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Para Treinar uma Criança
Michael & Debi Pearl
Sumário e adaptação por Valdenira, ago.2000







Sl 127:3 “Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre, o seu galardão.”

A finalidade deste estudo é mostrar como treinar o seu filho antes de aparecer a necessidade de discipliná-lo.

“A maioria dos pais nunca tentam treinar um filho para obedecê-lo. Esperam até que o filho se torne insuportável  para então explodirem. Com o treinamento apropriado, no entanto, a disciplina pode ser reduzida a até 5% daquilo que muitos agora praticam.”

Você, ao treinar seu filho, verá, conseqüente, uma mudança em toda a sua família, pois evitará contendas, gritos, frustrações e terá diante de si filhos em total obediência.

“Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6 BRP)

- Você treina um cachorrinho e ele obedece a seu comando vindo, sentando ou ficando quieto... Se você não o treina e, para obedecê-lo, você o chuta, ou grita, você terá um cãozinho medroso e de mau humor.
- O mesmo acontece com a criança. Se você não a treina e quer discipliná-la com “mão de ferro”, você terá um filho revoltado, covarde, mal humorado e que não aceita a disciplina.

“Um mundo de disciplina não pode substituir a falta de treino.”

“Treino é uma técnica que sempre funciona com todo filho. Negligenciar o treino é criar circunstâncias miseráveis para si e para seu filho.”



TREINANDO A NÃO TOCAR
O que fazer para educar bem e dentro da vontade de Deus?
1) Orar e pedir a Deus orientação;
2) Sempre separar um tempo para treinar seu (s) filho (s).


Início do treino: quando a criança engatinha.
- Colocar objeto interessante onde ela possa tocá-lo.
- Dizer não sem levantar a voz, nem botar cara feia.
- Se ela for e pegar ou tocar o objeto use a varinha e diga: Não!

-Seja firme!!! Ela vai associar o seu desejo de tocar no objeto com a dorzinha.

LEMBRE-SE: Você não a está disciplinando e sim treinando.

Deus treinou Adão e Eva colocando a árvore do conhecimento do bem e do mal no meio do jardim. O mesmo devemos fazer com nossos filhos, colocando algo a seu alcance com a finalidade de ensinar obediência sem revolta. Você deve treiná-los. Treiná-los sem ira mas com amor, como Deus fez.

Lembrete:
Alguns dizem: “
Prepare a sua casa para não ser destruída por seus filhos.”
Eu digo: “Prepare o seu filho para poder andar em qualquer casa.”



SITUAÇÕES DELICADAS

1.Criança que pega nos seus óculos; puxa seu cabelo (Neste caso, também puxe o dela e não desista!); puxa a barba do pai (Puxe o cabelinho!); dá tapa (Use a varinha, nunca a mão); belisca (use a varinha e não a mão!) ... TREINE A OBEDIÊNCIA!


2. Bebê que morde
quando amamentado... : Puxe o cabelinho. Para doer, não para arrancar; para treiná-lo mas não para vingar-se. Lembre-se, isto não é disciplina, mas treino à obediência.

3. Pratos e nenês: pratos não devem ser colocados longe da criança para ela não derramar a comida. Ela deve aprender que o prato é para ser colocado junto dela sem que ela o derrube. Use a varinha, se for necessário.

4. Venha quando eu lhe chamo: Todas as vezes que você chamar seu filho, treine-o a responder ao seu chamado e vir imediatamente. Se ele não obedecer, use a varinha, mas faça-o ver que o castigo não foi aplicado como punição mas como reforço à ordem. Treine-o várias vezes, até você perceber que ele já entendeu.

Nunca é cedo demais para treinar:
O recém-nascido muitas vezes um problema é para a mãe. A batalha começa quando você vai colocar seu filho no berço e ele usa a “a tão famosa tática” o choro
- Se você cede, a criança aprende que consegue tudo, se chorar;
-Se você não cede, a criança aprende que choro é contra-produtivo.
Peça a Deus calma, paciência e, principalmente, sabedoria para agir da maneira correta.



DISCIPLINA EXCESSIVA:
Pais “mão-de-ferro” devem conseguir a obediência dos filhos antes de sair em público.

OBSERVAÇÃO: se seu filho está merecendo a disciplina em público, discipline-o, mas vá para casa e treine-o.



PASSOS PARA A OBEDIÊNCIA:
Criancinha nova  versus  degraus de escada: cipózinho, tranqüilamente repetido a cada investida, resolve o problema, logo e para sempre. 

Menino teimoso: menino nos braços do pai por 45 min. Tenta 15 vezes descer.
OBSERVAÇÃO: “Eu não agüentaria!”; “Sacrifício emocional” é necessário, pois o bem da criança (no presente e no futuro) depende de nós. “O que é o amor senão dar?”

Treino negativo – obediência comprada:
- Criança em super-mercado – quer tudo que vê.
- Pai caminha por bem longe da “árvore do conhecimento do bem e do mal” (objeto tentador, na prateleira).
- Mas a criança vê o objeto desejada e aí começa a batalha.
- Ou a criança ganha o que tanto deseja, ou deixa o pai miserável.
OBSERVAÇÕES: Certo pai prometeu sorvete, para aplacar a criança. Agindo assim você não o está controlando, e sim ele a você. Você está tornando uma criança amargurada, indisciplinada, carnal e, com o tempo, um adulto semelhante.


A natureza das crianças:
- Quando devemos começar a treinar nossos filhos?
O mais cedo possível.Sabemos que Deus criou e dotou a criança com impulsos fortes e involuntários para sentir o gosto, cheirar, ouvir e, com os olhos, ver e desejar tocar e sentir.
Ele age com impulsos fortes naturais dados por Deus para suprir suas necessidades naturais.
“A
lienam-se os ímpios desde a madre; andam errados desde que nasceram, falando mentiras”. (Salmos 58:3 BRP)

- Muitos pais são manipulados pela choradeira da criança, e fazem tudo que ela quer (comodismo?).

- Quando a criança completa 10 ou 12 meses, então os pais acham que só agora é que é tempo de começar a puní-lo.

- É então que começam os puxavões, pancadas, gritos.

- É lindo vermos uma criancinha de 3 meses colocar sozinha a mamadeira na sua boca, mas não mais a de 3 anos. Talvez seja engraçado vermos uma criança de 3 anos inventar uma desculpa, mas não mais a de 9 anos.

           Quando a criança tem a sua vela de barco impelida por fortes ventos (impulsos fortes) mas não tem um leme como instrumento de direção (discernimento moral), os pais têm que ser o timoneiro da criança.”

         “Antes da criança poder decidir  fazer o bem, temos que CONDICIONÁ-LA a fazê-lo.”

IMPORTANTE: “Nunca será possível treinar uma criança a ponto dela jamais cair em pecado, mas o treino que a damos pode facilitar o arrependimento depois de se envolver em pecado.”

MÃE, “nunca ceda à indiferença, preguiça ou negligência, pois você segura uma alma eterna em suas mãos.”




IRA DOS PAIS:


Veja um exemplo:

- Mãe irada porque seu filho João está sempre brigando com a irmãzinha.
- Ela grita e dá “várias chances” ao filho, até finalmente ter que discipliná-lo (surrá-lo).

Solução para o problema:
- Primeiramente, ela falou ao filho e explicou-lhe que não devia insultar a irmã, e que levaria uma surra se desobedecesse.
- Joãozinho não deu ouvidos e novamente insultou a irmã.
- Mãe, que já decidira treinar os filhos, bateu em seu filho, que disse: “Mas mamãe, você não está mais me dando várias chances? A senhora costumava só me bater depois de ralhar umas 5 ou 6 vezes!”

OBSERVAÇÃO: “Mães, disciplinem seus filhos imediatamente, à menor desobediência. Não espere que a coisa se torne uma afronta pessoal a você.”

Não obedecer imediatamente é desobedecer.

Quando você deixa a criança ser desobediente 2 ou 10 vezes antes de discipliná-la, você a está treinando a desobedecer 1 ou 9 vezes!!!!




REAMARRANDO OS BARBANTES ROMPIDOS:
Quando pais e filhos têm bons momentos juntos, os barbantes se unem mais.
Mas, quando os filhos dizem “Meus pais não me compreendem!”  ou  “Eles não ligam para mim!”, isto significa que todos os barbantes estão cortados.

Corações de papel:
- Pai e filho eram muito íntimos;
- Pai não se interessou pelo trabalho do filho;
- Filho escondeu seu “trabalho de amor” do pai;
- Pai reconheceu a crise de desconfiança;
- Filho resistiu à tentativa que o pai fez de ter comunhão com ele;
- Pai convida filho a fazer corações de madeira;
- Amizade restaurada.

Cortando os barbantes:
- Muitas vezes exigimos demais de nossos filhos: criticamo-los, exigimos demais deles, ficamos com raiva se não fazem as coisas tão bem quanto esperamos. Esta nossa atitude faz com que os barbantes sejam cortados, e nos tornamos responsáveis por esta separação, uma vez que somos nós os treinadores.
- Que fazer? Pedir perdão; diminuir as expectativas a níveis mais realistas; corrigir nossas críticas; e sempre encontrar algo bom no que eles fazem. A criança perdoa rapidamente.

OBSERVAÇÃO: Antes de treinar seu filho, você tem que ser amigo dele. Ele tem que saber que você o ama, o respeita e o admira. Esta é a diferença entre ser guiado pelo Espírito e estar debaixo das obras da lei. A lei nos dá direção, mas é o Espírito da graça que nos dá poder. Se houver comunhão entre pai e filho, este não vai guardar mágoa pelas merecidas “varadinhas de amor”, logo vai relega-las ao esquecimento.

Como reamarrar os barbantes?
- Freqüentemente olhe para o seu filho com prazer, e sorria-lhe.
- Tenha prazer em sua companhia e demonstre-o convidando-o a sair consigo.
- Se ele é pequenino, olhe figuras ou leia um livro juntamente com ele.
- Sente-se no chão com ele, caia, role, ria e faça cócegas.
- Leve-o a passeios de aventura, animação e suspense.
- Todos os dias, separe pelo menos 5 minutos para, com ele, vibrar de entusiasmo por algo que ele fez, por exemplo brincando juntos na barraca que ele fez com uma lona.
- Brinquem de pião e de amarelinha juntos.
- Passem algo como meia hora jogando futebol, vôlei, ... juntos.
- Ensine sua filha a lhe ajudar na cozinha, a lavar o banheiro, a costurar, a bordar e a pintar.



A VARA:
Deus, que é um Deus de amor, disse:
E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” (Mateus 10:14 BRP)

Mas Deus também disse: Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar.” (Provérbios 19:18 BRP)

 O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga. (Provérbios 13:24 BRP)

 A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela. (Provérbios 22:15 BRP)

13  Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. 14  Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno. (Provérbios 23:13-14 BRP)

 A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Provérbios 29:15 BRP)

 Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma. (Provérbios 29:17 BRP)

OBSERVAÇÃO: O Deus que fez os filhos diz aos pais que a vara é ferramenta indispensável para treiná-los.

Vejamos o exemplo de Deus: A Bíblia diz “... O Senhor corrige a quem ama.” Se você ama o seu filho, tem que usar a vara por amor a ele, e porque Deus ensina que ela é o melhor meio que existe para treinarmos nossos filhos.

“O amor verdadeiro pondera, escolhe e faz o que é melhor para a criança.”

Há mães que dizem “amo demais meu bebê para discipliná-lo.” O que elas estão fazendo é darem mais importância aos sentimentos delas do que ao bem eterno e às necessidades reais dos seus filhos.

Alguns pais deixam de usar a varinha por causa da pressão de amigos que “conhecem” a psicologia infantil e sabem o que é melhor para os filhos desses pais. (Conhecem mais que Deus?)

“Somente por meio da correção (de Deus) é que é possível que nós, seus filhos, participemos plenamente da Sua santidade. Ele nos corrige para nosso benefício.”



CULPA:

Quando uma criança faz alguma coisa errada, ela sabe que não está certa e que é culpada do seu erro.

O pai que tenta envergonhar ou humilhar o seu filho para que se comporte do modo que lhe agrada, irá ver uma criança agindo como o pai quer, mas fazendo-o com falsidade e ódio no coração, o que irá intensificar, em sua cabecinha, um  sentimento de culpa e afastará dela um arrependimento verdadeiro.

- A criança que está errada sabe que realmente precisa ser punida. Exemplo: Criança que foi pega num erro, virou a bundinha, baixou a fralda e deu em si 3 palmadas (a oferta, apesar de interessante, não foi aceita).

- A criança errada nunca deve:
* ser beliscada (a não ser em resposta a um nenê que belisca), pois a enfurece mais e a provoca à ira;
* ser colocada num canto escuro (gera escuridão na alma);
* ser forçada a se sentar num canto, pois ela pode ficar pensando: “Ninguém gosta de mim! Sou tão cruel quanto o Diabo! Não faço nada certo!”

USE A
VARA! “A surra apropriadamente administrada é restaurativa como nada mais o poderia ser.”

“Não deixemos que o choro da criança leve-nos a diminuir a intensidade ou duração da surra. A emoção do pai pode impedir uma correção completa.”

“Não pense que a varinha, que você usa, é uma [machucante] arma de defesa ou uma [cruel] demonstração de força. Pense nela como se fosse uma varinha milagrosa. Se você não a usa, estará criando um nazista, mas quando a usa verá acontecer tantos milagres que você olhará para ela procurando ver que cousa milagrosa ela contém em si.”



APLICANDO A VARA

Quando chegar a hora de usar a vara, respire fundo, relaxe e ore: “Senhor, faça com que esta seja um sessão de reais valor e aprendizagem. Limpa o meu filho do mau humor e rebelião. Que eu possa representar corretamente a Tua causa nesta ocasião.”

ATENÇÃO:
- Nada de empurrão, nem de levantar a voz.
- Seja calma; nada de cara feia; mantenha seu espírito controlado.
(OBSERVAÇÃO: Nunca recompense a obediência demorada. Nunca volte atrás na sentença quando, já tendo o braço erguido com a varinha, a criança diz “está bem, eu faço”!)
- Quando você não viu o que a criança fez de  errado, então pergunte o que aconteceu, quem fez e como aconteceu (NUNCA ------ POR QUE?)
- Nunca o arraste ao “lugar de purificação”, pois parte do seu treino é fazer com que ele venha submisso. Chame-o e faça com que ele atenda de boa vontade.
- Quando a criança já entende, explique o porquê de você ter que bater (bata devagar da 1a vez para dar tempo à transformação interior acontecer).
- Quando a criança já é grande e quando as pancadas são leves demais, a criança pode continuar ainda rebelde (se isto acontecer converse com ela com calma, sem levantar a voz e, depois, continue com a disciplina.)

OBSERVAÇÃO: Nunca pare com a ação disciplinar até que a criança se renda!



INSTRUMENTO DE AMOR

- Nunca use a mão, pois é com ela que você acaricia o seu filho.
-Selecione o seu instrumento (a varinha) de acordo com o tamanho da criança.

OBSERVAÇÃO: Para a criança maior, só é eficaz um cipozinho mais grossinho, mas para a menor use um cipó fininho (Nunca o use deixando marcas roxas no corpo do seu filho, pois a vara não deve ser um escape para a raiva de uma mãe [ou pai]).

CENA COMUM:
- Pedrinho subindo num tamborete.
- Mãe falando: “PEDRINHO, NÃO SUBA VOCÊ PODE QUEBRAR A PERNA!!!! FAÇA O QUE EU LHE DIGO!!!”
-Você ouviu o que eu disse? NÃO VOU DIZER DE  NOVO!
- NÃO? O que você quer dizer por não?
- Agora! Faça o que eu lhe digo!
-VOCÊ ESTÁ ME OUVINDO? DEESÇAA!!!
-Por que você tem a cabeça tão dura? Você vai me deixar louca!
- Esta é a última vez que eu vou lhe falar. DEEESÇAAA!!!
(OBSERVAÇÃO: É aí que começa uma competição entre uma mãe altamente perturbada e o filho.)
- Como uma cobra cascavel que ataca, esta mãe perde o controle e ataca o filho puxando-o pelo braço, levantando-o e balançando-o no ar aos gritos (Esta atitude é completamente errada, pois você demonstra falta de controle, desamor e um mau exemplo para o filho que um dia tratará o seu neto da mesma maneira como ele aprendeu com você.)

ATENÇÃO: Se um dos pais acha que o outro é severo demais, nunca deixe a criança saber nem de longe o seu pensamento, pois ela pode usar isto para fazer chantagem. Mãe, se a criança corre para você na hora em que o pai o está treinando ou disciplinando, ajude seu marido a treinar ou disciplinar, não proteja a criança! Idem para o pai.

CONSELHO: De modo algum permita a seu filho um tempo de rebeldia e de vontade própria (talvez em público ou na casa dos avós), mesmo que isto seja feito uma só vez ou esporadicamente, senão você estará permitindo que a semente da erva daninha da rebelião e da vontade própria  seja plantada, germine, cresça, frutifique e se perpetue.



EXEMPLOS DE TREINO

Personagens: Mãe, filho.

-O filho derrama (com raiva) água sobre a mesa. A mãe vai e enxuga.
-O filho diz: NÃO! Fica com raiva, faz bico e procura outras expressões de rebeldia.

ATENÇÃO: Os pais não podem ignorar a rebeldia! É hora de treiná-lo. A ira que foi permitida pelos pais que aflorasse, incendiou o coração da criança e o levou à atitude errada.

O QUE FAZER?
- Mãe: “Juninho, aqui está um pano. Limpe o que você molhou!”
- Filho: “Não, eu não quero!” E continua com raiva...
- Mãe: “Juninho, l-i-m-p-e   a   á-g-u-a!!!   Agora!”
(Desta vez ela traz a varinha.)
OBSERVAÇÃO: Se ele ligeirinho tenta evitar a surra por limpar a água, não fará diferença, pois se ele hesitou em obedecer e limpar, você tem que discipliná-lo. Se ele, mesmo assim, continua rebelde, então você conversa com ele e continua a disciplina.

NUNCA DIGA: “Deus vai castigá-lo!”, pois você estará associando Deus a algo mau.

Fale do Senhor a seus filhos. Faça-os amá-Lo, pois só assim você poderá ter vitória na educação deles a quem você tanto ama e deseja o melhor. Este melhor é, um dia, você e seus filhos se tornarem irmãos junto ao amado Deus que enviou Seu único filho para morrer no seu lugar e no deles.

Que Deus a abençoe e lhe dê sabedoria na educação dos seus filhos!



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