Moda e o Vestuário Cristão - Parte II,

Estudos sobre o vestiário cristão.


Ou


A Indumentária Cristã à Luz da Verdadeira Espiritualidade.
 As Vestes da Igreja Meretriz


 

O vestuário do crente faz parte de seu testemunho ao mundo, quanto a uma nova vida transformada e diferente da moda da sociedade secular onde está inserido. A santidade do crente consiste, não apenas em ser separado do mundo, mais principalmente em ser diferente do mundo (sal e luz). A maneira como o crente vive, o que ele come, bebe, veste, como ele trata sua família, patrão ou empregados, gasta seu tempo de folga, como pratica sua religião, o tipo de cristianismo que pratica, etc... revela qual a sua filosofia de vida, se baseada na cultura judaico-cristã (Bíblica) ou se nas filosofias humanistas do mundo em rebelião contra Deus. Isto se reveste de particular importância, pesando-se o fato, de que, a filosofia que norteia sua vida, a mesma revela para qual destino você está se encaminhando. Se pela filosofia da porta e caminho, ambos largos e sem muitas restrições ou da porta e caminhos, igualmente estreitos, porém, estreitados pelos ditames da Palavra de Deus. Na realidade é mais que uma opção de estilo filosófico de vida, mas, uma escolha de destino: perdição ou vida. (Mt 7:13,14)

Na questão da indumentária cristã ou aquilo e como o crente se veste , está envolvida muito mais que uma questão de gosto pessoal, mas, uma questão que revela toda a filosofia que orienta a vida.


 

O Caráter Filosófico da Moda Mundana
 

O termo “mundo” pode ser definido como todo o sistema de filosofias e valores humanos que determinam como as coisas devem ser e acontecer na sociedade humana. Esta Sociedade, por natureza secular (voltada prioritariamente para este tempo e século, com desprezo pela era vindoura), nunca foi um bom referencial para o crente, desde que não teme a Deus e nem usa a Sua Palavra como parâmetro de conduta. Entre os vários setores do sistema mundano, encontra-se a moda, que é a arte ou técnica de confeccionar o vestuário humano. A moda por natureza é volátil e descartável, por isso varia muitíssimo com o tempo, culturas, tendências, gosto, humor das pessoas e principalmente varia conforme o clima cultural e filosófico da época. Uma cultura mergulhada numa filosofia licenciosa e hedonista, terá uma moda que refletirá está filosofia na forma da cultura do nudismo e de um vestuário voltado para a sedução e erotismo. Portanto, a moda mundana envolve muitissímamente mais que uma questão de gosto e preferência pessoais. De fato a moda do mundo, e especialmente, do mundo posmoderno de então, é a encarnação de uma filosofia que prega a total rebelião contra Deus e a sua Palavra.

Entre outras coisas, o vestuário de uma pessoa revela o quanto ela teme a Deus e o quanto a Palavra de Deus é realmente o seu referencial de conduta e vida ou, dizendo do modo clássico, o quanto a Bíblia é, não somente a sua única regra de , mais, também, e principalmente de prática. Lamentavelmente, para muitos ditos “cristãos” e “evangélicos”, os estilistas de moda é que servem de referencial, para o seu vestir. A maioria destes estilistas, senão todos, são verdadeiros filósofos pragmáticos da cultura e doutrina hedonista e nudista do posmodernismo, muitos deles são homossexuais que embora queiram ser como as mulheres, de fato as odeiam, porque elas lhe são concorrência quase invencível na conquista dos homens. Por isso fazem sua moda para expor as mulheres ao ridículo.

É preciso ser cego, para não perceber quão ridícula é a moda feminina moderna. Ela transforma a mulher num objeto vulgar e de curiosidade meramente animal, como numa loja de animais de estimação ou zoológico. Para os crentes pós-bíblicos e pós-cristãos, falar de vestuário tipicamente cristão, ou que faz tensão (choque) com o vestuário do mundo é ser legalista, anticultural, etc...Porém, a realidade é diferente, os tais crentes metidos a “moderninhos”, possivelmente, e digo isso com uma nota de lamento, pois a igreja do Senhor está inundada deles, possivelmente são meros crentes “professos” e “auto-enganados” que engrossarão a grande lista de evangélicos que comparecerão ao juízo final dos perdidos, conforme Mateus 7:21-23.

 

O nudismo Como Doutrina Pósmoderna
 

O nudismo, no seu sentido radical, segundo o dicionário Aurélio eletrônico é a “doutrina que prega o viver ao ar livre em completa nudez”. Esta é uma das doutrinas mais subversivas da posmodernidade, ou do mundo e da sociedade sem referenciais morais, senão, a busca de liberdade total e por todos os meios visando conseguir o máximo de sensações prazerosas. O nudismo e nudez propostos pelo mundo posmoderno, ganham grande incremento e validação através da moda contemporânea. O nudismo da moda pósmoderna, tem por objetivo implícito, muito mais do que despertar sensualidade, que é o seu objetivo explícito. Na verdade, essa nudez da moda, tem um caráter simbólico, representando, o rompimento do homem com todas as restrições a sua liberdade e ao seu prazer. É como se o tirar a roupa totalmente ou parcialmente, o bastante para ser extravagante, lascivo, desejável, erótico e/ou sensual, fosse muito mais do que somente despir-se das roupas, mas, fosse o despir-se de todos os valores bíblicos da era e cultura judaico-cristãs, condenadas pelo homem pós-moderno como castradoras do prazer e da sexualidade.



 

Vestes da Moda Moderna Visam Não Vestir,
Mas “Despir com Arte
 

A crescente onda de pornografia e prostituição que invadem o mundo é o resultado da filosofia do nudismo posmoderno ou filosofia playboy, cujo ensino maior é: “tudo que der prazer deve ser buscado”. O maior veículo de divulgação desta filosofia, é o nudismo parcial da moda atual, do estilo Calvin Klein, cujas roupas são feitas para “despir com arte” aquelas partes potencialmente sensuais do corpo (partes do ombro, seios, axila, barriga, coxas); partes estas destacadas e realçadas por roupas colantes, transparentes, cavadas, decotadas, lascadas, sem mangas, cinturadas, etc...).

Tecidos cada vez mais finos, brilhantes e realçadores das formas do corpo são confeccionados para serem usados em calças compridas que realçam a redondeza das nádegas, as formas roliças das coxas, a saliência dos órgãos genitais, a redondeza e volume dos seios, o cavamento da cintura realçando ainda mais o volume das nádegas, além dos sapatos com saltos altos, não somente para tornar a pessoa mais alta, mas, também, para arrebitar as nádegas e possibilitar um andar não natural, com rebolado sensual e provocante, etc... De modo que, o conjunto destas coisas em uma mulher, a torna um poço de sensualidade e lascívia, onde a sua nudez parcialmente revelada é um desafio e estimulo ao desejo de se conhecer à parte proibida que ficou oculta ou coberta. Porém, estes tecidos moles, brilhantes e transparentes podem ser usados em vestidos e saias compridas que se grudam a corpo deixando a pessoa visivelmente nua, embora não se consiga ver a cor da pele, dá para saber-se praticamente como é os contornos e formas do corpo da pessoa.

Esta nudez parcial chega a ser pior, de danos maiores que o nudismo explícito, completo e explicitamente pornográfico. O nudismo parcial, força a imaginação a pensar como é o resto que ficou escondido. Gerando assim, as “fantasias e sonhos eróticos”, que consistem em imaginar a pessoal má vestida, em situação em que se encontre toda nua e, às vezes em situações de fornicação e adultério. Estas fantasias eróticas, despertadas pela vestimenta erotizante, progressivamente forçam a saída da tela da imaginação, para a tela da vida prática, ou seja, as fantasias eróticas são as sementes da fornicação, do adultério e de todas as aberrações sexuais, inclusive estupros seguidos de morte.

É triste quando o povo de Deus se assemelha ao povo do mundo e quando os profetas e pregadores de Deus têm de dizer do povo de Deus o que Jeremias teve de dizer acerca do povo de Israel: “Serão envergonhados, porque cometem abominação sem sentir por isso vergonha; nem sabem que coisa é envergonhar-se. Portanto, cairão com os que caem; quando eu os castigar, tropeçarão, diz o SENHOR” (Jr 8:12).

A incapacidade de sentir vergonha e a incapacidade para discernir de quais coisas deve envergonhar-se e manter pudor e distancia, tem contaminado a igreja de nossos dias. Por isso, o autoproclamado cristão que pelo vestuário lascivo induz alguém a fantasias eróticas, também será responsável e culpado perante Deus, pela queda de tais pessoas e dos seus pecados e aberrações e crimes sexuais, tais como estupros, e estupros seguidos de morte. Vestir-se de modo provocante e lascivo, mesmo que seja discretamente, equivale a escandalizar ou fazer tropeçar, não só aos perdidos, mas, até aos pequeninos do Senhor. Com certeza fazer os pequeninos do Senhor cair em pecado não ficará barato para quem disso for culpado. Devido, em parte, a falta de vergonha, pudor, descaramento e falta de temor a Deus com que muitas adolescentes, moças e senhoras da igreja se vestem, ou deveríamos dizer, se despem vestindo roupas desnudantes a igreja está sendo inundada pela lama lasciva e imoral do mundo. Está aumentando grandemente o número de pessoas que se autoproclamam evangélicas e que estão caindo em fornicação (sexo entre pessoas que nunca casaram) e adultério (sexo que envolva pelo menos uma pessoa casada), e outros graves pecados como namoro lascivo, escravidão à pornografia, masturbação, etc....

As obras más da igreja hodierna devido a sua a infidelidade e amizade com o mundo a mergulham na mesma lama do mundo, acabando de matar a sua fé, já quase moribunda, tornando-a incapaz de dar vida e salvar.
. O Pr. Barbosa Ferraz, tratando da situação família na igreja, deixou claro que a igreja está inundada pelos mesmos problemas de imoralidade sexual que estão destruindo a sociedade mundana e fez a seguinte radiografia desta trágica situação:

“Ao estudarmos a estrutura da família na igreja, percebemos ... que mesmo com tanta informação, o número de “mulheres” (na realidade a maioria ainda adolescente ou jovem) que casam grávida na igreja é cada vez maior, também o número de separados, ou de traição no casamento é algo surpreendente. Isto nós vemos não apenas nos membros de igrejas, mas o que mais assusta é que nos últimos anos o número de pastores e líderes que caíram em adultério é algo assustador e preocupante. A quantidade de pessoas separadas ou amasiadas que entram para a igreja é cada vez maior. Ao olharmos os últimos dez, vinte anos atrás, percebemos como a estrutura familiar decaiu para um subnível alarmante. O número de mães solteiras é cada vez maior em nossas igrejas, afetando assim a estrutura do adolescente ou jovem, que tão cedo assume uma grande responsabilidade de ser mãe. Isto ocorre porque muitos casais se envolvem um com o outro apenas pela atração sexual, ou pelo sexo em si, e não mais pelo amor e compromisso, isto porque possuem medo de um relacionamento mais duradouro, pela própria insegurança em si e no companheiro”.

A cada escândalo de natureza sexual, a igreja vai perdendo a sua credibilidade e o seu caráter diferencial exigidos na sua missão de sal da terra e luz do mundo. O Senhor, chegou , até mesmo a admitir que a igreja não conseguiria evitar o assanhamento e tara dos escandalosos sexuais que se infiltram na igreja do Senhor, porém, Ele alertou para o terrível ai de maldição que cairia sobre os tais escandalosos.

Lc. 17:1-2 - [1] Disse Jesus a seus discípulos: É inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vêm! [2] Melhor fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.

Os tais escandalosos infiltrados na igreja querem exibir a todo custo o seu corpo bem malhado e aprazível, com suas formas, curvas e sensualidade provocadores de cobiça. Toda a indumentária é lasciva, além das vestes que despem em vez de vestirem, desde o lascivo batom colorido e brilhante, ao sensual realce da pintura dos olhos, ao perfume provocante, os sorrisos e olhares impudentes, do andar rebolando a fala articulada de modo sensual. Tudo isso provoca uma ânsia por sexo dentro da igreja ou entre os santos, pelo menos deveriam sê-lo. Querem sexo já, sem ter de esperar nada. Querem sexo, mesmo que tenham de adulterar a Bíblia para conseguir respaldo e consciências auto-enganadas. Sexo no namoro ou no noivado. Mesmo depois de casados querem continuar provocantes e desejáveis pelo sexo oposto, recebendo cantadas, ou olhares cobiçosos. Com o passar do tempo a ânsia por sexo maligno e antibíblico (fora dos limites do primeiro e único casamento válido, a não ser recasamento por viuvez) cresce produzindo, múltiplos escândalos: fornicações, adultérios, abortos, divórcios e recasamentos múltiplos. A Bíblia é muito clara em dizer que SOMENTE aos solteiros e viúvos é “melhor casar do que viver abrasados”, aos casados que não se apartem ou não se divorciem do seu cônjuge, se o divórcio acontecer que não se recasem, mesmo que o cônjuge fosse descrente, e que o recasamento válido perante Deus, só é possível após o falecimento do cônjuge ou aos viúvos. Isto, porque, Deus abomina o divórcio (Ml 2:16). O verdadeiro crente imitando a Deus abomina o divórcio. É fiel defensor do lar. Porém, como subproduto do clima sensual e de sedução que reina na maioria das igrejas, além de outros fatores, especialmente o vestuário mundano, parece que os crentes amam o divórcio. Há outros fatores que incrementam o escândalo, violência e a falta de temor a Deus dos divórcios e recasamentos no meio cristão, entre elas, a ignorância por parte de alguns e a clara e capciosa rejeição por parte de outros da doutrina genuinamente bíblica sobre a união válida entre um homem e uma mulher, especialmente em Mateus 19, I Coríntios 7, e Romanos 7. Veja abaixo um breve resumo desta doutrina bíblica:

I Co 7: [8] E aos solteiro se viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. [9] Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado.

I Co 7: [39] A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor.

Ainda, animados pelo clima sexista-nudista produzido pelo vestuário pouco modesto, e incentivados pelas facilidades divorcistas e recasamentistas das atuais igrejas evangélicas, o número de moças e senhoras casadas que recebem cantadas nas igrejas e que também, partem para cantar os homens da igreja é impressionante. A razão disto, já começa pela tese mercadológica ou de marketing moderna, que afirma que: “quem está exibindo é por que quer vender ou dar”. Ou como disse certa cientista social numa mesa de debate na televisão: “O vestuário de algumas mulheres funcionam como uma placa com os dizeres: me cante!”. Deve ser por isso que as estatísticas de moças que engravidam nas igrejas evangélicas é cada vez maior, junto com o número de adultérios e divórcios com vistas a novas aventuras conjugais, ou deveríamos dizer, aventuras sexuais legalizadas?

Tenho ouvido de histórias tristes sobre as tais cantadas nas igrejas. “Irmãos” dizendo para as “irmãs” quão linda e maravilhosa elas estão naquela roupa, ou agindo mais diretamente falando dos seus dotes corporais. Irmãs conversando entre si, discutindo animadamente, tentando decidirem qual dos irmãos da igreja tinha as nádegas mais bonitas. Neste clima de descaramento, falta de vergonha e temor a Deus, nem namoros, nem noivados e nem casamentos estão seguros. O olho da cobiça desvairada, que a nada respeita e a tudo quer devorar é uma ameaça. A falta de temor a Deus, e completa ausência de vergonha e pudor é tão grande, que com a facilidade do divórcio e do recasamento nas igrejas evangélicas modernas, qualquer um ou uma, pode tomar o cônjuge do outro(a). E é exatamente isso que está acontecendo, e irá acontecer com freqüência cada vez maior. Sei que ainda existem umas poucas igrejas que, embora permitam divórcio e recasamentos o fazem sob as maiores restrições. Porém, a maioria é de igrejas nudistas (vestem a moda do mundo), sexistas e permissivistas, cada vez mais, afogadas e sufocadas pelos múltiplos casos de imoralidade, divórcios e recasamentos. É um sinal dos tempos (Mt 24:38). Irão casando e descasando, como nos dias de Noé. Até que veio o dilúvio e levou a todos, exceto a piedosa família de Noé, onde, podemos destacar com certeza, não havia a brincadeira ímpia de brincar de casamento e recasamento. O mesmo dar-se com a igreja que tem a abandonado a sua vocação à santidade. O Senhor virá buscar sua noiva, virgem e pura para as bodas do Cordeiro. Porém, a igreja meretriz, a grande, com suas igrejas filhas, igualmente meretrizes, ficarão para serem afogadas no lodaçal fétido da sua imundície sexual realçada por sua nudez desavergonhada e sem pudor e depois queimadas no fogo do juízo divino.

 

As Conseqüências para a igreja que se adornar com vestes de prostituta:
 

Ap 17: 1 Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz (a igreja do fim ou que não será arrebatada)... 2 ...sua devassidão (o mesmo que, LASCÍVIA [Jr 3.2], ou, conduta vergonhosa, como sensualidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria [Mc 7.22; Gl 5.19]). ... 4 ... Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas .... e com as imundícias da sua prostituição. à A vestimenta da mulher-igreja era imodesta, sensual e extravagante, bem parecida com a roupa das irmãs evangélicas de hoje. ... 16 ... Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. à Este é o fim da igreja infiel e que abandonou a sua vocação.
 

As Conseqüências para o crente que se adorna com vestes de prostituta:
 

As conseqüências do nudismo da moda mundana implicam fatalmente em adultério com a mente, que por sua vez, se encaminha progressivamente para o adultério de fato. Após o adultério consumado o escândalo é gerado. O nome de Deus é blasfemado. O castigo é acionado. Os ais de maldição recaem sobre a cabeça dos culpados de seduzir ao voeirismo. Cristo coloca como a escolha entre manter a coisa escandalosa e ir para o inferno ou lançá-la fora e evitar o inferno. Não é que a salvação depende de roupa, mas a roupa mostra o tipo de arrependimento que a pessoa experimentou.

Mt. 5:27-30 - Não adulterarás. [28] …qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. [29] Se ….te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; …e não seja … teu corpo lançado no inferno.

 

Conclusão
 

à Citação de parte do Estudo: “O Nosso Traje – o que a Bíblia Fala” ( folheto da Distribuidora de Literatura Cristã). - O objetivo primordial do deus das modas é de despertar os sentimentos impuros dentro do ser humano. O resultado é muita imoralidade e pecados abomináveis. O dr. Luchtenstein, um criminalista de renome da prisão Tombs em Nova York, afirma, "Num período de doze anos, entrei em contato com cento e setenta mil detentos. Os índices de crimes sexuais estão aumentando de uma maneira alarmante - e não se pode esperar melhora enquanto a causa não for eliminada, no caso as roupas indecentes que se usam hoje em dia.Por mais inocente que a moça pareça ser, se usar roupas justas e decotadas sem mangas e de saia curta, isto tem uma forte influência nos crimes cometidos." Alguém já disse que se fosse possível jogar nas profundezas do inferno todos os lançamentos de novas modas, muitas tristezas e decepções seriam evitadas. O dr. Talmadge disse, "Milhares de homens se encontram no inferno, cuja desgraça se deve às roupas indecentes das mulheres - sem falar nas provocações por elas feitas." Outro escritor afirma, "Os demônios das ruas observam as meninas e mulheres que passeiam com roupas imodestas”. Com os sentimentos impuros excitados, já saem à procura de uma vítima para dar vazão a seus impulsos imorais Os pais que vestem suas menininhas assim estão contribuindo para este tipo de crime, pois estimulam os sentimentos impuros e imorais dos homens.
 

Pr. José Laérton





Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).



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