Não caia em primeira informação aparência lisonja suborno calúnia maledicência mexerico, ou argumento sutil venenoso falso sedutor enganador astucioso traiçoeiro encantador, armadilha laço



1.8. Não sendo Enganado.   (H.M.S., maio 1996)

 

O que é ser enganado? É, por um raciocínio ou argumentação traiçoeiramente falsos, ser tragicamente: atraído-engodado (como rato a comer queijo envenenado, na ratoeira...), “enrolado”,  desanimado-impedido, ou corrompido-cegado-desviado-atrasado.

2 Cor 11:3 Mas temo que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos entendimentos e se apartem da simplicidade que há em Cristo.

Exemplos: Satanás envenenou+tentou+engodou a Eva. Tenta fazer o mesmo conosco; E, como leão velho, aterrorizar-nos. Gibeonitas, com pão borolento, enganaram Israel. Dalila, fingindo amor, seduziu e dobrou Sansão. Amom, fingindo doença, enganou irmã. Sambalate tentou enganar, intimidar e derrotar Neemias. Ananias e Safira tentaram enganar a Deus e Pedro.

 

Ser enganado caracteriza-se por:

 

1. Apressadamente saltarmos a conclusões, posicionamentos, decisões e ações, ao ouvirmos um relato, uma venenosa semente de dúvida, uma deslumbrante promessa/tentação, etc., que ainda é: (a) incompleto, parcial; ou (b) sem comprovação induvidável.

Remédio:

- Nunca aceite, nunca se posicione, nunca salte para a menor conclusão-decisão-ação, antes de comprovar, além da menor sombra de dúvida, que:

Quem lhe transmitiu o relato-ensino é totalmente confiável; e

O relato-ensino é absolutamente verdadeiro Pv 25:2; e

O relato-ensino é absolutamente completo. Pv 18:13; 18:17; 20:25; Tg 1:19.

- Em assuntos religiosos, “sola Scriptura” é nosso fio de prumo! (At 17:11; 2 Co 11:14-15; Gl 1:8; Cl 2:4,8), não experiências, não tradições da denominação-igreja-família (Mt 15:3,9), não amigos (Js 24:15); não sentimentos do coração (Jr 17:9).

- Quanto mexericos: Gentil mas firmemente, recuse ouvir 1 seg. da menor fofoca da qual você nem é a vítima, nem parte decisiva na solução. E o pouquinho que ouviu antes de silenciar a fofoca, não o repita (Pv 17:9) [nem para sí próprio!], nem sequer pense nele: esqueça-o completamente! Evite o mexeriqueiro Sl 101:7.

Mesmo que você seja vítima ou parte decisiva da solução de um problema que lhe trouxeram, evite tirar a menor conclusão e tomar qualquer posição antes de: ouvir todas as testemunhas oculares e dignas de toda confiança; e ouvir todas as partes envolvidas, suas versões e motivações. Pv 18:17. E, com oração e preparo espiritual e na Palavra (Gl 6:1), trate diretamente com o ofensor Pv 25:9; Mt 5:23-25.

 

2. Imaginarmos que os motivos dos outros para conosco são negativos (ou positivos), e prosseguirmos escalando na especulação, chegando mesmo a conclusões e ações erradas.

Remédio: Resista tenazmente, rejeite radicalmente a tentação de imaginar ou especular. Reconheça-a como ataque direto de Satanás sobre você! (Jo 8:44; Ap 12:10; 20:3). Quando tentado a especular - volte suas mente e emoções para o Senhor (Fp 4:8). Resista e vença dizendo-se versículos bíblicos apropriados (Sl 119:11) e cantando hinos-salmos-cânticos também apropriados Ef 5:19; Cl 3:16. Ver seção 1.10.

 

3. Ouvirmos alegadas experiências e logo as aceitarmos e as projetarmos na nossa experiência, como se verdadeiras e nossas fossem.

Remédio: Nunca esqueçamos que: Experiências podem ser mentirosas ou sinceras. Estas, sinceras, podem ainda ser falsas, pois podem ter causas fisiológicas, emocionais, psicológicas e demoníacas (Ex 7:10-12; Jr 29:8-9; Mt 24:24; 2 Ts 2:9-11). Assim, experiências, mesmo nossas (Jr 17:9), são duvidosas. O teste seja a Palavra!

 

4. Raciocinarmos sob o controle dos nossos sentimentos (Jr 17:9), e não da Palavra e da lógica espiritual, e dos bons conselhos. Remédio: Pv 3:5-6.

 

5. Permitirmos e aceitarmos lisonja Pv 26:23; 28:23; 20:19.



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