Estudo 2 sobre Divórcio e Recasamento:

PERDÃO DE DEUS PARA O DIVÓRCIO:

MINISTRANDO ÀS ALMAS DIVORCIADAS






PERDÃO de DEUS PARA O DIVÓRCIO: MINISTRANDO ÀS ALMAS DIVORCIADAS, A PERMANÊNCIA DO CASAMENTO - OU, SERÁ QUE O DIVÓRCIO TERMINA O CASAMENTO?






Leia Gênesis 2:24. 
“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.”
(Gn 2:24 ACF).

No começo, Deus criou o casamento. Em Gênesis 2, Ele, simplesmente, declara que quando um homem e uma mulher se ajuntam eles se tornam "uma carne." Obviamente, esta é uma figura de palavras, uma vez que um homem e uma mulher não são cirurgicamente enxertados um no outro. Simplesmente, eles se tornam uma unidade. A esse ponto, a Palavra de Deus não oferece nenhuma instrução, nem proibição, nem qualquer comentário, de modo nenhum, a respeito da dissolução do casamento. Nós, simplesmente, temos uma declaração de que um homem e uma mulher se ajuntam para formar um casamento, "uma carne." A implicação é que este homem e esta mulher viverão juntos para sempre. E eles teriam vivido também se o pecado não tivesse chegado! Neste ponto [Gn 2:24], o pecado e a morte ainda não tinham entrado no mundo, portanto nenhuma instrução com respeito aos efeitos posteriores à queda já era necessária.

Em Gênesis 3, Adão e Eva pecaram, e o primeiro destruidor de casamento confronta a raça humana: a morte. Adão e Eva não irão ficar, permanentemente, casados. O casamento deles terminará com a morte. O Novo Testamento afirma que, no céu, os crentes não são casados (Mateus 22:30, Marcos 12:25, Lucas 20:35). Depois de Gênesis 3, o casamento muda, tornando-se um relacionamento durando somente sobre a terra e terminando com a morte.

Leia Deuteronômio 24:1-4.
“1 ¶ Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa. 2 Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem, 3 E este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lha der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, 4 Então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o SENHOR; assim não farás pecar a terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança.” (Dt 24:1-4 ACF)

Na lei mosaica, nós encontramos o outro destruidor- de- casamento: pecado. Não simplesmente qualquer pecado, mas aquilo que aqui é chamado de "coisa indecente." Coisa indecente é geralmente o resultado de desobediência à lei de Deus. Enquanto nós achamos difícil acreditar que Deus concedeu permissão para o divórcio em razão de toda e qualquer coisa indecente, em torno dos dias em que Cristo aqui viveu na terra, alguns começaram a interpretar esta passagem daquela maneira [toda e qualquer coisa indecente] (Mateus 19:3). Deus escolheu, aqui [Deut 24:1-4], ser vago. Ele tem um domínio completo de todas as linguagens, sendo o Criador, todavia, Ele  escolheu não ser mais específico do que dizer "coisa indecente." Se Ele desejasse negar todo e qualquer divórcio, ou permitir o divórcio por apenas uma ou duas causas [específicas], Ele, claramente, teria dito isto aqui. Ao invés disso, Ele, intencionalmente, foi vago, permitindo uma faixa de pecados que pudessem ocasionar um divórcio. Esta amplitude foi limitada por requerer ao marido escrever para ela uma carta de divórcio. Presumivelmente, o homem tinha que dar razões públicas e obter isto como um documento legal, o que envolveria a determinação de um juiz quanto a adeqüabilidade da sua causa.

Note que divórcio termina a relação matrimonial. No versículo 2, ela [a mulher] vai e se torna a esposa de um outro homem. O versículo 4 refere-se ao seu primeiro marido como "primeiro" marido. Ele não é mais o marido dela. Ele não tem mais nenhum relacionamento, e, na verdade, eles são proibidos de restabelecerem um relacionamento. O casamento deles está terminado. Em nenhum sentido, Deus ou a lei consideram que ela [a mulher] e seu primeiro marido ainda estão casados. Nem ela adultera contra o primeiro marido quando se envolve num relacionamento matrimonial com seu atual marido. Caso contrário, ela seria apedrejada por adultério e não estaria continuando em um segundo casamento (muito menos um segundo divórcio como o texto indica). Não, o casamento dela está terminado.

Como nós vimos no último artigo, a palavra "divórcio", no Velho Testamento, significa "um cortar fora." Uma coisa que foi  "cortada fora" não é mais parte daquilo com que ela foi ligada, e morre. Um ramo cortado fora não mais pertence à videira, mas murcha e morre.

Considere o caso do divórcio de Deus em relação a Israel. Em Isaías 50:1 e em Jeremias 3:8, quando Deus se divorciou de Israel, Ele quebrou o relacionamento. Eles foram separados. O fato que Ele irá um dia restaurar os israelitas para Ele mesmo, [este fato ainda futuro] enfatiza a presente separação. Uma vez que Ele escreveu aos israelitas uma carta de divórcio, não há nenhum senso místico no qual eles [os judeus] "estejam ainda presentemente casados" [com Deus]. Ele restaurará o relacionamento deles, algum dia; mas, por enquanto, Ele está apenas com a nova noiva, [o conjunto de crentes de] as igrejas do Novo Testamento.

Assim, tanto a morte como o divórcio terminam o casamento.




Agora, leia Mateus 19:4-6:
“4 Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, 5 E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? 6 Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mt 19:4-6 ACF)

Cristo revisa Gênesis 2:24. Ele ordena que o homem não deve "jogar fora" casamentos. O versículo 6 é, freqüentemente, citado errado e mal interpretado, distorcido. Cristo não disse que o homem "não pode" terminar casamentos, mas que o homem não deve fazer isto. O fato que Cristo ordena aos homens enfatiza o fato de que  homens podem, e, realmente, terminam os casamentos com regularidade. Aqueles casamentos são terminados e isto é um crime [ou, melhor, um pecado] na estimativa de Cristo. Relembre o contexto. Cristo está enfocando a alegação que Moisés permitiu o divórcio "por toda causa." Está falando alto contra a maré de divórcios injustos e a luxúria dificilmente escondida de homens tentando se esconder por detrás da suposta permissão de Moisés'.

Leia Mateus 19:7-9.
“7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. 9 Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.” (Mt 19:7-9 ACF)

Cristo revisa os pronunciamentos da lei mosaica com respeito ao divórcio. Ele declara que Moisés permitiu o divórcio, sob tais termos frouxos (relembre o contexto), por causa da dureza do coração dos homens. Ele lhes lembra que na criação original  não havia divórcio. Ele então superpõe [substitui] todas as considerações prévias de Gênesis e da lei com as palavras: "Eu, porém, vos digo." A despeito do estado original e da amplitude da lei de Deus a Moisés, Ele agora expõe Seu pronunciamento: Ele dá somente uma causa justa para o divórcio (em oposição à declaração vaga de Moisés), esta causa justa é a infidelidade sexual de uma esposa, nem mais, nem menos. Note que Ele não diz que a Sua regra é por causa da dureza dos corações dos homens.

Leia João 4:16-18.
“16 Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. 17 A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; 18 Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.” (Jo 4:16-18 ACF)

Cristo aqui nos dá o modelo de como lidar com uma situação tão comum em nossos dias, quanto foi nos seus dias. No versículo 15, a mulher próxima ao poço pede a Cristo a "água que salte para a vida eterna." Como um sábio ganhador de almas, Ele primeiro a confronta com o pecado dela para assim levá-la ao arrependimento, antes de lidar com a verdade do fato que Ele é o Salvador. Ele está confrontando o pecado dela no versículo 16 quando Ele lhe diz para chamar o marido dela. Qual é o pecado dela? A clara  implicação desta passagem é que ela tinha sido divorciada cinco vezes. Por que Cristo levantaria isto contra ela, isto é, o fato que ela tinha sido casada, se aqueles homens tivessem simplesmente morrido? Ademais, Cristo nos mostra que ela é uma mulher imoral, vivendo com um homem que não é seu marido. Aparentemente, a natureza dela é ser sexualmente infiel. O que seus cinco prévios maridos descobriram é, agora, óbvio a todos, uma vez que ela parou de se dar ao trabalho de casar e está, agora, simplesmente vivendo com um homem. No versículo 39, ela declara que Cristo lhe mostrou "tudo quanto tenho feito." Ele mostrou a ela uma coisa muito claramente: que ela estava vivendo com um homem com o qual ela não era casada; e ela sabia que Ele [Cristo] também a acusou de causar cinco divórcios. Note também o desdém especial que alguns dos habitantes da aldeia tinham para com ela, no versículo 42. Ele se afastariam do caminho dela para distanciar a crença deles do testemunho dela, aparentemente porque eles não queriam ter nenhuma identificação com uma mulher imoral.

Note que Ele, [Cristo]  não diz que ela está casada com todos daqueles homens [os cinco maridos]. Ele lhe diz "tiveste" cinco maridos. Ela não mais está casada com nenhum daqueles homens. Em nenhum sentido são eles ainda maridos dela. Os casamentos deles estão acabados. 

Portanto, é impreciso dizer que uma pessoa divorciada, por causa dos seus divórcios, está tendo vários cônjuges vivos. Não há nenhum sentido místico em que Deus considere uma pessoa que, quer justa ou injustamente, tenha se divorciado [ou sido divorciada] como ainda estando casada com seu prévio cônjuge. Deus espera que nossos casamentos sejam permanentes, mas eles freqüentemente não o são. [Portanto,] o casamento em si mesmo não é permanente, mas somente dura enquanto o casal permanece fiel um ao outro. Mesmo nessa hipótese, a morte pode terminar casamentos.

Leia Romanos 7:2-3.
"Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro varão; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido."

Olhe de perto o que estes versículos estão dizendo. A palavra "for", nestes versículos, é traduzido da palavra  grega "ginomai" significando "causar ser, tornar-se, começar a ser". Literalmente, "for de outro varão", aqui, significa "tornar-se, começar a ser de um outro homem." O verbo está enfatizando uma ação [de iniciar a colocar-se em um estado], não está implicando um estado contínuo.

Leia estes versículos de novo, compreendendo que "for de outro varão" significa "começar a ser de um outro homem." O versículo 2 nos diz que, de acordo com a lei mosaica, uma mulher casada pertence a seu marido até que ele morra, mas que quando ele morre o casamento deles está terminado. O versículo 3 diz que se ela se casa com um outro homem, mas o seu atual marido não está morto, "ela será chamada," dada o título de uma adúltera. Mas, se seu marido morreu, ela pode ter se casado e não cometeu adultério assim fazendo. 

Note que o texto diz, a "mulher que está sujeita ao marido," e "o marido." Que é que  este texto está representando? O quadro é de uma mulher casada com um homem, que sai e casa com outro homem enquanto ainda está casada: poligamia. Debaixo da lei mosaica, ela agora seria apedrejada por cometer  adultério; não haveria recasamento para ela. Em nenhuma parte neste contexto a questão de se divorciar e depois recasar é mencionada. Por quê? Porque uma mulher divorciada não mais tem um marido. O casamento dela está terminado. O quadro aqui é de poligamia, não é uma situação de divorciar e depois recasar.

O contexto maior torna isto óbvio. Romanos 7 desenha uma ilustração a partir da lei do Velho Testamento, para mostrar que tal lei está agora terminada. Deus está discutindo como é que Cristo teve que dar por terminada a lei para que, com justiça, nos oferecesse salvação. Neste caso, o ideal está representado, e a morte (mais especificamente, a morte de Cristo) é o final de nosso casamento com a lei. Se a lei fosse ainda nossa governante, Cristo não teria nenhum direito de oferecer salvação. Ao invés disso, a lei teve que ser removida para Cristo casar conosco. Cristo não nos pede para flertar com Ele enquanto ainda vivemos debaixo da lei.

O contexto torna claro que Deus não está aqui legislando os pontinhos minúsculos a respeito do que quebra matrimônio, ou quando uma pessoa está em adultério
. De fato, a Sua morte [de Cristo] terminou a lei mosaica da qual Ele extrai a ilustração dos versículos 2 e 3. Se Deus estivesse, nesta passagem, plantando aberturas que [depois] serviriam para atirarmos contra o divórcio, Ele poderia simplesmente ter declarado que divórcio não termina casamento. Mas Ele não fez isto. A lei mosaica ainda serve como um exemplo para nós (1 Corinthians 10:11), mas os pronunciamentos de Cristo são a regra final e completa pela qual nós vivemos.

Realmente, é tão simples assim: Este texto [Rom 7] não tem nada a ver com recasamento. Contudo, este versículo é com freqüência erroneamente interpretado, distorcido e aplicado para reinterpretar todo o restante do ensino de Deus sobre o casamento. Nós temos de ser cuidadosos para não nos agarrarmos a um versículo ou a dois como uma lente através da qual nós negamos o pleno ensino do restante das Escrituras. Isto é aquilo que os regeneracionistas batismais fazem com Atos 2:38 [
“E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;”] e Marcos 16:16 [Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”]. Eles fazem destes dois versículos as lentes através das quais eles distorcem todo o claro ensino das Escrituras, concluindo que batismo é indispensável para o salvação. Os católicos romanos fazem de João 6:56 [“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.”] as suas lentes para justificarem a missa, alegando que nós devemos literalmente comer e beber Jesus Cristo para assim sermos nascidos de novo.

 Leia 1 Corinthians 7:39.
 "A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor."

Ao contrário de Romanos 7:2-3, este texto está legislando regras do Novo Testamento para o casamento. Nós vimos na última lição, que, neste capítulo, Paulo não está enfocando nem negando à exceção deixada por Cristo. Seria mais seguro entender que os ensinamentos deste capítulo pressupõem um casal sem justo embasamento para um divórcio. Novamente, se Deus intencionasse negar a declaração de Cristo em Mateus 19, Ele teria explicitamente dito isto. 

Portanto, a discussão deste capítulo sobre divórcio entre cristãos lida com cristãos cujos casamentos são ásperos, mas que não têm o embasamento que Mateus 19:9 dá para o divórcio. Ele os ordena nos versículos 10-11 não se divorciarem (“10 Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. 11 Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.” (1Co 7:10-11 ACF)), proíbe recasamento no caso de abandono em versículo 15 ("Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz."), e com este verso Ele proíbe poligamia (os mórmons têm que ter perdido este versículo). Ele adiciona a importante instrução que cristãos crentes devem somente se casar com crentes.

Novamente, nós temos que evitar tomar este versículo isolado para negar todo o claro ensino das Escrituras. Admitidamente, Romanos 7:3 e 1 Coríntios 7:39 exigem um sério estudo para encaixá-lo dentro de um quadro envolvendo tudo sobre casamento, da mesma maneira que Atos 2:38 e Marcos 16:16 exigem cuidadosa interpretação à luz de toda a Escritura.

O término dos casamentos é um dos terríveis resultados do pecado e da morte. O lindo plano de Deus no Jardim do Éden tem sido solapado e destruído. Deus nunca intencionou que o casamento terminasse, mas ao contrário Ele intencionou que, eternamente, Adão e Eva conheceriam a doce comunhão um com o outro e com o seu Deus.  Mas, tanto pecado como morte terminam casamento. Morte, muito obviamente. O pecado termina casamento por causar injustos divórcios seguidos de recasamentos, ou por destruir a confiança dentro de um casamento e levar a um justificado divórcio seguido de recasamento.

Não se engane! Deus não tem sido derrotado, nem tem sido ultrapassado por esperteza! Ao contrário, o Seu remédio para o pecado nos traz a um estado que muito excede à glória de Sua criação original! Antes que nós cheguemos ao remédio, nós necessitamos definir claramente o pecado.



 

O PECADO EM INJUSTO DIVÓRCIO SEGUIDO DE RECASAMENTO - OU, ESTÃO PESSOAS RECASADAS VIVENDO EM PERPÉTUO ADULTÉRIO?
 

No caso único de infidelidade sexual, Deus permitiu a exceção, isentando a parte inocente de toda a culpa e penalidade. Portanto, nós entendemos que tais pessoas não cometem adultério no divórcio seguido de recasamento e não cometem os seguintes pecados.
Mateus 19:9
 “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.” (Mt 19:9 ACF)

Marcos 10:11-12
  “11 E ele lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. 12 E, se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera.” (Mc 10:11-12 ACF)

Mateus 5:32 
“Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” (Mt 5:32 ACF)

Todo o injusto divórcio seguido de recasamento constitui um pecado de adultério nas seguintes maneiras:

1. Um homem que se divorcia da sua esposa e recasa, comete adultério contra aquela [sua ex] esposa.
2. Um homem que casa com uma mulher divorciada comete adultério.
3. Uma mulher que se divorcia do seu marido e recasa com outro comete adultério.
4. Um homem que se divorcia da sua esposa faz com que ela cometa  adultério (mais a respeito disso em um minuto).

Portanto, o que é adultério? Nós entendemos que a palavra significa "infidelidade sexual no matrimônio." Mas, para encontrarmos o que uma palavra significa na Bíblia, nós temos que estudar como Deus usa a palavra. Do mesmo modo como nós recusamos interpretar as Escrituras através das lentes das tradições do homem, da história, de visões, e de alegadas revelações adicionais; nós temos que ser cuidadosos para interpretarmos as palavras das Escrituras do modo que Deus as usa, e não limitarmos os significados de acordo com as definições do homem. Certamente, dicionários podem servir como valiosos atalhos na pesquisa, e recursos tais como a Concordância Exaustiva de Strong ou como o dicionário de Webster de 1828 lhe darão um bom entendimento das palavras. No entanto, o entendimento completo pode somente ser obtido através do exame de como Deus usa a palavra. A Bíblia tem que definir-se ela própria. As palavras mudam de significado. Deus não tem prometido preservar dicionários ou gramáticas, mas preservar a Sua Palavra. Portanto, pelo contexto em Sua Palavra, nós chegamos a definições mais detalhadas do que aquela a qual o homem pode usar ou aceitar em vários séculos. Nós fizemos exatamente isto na nossa última lição, quando nós definimos  "fornicação" como "imoralidade sexual" ao invés de apenas "imoralidade sexual pré-marital" porque 1 Corinthians 5:1 usa "fornicação" para descrever o que seria normalmente chamado de "adultério". Eu penso que nós faríamos bem se entendêssemos "fornicação" como " desvio sexual" incluindo  bestialidade,  homossexualismo e abuso de crianças.

Adultério é usualmente definido como um ato sexual cometido entre duas pessoas que não estão casadas uma com a outra, mas sendo uma delas uma pessoa casada. Ambas as partes deste pecado são ditas estarem cometendo adultério, mesmo a parte que é não casada. Tecnicamente, quando ambas as partes deste pecado são pessoas casadas, o pecado é chamado de duplo adultério.

Mateus 5:32 traz dificuldades à nossa definição padrão. Em que sentido a esposa que foi divorciada injustamente é dita culpada de infidelidade sexual ao casamento? NENHUM ato sexual está acontecendo aqui de modo nenhum, mas ela se torna uma adúltera porque seu marido a lançou fora. Para responder a esta pergunta, alguns assumem que ela recasa, ou que ela somente está sujeita à hipótese de adultério aos olhos de outros por causa do divórcio. Mas, o texto diz que ele causa que ela cometa adultério. Isto é o resultado das ações daquele que agora é o ex-marido dela, não o resultado das próprias ações dela. Ademais, ela realmente comete este pecado, em oposição a apenas ser suspeita de fazê-lo. Mateus 19:9 parece apresentar outra dificuldade. Uma vez que o divórcio termina o casamento, como é que o ato de se casar com uma mulher divorciada constitui um ato do adultério? Ela não está adulterando contra o seu prévio marido, uma vez que o casamento deles está terminado como é demonstrado em Deuteronômio 24:1-4. Por que chamar o casamento dele um ato de adultério?

Aqui nós temos que destacar que a pessoa recasada não comete adultério contra o seu prévio cônjuge cada vez que pratica a relação matrimonial com o seu novo cônjuge. Como nós temos sobejamente estabelecido, o casamento anterior está terminado. O casal recasado "não está vivendo em adultério" cada vez que exercita o seu relacionamento marital. Entretanto, se o casamento deles envolveu um divórcio injusto, foi um ato de adultério. A frase "comete adultério" é uma construção no tempo presente. Como "comete assassinato," ela enfatiza a presente execução de uma ação, não um estado perpétuo.

Aqui, nós parecemos forçados a alargar a nossa definição de adultério. Neste contexto, adultério significa  infidelidade ao casamento. Ao divorciá-la, ele quebrou o casamento dela. Ela não pode mais ser fiel, porque ele tem se divorciado dela... então, em um certo sentido, ela é infiel. Considere também, Ezequiel 16:38 onde os tradutores da Bíblia do Rei Tiago reconheceram esta nuance de significado ao traduzirem a palavra hebraica "adultério" como "quebrar o vínculo do casamento." Um século antes disso, Tyndale traduziu o versículo [Mt 19:9] como "mas eu digo a vós:  quemquer que lançar fora a sua esposa (exceto que isto seja por causa de fornicação) causa com que ela quebre o matrimônio. E quemquer que case com ela que está divorciada quebra o laço matrimonial." Isto reflete um entendimento mais amplo da palavra grega que nós agora traduzimos como "adultério." Uma vez que Tyndale usou o Texto Grego Recebido, eu sinto que sua tradução lança alguma luz (eu alerto contra fazer referência a versões modernas em uma tentativa de entender a Bíblia do Rei Tiago [ou Almeida Corrigida Fiel], uma vez que as versões modernas usam um texto grego corrompido como a base delas.) Duzentos anos antes, Wycliffe traduziu a frase como "o hir makith to do letcherie." ("faz com que ela cometa lascívia" [lascívia é o pecado de irrestrita entrega à sensualidade, particularmente sexual, mesmo que apenas na esfera do pensamento]). Portanto, nos dias de Wycliffe eles entendiam uma definição ainda mais ampla do que agora  nós chamamos de adultério.

 Será que eu posso sugerir que o sentido principal de adultério parece ser "infidelidade"? A partir deste conceito, nós chegamos a dois sentidos principais:  infidelidade sexual ao casamento e infidelidade espiritual a Deus. Portanto, "adultério" geralmente, significa "quebrar o laço do casamento" e é geralmente evidenciada pela infidelidade sexual de um cônjuge. Portanto, de acordo com o pronunciamento de Cristo, ambos esposos em um divórcio injusto são culpados de quebrar um casamento. Neste caso, não é dito que eles têm sido sexualmente infiéis, mas eles estão quebrando o vínculo do casamento. Eles têm quebrado o plano de Deus em Gênesis 2:24 e o que Deus ajuntou em Mateus 19:6. Ademais, à luz de Mateus 19:9 (nosso segundo texto apresentando uma pergunta), eu sugiro que adultério abrange todo "desvio matrimonial," incluindo tanto a quebra injusta de um casamento como injustamente se casar.

Portanto, nós concluímos que o ato de injustamente se divorciar e recasar, ou o ato de casar com uma pessoa injustamente divorciada, são um ato (não a entrada para dentro de um estado) de adultério. Arrependimento e perdão devem ser procurados, como para todo ato de pecado, como é ensinado em outros locais nas Escrituras.

Nós temos agora harmonizado um grande corpo de Escrituras a respeito de divórcio/recasamento, particularmente as suas permissões e resultados. Nós reconhecemos as intenções de Deus a respeito do casamento. Nós vimos o papel do pecado e da morte em destruir casamentos. Nós compreendemos a existência de leis de Deus permitindo o divórcio em situações muito restritas. Nós cremos que nós somos restritos onde Deus é restrito, e largos onde Deus é largo.


 

COMO PODE O ATO DE ADULTÉRIO SER PERDOADO?
 

Tem que haver arrependimento e perdão disponíveis para aquele que cometeu um ato ou vários atos de adultério, exatamente como há arrependimento e perdão para assassinato, homossexualismo, mentir e roubar. Observe em 1 Coríntios 6:9-11 que os santos em Coríntios "foram", tempo passado, estas coisas... eles não mais são considerados como tais e não mais estão praticando aquelas coisas. De fato, eles não mais são chamados por aqueles títulos. O perdão de Cristo purifica, limpa e liberta da culpa e do estigma de todos os pecados!

Alguns podem objetar, "Então, você pode [alegremente planejar] cometer adultério por se divorciar ou recasar, e [realmente cometer tais pecados, e] depois [como alegremente planejado] apenas correr para Deus e pedir perdão?" Não. Deus não ouve nem honra pedidos de desculpas insinceros. Ademais, nenhum pecador voltará as costas a seu pecado até que o Espírito Santo tenha trazido convicção e a alma exerça arrependimento, reconhecendo o [terrível, desgraçado] mal do seu caminho [em que está andando] e desejando voltar as costas ao pecado [anelando e passando a caminhar] em direção a Deus. Uma alma no calor e paixão do pecado não fará isto. O homem pode correr para a presença de Deus e dizer o que quer que ele deseje, mas isso não significa que Deus lhe concederá perdão.

O perdão é um dom [favor imerecido de Deus aos homens], recebido através de um genuíno arrependimento para com Deus e perdão da parte de Cristo. O injustamente divorciado tem de render-se à convicção do Espírito Santo com respeito ao seu pecado, e mudar sua mente concernente àquele pecado, concordando com a condenação de Deus sobre tal pecado. Seu humilde arrependimento tornar-se-á óbvio [e evidente] através de contrição e de uma mudança de um estilo de vida o qual o levaria a novamente se divorciar injustamente e assim cometer um outro tal ato de adultério. Divórcio/recasamento injusto não é pecado imperdoável. O processo e o efeito de arrependimento e de perdão é o mesmo para aqueles que injustamente se divorciam como também para aqueles que cometeram qualquer outro pecado.

 [ O testemunho a seguir de um irmão em Cristo que é divorciado e recasou fala a respeito deste assunto de uma perspectiva em primeira mão: "Meu próprio divórcio foi a prova mais difícil que eu enfrentei como um cristão. [Depois dele,] eu passei sete anos solteiro procurando a vontade do Senhor a respeito desta questão de recasamento, e eu não tomei o assunto superficialmente. Eu também não agüentei isto bem. Eu tentei numerosas vezes me casar de novo, somente para ter meus próprios planos podados. Graças ao Senhor, Ele zelou por nós quando nós iríamos nos colocar na luxúria da carne e das nossas próprias maquinações. No entanto, eu disse ao Senhor, numerosas vezes, que se um casamento me fizesse mais mal do que bem, eu não o queria, e eu disse aquilo sinceramente. Mas eu me arrependi muito e duramente a respeito da vida ímpia que tinha me trazido àquele ponto. Eu odeio o divórcio. Minha esposa é similar a mim no fato de que ela entende o que Deus pensa do divórcio e tem se arrependido do estilo de vida que colocou nós dois em um segundo casamento e em uma situação de 'segundo melhor' para nossas vidas. No entanto, nós cremos que, na misericórdia do Senhor, Ele nos permitiu ser casados e nos deu uma vida útil como pessoas divorciadas que são crentes. Primeiro, nós temos ensinado aos nossos filhos que nossos divórcios são pecado aos olhos de Deus, e que este não é o tipo de casamento (isto é, nosso atual casamento) que Ele deseja para as pessoas. Em segundo lugar, nós conhecemos que por, causa do nosso arrependimento e por causa do fato de que nós temos um Deus misericordioso e Redentor, nós podemos continuar com nossas vidas sem lutar constantemente a respeito do leite derramado do passado e do pecado que causou os nossos problemas. Se nós estamos certos de que nós temos lidado com aqueles pecados diante do Senhor, não há nada mais a dizer a respeito deles. Nós precisamos fazer o que nós podemos para o futuro, esquecendo o que nós fomos e olhando para a frente de modo a fazer o que nós podemos fazer com o tempo que nós temos agora. (A propósito, eu compreendo que a maioria das pessoas de hoje 'arrepende-se [falsamente]' através de meramente jogar em cima de Deus um 'Sinto muito!' e seguir em frente para o próximo casamento deles. Não foi dessa maneira comigo. Eu estive meses e anos de agonia a respeito do que eu tinha feito. Longos períodos de oração e de dores, e de grande pesar sentidos no coração. Se nós temos sido humilhados a respeito do nosso pecado e temos tomado ao Senhor, quem pode dizer qualquer coisa mais contra Ele?) Uma coisa que nos dá algum conforto a respeito de nossas perdas passadas é o fato de que nós podemos olhar para nós mesmos, hoje, e ver que Deus nos tem mudado. Ele nos tem MUDADO. Nós não somos o que costumávamos ser. Nós temos paz à noite sabendo que nós somos salvos."]



 

COMO  APLICAR O QUE NÓS TEMOS APRENDIDO?
 

Alcançando os perdidos
 

Nós temos o evangelho do perdão dos pecados através do sacrifício de Cristo Jesus. O perdão de Cristo e a habitação pelo Espírito trazem esperança e  restauração a corações esmagados que têm experimentado o divórcio. Nós temos que trazer-lhes as boas novas do perdão em Cristo!

Para os crentes que têm pecado injustamente se divorciando, ou casando com uma pessoa injustamente divorciada, [eu digo:] vocês têm que humilhar-se em contrito arrependimento diante de seu Deus. Ele os perdoará e os ajudará a viver de modo a não cometerem aquele pecado, novamente! 


 

Comunhão Pessoal e Cooperação Entre Crentes
 

O perdão de Cristo afasta para longe todo o estigma do pecado, afasta tanto aos olhos de Deus como aos olhos dos crentes, nossos  companheiros. Embora os nocivos e dolorosos efeitos do pecado irão continuar, nós tratamos um ao outro como plenos irmãos em Cristo. Não há crentes de segunda classe. Dizer: "Irmão Fulano de Tal é divorciado assim ele não deve cantar no coral," seria continuar a erguer contra aquele irmão um pecado que Deus tem perdoado, e provavelmente essa atitude vem de uma falsa visão de que seu recasamento o tem enterrado em perpétuo adultério. Nós todos temos sidos perdoados de um incalculável número [e gravidade] de pecados. Louvado seja  Deus por seu perdão!


 

Um Crente Que Tem Sido Injustamente Divorciado ou Que Se Divorcia Injustamente
 

Um crente que tem sido rejeitado [e abandonado] por seu cônjuge, quer seja esse salvo ou não, foi injustamente divorciado. Uma tal pessoa não está livre para casar até que o cônjuge que se afastou cometa  imoralidade sexual (como em recasamento). Então, o cônjuge que foi ferido pode aceitar que [realmente] está divorciado, e pode recasar.

Se uma pessoa que professa ser crente se divorcia injustamente do seu cônjuge, tal pessoa comete um ato de adultério e recebe disciplina de sua igreja local de acordo com 1 Coríntios 5. Quando e se uma tal pessoa se arrepende, então a igreja deve exercer restauração de acordo com 2 Coríntios 2:1-11. O cônjuge não está livre para recasar a não ser que o outro cônjuge, que o abandonou, cometa imoralidade sexual. Então, o cônjuge que foi ferido pode aceitar que [realmente] está divorciado, e pode recasar. A exceção em Mateus 19:9 pode se tornar efetiva dependendo da situação.


 

 Deve um homem divorciado ser ordenado como Pastor ou Diácono? 
 

A igreja que está fazendo a ordenação deve considerar que se o divórcio foi de acordo com a exceção de Mateus 5:32 e 19:9, então ele está livre de toda a culpa e estigma de tal divórcio. A frase "marido de uma só mulher" não se refere a pessoas recasadas, uma vez que os prévios casamentos estão terminados. Ao invés disto, esta frase proíbe pastores polígamos.

No entanto, se ele, o pastor ou diácono, se divorciou ou não com uma base justa, um homem divorciado é desqualificado para o pastorado. Ele não pode servir de modelo [a ser imitado] da perfeita vontade de Deus, como um pastor deveria ser, por causa do seu estado familiar e matrimonial. A palavra de Deus enfatiza a qualidade do casamento e da família de um pastor em 1 Timóteo 3 e Tito 1. 
“(2) Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; (4) Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia” (1Tm 3:2,4 ACF)

“6 ¶ Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. 7 Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus...”
(Tt 1:6-7 ACF).

 1 Pedro 5 diz que ele [o pastor] deve ser um exemplo para o rebanho (“... servindo de exemplo ao rebanho.” (1Pe 5:3 ACF) ). Se o pastor não pode ser o exemplo daquilo que um piedoso casamento deve ser, os padrões são enfraquecidos até a base.

Certamente, nós devemos ser misericordiosos e perdoadores como Deus é, mas o pastorado deve ser mantido em um padrão mais elevado possível. O perdão do pecado é uma coisa, e a qualificação para  liderança da igreja é outra coisa diferente.

Cada igreja individual necessitará considerar esses pensamentos com toda a oração.

Deve um homem casado com uma mulher divorciada ser ordenado como Pastor ou Diácono?

Novamente, a igreja que está fazendo a ordenação tem que considerar se o divórcio dela preenche a exceção concedida em Mateus 19:9. Se não preenche, ele [o prospecto para ser pastor ou diácono] cometeu um ato de adultério ao casar com ela, mas eles não estão continuando a cometer adultério todas às vezes que eles se ajuntam, uma vez que o casamento anterior está terminado. Deve um homem que cometeu um tal ato do adultério ser ordenado? Em grande escala, este será um assunto para ele e sua igreja decidirem com muita oração e escrituristicamente. Lembrem que muito poucas exigências são colocadas sobre a esposa de um pastor, a ênfase escriturística sendo em maior escala sobre o comportamento do homem.



 

COMO EU RESPONDO A ESTA LIÇÃO?
 

Se você é um pecador perdido, e o divórcio é um de seus pecados, as boas novas são que Deus quer lhe perdoar, quer lhe limpar, e quer lhe usar para a glória dEle! Este maravilhoso perdão e esta paz restaurativa farão de você uma nova criatura! Será que você reconhecerá o seu pecado diante de Deus? Você concorda com Deus contra o seu pecado? Você quer voltar as costas à sua vida egoísta cheia de pecado, para uma obediência submissa a Ele? Você crê que Cristo, o Filho de Deus, morreu e ressuscitou, pagando por seus pecados com o sangue dEle? Você confia no Seu sangue e nEle somente como  pagamento dos seus pecados? Então invoque a Deus, arrependendo-se e crendo, e Ele lhe salvará!

Se você é um crente rebelde, Deus quer lhe restaurar, mas você tem que encontrá-Lo nos termos dEle. Será que você quer se arrepender de seu pecado? Volte a Cristo! Ele o ama e o curará  e o ajudará!



Por Vince Londini,
Pastor Assoc., Bethel Baptist Church, London, Ontário
vlondini@bethelbaptist.ca

Tradutora: Valdenira N. de M. Silva



Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).



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