Fiz a seguinte pergunta sincera, aos irmãos juliosevero@hotmail.com e zenobiofonseca@gmail.com

 

Pergunta: Como procedermos ante homossexuais exibidos, depois provocativos?

(Três contextos: a ) No trabalho. b) Na igreja. c) Em culto ao ar livre.)



À luz da Bíblia (que condena totalmente toda forma e grau de homossexualismo) e da atual e iníqua lei do Brasil, que faria o senhor (em termos práticos e objetivos) se se visse ante dois homens ou duas mulheres se acariciando, nas seguintes situações:
     a) Ao terem eles sido convidados para entrar em sua casa?
     b) Estando eles defronte do senhor, em seu local de trabalho que envolve atendimento ao público (por exemplo, caixa de um banco, ou professor de universidade, dando aula a alunos)?
     c) Estando eles em um culto dentro de um templo de uma igreja batista fundamentalista, onde o senhor está pregando?
     d) Estando eles em frente ao senhor, quando está pregando numa praça, com um pequeno serviço de som?

Em todas essas 4 situações, suponha que os homossexuais começam só acariciando levemente as mãos um do outro, depois se começam a se beijar cada vez mais escandolosamente, depois começam a o provocar em voz alta.




De minha parte, sinto-me encurralado. Não estou bem certo do que fazer, exatamente. Talvez só no momento da luta Deus me dará a sabedoria e a força necessária. Mas parece-me que tenho dois caminhos (como os crentes fiéis de outros países já estão demonstrando, em meio a enormes lutas):

a) Dizer
     "Pessoal, o culto PÚBLICO está suspenso neste exato instante, vocês sabem porque. Vamos para nossas casas, somente os membros desta igreja estão convidados".
Isto não é muito corajoso, mas me deixa livre, me deixa fora das grades da prisão, para eu continuar tentando evangelizar, limitado pelas iníquas leis do país. Natã agiu deste modo que talvez possa ser chamado de uma "mistura de covardia e sabedoria" e nada indica, na Bíblia, que Deus o censurou por isso; os crentes que se escondiam nas catacumbas enquanto pudessem também agiram de modo "covardemente sábio" e também nada indica, na Bíblia, que Deus o censurou por isso; etc.

b) Agir como os amigos de Daniel ante Nabucodonosor, como João Batista ante Herodias, como Jesus ante os fariseus, como Elias ante os profetas de Baal, etc. E estar preparado para pagar o preço por isso!!! Talvez somente quando o décimo milésimo pastor ou crente fiel a Deus disser publicamente aos homossexuais que eles estão no mais negro pecado e degradação, que precisam se arrepender e crer cada palavra da Bíblia sobre Cristo, crendo nEle como o único e total Salvador e Senhor, senão irá para o inferno queimar eternamente, somente quando cada um desses pastores ou crentes fiéis for preso 2 ou 5 anos por pregar que sodomia leva ao inferno, e mil de tais fiéis forem covardemente sodomizados e assassinados por homossexuais presos na mesma cadeia, talvez só então haja uma comoção nacional, um reavivamento, e uma reviravolta nas leis? Ou, talvez, a igreja fique cada vez mais Laodicéia, cada vez mais sal sem valor e luz que não ilumina, até que seja extremamente verdadeira a angustiante pergunta “Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lc 18:8 ACF) ???


Ah, que Deus nos dê a graça de sermos corajosos e dispostos até mesmo a morrer a morte mais bárbara, pelo testemunho dEle:
“16 Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei Nabucodonosor: Não necessitamos de te responder sobre este negócio. 17 Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei. 18 E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste. (Dn 3:16-18 ACF)


Hélio, 01.março.2007.


 


O irmão Júlio respondeu-me que vai preparar uma resposta dele, mas pediu-me que quem tiver uma palavra sobre o assunto lhe escreva diretamente. Por favor, escreva para juliosevero@hotmail.com. Mas seja sincero: você, você mesmo, está disposto a ser preso 2 a 5 anos? A provavelmente ser sodomizado e morto na cadeia? Ou prefere calar? A resposta a essa pergunta é dificílima, pelo menos para mim... Que devo fazer, que irei fazer? Ou devo sair desse pais iníquo? (Como Ló devia ter saído de Sodoma, ele pecou muito em ficar ali). Mas que seriam de nosso país se todos os crentes fiéis o abandonassem? E para onde iríamos? Parece-me que o mal está crescendo em toda parte.

Hélio
 


De Rodrigo da Silva Barros:

Creio que num culto público, do tipo ao ar livre, ou em um espaço público, o mais sensato é terminá-lo. No trabalho, eu creio que devemos evitar dissensões (tomando o cuidado de convidá-lo à igreja ou ao culto domiciliar). Agora, se fosse em minha casa, meu lar, como chefe de família, tenho que defendê-la; e daí, mesmo que a tirania não o permita, eu devo expulsá-los e clamar contra eles. Quanto ao templo, creio que devemos ser ousados, como seríamos diante de nossas famílias. O templo é nosso "lar" também.

Os que puderem sair do País, devem fazer isso.

Mas o ideal, e falo sério, é arregimentar forças milicianas, com os católicos, ortodoxos, judeus e outros candidatos, se necessário, (porquê eles serão afetados também) e seguir o exemplo dos Pais Fundadores dos EUA. É nosso direito bíblico. [Observação de Hélio: Rodrigo não está querendo dizer atacarmos absolutamente ninguém, mas apenas nos defendermos de sermos atacados por eles, forçados por eles! Ele fala de legitima defesa, nos padrões bíblicos, não de ataque nazista]



rodrigosilvabarros@itelefonica.com.br



De Francisco Belvedere fcobelvenet@yahoo.com.br

Existe uma brecha para resguardar pelo ao menos as Igrejas. Que todas coloquem avisos explícitos, que é proibido que casais expressem sua afetividade no culto.

Isso não poderia ser considerado discriminação,pois seria uma proibição para todos, que incluiria os sodomitas.

 


De Marcelo Gross

Porte na igreja

Acredito que a questão que está sendo debatida sobre os homossexuais, trata-se de uma questão de eclesiologia, e bom comportamento.

Vou citar o exemplo que aconteceu na minha igreja.

Um mendigo começou a aparecer lá na igreja, e começou a pedir esmola para os fiéis, no meio do culto.
Deram dinheiro para ele ir embora.
Resultado: No outro culto ele veio novamente, e mais uma vez, e no outro igualmente.

O que nós fizemos para solucionar esse problema de mal-comportamento?

Tentamos articular uma mega-coalisão política-ecumê nica para votarmos uma lei no Congresso proibindo mendigos na igreja?

NÃO.

O condutor do culto simplesmente disse para ele esperar, que teriam uma conversa após o culto, fazendo o mendigo assistir o culto até o fim.

No final do culto, ninguém deu dinheiro a ele, mas, como ele disse que estava passando necessidade, lhe damos quase todos os mantimentos que dispúnhamos na igreja.

Resultado: O mendigo ouviu do Evangelho, e não nos incomodou mais.

CONCLUSÃO

Todos tem direito de ouvir do evangelho:  Prostitutas, ladrões, mendigos, homossexuais, presidiários, drogados, satanistas, católicos, espíritas, pentecostais, etc...

Mt 9:13  Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.

Quem dera que nossa igreja se enchesse de perdidos, e todos eles pudessem ouvir do maravilhoso Evangelho de Jesus Cristo, e nascer de novo, e se converter a Cristo!

Homossexuais são pecadores perdidos como outros qualquer, há exemplos de homossexuais supostamente bastante religiosos (padres).


O fato de homossexuais serem provocativos, lembramos que qualquer pessoa não-homossexual também pode ser provocativo.

E no caso de praças, ora, não se vai fazer culto em praças, por que Deus não escuta os perdidos.
Hb 11:6  Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.

Mas sim, se vai evangelizar em uma praça, por que provavelmente a maioria ali é perdido.
Mc 16:15  E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.

Estar recusando ajudar ao necessitado, pode ser um impedimento as orações, e não devemos fazer acepção de pessoas, pois todos precisam do evangelho de Cristo.

1Jo 3:16  Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.
1Jo 3:17  Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?

Cl 3:25  Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas.
Tg 2:9  Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores.

A premissa de combater o homossexualismo, é um antigo pretexto ecumênico.

A solução de Joaquimbarel é a mais certa - igreja não é lugar para atos libidinosos nem sensuais.

Existe uma brecha,para resguardar pelo ao menos as Igrejas.  Que todas coloquem avisos explícitos, que é proibido que casais expressem sua afetividade no culto.
Isso não poderia ser considerado discriminação, pois seria uma proibição para todos, que incluiria os sodomitas.

 



De Rinaldo de Almeida Silva professor_rinaldo@yahoo.com.br


No Trabalho: dependendo do ambiente o Cristão deverá reagir de modo incisivo. Sou professor de escola pública e no início deste ano tivemos uma reunião com uma Psicóloga ( q se dizia freudiana) em que eu contestei muitas das "cientificidades" da psicologia freudiana, a professora perguntou qual disciplina eu lecionava e eu respondi: Filosofia. O tema era justamente esse: o comportamento de certos alunos gays que já estavam passando dos limites sendo que um "casal" foi visto pela profa. de História aos beijos e carícias nas dependências da escola e isto gerou muita polêmica.
Sugeri que fosse elaborado um código de ética comportamental e fosse distribuído aos alunos no período de matrícula contendo explicitamente o que não era permitido na escola.

Na Igreja: Não há como impedir que "casais" entrem em cultos, há a liberdade de ir e vir garantida na Constituição. Mas já houve casos em Belém em que na passeata gay alguns trocaram beijos em frente a uma IURD como forma de "protesto". É evidente que se um "casal" gay faz isso dentro de um templo religioso constitui-se ofensa à uma comunidade. O mesmo direito que tem alguém que se sinta "discriminado" por sua "opção" de reclamar também têm uma comunidade cristã que se sinta ofendida por comportamento inadequado de um visitante. O ideal é anotarmos os nomes de visitantes, seus endereços, telefones em uma fichinha específica para eles e caso haja algum caso desses acionarmos a Justiça denunciando- os por comportamento ofensivo, pois, agridem tanto aos idéias da comunidade quanto aos presentes incluindo crianças, famílias e etc...

Em público: é melhor nos acostumarmos com esse tipo de comportamento ou mudarmos as nossas estratégias indo pessoalmente, ou seja, fazendo evangelismo "boca-a-boca" (no bom sentido).

 


De Rodrigo da Silva Barros


 
A questão da demonstração da afetividade (sodomita ou não) em locais privados abertos ao público é assegurada pela iníqüa PL 5003/2001:
 
"Art. 8º-A. Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei[1]:
 
Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."
 
Não adianta, ao meu ver, afixar dizeres nos Templos proibindo visitantes de expressarem determinados gestos. A lei não estabelece exceções nem para os casos de provocação deliberada e mal-intencionada.
 
Isso têm uma implicação horrorosa: estamos a mercê não somente de sodomitas; mas também estamos a mercê de ateus, feministas e os demais ímpios provocadores que, se desejarem zombar das igrejas que odeiam, comparecerão para expressarem os seus gestos de afetos uns aos outros. E alegarão cinicamente que o afeto é um direito garantido por essa lei, não constituindo, portanto, um caso de pertubação ao culto (que é crime contra o sentimento religioso, art. 208 do Código Penal). 
 
A Constituição garante a liberdade de crença e de opinião à pessoa física[2]. Porém:
 
1. às demais coisas (igrejas e suas sedes), a proteção dessa garantia está condicionada a ser regulamentada em lei. Se a lei é claramente hostil aos atos praticados em templos ou espaços privados abertos ao público (com ou sem CNPJ) essa proteção se evapora.
 
2. o texto da Constituição é contradizente. Por um lado, ela menciona que é inviolável a liberdade de crença; por outro lado ela diz claramente que ninguém pode invocar o direito à liberdade religiosa, para se esquivar de uma obrigação legal imposta a todos[3]. E justamente por essa brecha, que essa lei iníqüa estabelecerá a censura pública contra pregações anti-sodomitas e anti-feministas em meios de comunicação ou em público:
 
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
 
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”(NR)
 
Irmão, é horrível dizer isso, mas essa lei obriga todos os crentes a praticar o Evangelho exclusivamente em casa.
 
[1] "Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero."(NR)
 
[2] "VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;"
 
[3] "VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;"
 
Fontes:
Planalto.gov e Câmara Federal.



 
 
 



Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).



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