeneração, e pela obra do Espírito Santo, renovando o pecador que foi atingido com a pregação da Palavra por Jesus Cristo, nosso Salvador – Tt. 3.4-6. 

A doutrina que ensina que o pecador pode se salvar pelos seus próprios esforços, por sua vontade, ou por outra maneira, menospreza a morte de Cristo pois afirma que o Seu sacrifício não foi completamente necessário, pois o homem pecador não tinha tanta necessidade para ser salvo e, por afirma isso dizem que o homem não era tão morto nos pecados e ofensas.. Essa doutrina despreza o dito de Jesus a Nicodemos. Essa doutrina também menospreza o soberano valor sobre tudo que o Pai deu a Jesus – Mt. 3.17; 17.5; II Pe. 1.17.

Esta doutrina da perda da salvação leva o homem a exaltar-se. Quando o homem exalta a si mesmo, Cristo é roubado da exaltação suprema que o Pai Lhe concedeu – Fp. 2.8-10; Ap. 4.11; 5.12.

Quando uma doutrina leva o homem a pensar que os seus esforços participaram ou que a sua vontade renderam em parte a salvação da sua alma, tal homem enfraquece a sua própria “salvação” pois não é aquela somente de Cristo. Também essa doutrina de perder a salvação engana o homem a não ter a salvação bíblica, qual é só por Jesus do eterno começo ao eterno fim. Por isso tal doutrina é uma doutrina anticristã.

A doutrina da Perda da salvação é Anticristã porque Adiciona Obras do Homem à Obra de Cristo

Os que creem que podem perder a salvação fazem obras de esforços humanos são salvaguardas para o salvo se manter “salvo” para com Deus. Essas salvaguardas são realmente obras de obediência do cristão das quais recebem galardões (Ap. 2.10, “Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”; Ap. 3.11, “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.”; 4.10, “Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:”). A doutrina de perder a salvação confunde a obtenção da salvação por Jesus Cristo e o ministério da Sua Palavra através do Seu Espírito com a manutenção da salvação pela obediência devida do cristão.

 “Do SENHOR vem a salvação” – Jn. 2.9

A Apresentação do Cristão Irrepreensível, com Alegria Perante a Sua Gloria é do SENHOR também!

Judas 1.24-25, “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém”.

A manutenção da salvação é pelo Pai

– I Pe. 1.3-5, “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo”;

Fp. 1.6, “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo”;

Jo. 10.29, “Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai.”

A manutenção da salvação é por Jesus Cristo:

- Autor e Consumador da Fé – He. 12.2, “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.”

- Intercede sempre para os Seus – Hb. 7.25; 9.24; Rm. 8.34.

- Guarda os seus de tropeçar – Jd. 1.24, 25 “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém”.

- Segura os seus na Sua mão – Jo. 10.28

- Guarda-nos até o dia perfeito – II Tm. 1.12 (Hino 377)

A manutenção da salvação é pelo Espírito Santo:

- Consola-nos – Jo. 14.16; Rm. 8.14-16

- Ajuda-nos nas nossas fraquezas – Rm. 8.26

- Incentiva-nos à obediência da Palavra de Deus – I Co. 12.13

As Obras do Cristão

Como é errado crer que qualquer parte da salvação é pelas obras do homem (Rm. 11.6; Ef. 2.8-9; II Tm. 1.9) também é tão errado crer que a salvação não produz obras alguma. (Ef. 2.10; Tg. 2.14-18, 26).

A salvação transforma o pecador arrependido em uma nova criatura (II Co. 5.17); gera no interior do homem, ou seja, no íntimo daquele pecador que, pela graça é trazido a crer pela fé em Jesus Cristo como o Único Salvador, o prazer na Lei de Deus (Rm. 7.22); incentiva aqueles chamados pela vocação santa a despedir-se do homem velho com os seus feitos e vestir-se do novo homem (Cl. 3.8-11).

Se a salvação não transforma o pecador em santidade, ela não é uma salvação que vale a pena, pois tal “crente falso” será reprovado no último dia – Mt.7.22-28

- Pv. 26.11, “Como o cão torna ao seu vomito, assim o tolo repete a sua estultícia”.

- II Pe. 2.22, “Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vomito, e a porca lavada ao espojadouro de lama”.

- Tt. 1.16, “Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra”.

- Hb. 6.8, “Mas a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.”

Quais são Algumas Destas Obras que São Produzidas pelos Regenerados?

- Não deixar a congregação – Hb. 10.25; Cl. 3.10-16

- Amar os irmãos – Jo. 13.34

- Apoiar a obra de Deus financeiramente – Mt. 23.23 Ensina-nos que nenhum mandamento é sem importância. Porém, o que pertence ao coração e à vida para com Deus deve receber a melhor e a primeira atenção. A parte externa é menos importante do que a parte interna da lei. Mas a parte externa é valida  mesmo assim..  

- Orar sem cessar – I Ts. 5.17; Ap. 8.3-4;

- Ser grato a Deus – I Ts. 5.18

- Ser cheio do Espírito Santo – I Ts. 5.19; Ef. 5.16-18

- Mortificar a carne – I Ts. 5.22

- Ocupar-se com a Palavra de Deus – Jo. 17.17; II Tm. 3.16-17

- Confessar os pecados – I Jo. 1.8-9; 2.1-13

Conforme essa doutrina anticristã as obras do cristão cooperam com Deus para garantir essa eterna salvação portanto, Jesus não é o único que guarda o salvo de tropeçar ou apresentar este salvo diante de Deus – Judas 1.24. Pela falta de depender somente em Jesus Cristo para a salvação e de não confiar apenas na obra de Cristo para nos apresentar irrepreensíveis com alegria perante a Sua glória, essa doutrina é anticristã. Portanto, não confunda essa falsa doutrina com a verdeia.

Questionamento aos que creem na doutrina (anticristã) da perda da salvação:

1. Pelas Escrituras sabemos que a salvação depende do amor eterno, e a graça e a misericórdia de Deus que é desde a eternidade e até a eternidade – Sl. 103.17; Jr. 31.3; II Tm. 1.9. Se um só pecador, que pela fé em Jesus Cristo entra nesse amor, graça e misericórdia eterna, acaba se perdendo, é evidente que a salvação não depende do amor, da graça e misericórdia de Deus. Então, do que depende?

2. A salvação depende da graça redentora pela qual Deus compra para Si mesmo os Seus, pelo sangue precioso de Cristo (Ap. 5:9). Esses são remidos de toda a iniquidade (TT. 2.14), da maldição da lei (Gl. 3.12), e se estabelece na Rocha que é Cristo (Sl. 40.1-3). Se um pecador comprado por Deus pelo sangue de Cristo venha a ser condenado, não é evidente que a salvação não depende da redenção de Cristo?

3. A salvação depende da graça de Deus, da Sua vivificação (Ef. 2.1), da Sua regeneração, ou seja, da graça renovadora do Espírito Santo (Tt. 3.5). Se depois da graça de Deus, da vivificação, da regeneração, ou da graça renovadora do Espírito Santo, ainda haja a possibilidade do salvo ser banido da presença do Senhor no lago de fogo (Ap. 21.11-15), não é uma afirmação de que essa graça de Deus e das Suas obras são falhas e insuficientes para salvar o pecador? Do que então essa salvação pela graça de Deus depende então?

4. A salvação depende da graça justificadora (Rm. 3.24). Pode o pecador ser justificado de todas as coisas e ainda ser condenado e ficar com os incrédulos pela eternidade (At. 13.39)? Se assim for, não é evidente que a graça justificadora não pode salvar o pecador?

5. A salvação depende da graça santificadora (I Co. 6.11). Pode um pecador ser santificado, lavado e justificado no nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito Santo e ainda ser perdido? Então, não é claro que a graça realmente santificadora não salva apesar do que fala a bíblia?

6. A salvação depende da graça de adoção (Ef. 1.4,5). Pode um pecador receber a adoção de filho, ser herdeiro de Deus por Cristo (Gl. 4.5-7) e cair no pecado e perder o céu? Se assim for, não é claro que a salvação não depende da graça de adoção?

7. A salvação depende do dom da graça de Jesus Cristo (I Jo 4.10, “10  Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”). conforme essa Escriritua a salvação depende da obra de Cristo! Depende em Cristo levar sobre Si os pecados dos crentes. Os ofícios dEle sendo profeta, sacerdote e rei são ativos na Sua obra trazendo o salvo à união de Deus e da Sua igreja (Eph. 2.12-16; At. 20.28)! A salvação depende da obediência ativa e passiva na obra de Cristo quando na terra (Fp. 2.8-10) e na Sua intercessão no céu (Hb. 7.25).

O pecador arrependido, pela graça expressiva de Deus, confia em Cristo como o Alicerce, Rocha, Cidade Forte, A Vitória (Rm. 7.24-25), Escudo (Sl. 18.2), e é trazido a esconder-se nEle como numa cidade de refúgio, beber dEle como Água Viva (Jo. 4.10-14), comer dEle – o Maná do Céu (Jo. 6.32), entrar por Ele - O Caminho e A Porta e fazer parte do aprisco, e andar com Ele no caminho estreito. 

Será que esse pecador pode conhecer Cristo como O Irmão Mais Velho, sim, o Amigo mais perto de um irmão; ser unido a Ele como Marido Amado e Cabeça Viva; ter a sua vida escondida com Cristo em Deus, ter vida verdadeira, ser do corpo dEle, ser osso de Seus ossos e participar da Sua carne e apesar do Seu sangue, e ainda ter Cristo como a sua Justiça, Força, Porção e o seu Tudo; ser abençoado com arrependimento para a vida e ter Cristo como esperança da glória (1 Pe. 1.23; Gl. 5.22) – depois de tudo disso, será que o pecado que Seus amados que conhece Cristo nessas qualidades pode condenados? Se tudo isso pode ser uma realidade e o pecador ser tão agraciado e ainda ser perdido, poderia me informar do que a salvação depende?[22]

Se não for Cristo a salvação, quem é o Salvador? Do que é a salvação?! Pode ser a Chance, a sinceridade, a linhagem, a moralidade, ou a religião? Não! É somente Cristo.

Importante é indagar: Cristo é a sua única salvação? Cristo é a Única Salvação que Deus reconhece! Venha depender do amor eterno de Deus manifesto em Seu Filho, Jesus Cristo! Creia na obra de Cristo na cruz, onde derramou o Seu sangue e, pela qual obra Deus Pai compra de volta o pecador arrependido e o dá vida eterna! Venha já se arrependendo e crendo neste Jesus pela fé.

Implicações Perigosas da Doutrina da Perda da Salvação

Muitos cristãos gostam de classificar as suas ideias e doutrinas e dividir tudo em compartimentos. A isto denominam de compartimentagem. Funciona assim a bendita compartimentagem: O sujeito tem várias doutrinas que ele defende e cada um está num lugar adequado na sua mente. Dentro desse compartimento ele pode entrar, e, essa parte é fundamental, fechando a porta ele pode admirar a sua doutrina e toda sua beleza. Quando termina essa visita, ele abre a porta, fecha-a e entra num outro compartimento. Aí, outra vez, ele admira e estuda a sua doutrina. Tudo continua bem, até um belo dia quando não fecha uma das portas. Quando isso acontece, as ideias dos vários compartimentos misturam-se. Acarretando a descoberta de que, as doutrinas separadas, parecem boas, mas quando são levadas à luz de outras doutrinas, as falhas de uma delas ou mais, têm defeitos ridículos. Creio que a doutrina que admite a perda da salvação é assim. Quando as outras doutrinas forçam ela ser consistente, ela se descobre ridícula.

“O pecado que pode deixar o verdadeiro cristão fora do céu é aquele que fará Jesus ir ao inferno, pois os nossos pecados estão nEle”

Se qualquer Cristão verdadeiro acaba indo ao inferno apesar da morte de Jesus Cristo no seu lugar:

- Cristo ficará no inferno no lugar de tal Cristão, pois os pecados desse salvo foram postos nEle pelo Pai – Is. 53.6, “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”; Rm. 4:25, “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.”; I Pe. 3.18, “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;”. Os pecados do cristão foram levados por Jesus Cristo. Por isso, se um desses pecados tem o poder de fazer qualquer cristão ficar fora do céu, o Salvador Jesus é o responsável! Portanto, Cristo, o Substituto, ficatá fora do céu e vai ao inferno pelo pecado do cristão infiel.

- O Pai também ficará no inferno, pois mentiu. O trabalho da alma do Seu Filho Jesus Cristo no lugar dos salvos, não O realmente satisfez. Um pecado pelo qual a alma de Cristo trabalhou não satisfez O Pai como foi profetizado – Is.  53.10-11; II Pe. 3.9; Jo. 3.16. Isso seria absurdo não seria?

- O Espírito Santo ficará no inferno, pois Ele não guardou aquele que Ele selou, e isto, apesar de ser o penhor daqueles que têm fé no Filho de Deus, Jesus Cristo – Ef. 1.13-14; II Co. 1.22; 5.5. O Consolador não pode nos consolar, pois Ele não é consolado - Rm. 8.11-17. Como é absurdo tal pensamento esse. Para ser consistente, os que creem na perder da salvação têm que crê que cada Pessoa da Trindade falhou.

Portanto, se um pecador resgatado, ou um pecador remido pela obra de Jesus na cruz perder a salvação, haverá mudanças radicais no céu.

Felizmente não há possibilidade nenhuma de perder a salvação. O Pai agradou a Si mesmo com o sacrifício do Filho. Por isso Ele O ressuscitou dos mortos – At. 17.30-31, “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; 31 Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos”.

Não são as obras de obediência humanas que salvam ou mantém o pecador remido por Jesus Cristo. Deus o Pai se satisfez com a obra do Filho na cruz. Deus Pai se satisfaz com as orações do Filho que a faz em prol dos Seus – Jo. 17.20-21; Rm 8.34, Então “Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.”; Hb. 7.25, “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”.

Deus Pai aceita a obra de Cristo a guardar de tropeçar cada um dos Seus – Judas 1.24.

Você se contenta com as obras de Cristo que satisfazem o Pai?

A sua fé está unicamente em Cristo Jesus? Que grande amor o Pai nos tem dado, dando-nos o Teu Filho Bendito! I Jo. 3.1 Que grande dívida temos para com o Pai e vivermos separado daquele pecado imundo que Ele levou por nós na cruz.

Vive para este grande Salvador! Seja santa mais e mais! Hb 12.4, “Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado”.Temos muito ainda para dar para a esse servir esse SALVADOR!

 “Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.” I Jo. 2.18-19

 

 

 

 

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WIKIPEDIA, http://en.wikipedia.org/wiki/Know_thyself

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Sobre O Autor

Descrição: C:\1 PERSONAL\1 Meus documentos Drive C\Minhas Imagens 1 Jan 1 2012\Photos from Cellular\Calvin\CGG in Araçatuba 06 2012.jpgO americano, Calvin Gene Gardner, nasceu em 1953 no estado de Texas onde foi criado num lar cristão. Mesmo assim vivia uma vida de hipocrisia, mentira e quase entregou-se à uma vida de perversão, regalada com engano. Graças à graça de Deus ele foi convertido ao Senhor Jesus Cristo em 1970. Depois de visitar por uns meses o norte do Brasil em 1971 voltou aos EUA formado no Bible Baptist Seminary de Arlington, Texas com bacharel em Divindade, 1975.

O Pr. Calvin Gardner é missionário no Brasil e desde 1978  Veio ao Brasil como membro de uma organização de missões. Depois de 4 anos como membro dessa missão voltou aos EUA. Saiu formalmente dessa organização extra-bíblica por convicção que a única organização Deus usa no mundo é “Sua Igreja” (Mt. 16.19; 18.18.) Tendo dúvidas sobre o seu batismo pediu batismo neotestamenteiro do Wooster Baptist Temple de Wooster, Ohio em 1982. Desde então é biblicamente autorizado e enviado pelo Wooster Baptist Temple de Wooster, Ohio para fazer missões no Brasil.

Embora as suas atividades sejam focadas principalmente na implantação e organização de igrejas batistas no Estado de São Paulo, no começo do seu ministério Pr. Calvin também realizava o ministério das Escrituras entre os deficientes auditivos. O preparo de líderes nas igrejas e pela correspondência pelos estudos bíblicos de nível-seminário, a sua página na Internet, a impressão de livretos e livros, a tradução de livros e pela autoria própria de livros e estudos bíblicos, a fim de que os crentes sejam “arraigados e edificados” em Cristo “pela fé que uma vez foi dada aos santos.” (Judas 1.3) tem sido a sua alegria constante e amor por Deus e do Brasileiro.

Desde 2004, o Pr. Gardner reside em Presidente Prudente, São Paulo com a sua esposa Peggy, com quem está casado desde 1977, e com quem tem cinco filhos: Pr. Benjamin, Charity Darlene, Joy Ellaina, Daniel e David. Além de pregar o Evangelho seus interesses incluem o estudo bíblico e leitura de doutrina, o consumo de guaraná, correspondência com familiares, amigos e irmãos e irmãs em Cristo, e qualquer jogo da seleção brasileira de futebol.

 

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Revisão gramatical: Jair Renan Alves de Almeida Batista 05/2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Arminianismo

[2]  http://www.mtio.com/articles/aissar89.htm

[4] http://www.answering-islam.org/portugues/deus/deuscomparado.html

[5]  A declaração de fé oficial da Sociedade dos Evangélicos Arminianos apenas afirma que “perseverar na fé é necessário para a salvação final”, http://confraria-pentecostal.blogspot.com.br/

[6]  http://www.gotquestions.org/Apostolic-church.html

[7]  http://www.crivoice.org/creednazarene.html

[8]  http://www.gotquestions.org/Assemblies-of-God.html

[9]  http://www.alcanceevangelistico.org/umpecado.htm

[10]  http://www.icoc.org.br/

[11]  http://www.cristanobrasil.com/index.php

[12] http://invsc.org.br/Artigos/Perseveranca.htm

[13] http://ocaminhoantigo.tv/tag/salvacao/

[14] http://igrejacristovive.com.br/apostilas/a-salvacao-eterna/

[15] http://bereanosdeangola.blogspot.com.br/

[16] http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Cristo_no_Brasil

[17] http://www.iecb.org.br/

[18] http://womman.com.br/uiecb/site/?page_id=599

[20]  http://www.umcmission.org/Find-Resources/Global-Worship-and-Spiritual-Growth/John Wesley-Sermons/Sermon-86-A-Call-to-Backsliders

 

[21] http://www.limerickreformed.com/blog/item/540-what-did-the-cross-accomplish

 

[22] FADSBY, William, Na Everlasting Task for Arminions, AGAPE CHPEK MINISTRIES, Norwalk, sd.

 

 



Só use as duas Bíblias traduzidas rigorosamente por equivalência formal a partir do Textus Receptus (que é a exata impressão das palavras perfeitamente inspiradas e preservadas por Deus), dignas herdeiras das KJB-1611, Almeida-1681, etc.: a ACF-2011 (Almeida Corrigida Fiel) e a LTT (Literal do Texto Tradicional), que v. pode ler e obter em http://BibliaLTT.org, com ou sem notas.



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