Este é um muito bom artigos
obre dízimo, mas é muito longo e muito difícil de traduzir, por
isso agradeço muitíssimo a Mary Schultze pela excelente tradução
que fez. Deus te abençoe sempre, Mary
Hélio
(Este é um dos melhores
artigo já escrito sobre o dízimo. Não se precisa ler mais
coisa alguma para ficar a par deste assunto. (Um revisor))
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A VERDADE SOBRE O DÍZIMO |
(título original:
The Truth About Tithing - F.A.C.T. vs. F.I.C.T.I.O.N.)
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Uma nota pessoal: |
Os dois exemplos do dízimo
antes da lei (em Gênesis) foram eventos únicos, VOLUNTÁRIOS e
envolvendo mais do que dinheiro. O exemplo de Abraão foi do
dízimo entregue uma vez apenas, dos despojos de uma
guerra (Hebreus 7:2; Gênesis 14:20). Visto como Abraão havia
feito um voto de não tomar pessoalmente qualquer despojo dessa
guerra, (Gênesis 14:22-24), aparentemente ele dizimou o que
pertencia aos outros ou o que poderia em breve lhes pertencer.
Nada existe na Escritura dizendo que Abraão tenha dado o
dízimo de sua própria renda ou riqueza, em tempo algum.
Abraaão recebeu uma
bênção e em seguida deu o dízimo, e aparentemente
fez isto por um costume da sociedade, sem qualquer mandamento divino para
fazê-lo. (Gênesis 14 e Hebreus 7:1).
O exemplo único
de Jacó [dizimar] foi prometido SE Deus fizesse algo, e a
Escritura não esclarece se Jacó de fato o cumpriu (Gênesis
28:22).
De qualquer maneira, estes dois exemplos esclarecem que o
dízimo antes da lei não era obrigatório, mas voluntário. Visto
como a Escritura, antes da lei, só registra incidentes onde o dízimo
foi dado uma única vez na vida, fica claro que ele
não era uma
prática rotineira... Também, tendo em vista que Jacó prometeu
dizimar o que ele já havia ganho e possuía (quer dizer, possuía
totalmente, depois de pagar todos os custos e débitos
associados, que não foi tomado emprestado ou falta pagar uma
parte dele, nem que serve de penhor, nem que está hipotecado ou
sob qualquer tipo de reserva de domínio),
entende-se que ele pretendia dizimar sobre os seus lucros. Isso é
importante, e discutiremos mais tarde sobre os lucros. Os que procuram
tornar o dízimo estritamente baseado em dinheiro, obrigatório e
rotineiro, afirmando ter ele existido "antes da lei", não estão
ensinando como ele realmente foi dado, “antes da lei”. Notem
ainda as seguintes escrituras mostrando a natureza voluntária
de como se ofertava antes da lei (Êxodo 35:5, 21,22,24, 29).
“Tomai do que tendes, uma oferta para o SENHOR; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao SENHOR: ouro, prata e cobre,” (Ex 35:5 ACF)
“21 E veio todo o homem, a quem o seu coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o excitou, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas. 22 Assim vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, todos os objetos de ouro; e todo o homem fazia oferta de ouro ao SENHOR;” (Ex 35:21-22 ACF)
“Todo aquele que fazia oferta alçada de prata ou de metal, a trazia por oferta alçada ao SENHOR; e todo aquele que possuía madeira de acácia, a trazia para toda a obra do serviço.” (Ex 35:24 ACF)
“Todo homem e mulher, cujo coração voluntariamente se moveu a trazer alguma coisa para toda a obra que o SENHOR ordenara se fizesse pela mão de Moisés; assim os filhos de Israel trouxeram por oferta voluntária ao SENHOR.” (Ex 35:29 ACF)
Alguns mestres
que ensinam a
obrigação de dizimar usam as escrituras que declaram que se
TRAGA, em vez de DAR o dízimo, a fim de provar que este é
obrigatório. Como veremos a seguir, o dízimo na lei era
obrigatório, enquanto as escrituras que mencionam o dízimo ANTES
DA LEI dizem que este era DADO. (Ver também a parte 16 - "Alguns
Pensamentos Sobre Melquisedeque" para futura discussão sobre o
dízimo antes da lei).
Se dois fazendeiros
fizessem a colheita de dez cenouras, cada um, ambos seriam
obrigados a dizimar uma cenoura. Sob o sistema agrário do
dízimo, não importava se um deles vendesse as nove cenouras
restantes por cinco e o outro por 10 dólares. O dízimo da
colheita não se relacionava ao ganho [mas à TERRA]. O dinheiro
era raramente uma coisa dizimada na Bíblia, se é que jamais o
foi
(Neemias 13:10-13). Para ser realmente bíblico, o dizimo
NÃO era
baseado no ganho ou no dinheiro, DE MODO ALGUM! [Deuteronômio
14:22-23; 18:1-5; 26:12; Neemias 10:38-39; 12:44; Levítico
27:30-33; Josué 13:14]. O dízimo antes da lei era voluntário e
baseado no lucro; o dízimo na lei era obrigatório e baseado na
PRODUÇÃO (agrária). Os meios agrários (da terra) e o dízimo
agrário eram baseados no que se conseguia PRODUZIR na
terra, em plantações e animais. Deus ordenava que as pessoas
trouxessem 1/10 da produção da terra, ANTES de vendê-las.
Então o dízimo não era baseado no ganho da colheita. De
fato, era contra a lei vender o dízimo. Era obrigação levar o
PRODUTO e não aquilo que dele resultasse (Levítico 27:28). Existem
muitas referências para dizimar o “excedente” (Por exemplo, Deuteronômio
14:22, usando “tbuw’ah”), o que significa literalmente fruto ou
produto e, nos versos sobre dizimar, COMER o dízimo é sempre
mencionado. Notem em Neemias 13:10 que os levitas iam para o
CAMPO a fim de repor os dízimos em falta. Durante o tempo da lei
agrária a troca e substituição de produtos do dízimo era comum, mas também havia SISTEMAS
MONETÁRIOS em vigor (Gênesis 23:15-16 e 42:25; Jeremias32:9-11;
Deuteronômio 14:25 e Malaquias 3:5). Mesmo assim, permanecia o
dízimo agrário (baseado na terra).
Conforme o Dicionário
Douglas/Teney da Bíblia NIV [a tradutora e o site
solascriptura-tt repudiam esta Bíblia], Levítico 27:31 deixa claro que uma
penalidade de 20% sobre o dízimo era cobrada de alguém que
redimisse o seu dízimo, e isto repudia o uso de dinheiro
como um pagamento [substituto] [do dízimo] . Novamente, isso mostra que
[o dízimo] não era
baseado no ganho [bruto] nem no dinheiro.
Deus deu por
herança aos levitas os dízimos de Israel, em vez da terra (Josué
13:14; Deuteronômio 10:6-9; 18:1-5, Números 18:21-24). Os
levitas davam os dízimos [dos seus dízimos] e ofertas aos
sacerdotes (Neemias 10:38, Números 18),
mas, aparentemente, os levitas não precisavam dizimar o ganho
[bruto] da
venda de propriedades herdadas (Deuteronômio 18:6-8). Os levitas e
sacerdotes dependiam dos dízimos para COMER. A casa de Deus era
um ARMAZÉM e PONTO DE DISTRIBUIÇÃO para os sacrifícios, levitas,
sacerdotes e os necessitados “Trazei todos os dízimos à
CASA DO TESOURO, para que haja MANTIMENTO na Minha Casa, e depois
fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não
vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção
tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”
(Malaquias 3:10). ([Ver também] Neemias 13:10-13; 1 Samuel 8:15, 17; 2
Crônicas 31:11; Deuteronômio 12:6-7; 17-19; 14:22-23). Na lei, houve
[somente] uma
exceção para se converter o dízimo em dinheiro. Segundo muitos eruditos, tal exceção foi mais tarde
abolida. Deuteronômio 14:24-27 mostra essa antiga exceção,
provando que sistemas financeiros estavam em vigor, sem que o dizimo
fosse baseado em dinheiro. Nessa antiga exceção, poder-se-ia
vender o dízimo [da produção da terra] em circunstâncias específicas, para
se gastar o
dinheiro no que se desejasse, contanto que isso fosse
compartilhado com o levita local. Esses versos também deixam
claro que “se a distância fosse longa demais para CARREGAR O SEU
DÍZIMO”, provando que o dízimo NÃO era baseado em
dinheiro. O Novo Testamento mostra os fariseus dizimando não
sobre o lucro ou dinheiro, mas sobre o que eles POSSUÍAM E
CULTIVAVAM
(Lucas 18:12; Mateus 23:23), mostrando que o dízimo era [baseado
nos] LUCRO e PRODUÇÃO AGRÁRIA.
Nenhuma das palavras
inglesas “sacrifice”, “offering” ou “gift” corresponde às
palavras bíblicas korban, corban ou quorban. (Ver a palavra
“gift” em Marcos 7:11), sendo estas derivadas de um verbo que de
um modo significa “estar perto” e do outro, “trazer para perto”.
No primeiro caso, ele se refere às próprias ofertas e no outro,
aos ofertantes, como sendo estes trazidos para perto de Deus.
Hoje em dia, a mentalidade de “dar para receber” é
vergonhosamente pregada, enquanto dar para honrar a Deus, ou
ficar mais perto de Deus, é mencionada apenas como formalidade.
Viver com débitos foi
biblicamente reprovado e a usura tornou-se ilegal entre os
judeus. O cancelamento de dívidas cada sete anos e o Ano do
Jubileu cada cinqüenta anos, os quais eram LEI, já
não se
encontram mais em efeito (Deuteronômio 15 e Levítico 25)
[hoje em dia]. Toda a Lei ou nada dela! [o autor deve estar
querendo dizer que ou toda a lei sobre propriedade e dívidas e
dízimos deve ser tomada, ou nada dela deve ser tomada.] No mundo hodierno,
usar dinheiro para "pagar os dízimos a fim de sair das dívidas”
e, com tal pagamento de dízimos, ficar devendo a alguém
por serviços ou produtos já recebidos ou contratados e NÃO
pagá-los imediata e apropriadamente, ou ter que tirar
empréstimos pagando altos juros, é
terrivelmente tolo, enganoso e não escriturístico. Isso equivale
a uma loteria ”cristã” e aos cristãos imbuídos do “espírito de
jogatina”.
Vejo que estamos numa
cultura de débitos e não estou dizendo que os cristãos
devem estar 100% isentos de dívidas, ANTES de ofertar
qualquer dinheiro [para a obra de Deus]. Estou falando da
OBRIGAÇÃO (lei) de contribuir [para a obra de Deus],
quando as pessoas estão fazendo essas contribuições somente por obrigação,
por medo ou por motivação
inapropriada, em vez de honrar suas responsabilidades legais,
resultando isso em dar desproporcionalmente e entrar em mais
débitos. Os pregadores de hoje raramente condenam o contribuir
[para a obra de Deus] através de entrar em
débito, e, vergonhosamente, até encorajam isso, chamando-o de um ato
de fé. Infelizmente, a realidade é que muitas vezes o contribuir
através de entrar ou se manter em
débito é uma forma de jogo cristão, um jogo de dados, um ato de
desespero por parte de alguém que já está sobrecarregado de
dívidas.
Referindo-se à oferta
da viúva, o mesmo Cristo que observou ser sacrificial a
abundância em dar, disse em outra parte para sermos
financeiramente responsáveis. Ele denunciou a prática de dar a
Deus, enquanto se ignoram as responsabilidades (Marcos 12:41-44;
7:10-13; Mateus 22:21; 17:25-27). Romanos 13:7-8 diz:
“Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo;
a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra,
honra. A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que
vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a
lei.”
Nos
dias de hoje, quando você não está em condições de dar [seu
dízimo e ofertas adicionais], logo lhe dirão para usar
o seu cartão de crédito ou assumir um compromisso [assinar notas
promissórias, etc.] de dar [o que
contraria totalmente o mandamento supra citado]. Onde, por
acaso, já foi uma dívida encorajada na Bíblia? Ela fala de
pessoas dando aquilo que possuíam e NÃO daquilo que seria
através de
empréstimos e pagamento de juros [nem de deixar de pagar suas
obrigações]. Escutei, recentemente, numa TV cristã, que
alguém deveria entregar o montante de sua dívida ao Senhor e que
esse alguém iria receber uma resultante bênção divina para
liquidar essa dívida. Isso não passa de um jogo “cristão”
antibíblico.
A terra era
propriedade oficial do Senhor, "concedida para ser usada” pela igreja
[a tradutora e o site solascriptura-tt corrigem este termo para
Israel], com os levitas recebendo os dízimos de Israel, em lugar
[do uso] da terra
(Levítico 25:23-24). Tal sistema já não existe, daí por que
muitos judeus já não dizimam. Poderia existir o argumento de que
uma forma de sistema agrário ainda existe com o governo
substituindo a igreja. Hoje, o governo é “proprietário” da terra
e a explora através de impostos e taxas. Todos pagam esse
“dízimo”, direta ou indiretamente ao governo, através de IPTUs,
aluguéis, impostos comerciais [ICMS, IPI, etc.] e impostos
agrícolas.
O tempo do dízimo
obrigatório corresponde ao princípio da organização do
governo do estado teocrático judaico, através da Lei de Moisés,
da exploração agrícola da terra pelo estado teocrático de Israel, do sacerdócio
levítico e do primeiro Templo judaico a Tenda do Encontro [com
Deus]. Seja
feita uma distinção importante de que numa teocracia a igreja
É o governo, com todas as responsabilidades de governo. Hoje
a igreja já não explora a terra; não responde pelo sistema
judicial, legislativo e governamental; não mantém nem dirige as
forças armadas, nem a força policial; não cuida dos impostos,
da distribuição dos recursos públicos, dos serviços de saúde, do
bem estar social, das aposentadorias, nem de outras
responsabilidades governamentais. O governo teocrático judaico fazia tudo isso, e muito mais, sob a Lei.
Nos USA [e no Brasil, e em todos os países ocidentais], a igreja e o estado são
SEPARADOS e muito mais
de 10% são pagos em impostos, pela substancial maioria dos
americanos [e brasileiros], às funções governamentais e já não mais à igreja.
De vinte e cinco até trinta por cento das taxas americanas [e
brasileiras] vão para
uma variedade de causas, enquanto que muitas, se não a maioria, são
manuseadas pela igreja, num governo teocrático. Hoje em dia, as
deduções de pagamentos e outras taxas até ajudam na isenção de
impostos, diminuindo os lucros, inclusive as doações
feitas às igrejas.
Samuel advertiu o
povo de Deus no sentido de que se este abandonasse a forma de
governo teocrático, os dízimos seriam cobrados do povo,
levando-o a protestar em razão das exigências governamentais (1
Samuel 8:2-22). A história está repleta de exemplos de
excessivas exigências governamentais e a maioria dos americanos
[e brasileiros]
já é triplamente "dizimada” em seus impostos pelas funções do
governo, que teriam sido antes manuseadas pela igreja, numa
teocracia.
O estado teocrático, sob a lei
agrária de dizimar, tinha responsabilidades específicas sociais
e comunitárias por causa da lei, tais como: usar uma
porcentagem para ajudar os pobres (Deuteronômio 14:28-29; 2
Crônicas 31:14-15; Neemias 13:12-13). Em alguns casos, o estado
teocrático
dava também pensões a certos membros (2 Crônicas 31:16-18). O
uso comunitário e a distribuição era para os levitas,
sacerdotes, estrangeiros, peregrinos, órfãos e viúvas
(Deuteronômio 26:12 e 14:29). Não existem mais esses encargos
para a distribuição comunitária do dízimo, na igreja de hoje.
Cada igreja cristã que tenho visto ensinando o que é
incorretamente chamado “dízimo bíblico”como lei, não está
praticando realmente o dízimo, conforme os pactos exigidos
(Deuteronômio 26:12-15), responsabilidades comunitárias e
distribuição de recursos pela igreja, conforme evidenciado no
Livro de Atos. Na igreja do Novo testamento, as pessoas vendiam
o que possuíam e entregavam o resultado à igreja, para que
ninguém ficasse em falta (Atos 4:34-35). Convém notar que, sob a
lei, as responsabilidades comunitárias eram encargos
obrigatórios, enquanto as doações do Novo Testamento eram
VOLUNTÁRIAS e o dízimo jamais foi mencionado (Atos 4:34-35 e
5:4). Pedro falou para Ananias:
“Guardando-a
não ficava para TI? E, vendida, não estava em teu poder?”
Ele jamais falou:
“Você era obrigado
a trazer o dízimo dessa venda”. Paulo também encorajou o
sistema de distribuição de recursos, na 2 Coríntios 8:13-15 e em
Romanos 12:13. O propósito do Velho e do Novo Testamentos em
relação à riqueza não era ficar rico ou impressionar as pessoas,
mas realizar a obra de Deus e compartilhar as necessidades
(Deuteronômio 15, Levítico 25, Mateus 19:21 e Efésios 4:28).
Hoje em dia, um
sistema de distribuição de recursos, conforme a igreja primitiva
do Novo Testamento, seria impossível e teria uma aparência de
seita. Contudo, o princípio de usar o supérfluo de alguém para
suprir as necessidades de outrem permanece claro através do Novo
Testamento. Hoje em dia, muitas pessoas dão o “dízimo” a um povo
rico e bem sucedido, com pouca ou nenhuma consideração pelos
realmente necessitados. O objetivo de dar tem se tornado
o de receber, em vez de distribuir os recursos aos
carentes e a outros. Cristo ensinou ao jovem rico que vendesse
suas possessões e desse esmolas aos pobres (Lucas 12:33). Deus
ficou impressionado porque Salomão não Lhe pediu riqueza como
prioridade de sua vida (2 Crônicas 1:7-12).
Deus destinou os dízimos aos
levitas em recompensa pelos seus serviços e por não terem
recebido a herança pessoal da terra. Os levitas davam aos
sacerdotes o
dízimo dos dízimos que recebiam. O
Cristianismo não tem um sistema agrícola nem levitas, e cada
cristão agora é um sacerdote, é o templo e um co-trabalhador com
Cristo (2 Pedro 2:5-9; Apocalipse 1:6; 5:10. 20:6).
De cada
judeu era exigido, pela Lei Levítica, que fossem pagos três
dízimos [dos lucros] de sua propriedade:
1. - Um dízimo para os levitas;
2. - Um dízimo para uso do
Templo e para as grandes festas; e
3. - Um dízimo para os pobres
da terra. [Números 18, Deuteronômio 14]
Em vista do acima
exposto, é claro que qualquer igreja que exigisse o dízimo
deveria estar gastando PELO MENOS UM TERÇO de sua entrada com os
pobres, visto como essa era a exigência sob a lei do dízimo
obrigatório. Será que existe alguma igreja que se aproxime
disso? Não conheço uma sequer! Contudo, não é
incomum o fato de alguns ministros [eu diria muitos] chamarem
seus paroquianos de ladrões, quando estes não entregam o dízimo.
Toda a Lei ou nada dela! [o autor deve estar querendo dizer que
ou toda a lei sobre propriedade e dívidas e dízimos deve ser
tomada, ou nada dela deve ser tomada.]
Os dois únicos exemplo de dízimos
antes da lei, em Gênesis, foram voluntários, não rotineiros e
baseados no lucro. A lei bíblica de dizimar era na base
agrária
(da terra). Nenhum desses dízimos era dado em dinheiro, conforme
geralmente se ensina hoje. As pessoas não deveriam estar
“criativamente inventando” uma doutrina ensinando que o dízimo
bíblico é dar 10% da renda bruta ou líquida, apanhando e
escolhendo qual a parte da lei que elas devem seguir,
determinando quantias ou misturando a lei com a graça. A Bíblia é clara
sobre o que era o dízimo, antes e durante a vigência da Lei e
como deve ser manipulado. Um dízimo corresponde a 1/10... Mas
1/10 sobre o que e... como? Se alguém quer ensinar que o dízimo
é 1/10 da renda bruta ou líquida, que NÃO chame isso de
dízimo bíblico. E caso seja esse o SEU plano, tenha muito
cuidado para NÃO colocar pedras de tropeço no caminho das
pessoas, pressupondo que o seu plano é a Lei de Deus,
resultando em castigo, caso não seja obedecido.
O dízimo NÃO
PODE ser
praticado conforme o foi nos tempos bíblicos, porque a lei do
sistema agrário, dos sacrifícios, do cancelamento de dívidas, do
Ano do Jubileu e outros fatos inter-relacionados foram todos
abolidos. Além disso, as igrejas não têm lei alguma
substituindo-os, para exigir as responsabilidades comunitárias
da distribuição de recursos, conforme o dizimar na lei agrária.
Nesse caso, seria melhor deixar inteiramente de lado a palavra
“dizimar”, nesta Era da Graça, a fim de evitar a mistura da Lei
com a Graça, como tem sido tão comum hoje em dia.
Contudo, isso deve
ser difícil em razão da “dizimomania” que tem varrido a terra.
Muitos vão acreditar que um “plano de dar” vai assistir,
contribuir e ajudar as pessoas a decidir o que é apropriado a
dar, o que será brevemente discutido.
O Novo testamento é claro
neste ponto; somos comandados a dar. Para sermos
abençoados devemos dar generosa, alegre e voluntariamente,
não por necessidade, mas conforme nossas posses, em espírito de
fé, amor e retidão. O Novo Testamento NÃO estabelece claramente,
de modo algum, quantia ou porcentagem. Paulo NÃO diz para
darmos conforme uma porcentagem, mesmo estando a par do ato de
dizimar (1 Coríntios 16:2) [Paulo ordenava que se fizessem as
coletas antes dele chegar, o que demonstra a sua preocupação de
jamais induzir - com a sua presença - os crentes a darem essas
ofertas]. Várias vezes Paulo
compara o dar voluntariamente com dar fruto e com ofertas
queimadas (o seu uso da terminologia do VT (fruto e ofertas
queimadas), sem mencionar o dízimo, NÃO poderia ter sido um
lapso, em razão de sua ascendência judaica (Filipenses 4:17-18;
Romanos 15:26-28). A Bíblia ensina a dar, conforme o Senhor nos
tem feito prosperar e conforme nossa capacidade e posses (2
Coríntios 8:11; 9:5-13 e Atos 11:29). A palavra “meios” tem o
significado grego de possessão e propriedade. Isso quer
dizer que você está dando o que é totalmente seu e não o que se
baseia de crediários ou juros.
O Dadivar embasado na Fé da Aliança Abraâmica
[em inglês: F.A.C.T. - Faith-based Abrahamic
Covenant Tithing] - já
resumidamente discutido, pode ser ensinado como uma prática
voluntária embasada na
fé e na graça, evitando, contudo, toda controvérsia sobre a
mutilada doutrina do dizimar hoje ensinada. Por que não se ensina o
dizimar dessa maneira? É por causa do controle
[desejo de controlar as pessoas], da ambição e, algumas
vezes, da ignorância. A ignorância corre livre, e
é mais fácil e rendoso controlar as pessoas
através do sentimento de culpa e obrigação. Chamar os não dizimistas de ladrões, ou pregar o dízimo junto com a
condenação, com a obrigação e com o medo, com relação a específicas
quantias dadas, sem o conhecimento do sacrifício, da fé e dos
compromissos (que serão discutidos mais tarde), e a intenção que
moveu o doador, é o mesmo que pregar a lei. É também uma
pedra de tropeço, não é escriturístico, sendo, portanto, um
pecado. [Pagar] uma CONTA obrigatória [e sendo cobrada com
pressão] não pode ser “dar” e “Tudo
que não é de fé é PECADO”,
portanto, vamos acabar com a
F.I.C.T.I.O.N. (Fear Induced
Condemnation That Is
Oppressive & Negative, traduzido
como Condenação Induzida pelo Medo, o Que É Opressivo e
Negativo). Cristo ensinou que um homem deveria vender tudo que
tinha e dar aos pobres (Marcos 10:21), contudo ficou satisfeito
quando o outro [Zaqueu] prometeu que daria a metade dos seus
bens aos pobres (Lucas 19:1-10), o que mostra claramente que
quantias específicas não são importantes para a Deus.
A história das duas
pequenas moedas da viúva torna meridianamente claro que a
relação com o dinheiro, a atitude do doador e o sacrifício é
que são importantes. Cristo disse que a viúva havia ofertado
MAIS do que os ricos, apesar dos ricos terem ofertado mais
(Marcos 12:41-44). Cristo focalizou claramente o sacrifício
feito e NÃO as quantias ofertadas. Os mestres do dízimo
obrigatório apelam estupidamente para o fato de que uma pessoa
rica poderia dizimar sem fazer sacrifício algum, em razão de sua
renda. Para um rico fazer o mesmo sacrifício de uma pessoa
pobre, quando esta dá 10%, ele teria de dar 90% ou mais de sua
renda. A Bíblia está cheia de admoestações contra a opressão aos
pobres. A intricada doutrina do dízimo obrigatório, baseada
na entrada da renda, nos dias de hoje, é uma coisa que Deus
NÃO iria autorizar, visto como oprime os pobres.
Lembrem-se que a lei do dízimo obrigatório não era baseada na
entrada da renda, conforme ficou claro na seção 2. Cristo
ficou impressionado com o sacrifício feito na oferta e NÃO
com as quantias ofertadas. Se uma pessoa rica dá 10% sem
sentir sacrifício, o mesmo Cristo, que não se impressionou com
as grandes ofertas em Marcos 12:41-44, também não se
impressionará com as mesmas ofertas, hoje.
Alguns ensinam,
ofensiva e desavergonhadamente, o "dizimar" como lei. Muitos usam
sutis distorções mentais que chegam a esse ponto: “Não, o dízimo
não é obrigatório, mas se você é um filho de Deus, vai querer
dar 10% de sua renda” ou então usam uma técnica semelhante de
obrigação e culpa. A outros dizem que não entreguem o seu
dinheiro a alguém em necessidade, mas a “um ministério, onde
a unção financeira está fluindo”. É então “sugerido” que sem
isso não haverá bênção. Outros ainda têm a desfaçatez de dizer:
“Não fui eu quem disse isso, foi Deus”. Um boato aplicado a
uma Escritura mal aplicada ou ainda a mal aplicada “maldição de
Malaquias”, serão discutidos na seção 10. Outros dizem: “Todo
o seu dinheiro pertence a Deus.” Conquanto todas as coisas
pertençam a Deus, convém lembrar que Ele também disse:
“O
trabalhador é digno do seu salário”.
E que a Escritura é
válida para todos, não somente para os que fazem a obra de Deus.
Cristo ensinou que vendêssemos o que temos para dar aos pobres,
mostrando a respeito do dinheiro um foco consideravelmente
diferente do que demonstram os modernos líderes da prosperidade:
“Vendei
o que tendes, e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não se
envelheçam; tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega
ladrão e a traça não rói.
(Lucas 12:33). Enquanto
isso, muitos líderes de igreja, hoje em dia, contentam-se em
pregar uma mensagem mista, quanto a se o dízimo é ou não é
obrigatório [deixando os membros de suas igrejas cada vez mais
confusos quanto ao assunto]. Essa F.I.C.T.I.O.N. precisa acabar!
Alguns chegam ao
extremo de ensinar que o dízimo obrigatório é simplesmente uma
“janela aberta às bênçãos” e que “dizimar além do dízimo é que
produz uma tempestade de bênçãos” [Quem tem medo de tempestades,
como eu, continue sendo um crente não dizimista, como
eu!]. Com uma média de 30 a
35% de sua renda entregue ao governo, para que este exerça as
funções que a igreja não mais exerce, dando mais 10% de dízimos
MAIS ofertas, presume-se que os americanos doem no mínimo
50% de sua renda bruta, conforme a pregação dos mestres do
dízimo obrigatório. [No Brasil os impostos do governo já atingem
uma faixa de quase 50%. Nesse caso, o brasileiro que entrega o
dízimo retém apenas 40% do que ele recebe de renda bruta...
Então é o caso de indagar: Deus deseja ver os Seus filhos
passando necessidade, enquanto os líderes malaquianos se
locupletam de bens?]
O antigo ditado: “Deus
não se deixa vencer em generosidade”! é realmente
correto. JAMAIS poderíamos dar mais do que Deus nos dá. Contudo,
levar as pessoas a crer que elas podem dar indiscriminadamente o
seu dinheiro para terem suas necessidades miraculosamente
supridas, é infantil e, de modo algum, tem respaldo nas
Escrituras. Deus deixa bem claro que devemos ser responsáveis e
auto-sustentáveis, sem dependermos dos outros. Isso não quer
dizer que Ele não abençoe o ato de dar com sacrifício. ELE O FAZ. Refiro-me ao dar sem responsabilidade, ao dar
indiscriminado, manipulado ou impropriamente motivado e coagido.
Certo ministro
declarou: “Não vamos permitir que façam trabalho na igreja
pessoas que não sejam dizimistas fiéis!” Este é um édito
FEITO PELO HOMEM e DE MODO ALGUM é espiritual. Será que Paulo
alguma vez exigiu dinheiro para alguém servir às igrejas? Será
que o Novo Testamento tornou o dízimo obrigatório para o
exercício de QUALQUER cargo nas igrejas? [Imaginem Paulo
recomendando: Timóteo, antes do Apolo servir à igreja tal, veja
se ele é um dizimista fiel!]. Primeiro, esses
ministros parecem ignorar que para os crentes que escolhem
o modo bíblico de dizimar, conforme este documento, TUDO deveria
ser dizimado ao Senhor: os dons, os talentos, as posses, o
tempo, etc. Contudo, duvido que esses ministros tenham se
preocupado em indagar a qualquer uma dessas pessoas do corpo de
Cristo, sobre as suas carências. Parece que a sua única
preocupação é com o que estas estariam dando em dinheiro ao
templo... Os hebreus sob a lei agrária eram obrigados a
declarar, honestamente, que haviam dado o dízimo “aos levitas,
aos estrangeiros, aos peregrinos, aos órfãos e às viúvas”
(Deuteronômio 26:134-15). [No contexto atual, o crente que
reside num prédio de classe média baixa (ou pobre), em vez de
dar o dízimo, deveria ajudar os vizinhos mais pobres, uma vez
que Paulo diz em Gálatas 5:14:
“toda a lei
se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a
ti mesmo”. ]
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Será que os defensores do
dízimo obrigatório, levam em conta o dinheiro de origem
duvidosa, da negligência nos pagamentos, dos compromissos de
dizimar, com o crente contraindo dívidas para isso? Todas essas
considerações são bíblicas e poderão acarretar a REJEIÇÃO divina
ao dízimo. Não consigo me lembrar de ter uma única vez
escutado qualquer mensagem sobre essas considerações bíblicas.
A verdade é que muitos ministros do dízimo obrigatório não se
importariam com a origem “corrupta” do mesmo, contanto que o
recebam... Contudo, Deus fica muito mais satisfeito com uma vida
HONESTA E RESPONSÁVEL do que com aquele crente que dá, movido
pelo temor e deslumbrado com as grandes igrejas!
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A lei de dar por obrigação era
em geral flexível. Existem muitos exemplos bíblicos com relação
ao dar obrigatório, dizendo por exemplo: “Quem não tiver um
touro, pode dar uma pomba; se não tiver uma pomba, que dê uma
taça de farinha, etc.” Pelo visto, a lei tinha muito maior
consideração às realidades da vida do que muitos pregadores
atuais da prosperidade (Ver Levítico 12:6).
Imaginem a situação
de duas pessoas vivendo separadamente, cada uma ganhando 400 dólares
por semana. Uma delas não tem despesa alguma para viver,
enquanto a outra tem dois paralíticos em casa para serem
cuidados. Imaginem outra situação em que duas pessoas ganham 500
dólares por semana. Uma delas mora com os pais, sem pagar
aluguel, enquanto a outra mora num apartamento alugado, com três
filhos para criar, com um dos filhos deficiente, sem plano de
saúde... Pois o dízimo obrigatório ordena que TODAS essas pessoas
dêem exatamente o mesmo, a fim de não serem amaldiçoadas! [Será
que Deus aprovaria isso?] Isso é um absurdo! As despesas de
nossa vida devem ser responsavelmente manuseadas, segundo a
Escritura, e o dinheiro que é gasto com enfermidade ou
necessidade certamente faz parte da “obra de Cristo”. Quem diz o
contrário é um legalista, sem consideração com o próximo, um
imaturo e ambicioso.
Quando satisfazemos
as necessidades do outro estamos realizando a obra de Cristo
(Mateus 25:31-46). As cegas REGRAS DA LEI com relação às
quantias, NÃO são o DAR que o Novo Testamento ensina realmente.
Quando Paulo fala em dar, ele sempre deixa claro que não era um
mandamento ou lei [2Coríntios 8:8). Cristo e Paulo fazem claro
que o sacrifício é mais importante do que as quantias
(Marcos 12:42-44; 2 Coríntios 8:1-5,12). Cristo nos ensinou a
nos libertarmos do dar por obrigação (Mateus 17:24-27).
A história de Jó pode ser
resumida em duas declarações:
Primeira, não
questione Deus por causa das coisas ruins que possam acontecer
com as pessoas boas.
Segunda, não julgue as pessoas em
tempos difíceis, porque os caminhos de Deus estão acima de nossa
capacidade de compreensão.
Jó deixa claro que
muitas vezes as circunstâncias da vida podem não estar
completamente relacionadas com ações da pessoa. A vida pode ser
cíclica e, algumas vezes, parecer completamente má e injusta.
Ensinar que dar é de certa maneira garantir uma situação
particular da vida é imaturo e não escriturístico.
O Soberano Senhor pode dar e
tomar, independente da pessoa dar ou de sua espiritualidade. A
história de Lázaro mostra um homem que viveu e morreu na pobreza
e, contudo, foi levado por anjos ao seio de Abraão, enquanto o
rico foi para o inferno (Lucas 16:19-22). Circunstâncias
financeiras da vida não refletem necessariamente a condição
espiritual. A Bíblia está repleta de admoestações sobre as
armadilhas do dinheiro.
Muitos ensinam que
dizimar é uma forma de “proteção ao dinheiro”, que garantirá o
dizimista contra prejuízos, acidentes e outras calamidades da
vida. Certo pregador disse: “Se eu não dizimasse teria medo
de atravessar a rua”. Outro disse: “Sei que posso evitar
as calamidades, pois dou o dízimo”. Estes pregadores
precisam aprender duas lições. Uma delas é lidar com as
realidades, conforme é ensinado na história de Jó. A outra é
aprender sobre a vida dos apóstolos e incontáveis outros
cristãos, que sofreram através dos tempos, por amor a Deus, à
verdade e à causa de Cristo. Todos os apóstolos, exceto um deles, foram
martirizados. Muitos experimentaram bofetadas, apedrejamentos,
naufrágios e outras calamidades e problemas, pois
“Muitas são
as aflições do justo, mas o SENHOR O LIVRA de todas”
(Salmos 34:19). (Ler também
Atos 14:22). Muitos dos pregadores “bem vestidos” de hoje são
ignorantes. Eles vão aonde são bem recebidos, bem pagos e aplaudidos,
e consideram qualquer crítica - válida ou inválida - como
“perseguição pela causa de Cristo” como se o criticismo os
igualasse àqueles que têm REALMENTE sofrido ou estão realmente
sofrendo por causa de Cristo. O Cristianismo ao estilo Poliana
[heroína de livros infantis que sempre estava feliz e alegre] é imaturo e sempre conduz a problemas. A realidade é que
a maioria de todos nós cresce mais com a dor, com as acusações e
tribulações do que com a facilidade, o conforto e as águas
plácidas.
Devemos examinar
TODA a Escritura e não apenas as promessas de prosperidade
que [homens] gotejam em nossos ouvidos. Paulo diz que Deus nos abençoa
com abundância em todas as coisas (Filipenses 4:19), CONQUANTO
falando também de receber uma oferta para os cristãos
necessitados. Ele jamais sugeriu que esses cristãos tivessem
ficado pobres por causa da falta de fé ou da má conduta. De
fato, ele até ensina que em outro tempo poderia até ser que
esses cristãos doadores pudessem vir a ter necessidade, como os
atuais necessitados, mesmo tendo sido abençoados e capazes de
levantar oferta, nessa ocasião, e abençoá-los.
Paulo disse
claramente que a vida não significa uma bênção financeira atrás
da outra, sem jamais acontecer uma carência (2 Coríntios 9:5-13
e 8:13-15). Será que é possível admitir que Pedro não tivesse fé,
nem levava uma vida correta e bem sucedida, quando disse àquele
mendigo:
“Não tenho
prata nem ouro...”
(Atos 3:6)? Será que Maria não tinha uma vida correta? Pois ela
teve de levar uma oferta de pobre para ser purificada (Lucas
2:22-24; Levítico 12:6-8). Francamente, acho que se a maioria
dos cristãos atuais tivesse de viver, durante um ano, conforme
a igreja primitiva viveu ou como viveram os apóstolos, iria se
afastar das coisas supérfluas. O mesmo Cristo que disse: “Dai e
vos será dado”, também ensinou a dar a quem não podia retribuir,
com uma bênção, na ressurreição, à pessoa que deu (Lucas
14:12-14).
Havia um bem
estabelecido sistema em vigor, no tempo de
Cristo. Contudo, a ÚNICA menção direta sobre o dízimo foi
feita a um JUDEU, ainda sob a lei e o dízimo era em HORTALIÇAS
(agrário). NÃO em dinheiro ou lucro pela venda das hortaliças (Mateus
23:23; Lucas 11:42). Certamente havia um comércio de ervas e
condimentos (João 12:5 e Marcos 14:3-5), contudo os dízimos
mencionados por Jesus eram claramente dados em hortaliças e não
em dinheiro destas procedentes.
Nesse caso, devemos
dizer aos cristãos de hoje que eles devem dizimar com hortaliças? Ou
será que devemos dar um pulo totalmente antibíblico das
hortaliças
para os 10% da renda em dinheiro? Cristo também ordenou que
alguns realizassem a purificação cerimonial, lavagem dos pés e
celebração dos dias santos e das festas judaicas. Então, porque
não se exigem mais essas coisas dos cristãos, hoje em dia? [Será
porque não dão o mesmo lucro?]. TODA a Lei ou nada dela! [o
autor deve estar querendo dizer que ou toda a lei sobre
propriedade e dívidas e dízimos deve ser tomada, ou nada dela
deve ser tomada.] NEM MESMO nos ensinos aos judeus Cristo ensinou a dar o dízimo
como prioridade para Deus (Lucas 18:9-14), dizendo que havia
coisas mais importantes com que se preocuparem (Mateus 23:23).
Além disso, considerem-se as várias traduções com referência à
menção de Jesus do
dízimo e observem as significativas mudanças...
[Nota da tradutora: Aqui
deixo de traduzir as comparações nas várias traduções da
Bíblia].
Conquanto os mandamentos para dizimar não
existam no Novo Testamento, o princípio de que a igreja e os
ministros podem ser sustentados é uma indisputável doutrina do
Novo Testamento (1 Coríntios 9:6-9, 13,14 e Lucas 10:7). Convém
notar que, às vezes, Paulo não se recusou a receber doações,
quando achou que o Senhor seria assim mais bem servido. (1
Coríntios 9:13-19).
Malaquias 3:8-12 tem
sido rotineiramente retirado do contexto e usado como maldição,
uma espécie de ”bruxaria cristã” pelos pastores ambiciosos e
manipuladores, alguns deles cegos pela ignorância bíblica.
Malaquias foi escrito para um Israel que existia sob a lei. O
dízimo era agrário e NÃO baseado na renda. Israel havia
se tornado relapso, os sacerdotes NÃO faziam o seu trabalho, os
sacrifícios eram corrompidos e rejeitados por Deus, com o povo
negligenciando totalmente as leis matrimoniais e a manutenção e
restauração da Casa de Deus. Já não se faziam sacrifícios
aceitáveis.
Usar Malaquias como
“maldição” contra pessoas salvas, que confiam no perfeito
sacrifício de Cristo, pessoas que respeitam o matrimônio e não
estão negligenciando o templo do Novo Testamento (ou seja, o seu
corpo e condição espiritual), nem faltam às reuniões do “Corpo
de Cristo”, é aplicar erroneamente a Palavra d Deus, visando
lucro financeiro. Vejam o que declara o autor de um
bestseller sobre o dízimo obrigatório:
”Todo cristão que não está
honrando Deus com o dízimo é culpado de estar roubando-O; está
vivendo sob uma maldição e ficará na escravidão financeira, até
que obedeça a Palavra de Deus e comece a dizimar. O dízimo
quebra a maldição.” (“God’s Financial Plan”, por Norman
Robertson, p. 61, #12). [Este malaquiano é quem deveria ser
amaldiçoado por torcer de tal maneira a Palavra Santa].
Isso é
o que deve ser dito a uma pessoa salva? O sacrifício de
Cristo não é suficiente? Será que Cristo removeu todas as
maldições, menos a maldição financeira? Isso é plano F.I.C.T.I.O.N.
(Fear Induced Condemnation That Is Opressive &
Negative, traduzido como Condenação Induzida pelo Medo
Que É Opressivo e Negativo).
Esta declaração mistura a lei com a graça, deixando de manejar
corretamente a Palavra da Verdade, constituindo-se em pedra de
tropeço, não sendo um artigo de fé e, portanto, sendo pecado.
Recentemente escutei
um ministro lançar a despropositada maldição de Malaquias à
igreja, declarando que estava cansado de ver a sua igreja sem
receber as bênçãos totais de Deus, por causa dos ladrões
que entraram na igreja e não dizimavam, dando somente uma renda
de fonte corrupta. Será que esse ministro iria recusar todo o
dinheiro desses “ladrões não dizimistas”? Por que iria ele
participar de sua “ladroagem e pecado”, aceitando o dinheiro de
uma “fonte corrupta?” (Malaquias 1:10; Amós 5:22) ...
Para estar certo de que não
haveria engano na lei do dízimo agrário sob a lei, cada hebreu
tinha de fazer uma declaração de honestidade perante o
Senhor (Deuteronômio 26:13-15). Essa declaração obrigatória
também especificava que o dízimo tinha sido dado honestamente
“... ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à
viúva”.
Devemos manejar corretamente a
Palavra da Verdade. A 1 Coríntios 13 esclarece:
“E ainda que
distribuísse TODA a minha fortuna para sustento dos pobres e
ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não
tivesse amor, NADA disso me aproveitaria”.
Esse é o amor ÁGAPE. Sugiro
que quem dá com o propósito de receber está
impropriamente motivado, pois NÃO é dado com amor ÁGAPE. Devemos
dar por amor, porque isso é correto. Tudo que recebemos de Deus
é pela GRAÇA através da fé em Jesus Cristo e Ele jamais nos
ensinou a nos basearmos em obras (Lucas 18:9-14). A Escritura
ensina que Deus não aceita ofertas de pessoas que vivem
desonestamente e que não dêem com espírito reto. (Malaquias
1:10; Amós 5:22, 1 Coríntios 13:3).
O Novo Testamento sempre
APERFEIÇOA a lei. No Novo Testamento a INTENÇÃO é mais
importante do que a REGRA. Segundo nos esclarece a 1
Coríntios 13, TUDO que é dado com falsas intenções de lucro
resulta em NENHUM lucro individual. As promessas de Deus são de
fé e esperança, mas dar sem amor ÁGAPE não dá resultado algum.
Alguém pode crer e esperar por boas coisas do Pai, sem dar com o
objetivo principal de receber. De outro modo, esse ato se torna
centrado em obras. E tudo que afeta e perfeita obra de
Cristo não provém de Deus. (ver Lucas 18:9-14).
Muitos mestres do dízimo obrigatório confundem o dízimo com a oferta das primícias. Por não saberem manejar corretamente a Palavra da Verdade, muitas escrituras com relação a dar as primícias são mal aplicadas, a fim de darem suporte à doutrina do dízimo obrigatório. A oferta das primícias acontecia quando os israelitas traziam como oferta a primeira porção dos frutos colhidos. Isto era visto como um penhor-promessa referente às colheitas futuras, as quais, então, seriam dizimadas. [Era uma forma de promessa de que os dízimos das colheitas seriam entregues]. A oferta das primícias NUNCA foi dizimo, antes nem durante a vigência da Lei Mosaica.
|
Agora vou inserir alguns
comentários de uma entrevista feita com o ex-pregador
pentecostal, Jim Baker, depois que ele se arrependeu e Deus
ressuscitou o seu ministério [a tradutora e o site
solascriptura-tt repudiam as doutrinas e obras de Baker, seu
ministério era mau antes da sua queda em pecado e seu
afastamento do ministério, e continua mal depois que voltou a
ele]: |
Para
alguns pregadores o Cristianismo dos tempos atuais parece nada
mais do que um bolo de sucesso com uma camada de cobertura
cristã. Para eles “a riqueza é igual à piedade’. E ‘a falta de
riqueza é igual à 'maldição' ”. Mas vamos ler Tiago 1:9-11:
“Mas
glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, e o rico em seu
abatimento; porque ele passará como a flor da erva. porque sai o
sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa
aparência do seu aspecto perece; assim se murchará também o rico
em seus caminhos”. Muitos
arrogantes mestres da prosperidade olham com desdém para os pobres,
esquecendo que uma boa fatia do seu dinheiro provém dos baixos
salários do trabalhador. Tal arrogância leva muitos deles a
acreditarem que “Deus sempre se encontra onde o dinheiro está
fluindo”. Muitos dos que são escravos da doutrina da
prosperidade pensam assim: “Ora, se eu estou faturando tanto
dinheiro, isso só pode ser de Deus!”
Deus já não habita em
templos. As PESSOAS é que são a Casa de Tesouro de Deus e o Corpo de
Cristo. Mesmo com tanta “revelação” grassando, hoje em dia,
na igreja, elas não conseguem entender isso e
muitos continuam a buscar
no Velho Testamento a [extinta] glória do Templo. A Casa do
Tesouro de Deus agora é agora constituída pelo SEU POVO.
Certa igreja gastou
milhares de dólares na aquisição de aparelhos eletrônicos de som
e em computadores. Mas não pôde ajudar um cristão carente, o
qual , por motivo de doença, não dispunha de uma pequena quantia
para não perder o seu veículo utilitário [utilizado e vital para
seu trabalho]. A obra de Cristo e do
Corpo de Cristo é mais do que os cofres da igreja e seus
edifícios. Ela deve ser compartilhada com as necessidades das
PESSOAS, em muitos níveis diferentes, ONDE QUER que estas se
encontrem.
Quem gasta dinheiro
num ministério de presos, está gastando-o para Cristo. Quem
alimenta o próximo faminto, está alimentando a obra de Cristo.
Conquanto a igreja local não deva ser negligenciada, não
existe qualquer Escritura dizendo que todo o dinheiro destinado
a Deus tenha de entrar na igreja, para os cofres dos ministros.
Muitos pregadores e igrejas até fazem parecer que o único doar
que é "para o Senhor" é o doar para eles. Certa vez escutei
um deles dizer: “Se alguém à sua esquerda ou à sua direita
precisar de pneus ou se você precisa de muletas para o seu filho, você precisa
dar o dízimo [para o pastor de sua igreja], antes de pensar nessas coisas”. [Esse pastor
nunca leu a 1 Timóteo 5:8, que diz:
“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos
da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel”.
... Como se ajudar o irmão ou
satisfazer as necessidades da família não fosse a verdadeira
obra de Deus!] Leiamos a história do Bom Samaritano.
Quantos estão pagando aos outros para fazerem a SUA obra. Estão
pagando aos outros para que esses ministrem em SEU LUGAR. Muitos
estão dizimando por medo da ridícula “Maldição de Malaquias”’,
deixando o seu vizinho passar necessidade. Eles acham que
somente após terem conseguido a sua “chuva de bênçãos
financeiras” poderão ajudar os carentes. Essas igrejas procuram
ainda a glória do Templo judaico, esquecendo a glória do templo
do Novo Testamento... o Corpo de Cristo, que [é gente que] vive e respira.
Muitas
igrejas de hoje ainda buscam a "glória do templo" e dão
pouca ou nenhuma atenção à glória do Templo que encontramos no
Novo Testamento ... que é o corpo (aquele que está vivendo e
respirando) de Cristo. Muitos “dizimistas
fiéis” têm deixado de ajudar um casal de idosos carentes, a fim
de darem o dízimo na igreja, porque ali sua ação será
registrada, enquanto o ato de dar ao próximo ficará em segredo.
Contudo Cristo nos mandou dar em secreto. Hoje existem
incontáveis gigantescos edifícios eclesiásticos e todo tipo de
ministério cristão na Mídia e na Internet, etc. Com toda essa
construção de coisas será que o Cristianismo melhorou?
Recentemente, quando via um certo programa “cristão” na TV, em
casa, precisei desligar o aparelho quando entrou um descrente em
minha casa,
[desliguei-a] com vergonha da escandalosa petição mercenária de dinheiro.
Muitas (mesmo que não todas) vezes essas coisas são feitas para
a "glória do templo" às custas do real templo, o corpo
(aquele que está vivendo e respirando) de Cristo [Nota da
tradutora: Por
essas e outras é que só ligo a TV para ver o Jornal Noticioso ou
então novelas, para não precisar “me envergonhar do Evangelho,
que antes era o poder de Deus e agora é dos pastores malaquianos]...
A desculpa é que o
mundo não vai escutar a mensagem do evangelho, a não ser que
você seja rico e bem sucedido, o que é uma tolice. Cristo não
tinha onde reclinar a cabeça e mesmo assim as multidões afluíam
para Ele. João Batista vivia como um eremita e mesmo assim as
multidões corriam para ele. Muitos cristãos, no Livro de Atos,
vendiam o que possuíam, para que as pessoas carentes tivessem o
necessário. Mesmo assim, a mensagem deles foi tremendamente bem
sucedida. Pelo que sei, nenhum dos apóstolos ficou conhecido
como um bem sucedido homem de negócios, mas, mesmo assim, eles
entregaram muito bem a sua mensagem.
************************************************
A Bíblia ensina que
nada há de errado com a prosperidade ou o sucesso obtidos,
desde que saibamos lidar apropriadamente [biblicamente] com eles. Oro para que os
alcancemos através de uma vida limpa, de fé, graça e amor, não
pelo temor da lei, da condenação ou da F.I.C.T.I.O.N.
Os dois exemplos de dizimar em
Gênesis foram voluntários, baseados no lucro e na fé. Estudem
Gálatas 3, Efésios 2:12 e Romanos, particularmente Romanos 4, e verão como Paulo relata a
fé, a justiça e o que é ser um “verdadeiro israelita”, voltando
à fé de antes da lei e à promessa feita a Abraão. O F.A.C.T.
[Dadivar embasado na Fé da Aliança Abraâmica]
está baseado nesse princípio abraâmico, e no princípio bíblico de que
a dádiva deve ser oferecida a Deus do que é totalmente posse do dizimista, jamais baseado
em nada que foi tomado emprestado ou falta pagarmos uma parte
dele, nem que serve de penhor, nem que está hipotecado ou sob
qualquer tipo de reserva de domínio. Melquisedeque, Rei de
Jerusalém, foi um tipo PRÉ-LEI de Cristo e recebeu dízimos
voluntários de lucros. [Aquilo que é plenamente
possuído, não aquilo que foi tomado emprestado ou falta pagar
uma parte dele, nem que serve de penhor, nem que está hipotecado
ou sob qualquer tipo de reserva de domínio Hebreus 7: 2-6,
Gênesis 14: 17-20]. Ver também seção 16 (Alguns pensamentos
sobre Melquisedeque) para maior discussão do dizimar pré-lei.
F.A.C.T. [Dadivar embasado na Fé da Aliança Abraâmica] NÃO muda
a lei do dízimo em um mandado para se dar 10% de toda a renda
[bruta] e ignorar as outras exigências da lei com respeito ao
dízimo, como é rotineiramente feito hoje. Não há NENHUMA
alteração, nenhum torcer de escrituras ou mistura da lei e da
Graça, dentro do sistema de dadivar de F.A.C.T.
O que é "lucro" e por que é F.A.C.T. (Faith-based Abrahamic
Covenant Tithing, ou "Dadivar embasado na Fé da Aliança
Abraâmica") baseado no lucro?
LUCRO é aquilo que sobra depois de se pagar as despesas
necessárias e obrigatórias, as quais são PROMESSAS [inquebráveis]
de uma forma ou de outra. Deus não deseja aquilo que foi
solenemente prometido a outras pessoas, portanto ninguém pode
prometer a Deus aquilo que já solenemente prometido a outras
pessoas.
*********************************************
Não se pode
“colocar Deus em primeiro lugar”, negligenciando o pobre e
necessitado, as obrigações financeiras, as necessidades
familiares e os compromissos assumidos. Quem faz isso não está
colocando Deus em primeiro lugar, mas querendo impressioná-Lo,
esperando que Ele lhe mande uma “chuva de bênçãos”. Em outras
palavras, você está dando para receber... Você está
pensando que ENTÃO, depois das chuvas de bênçãos caírem,
você terá a responsabilidade [de dar uma parte do lucro
advindo]. Esse tipo de
pensamento impingido pela teologia da prosperidade é imaturo,
não escriturístico e antiético. Ele não passa de um “jogo
cristão”, um câncer que se alastra no Corpo de Cristo...
Nos tempos em que a
Bíblia foi escrita, os
salários dos trabalhadores eram pagos diariamente, portanto
todas as despesas necessárias [à obtenção da renda] eram pagas
ANTES que o dízimo fosse oferecido [Levítico 19:13, Deuteronômio 24:14-15]. Deus espera que
sejamos financeiramente responsáveis, não estultamente imbuídos
desse completo “espírito de jogatina” ["dar muito a Deus mesmo
sem eu ter nenhum dinheiro (pois o que tenho eu já devo a
outros), na falsa certeza de, por isso, ser premiado por Deus e
receber tanto de volta que seja suficiente para eu pagar a todos
e, mesmo assim, ficar muito rico"]. (Romanos 13:7-8). Não se
pode oferecer a Deus coisa alguma que esteja contaminada por
débitos. As doações a Ele devem ser feitas de coisas que nos
pertençam ou que tenham sido honestamente adquiridas através de
doações (2 Samuel 14:24). Entretanto, raramente se escuta isso
dos pregadores da prosperidade.
Cristo disse “23 Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e
aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24
Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te
PRIMEIRO com teu irmão e, DEPOIS, vem e apresenta a tua oferta.
....” (Mt 5:23-26 ACF). Muitos crentes não pensam que quebras de
contratos orais ou escritos devem ser consideradas antes de
dadivarem e ofertarem. Mas Cristo ensinou responsabilidade
financeira. Cristo NÃO aprova que se dê a Deus às custas de se
ignorar responsabilidades. [Marcos 7:10-13, Mateus
5:23-26]. Nossas ofertas a Deus devem ser puras, dadas a partir
daquilo que
possuímos totalmente e
depois de pagarmos todos os custos e débitos associados à renda,
não devem ser dadas a partir daquilo que foi tomado emprestado
ou falta pagar uma parte dela, nem a partir daquilo que serve de
penhor, nem que está hipotecado ou sob qualquer tipo de reserva
de domínio. Nossas ofertas a Deus devem também não estar
maculadas por impróprias conduta ou motivação. Deus não deseja o
dinheiro que você está retendo [a propriedade e direitos] de
outros irresponsavelmente, nem pecaminosamente, nem ilegalmente,
quebrando contrato oral ou escrito, ou fraudulenta e
enganosamente.
Antes de
você escolher o método F.A.C.T.,
as despesas obrigatórias devem ser deduzidas de sua renda bruta.
Disso resultará um valor menor que servirá de base para calcular
e decidir quanto poderá dar. [Nota da tradutora: Recebo em
média R$2.300 mensais. Quando deduzo as despesas de Plano de
Saúde, energia elétrica, telefone, Ministério, Condomínio,
faxineira, prestações, etc. me sobram apenas R$ 600,00 para
alimentação, por isso entrego R$ 60,00 à igreja, não como dízimo,
mas como ajuda na construção do novo templo. O Governo
brasileiro já nos taxa em mais de 37% do nosso ganho [através de
impostos embutidos nos preços, e através de outros impostos e de
taxas mais visíveis]; portanto,
a igreja não pode receber um dízimo e deixar-me passando
necessidade.]
Se alguém quiser dar
10, 20 ou 30% do que recebe, maravilha! Mas que o dê generosa,
alegre e voluntariamente e não por temor de maldição. [Nota
da tradutora: Contanto
que depois não entre no SPC, como certas amigas, que eram
membros de uma igreja malaquiana (da fé) e se endividaram tanto
que vieram pedir meu nome para fazer o crediário de um aparelho
(R$ 400) na cidade. Dei a uma delas... a qual, depois, não pôde
me pagar. Mas como é honesta, simplesmente me devolveu o que ela
havia comprado em meu nome, mesmo sem eu exigir]. Somente quem
oferta conforme as exigências do Novo Testamento pode
candidatar-se às bênçãos divinas.
No afã de facilitarem
a petição de dinheiro, a maioria das Bíblias modernas troca
palavras como “hortaliças” (Lucas 11:42) por "dinheiro" e coisas desse tipo.
Recomendamos o uso da Bíblia King James - para quem saber ler
Inglês - e da Bíblia Corrigida FIEL em Português. Essas não
fazem sabotagem na Palavra, com o fito de engodar os
cristãos.... [Nota da tradutora: esta parte foi resumidamente interpretada porque
a achei muito complicada].
Muito tem sido criado sobre o
misterioso Rei de Salém (Jerusalém) em Gênesis 14 pelos mestres
do dízimo obrigatório. A realidade [porém] é que, no tempo
dele, dizimar era uma prática predominantemente pagã e um hábito voluntário especial de
reconhecer um superior que é amado. Usar o argumento de que o dízimo é
hoje obrigatório porque Abraão o deu a Melquisedeque é ridículo
pelas seguintes razões:
Primeira,
Abraão dizimou VOLUNTARIAMENTE os seus despojos de guerra, não
sua riqueza pessoal.
Segunda,
NÃO havia qualquer ordem dada por Deus no sentido de
dizimar.
Terceira,
Abraão já havia sido abençoado pela vitória que Deus lhe dera
(Hebreus 7:2; Gênesis 14:20,22,24). NADA existe na
Escritura que diga ter sido a bênção sobre Abraão o resultado do
seu dízimo.
Quarta, o dízimo de
Abraão foi um exemplo único [na vida].
A questão do
sacerdócio de Melquisedeque é puramente judaica. Não é assunto
gentílico, visto como os gentios nada tiveram a ver com o
sacerdócio levítico. Foram os judeus que tiveram problema em
aceitar Cristo como O Sumo Sacerdote, porque Ele era da tribo de
Judá e não da Tribo de Levi, da qual os judeus haviam sido
doutrinados que deveriam sair os sacerdotes. Essa é a razão de
ter Paulo discutido amplamente o assunto na Epístola aos
Hebreus. Os judeus, obviamente, não podiam entender o sacerdócio
de Cristo e Paulo tentou explicá-lo. Hebreus 7 é um capítulo
difícil de entender e eu acho que a Versão Amplificada
[a tradutora e o site solascriptura-tt repudiam esta Bíblia]
fez um bom trabalho nesse ponto. Lembrem-se que os levitas
pagavam o dízimo do dízimo aos sacerdotes. Paulo tentou
explicar aos judeus que a Tribo de Levi ainda não havia nascido
e estava no seio de Abraão e que eles, de fato, pagaram o dízimo
ao sacerdócio eterno de Melquisedeque, ao qual pertencia Cristo,
para assim reconhecer o sacerdócio de Melquisedeque, mesmo
indiretamente. Paulo estava tentando mostrar aos judeus que o
sacerdócio levítico era ineficiente e temporário, enquanto o de
Melquisedeque era eterno e melhor. Os levitas ainda não
nascidos, ao pagar o dízimo via Abraão, não justificam uma
doutrina obrigatória do dízimo pelas quatro razões supra
citadas.
É difícil os gentios
entenderem estes assuntos, por serem eles basicamente
irrelevantes à sua aceitação de Cristo. Os gentios não precisam
tornar-se judeus para se tornarem cristãos e Paulo deixou claro
ser errado colocar sobre eles o fardo das questões e obrigações
judaicas.
Posso garantir que
ESTE é o legítimo significado do aparecimento de Melquisedeque em
Gênesis 14: Abraão havia arriscado a sua vida pra resgatar
o seu sobrinho [Ló]. Este é o primeiro relato bíblico de alguém
tentando salvar um homem com total altruísmo. Lembrem-se que
Abraão poderia ter tomado para si os despojos de guerra, mas recusou-se a
fazê-lo. Sua única motivação [para essa guerra] foi salvar o
sobrinho. Após o registro desse primeiro ato de altruísmo,
repentinamente o Rei de Salém aparece com pão e vinho
[comunhão]. Abraão passara no teste por ter querido
sacrificar-se pelo outro. Mais tarde, ele estaria concordando em
sacrificar o próprio filho [Isaque] e temos aqui novamente um
tipo de Cristo em forma de sacrifício e promessa.
Isso não faz muito
mais sentido bíblico do que tentar torcer a Escritura, a fim de
fazer parecer que Melquisedeque quis ensinar a obrigatoriedade
do dízimo, especialmente em vista dos demais assuntos discutidos
neste documento?
Estudem e orem
bastante sobre este assunto, a fim de se persuadirem do mesmo.
Não se permitam ficar sob uma condenação desnecessária...
“Quando alguém acha que algo é pecado, então para ele é
pecado". Porque sua consciência não está limpa. Romanos 14
e Mateus 6:2-4 poderão ajudá-lo a entender isso e ajudá-lo
também a lidar com outros itens com referência ao dízimo como
uma obrigação, na Lei, de modo a vocês não se deixarem influenciar pelo vento prevalecente. O
que eu ensino a vocês neste documento é FATO [Faith-based
Abrahamic Covenant Tithing, ou "Dadivar embasado na Fé da
Aliança Abraâmica"] não influenciado pelos ventos
prevalentes [de hoje]. O
plano F.A.C.T. é bom, voluntário, bíblico, embasado na fé e na
graça, e poderia ser ensinado sem a herética e mestiça
reconstrução da lei agrária do dízimo ou a mistura da lei e da
graça.
**********************************************
O plano
F.A.C.T. de dar é
exatamente isto ... UM plano. A realidade é se alguém está
realmente dando em
obediência a Deus, segundo as exigências do NT detalhadas neste
documento, fazendo, portanto, a coisa certa, mesmo sem
determinar porcentagens. Que os crentes sejam conduzidos pelo
Espírito, sejam corretos e, sobretudo, GENEROSOS, segundo o MANDAMENTO
de Cristo. Que não usem este documento como desculpa para serem
avarentos.
******************************************
Embora eu tenha
encontrado termos como dízimo financeiro, dízimo inspirador,
dízimo de revelação, e outros, a Bíblia realmente só ensina (a)
dízimo voluntário, de antes da lei, e baseado na renda; e
(b) o
dízimo agrário da lei, baseado na produção da terra.
Conquanto alguns que
pregam o dízimo obrigatório possam dizer que eu “não tenho a
revelação”, muitos encontrarão a verdade neste documento. Outros
que pregam o dízimo obrigatório poderão ver a verdade neste
documento, DEPOIS que caírem em desgraça, sofrerem calamidades, algo
que os torne menos egoístas e dirigidos por objetivos [egoístas], ou
estejam se aproximando da morte.
Estejam certos de que
eu já tenho estado em AMBOS os lados desta questão, e eu creio nas bênçãos divinas.
Pessoalmente tenho experimentado milagres da providência e
provisão de Deus. Talvez vocês perguntem: “Por que, então você
toma agora essa posição?” Posso responder com uma palavra apenas
- MATURIDADE.
Em vista da atual
realidade financeira mundial, quem achar que deve ensinar um "plano
[bem fixo e determinado] de dar", para facilitar o dar, que ensine o "O Dadivar
embasado na Fé da Aliança Abraâmica" [F.A.C.T.] descrito neste documento.
Ofertas voluntárias podem, em muitos [casos] se não forem na
maioria dos casos, suplementar o dadivar do
plano F.A.C.T.. Este pode ser praticado segundo a fé de que somos os
“legítimos israelitas”, os quais irão governar com Cristo, e
compartilharão da herança da fé, não baseada na lei abraâmica.
Que a Igreja de Deus possa dividir corretamente a Palavra, sem
jamais ultrapassar o que nela está escrito e NUNCA praticar uma
doutrina que misture a lei com a graça.
A questão, portanto,
é a seguinte: os pregadores de hoje têm a mesma fé abraâmica
para pregar o plano F.A.C.T., ou será que continuarão pregando o plano
F.I.C.T.I.O.N. (Fear Induced Condemnation That Is Opressive &
Negative, traduzido como Condenação Induzida pelo Medo
Que É Opressivo e Negativo)? Conquanto alguns continuarão
[pregando o plano F.I.C.T.I.O.N.] por causa de ignorância
ou de hábito, outros pregadores “da fé” não terão bastante fé
nem caráter para pregar a verdade contida neste documento. Eles
preferirão justificar a mistura da lei com a graça, usando o
sentimento de culpa, a manipulação e o controle, enganando a
si mesmo e a outros para imaginarem que a obra de Cristo está
sendo [deste modo] melhor servida.
Dei-lhes a verdade
sobre o dízimo e os libertei da doutrina do dízimo como uma
sentença.
Se você quiser contribuir para
ajudar-me a promover
esta mensagem, por favor
Doe online
AGORA online ou
envie correspondência para o
endereço abaixo.
**************************************************
Alguns comentários,
revisões, etc. de rabis e de outras pessoas, sobre dízimo e sobre
este documento:
Palavras de
Russel Kelly, autor do artigo “Should the Church Teach Tithing?”
(Deveria a Igreja
Ensinar o Dízimo?):
Aprecio este
artigo escrito sobre o dízimo. Concordo 95%, com ele, o que é ótimo para
mim. Minha tese de 364 páginas de doutorado PHD engloba a maior
parte dos seus pontos em detalhe. (Checar os pontos da
revisão-sumário em amazon.com (http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0595159788/qid%3D1050295584/sr%3D11-1/ref%3Dsr%5F11%5F1/002-4336701-6328038). Só discordo com a afirmação de que o dízimo de
Abraão foi baseado na fé e foi voluntário. A Bíblia não diz
isso, embora muitos tenham assumido ser esta a verdade. Minha
pesquisa em Gênesis 14:21, não 14:20, me fez chegar à conclusão
de que Abraão parece ter pago o dízimo dos despojos de guerra em vista da
TRADIÇÃO CANANITA DE OBRIGATORIEDADE, a qual podemos comprovar
que tem continuado a existir pelo mundo, até o dia de hoje.
[Irmão Garganta:] Visto como a sua definição “agrária” do dízimo é a
única definição correta, então a palavra [dízimo] não deveria
ser usada com outra definição
– independente de quão sincera a pessoa possa ser. Tenho muito o que
compartilhar com você, caso esteja interessado. Passei mais
de dez
anos fazendo pesquisa para escrever o meu livro. As.
Russell Kelly.
Rabino Robert Alput -
“Dizimar no sentido de colheitas, certamente já não se faz.
Claro que os judeus são encorajados a fazer caridade (tzedakkab).
Se eles dão 10% ou mais, isso é com eles, com Deus e com os seus
contadores”.
Zola Lewitt - É
o dizimo para os
cristãos de hoje? Dizimar era parte da Lei de Moisés, sob a
economia legal de Israel e não se aplica à igreja hodierna,
visto como vivemos sob a graça e não sob a lei (Romanos 6:14 e
10:4). Portanto, temos a
obrigação de “apresentar os nossos corpos em sacrifício vivo,
santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional. E não
sermos conformados com este mundo, mas sermos transformados pela
renovação do nosso entendimento, para que experimentemos qual
seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deu” (Romanos
12:1-2).
O Novo Testamento
ensina a dar conforme o que temos e não o que não temos. (2
Coríntios 8:12). Se pudermos dar apenas 5%, conforme o Senhor
nos ordenar, que assim seja. Não é quanto damos que importa a
Deus, mas a atitude e a motivação com que o fazemos. Essa é a
preocupação do NT com respeito a dar, em vez de medir a quantia
que é dada (2 Coríntios 8-9).
A Concordância Greco-Hebraica de Estudo da Bíblia da Versão BKJ (The
Hebrew-Greek Key Word Study Bible) oferece uma nota
explicativa sobre Malaquias 3:7-15: “Esta passagem é muito usada
pelos que advogam o ‘dizimar para manter a minha casa’, ou seja,
‘Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja
mantimento na minha casa’ (no caso, a igreja local), em vez
de levar a outro local. Eles sugerem que os donativos aos
ministérios deveriam ser além do “dízimo”. Certamente “a casa do
tesouro” de Malaquias significa o Templo ou algum anexo do
mesmo. Contudo, o dízimo do Velho Testamento - ou 10% - não
poderia ser razoavelmente equiparado com os 10% do salário ou
renda bruta que a maioria das pessoas recebe hoje em dia. Acima
de tudo, o ato de dar deveria ser um assunto entre o Espírito
Santo e o crente, jamais uma regra estabelecida. Ele pode ser
um guia adequado para determinar quanto as pessoas podem dar (de
fato, para muitos numa sociedade próspera este nível pode até
ser adequado), mas a quantia a ser dada deve ser uma decisão
pessoal. O Apóstolo Paulo escreveu que Deus examina a motivação
para dar e não a quantia (2 Coríntios 9:7). Ele diz ainda que as
igrejas estão gastando cada vez mais do seu orçamento, com itens
como cadeiras de teatro, ampliação de sistemas sonoros, ao mesmo
tempo em que cortam despesas nos fundos para os programas de
alcance exterior. Também convém notar que muitos dos ministérios
que se recusam a mostrar a completa contabilidade financeira são
aqueles cujos mestres são mais enfáticos no dízimo obrigatório.
Apesar dos "améns" ouvidos durante as mensagens sobre dízimo
obrigatório, é bem claro que a avassaladora maioria de crentes
NÃO está persuadida desta doutrina:
Trecho do artigo "Church Loses Financial Ground in 2000"
(Financeiramente, as Igrejas Perdem Terreno em 2000), por Barna Research:
“Dízimo é raro” - Uma de cada seis (17% das) pessoas adultas
[membros de igrejas em geral e que se dizem "protestantes"]
alega que dá o dízimo, mas uma comparação do total de dinheiro
que tais pessoas entregam às igrejas e das suas rendas revelaram
que apenas 6% de tais pessoas realmente deram um décimo de suas
rendas (antes ou depois dos descontos de impostos) às igrejas. O
nível de alegações incorretas [sobre serem dizimistas]
entre os crentes que se dizem [realmente] "nascidos de novo" foi
igualmente prolífico: 32% deles relataram que dão dízimos,
todavia apenas 12% realmente deu 10% de suas rendas em 2000.
Claramente muitas destas "alegações incorretas" equivalem a
MENTIRA.
A Willow Creek Association [a tradutora e o site
solascriptura-tt repudiam tudo relacionado com Willow Creek:
"Igrejas Dirigidas por Propósitos", "Movimento de Crescimento de
Igrejas", etc.], um grupo representando cerca de 5.000 igrejas
evangélicas, disse que o número médio de pessoas realmente dando
10% de suas rendas é de cerca de 2,6% [dois virgula seis
porcento!]. Tal associação também disse que as igrejas estão
gastando crescentes percentagens de seus orçamentos com coisas
tais como [confortabilíssimos] assentos de cinema e soberbos
sistemas de som, enquanto [cada vez mais] cortam verbas para
programas de evangelismo e assistência aos estranhos [tanto
localmente como no campo missionário]. Também é digno de nota
que muitos ministérios recusando voluntariamente se oferecerem
para plena responsabilidade contável [onde um grupo externo de
auditores examina as suas contas] são os mais ardentes em
ensinar [pressionando] que o dízimo é obrigatório.
Richard Wayne
Garganta - "Muitas
pessoas criticam os pregadores da prosperidade, chamando-os ambiciosos
coletores de dinheiro,. A realidade é que a razão deles
existirem é a cobiça das massas que vivem atormentadas pela mentalidade do
'dar
para receber'. Diferenciem que existem 'pregadores de fé' e
existem pregadores íntegros e confiáveis. Existem os
'treinadores para se obter sucesso', mas também existem aqueles que
pregam a [verdadeira e pura] mensagem do Evangelho. Os leitores
já devem estar bem aconselhados
para aprenderem [a reconhecer] as diferença entre eles."
Autor: Richard Wayne Garganta
Box 1355 Coventry,
Rhode Island 02816
richinri@aol.com
Tradutora: Mary Schultze,
junho 2006.
(mas Hélio mexeu em cerca de meia dúzia de minhas palavras,
vergonha para ele; tudo que porventura estiver errado é culpa
dele :-) )
Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF
e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995)
são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar,
pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753),
fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada
(e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).