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Capítulo 6


Pergunta – Será que as novas versões não estão embasadas nos "melhores manuscritos" ?

Resposta – Não. Os melhores manuscritos são os que dão base à Versão Autorizada da Bíblia.

Explanação

– As novas versões são apoiadas somente em cerca de cinco dos mais de cinco mil manuscritos do texto bíblico. Os críticos da Bíblia alegam que esses manuscritos são melhores do que aqueles usados pelos tradutores da Versão Autorizada. Mas não é assim.

Os dois manuscritos mais importantes entre estes, o Vaticanus, propriedade exclusiva da Igreja Católica Romana, e o Sinaíticus são ambos conhecidos como estando sobrecarregados de erros. Diz-se que o Sinaíticus foi corrigido e alterado por mais de dez escritores diferentes. No Vaticanus pode-se notar a evidência de uma obra humana muito tendenciosa. Sempre e sempre palavras e frases inteiras são repetidas mais de uma vez sucessivamente ou então completamente omitidas. Enquanto isso todo o manuscrito tem tido os seus textos mutilados por uma ou mais pessoas que discorrem com a pena sobre cada letra, tornando impossível a identificação exata de muitos dos caracteres.

Ambos os manuscritos contêm livros não inspirados e anti-escriturísticos, que não se encontram na Bíblia.

O único lugar a onde tais erros conduzem é a manuscritos não confiáveis, que apenas apresentam excelência na qualidade do material neles empregado. Eles possuem boa aderência e páginas de fino material de pele de animais. Essa aparência física, ao contrário dos textos duvidosos, torna-os de fato atraentes. Mas todos nós conhecemos o provérbio que diz: "Não se pode julgar um livro pela capa". As capas são bonitas, porém os textos repreensíveis.

E, contudo, apesar dessas corrupções bem conhecidas eles são a base de muitas das novas versões, tais como a New American Standard Version (NASV) e New International Version (NIV), tornando essas versões criticamente censuráveis e não confiáveis.

Os manuscritos representados pela Bíblia King James possuem textos da mais alta qualidade. Então, podemos ver que os melhores manuscritos são aqueles usados pelos tradutores Versão King James.



Capítulo 7


Pergunta – Se existe uma Bíblia perfeita em Inglês, não existe também uma Bíblia perfeita em Francês, Alemão, Japonês, etc.?

Resposta – Não. Deus sempre deu sua Palavra a um único povo, em uma única língua, para realizar uma única obra – converter o mundo. A suposição de que deve haver uma perfeita tradução em cada língua é errônea e inconsistente com a comprovada prática de Deus.

Explanação

– Esta explanação consta de três partes: O Velho Testamento, o Novo Testamento e a Bíblia toda.

1) O VELHO TESTAMENTO – É fato aceito, que o Velho Testamento, com exceção de algumas partes de Esdras e Daniel, foi escrito em hebraico. Também é aceito que ele foi divinamente entregue aos judeus.

Assim Deus inicia o seu modelo de operação. Ele entregou suas palavras a um ÚNICO povo em uma ÚNICA língua.

Aparentemente, Deus, sem se intimidar pela moderna erudição, não se sentiu obrigado a entregar as suas palavras em egípcio, caldeu, siríaco, etíope, ou QUALQUER OUTRA LÍNGUA em uso na terra no tempo em que o Velho Testamento foi escrito.

O Velho Testamento foi entregue EXCLUSIVAMENTE aos judeus. Qualquer um que desejasse conhecer a Palavra de Deus teria de se converter ao judaísmo. Ampla provisão foi feita para que tal ocorresse.

2) O NOVO TESTAMENTO – Também é fato aceito que o Novo Testamento foi escrito em grego. Grego Koiné para ser exato. Novamente o SENHOR parece não ter visto razão alguma para inspirar um original perfeito em todas as línguas do mundo existente naquela época.

Só que dessa vez, em lugar de dar o seu livro a uma nação, tal como Israel, ele simplesmente entregou-o aos cristãos, que foram comandados a sair e converter todo o mundo (Mateus 28:19). Sua escolha do grego como a língua do Novo Testamento foi óbvia, porque esta era a língua predominante em todo o mundo naquele tempo.

3) A BÍBLIA TODA - É óbvio que Deus agora desejava ter tanto o seu Velho Testamento como o seu Novo Testamento reunidos numa língua que fosse comum ao mundo inteiro. Somente o inglês pode ser considerado como essa língua.

A língua inglesa vinha se desenvolvendo por muitos séculos, até o século 16. Nesse tempo ela finalmente atingiu um estado de excelência como nenhuma outra língua da terra havia atingido. Parece que Deus fez o resto. Ele escolheu esta língua perfeita para a consumação do seu Livro perfeito.

Primeiro a Inglaterra e mais tarde os Estados Unidos iriam percorrer o mundo como as nações mais poderosas da terra, estabelecendo o inglês em todos os recantos do globo, tornando-se a primeira ou a segunda língua. Hoje as nações que não falam inglês têm necessidade ensinar esta língua aos seus cidadãos. Mesmo as nações antagônicas ao Ocidente, como a Rússia e a China Vermelha tem de ensinar o inglês ao seu contingente comercial e militar.

Desse modo, ao escolher o inglês para reunir os seus dois Testamentos, Deus escolheu a única língua que o mundo iria conhecer. Exatamente como demonstrou, quando escolheu uma ÚNICA língua para o Velho Testamento e uma ÚNICA língua para o Novo Testamento, Ele continuou essa prática ao combinar os dois testamentos ema ÚNICA língua.

Mas não esqueçamos o fato de que ao escolher a língua inglesa Deus nos deu um MANDATO para cumprir a grande comissão. Ele não nos deu uma Bíblia perfeita para que nos sentássemos placidamente à mesa do café, em nossa sala de estar, a fim de mostrar aos nossos visitantes como somos "religiosos". Ele não no-la deu para que nela fosse impressa uma flor correspondente ao nosso primeiro dia de vida, ou para fazer o registro de nossa árvore genealógica. Ele no-la deu para que a LEIAMOS. Ele no-la deu para que a carreguemos debaixo do braço e a compartilhemos com o mundo perdido as boas novas nela contidas de que Jesus pagou todo o preço do nosso pecado.

Vamos trabalhar, minha gente!



Capítulo 8


Pergunta – De onde vêm os manuscritos da Bíblia?

Resposta – A maior parte dos manuscritos bíblicos existentes se divide em duas "famílias". Estas famílias são em geral representadas por duas cidades: Alexandria (Egito) e Antioquia (Síria).

Explanação

– Só existem duas Bíblias no mundo – a Bíblia de Deus e a bíblia do diabo. Só existem duas visões da Bíblia. Ela é totalmente perfeita ou então é imperfeita.

As duas Bíblias, em forma de manuscrito, e suas respectivas ideologias, se originaram em dois lugares do Oriente Médio, completamente diferentes. Alexandria (Egito) e Antioquia (Síria). Discernir qual o lugar que nos oferece a Bíblia perfeita e a ideologia correta, e o lugar que nos oferece a bíblia do diabo e a ideologia incorreta é uma das tarefas mais fáceis que se pode imaginar. Esta pesquisa pode ser realizada com uma facilidade pueril, através da própria Bíblia.

Já declaramos tantas vezes, contudo devemos fazê-lo novamente: aceitamos a Bíblia como nossa Autoridade Final, como regra de FÉ e PRÁTICA. Portanto, o que se precisa realmente é explorar a Bíblia e descobrir o que DEUS pensa a respeito de Alexandria (Egito) e o que Ele pensa a respeito de Antioquia (Síria).

Quando se estuda a Escritura uma regra fundamental é a chamada "lei da primeira menção". Isto significa que GERALMENTE é verdade que o contexto no qual alguém ou alguma coisa é primeiramente mencionado estabelece a atitude bíblica para essa pessoa ou lugar.

Em nosso estudo de Alexandria e Antioquia é impossível ignorar a atitude da Bíblia em relação ao próprio Egito.



Egito


1) O Egito é primeiramente mencionado em Gênesis 12:10 a 12
10. E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.
11. E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora bem sei que és mulher formosa à vista;
12. E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é a sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida.


Em Gênesis 12:1-3, vemos que Deus entregou a Abraão o que se conhece como Aliança Abraâmica. Literalmente é a promessa de Deus entregar o mundo a Abraão e os seus descendentes como sua possessão particular.

Em Gênesis 12:10 Abraão desce ao Egito para escapar da fome na terra onde habitava. No verso 12 vemos Abraão com medo de que os egípcios o matem e roubem sua esposa Sarai. Este NÃO é exatamente um contexto positivo. Portanto, vemos que A PRIMEIRA MENÇÃO DO EGITO É NEGATIVA.

2) Em Êxodo 1: 11 a 14 vemos que os Judeus se tornaram escravos no Egito:
11. E puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. Porque edificaram a Faraó cidades- armazéns, Piton e Ramsés.
12. Mas quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam, e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel.
13. E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza;
14. Assim que lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo; com todo o seu serviço, em que os serviam com dureza.


De fato, Faraó decretou que todos os bebês Judeus do sexo masculino deveriam ser mortos, conforme veremos nos versos 15 e 16:
15. E o rei do Egito falou às parteiras das hebréias (das quais o nome de uma era Sifrá e da outra Puá),
16. E disse: Quando ajudardes a dar à luz às hebréias, e as virdes sobre os assentos, se for filho, matai-o; mas se for filha então viva.


Também esta é uma CONOTAÇÃO NEGATIVA.

3) Em Êxodo capítulo 20:2, após ter Deus tirado os filhos de Israel do Egito, Ele com A PRÓPRIA VOZ diz o que pensa do Egito, chamando-o, no verso 2 "casa da servidão".
2. Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

Mais uma CONOTAÇÃO NEGATIVA neste verso, vinda diretamente dos lábios de Deus.

4) Em Deuteronômio 4:20, Moisés se refere ao Egito como forno de ferro:
20. Mas o SENHOR vos tomou, e vos tirou da fornalha de ferro do Egito, para que lhe sejais por povo hereditário, como nesse dia se vê.

5) Em Deuteronômio 17:16 é dito a Israel que no futuro quando tiverem um rei, este não devem manter relações comerciais com o Egito:
16. Porém não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho.

6) E finalmente em Apocalipse 11:8 quando Deus quer censurar Jerusalém ele a compara a Sodoma e Egito:
8. E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu SENHOR também foi crucificado.

Este estudo conciso mostrou o que a maioria dos cristãos já sabe. A Bíblia tem uma visão negativa sobre o Egito.



Alexandria

Vemos que Alexandria é mencionada apenas quatro vezes na Escritura e sempre de modo negativo:

1) Alexandria é MENCIONADA PELA PRIMEIRA VEZ em Atos 6:9:
9. E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos libertinos, e dos cireneus e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia e disputavam com Estêvão.

Eram de Alexandria os judeus que faziam parte da multidão que disputava com Estêvão, matando-o em seguida.



2) A segunda menção a Alexandria está em Atos 18:24:
24. E chegou a Éfeso um certo judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e poderoso nas Escrituras.

Aqui encontramos um Judeu de Alexandria chamado Apolo, o qual embora fervoroso de espírito, era mal informado com respeito ao evangelho. Por não conhecer o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo ele pregava em Éfeso o batismo de João Batista (Atos 18:25; 19:3). Apolo não era salvo e nem os seus convertidos.

Mais tarde, Apolo é levado a Cristo por Áquila e Priscila (verso 26) e tem fortalecida sua mensagem (verso 28).

Mas nesta segunda menção Alexandria é sinônimo de mal ensino bíblico.

3) A terceira e quarta menções de Alexandria são muito semelhantes. Depois que Paulo foi preso (Atos 21) e apelou para César, foi enviado a Roma e eventualmente à morte, em um navio procedente de Alexandria (Atos 27:6).
6. E, achando ali o centurião, um navio de Alexandria, que navegava para a Itália, nos fez embarcar nele.

4) Enquanto navegava para Roma o navio de Paulo mergulhou numa tempestade. Depois de passar três meses na Ilha de Malta ele foi enviado ao seu destino, para a futura morte, em outro navio. E de onde provinha esse segundo navio para o seu destino de morte? Leiamos Atos 28:11:
11. E três meses depois partimos num navio de Alexandria que invernara na ilha, o qual tinha por insígnia Castor e Pólux.

Vemos, portanto, que todas as quatro referências bíblicas a Alexandria são negativas. Ninguém honestamente poderia imaginar que a conotação da Bíblia sobre Alexandria é boa.

Também deve-se notar aqui que Alexandria era o centro da educação e da filosofia (Colossenses 2:8) recebidas de Atenas, aproximadamente em 100 a C. (Atos 17:16). Havia ali uma escola das Escrituras fundada por Pantenus, que era um filósofo. Pantenus interpretava a Escritura tanto filosófica como alegóricamente. Isso quer dizer que filosoficamente ele considerava a verdade como relativa e não absoluta. Ele não acreditava na infalibilidade da Bíblia. Mas, considerando-a alegóricamente, ele cria que homens como Adão, Noé, Moisés e Davi existiam apenas na poesia judaica e não foram personagens históricos. Ele teve como sucessores na liderança da escola Clemente de Alexandria e mais tarde por Orígenes, homens que compartilhavam o mesmo ceticismo.

Orígenes foi enganado pelos dois tóxicos, a educação e a filosofia, ao ponto de, após ter recebido cópias puras da Escritura achou por bem alterá-las de acordo com o seu pensamento oscilante. Ele é o pai dos críticos da Bíblia sendo o responsável, não apenas pelos manuscritos físicos que deletam versos como Lucas 24:40, Atos 8:37 e I João 5:7, mas é também responsável pela filosofia alexandrina repetida por tantos dos nossos eruditos fundamentalistas, que declaram que "a Bíblia é perfeita e infalível" de um fôlego e, em seguida declaram: "a Bíblia contém erros e traduções erradas" , ao mesmo tempo. Foi essa ideologia que primeiramente deu origem aos manuscritos alexandrinos corrompidos. Vemos, portanto, que os manuscritos de Alexandria são corrompidos e devem ser rejeitados. E a FILOSOFIA ALEXANDRINA de que a Bíblia tem erros e deve ser corrigida é muito mais sutil e perigosa por sugerir que ela deve ser desprezada pelos VERDADEIROS crentes bíblicos.



Antioquia


Ironicamente, a PRIMEIRA MENÇÃO de Antioquia é encontrada no mesmo livro e capítulo de Alexandria (Atos 6), mas de maneira radicalmente oposta.

1) Quando os apóstolos sentiram necessidade de auxiliares, que hoje são chamados diáconos, deram instruções sobre o perfil de homens que deveriam ser escolhidos para a função conforme Atos 6:3-4:
3. escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.
4. Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.


Os sete escolhidos constam da lista de Atos 6:5
5. O parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.

Notem que entre os primeiros diáconos estava Nicolau de Antioquia. Será coincidência? Certamente que não. Como não foi coincidência ter sido Nicolau o único diácono cuja cidade é citada. Nem é coincidência que Antioquia seja mencionada pela primeira vez na Escritura no mesmo capítulo de Alexandria. Certamente não haverá dificuldade em ver que uma, Antioquia é mencionada primeiro num foco POSITIVO, e que a outra, Alexandria é mencionada primeiro num foco negativo.

As próximas aparições referentes a Antioquia começam como um chuvisco e terminam num dilúvio de testemunho da escolha de Deus de Antioquia para ser o centro de sua igreja do Novo Testamento.



2) Da próxima vez Antioquia aparece na Escritura em Atos 11:19-21
19. E os que foram dispersos pela perseguição que sucedeu por causa de Estêvão caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra, senão somente aos judeus.
20. E havia entre eles alguns homens cíprios e cirenenses os quais entrando em Antioquia, falaram aos gregos, anunciando o SENHOR Jesus.
21. E a mão do SENHOR era com eles; e grande número creu e se converteu ao SENHOR.

Aqui vemos que alguns dos cristãos que haviam fugido durante a perseguição iam pregando o evangelho por onde passavam.

Ao chegar em Antioquia, sem saber o que havia acontecido a Pedro em Atos 10, abrindo a porta do evangelho aos gentios, pregaram ali o evangelho aos gregos. O verso 21 nos diz que o Espírito Santo agia poderosamente em Antioquia e que foram salvas pessoas em "grande número".

Vemos, portanto, que o primeiro grande avivamento gentílico aconteceu em Antioquia.

3) Em Atos 11:22-24, vemos que Barnabé (o filho da consolação em Atos 4:36) foi enviado a Antioquia para ver o que lá estava acontecendo.
22. E chegou a fama destas coisas aos ouvidos da igreja que estava em Jerusalém;; e enviaram Barnabé a Antioquia.
23. O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no SENHOR, como propósito de coração;
24. Porque era homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu no SENHOR.


Através do ministério deste grande homem de Deus muitas mais pessoas foram ganhas para Cristo.

4)Em Atos 11:25-26 dois fatos importantes são revelados:
25. E partiu Barnabé para Tarso, a buscar Saulo; e, achando-o, o conduziu para Antioquia.
26. E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.

Primeiro encontramos Barnabé seguindo para Tarso a fim de procurar o recém convertido Saulo. Foi Barnabé quem defendeu a conversão de Saulo diante dos discípulos em dúvida (Atos 9:26,27). Certamente ele ficara triste ao ver o zeloso e jovem convertido embarcar para Tarso (Atos 9:30), rumo ao ostracismo. Ao encontrar Paulo, Barnabé NÃO o levou de volta a Jerusalém (nem, é claro para Alexandria). Voltou com ele para Antioquia a capital espiritual da igreja do Novo Testamento. Tudo que Paulo veio a ser depois foi devido ao gracioso ato desse velho santo de Deus.

5) Em Atos 11:26, vemos que os crentes nascidos de novo foram chamados "cristãos" pela primeira vez em Antioquia. Assim cada vez em que nós crentes nos referimos a nós mesmos como "cristãos", completamos um conexão espiritual como os nossos antepassados espirituais de Antioquia. Antioquia é para o cristão o mesmo que Plymouth Rock é para o americano.

6) Nos versos 27 e 28, vemos que Deus agora despachou os seus profetas rumo ao norte para Antioquia;
27. E naqueles dias desceram profetas de Jerusalém para Antioquia.
28. E, levantando-se um deles, por nome Ágabo, dava a entender pelo Espírito, que haveria uma grande fome por todo o mundo, e isso aconteceu no tempo de Cláudio César.


Jerusalém foi deixada ao abandono espiritual. Ela era apenas o lar dos discípulos que haviam sido comissionados anos antes (Atos 1:8) a sair dali.

7) Em Atos 11:29-30 vemos que os santos que DEUS ESTAVA ABENÇOANDO EM ANTIOQUIA deviam remeter ajuda financeira aos santos que Deus NÃO ESTAVA ABENÇOANDO EM JERUSALÉM.
29. E os discípulos determinaram mandar, cada um conforme o que pudesse, socorro aos irmãos que habitavam na Judéia.
30. O que eles com efeito fizeram, enviando-o aos anciãos por mão de Barnabé e de Saulo.


Contudo, não são estas as últimas referências bíblicas à capital da igreja do Novo Testamento.

8) Quando Deus decidiu enviar missionários pelo mundo afora para pregar o evangelho, ele nem cogitou de Jerusalém (e muito menos de Alexandria). Em vez disso ele procurou os seus servos fiéis em Antioquia conforme Atos 13:1-3
1. E na Igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo.
2. E, servindo eles ao SENHOR, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.
3. Então, jejuando e orando, e pondo as mãos, os despediram.


Assim, fica evidente que a PRIMEIRA viagem missionária mencionada na Escritura originou-se em Antioquia, com os "cristãos" de Antioquia. E quando essa grande obra foi completada, ninguém perdeu tempo em dar uma olhada ou enviar relatórios para Jerusalém. Simplesmente voltaram para Antioquia conforme Atos 14:25-28.
25. E, tendo anunciado a palavra em Perge, desceram a Atália.
26. E dali navegaram para Antioquia, de onde tinham sido encomendados à graça de Deus para a obra que haviam já cumprido.
27. E, quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas Deus fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé.
28. E ficaram ali não pouco tempo com os discípulos.


Nossas duas últimas olhadas sobre Antioquia dão evidência de que estar em Antioquia era estar no centro da vontade de Deus.

9) Em Atos capítulo 15:23-27 os discípulos em Jerusalém sentiram necessidade de enviar dois mensageiros a Antioquia com os seus decretos referentes aos crentes gentílicos:
23. E por intermédio deles: escreveram o seguinte: Os apóstolos, e os anciãos e os irmãos, aos irmãos dentre os gentios que estão em Antioquia, e Síria e Cilícia, saúde.
24. Porquanto ouvimos que alguns que saíram dentre nós, vos perturbaram com palavras, e transtornaram as vossas almas, dizendo que deveis circuncidar-vos e guardar a lei, não lhes tendo nós dado mandamento,
25. Pareceu-nos bem, reunidos concordemente, eleger alguns homens e enviá-los com os nossos amados Barnabé e Paulo,
26. Homens que já expuseram as suas vidas pelo nome de nosso SENHOR Jesus Cristo.
27. Enviamos, portanto, Judas e Silas, os quais por palavras vos anunciarão também as mesmas coisas.


Conforme a complexidade da missão, Judas voltou a Jerusalém e ao ostracismo. Silas preferiu ficar em Antioquia e foi ele quem passou a receber um lugar de destaque na Escritura, como cooperador de Paulo, em sua segunda viagem missionária.
10) Sem dúvida, a segunda viagem missionária não se originou em Jerusalém, mas no lugar onde deveria ter se originado conforme ilustra (Atos 15:40)

O que acontecia com Antioquia para se tornar tão atraente para Deus ao ponto de ter Ele escolhido esta cidade para ser o centro do cristianismo do Novo Testamento?

Dever-se-ia notar que embora Antioquia fosse um centro cultural, ela não havia se entregue à religião nem à educação nem à filosofia pagãs como o haviam feito as cidades importantes de Roma, Atenas e Alexandria. Também deveríamos conferir que Antioquia, ao contrário das cidades acima mencionadas ou até mesmo Jerusalém, estava localizada quase exatamente na metade do mundo então conhecido e fora edificada no cruzamento das rotas comerciais do Oriente e do Ocidente. Ela até exibia um porto de mar no rio Orontes. Estes atributos são todos importantes para torná-la capital do cristianismo conhecido pela sua mobilização.

Podes ser que muitas das cartas originais de Paulo tenham sido escritas em Antioquia.

No século 2, um discípulo de nome Luciano fundou uma escola de escritura em Antioquia. Luciano ficou conhecido pelo seu desprezo à filosofia pagã. Sua escola magnificava a autoridade divina da Escritura e ensinava que a Bíblia deveria ser interpretada literalmente, e não figuradamente, conforme os filósofos alexandrinos ensinavam.

Desse modo, Antioquia não é apenas o ponto de origem da correta família dos manuscritos da Bíblia, mas é também a fonte da ideologia que aceita a Bíblia LITERAL e PERFEITAMENTE como a Palavra de Deus. Hoje em dia muitos pregadores importantes embora tenham sido educados na "escola alexandrina" estão elogiando a Bíblia antioquiana (King James) porém com a convicção alexandrina de que ela não é perfeita. De fato, esta é a convicção egípcia que declara a impossibilidade de existir uma bíblia perfeita na terra, apesar da promessa de Deus feita no Salmo 12:6-7
6. As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes.
7. Tu os guardarás, SENHOR; desta geração os livrarás para sempre.


Aceitar o livro apropriado com uma atitude imprópria somente leva alguém a cometer os mesmos erros e corrupções dos seus antepassados egípcios.

Pode ALGUÉM ignorar a admoestação da Bíblia e não cair?

Salomão, o homem mais sábio que já existiu ignorou a admoestação bíblica de evitar o Egito, NÃO descer ao Egito para multiplicar cavalos (Deuteronômio 17:16). Em 1 Reis 3:1, lemos que ele desposou a filha do Faraó. Em 1 Reis 10:28, que ele possuía cavalos trazidos do Egito. Qual foi o resultado? Em 1 Reis 11:3,4, lemos que o coração dele foi pervertido deixando de seguir a Deus. Nos versos 5-8 ele começou a adorar outros deuses. Nos versos 9 a 43 Deus lhe aplicou o castigo. Se Deus não queria que o seu povo descesse ao Egito para comprar cavalos, quem poderia se ATREVER a ir até lá para adquirir uma Bíblia ou uma ideologia?

Salomão não ficou impune ao ignorar a visão da Bíblia sobre o Egito. Porventura VOCÊ se julga mais sábio do que Salomão?



Capítulo 9


Pergunta – O que é a Septuaginta?
Resposta – Uma centelha da imaginação de alguém.

Explanação

- Primeiramente vamos definir o que supostamente seja a Septuaginta. Um antigo documento chamado "A Carta de Aristeas" revelava um plano de se fazer uma tradução OFICIAL da Bíblia hebraica (Velho Testamento ) para o Grego. Essa tradução deveria ser aceita como a Bíblia oficial dos Judeus, e deveria SUBSTITUIR a Bíblia hebraica. Supostamente essa obra de tradução seria executada por 72 eruditos judeus (?), seis de cada uma das 12 tribos de Israel. A suposta localidade para a realização dessa obra seria Alexandria, Egito. A suposta data da tradução seria aproximadamente 250 a.C, no período (Interbíblico) dos 400 anos de silêncio entre o encerramento do Velho Testamento (397 a.C) até o nascimento de Cristo (4 d.C), já que houve um erro de cálculo no calendário romano.

A obra ficou conhecida com o nome de Septuaginta – LXX - (significando 70 anciãos) e recebeu a numeração em algarismos romanos (?), visto como L = 50. X = 10. X = 10, daí ter a sigla LXX. Só não sabemos por que não foi LXXII. (?)

Esta assim chamada "Carta de Aristeas" é a ÚNICA prova da existência desse documento místico. Não existe, de modo algum, qualquer documento grego conhecido como escrito em 250 a.C. Também na história judaica não há registro algum de que tal obra tivesse sido programada ou executada.

Quando pressionados a MOSTRAR evidência concreta da existência desse documento, os eruditos logo apontam a "Hexapla" de Orígenes, a qual foi escrita aproximadamente em 200 d.C, ou seja, 450 anos depois que a Septuaginta "teria sido" escrita e mais de 100 anos após ter sido concluído o Novo Testamento. A segunda coluna da "Hexapla" contém a tradução grega do VELHO TESTAMENTO feita pelo próprio Orígenes (jamais dos 72 eruditos judeus), incluindo livros espúrios, como "Bel e o Dragão", "Judite", "Tobias" e outros livros apócrifos aceitos como canônicos somente pela Igreja Católica Romana.

Os apologistas da invisível Septuaginta tentarão argumentar que Orígenes não traduziu o livro do Hebraico para o Grego, mas apenas copiou a Septuaginta na segunda coluna da sua "Hexapla". Será válido esse argumento? NÃO. Se o fosse então significaria que aqueles 72 espertos eruditos judeus teriam acrescentado os livros apócrifos à sua obra, mesmo ANTES DELES TEREM SIDO ESCRITOS. (!) Ou então que Orígenes tomou a liberdade de acrescentar esses livros espúrios à santa Palavra de Deus (Apocalipse 22:18).

Desse modo, vemos que a segunda coluna da "Hexapla" é apenas uma tradução pessoal clandestina de Orígenes do VELHO TESTAMENTO do Hebraico para o Grego.

Eusébio e Filo, ambos de caráter duvidoso, fazem menção de um Pentateuco Grego, mas não de todo o VELHO TESTAMENTO, não o mencionando de modo algum como tradução oficialmente aceita.

Existe ALGUM manuscrito grego do Velho Testamento ANTES de Cristo? SIM. Existe uma disputada minuta datada de 150 a.C – o papiro de Ryland # 458. Ele contém os capítulos 23-28 de Deuteronômio, apenas isso. De fato a existência desse fragmento foi o que levou Eusébio e Filo a ADMITIR que todo o Pentateuco havia sido traduzido por algum escriba, num esforço de interessar os gentios na história dos Judeus. Muito provavelmente ele não seria uma parte de qualquer suposta tradução oficial do VELHO TESTAMENTO para o Grego. Podemos ficar certos de que esses 72 eruditos judeus supostamente escolhidos para realizar a obra em 250 a.C não passam de uma alucinação febril do ano 150 d.C.

Além disso, não existe qualquer razão para se crer que essa tradução tenha sido realizada algum dia, pois existem lacunas que a "Carta de Aristéas", a "Hexapla" de Orígenes, o Papiro de Ryland # 458, Eusébio e Filo JAMAIS PUDERAM ESCLARECER.

A primeira delas é a própria "arta de Aristéas". Existem alguma dúvida entre os eruditos de hoje de que ela tenha sido realmente escrita por alguém com o nome de Aristéas. De fato, alguns até acreditam ter sido Filo o VERDADEIRO autor da mesma. Isso lhe daria uma data depois de Cristo. Se assim aconteceu, então o OBJETIVO REAL da mesma seria enganar os crentes, levando-os a pensar que a segunda coluna da "Hexapla" de Orígenes é uma cópia da Septuaginta. Se isso é verdade, então trata-se de uma façanha "bem engendrada." Contudo, se realmente existiu um Aristéas, ele deve ter enfrentado dois problemas incomensuráveis:

Primeiro: Como poderia ter ele conseguido localizar as 12 tribos de Israel, a fim de apanhar seis eruditos judeus de cada tribo? Tendo sido completamente espalhadas por muitas derrotas e cativeiros, as linhas das tribos de há muito haviam se dissolvido em virtual inexistência. SERIA IMPOSSÍVEL para qualquer pessoa identificar individualmente as 12 tribos.

Segundo: Caso as 12 tribos pudessem ter sido identificadas, elas jamais iriam concordar com essa tradução, por duas fortíssimas razões:

1. Todo Judeu sabia que a encarregada oficial da Escritura era a tribo de Levi, conforme evidenciado em Deuteronômio 17:18; 31:25-26 e Malaquias 2:7. Desse modo, NENHUM judeu de qualquer das outras 11 tribos iria se ATREVER a se juntar e esse empreendimento proibido.

2. É óbvio para QUALQUER leitor da Bíblia que os Judeus deviam permanecer completamente separados das nações gentílicas que os rodeavam. A eles foram entregues práticas diferentes, como a circuncisão, a guarda e o culto aos sábados, diversas leis de purificação e sua terra de habitação. Além disso, havia a herança da língua hebraica. Mesmo hoje em dia, os Judeus praticantes que residem na China e na Índia recusam-se terminantemente a ensinar a seus filhos outra língua, além do Hebraico. Os Judeus "falasha", da Etiópia, se distinguem das muitas tribos desse país pelo fato de conservarem zelosamente sua língua de origem como prova de sua herança judaica.

Seríamos tão ingênuos ao ponto de acreditar que os Judeus, que consideravam os gentios apenas como CÃES, iriam abandonar voluntariamente sua herança, a língua hebraica por uma língua gentílica para a qual seria traduzido o seu tesouro mais santo – a Bíblia? Tal suposição é tão insana quanto absurda.

Então, alguém poderia indagar, "o que dizer das inúmeras citações do Novo Testamento, atribuídas à Septuaginta? " A Septuaginta de que falam é nada mais que a segunda coluna da "Hexapla" de Orígenes. As citações do Novo Testamento não são oriundas de qualquer Septuaginta ou "Hexapla". Elas são da autoria do Espírito Santo, que tomou a liberdade de citar a sua obra no VELHO TESTAMENTO, do modo como Ele bem desejou. E podemos descansar na certeza de que Ele jamais citaria uma Septuaginta que não existe.

Agora resta mais uma pergunta: Por que, então, os eruditos têm tanta pressa em aceitar a existência da Septuaginta, apesar de tantos argumentos irrefutáveis contra a mesma? A resposta é triste e simples.

O Hebraico é uma língua extremamente difícil de se aprender. Muitos anos de estudo são exigidos, a fim de que se consiga aprendê-la, e muitos anos mais para que se possa chegar a conhecê-la tão bem ao ponto de transformá-la em veículo de pesquisa.

Por outro lado, um conhecimento médio do Grego é facilmente conseguido. Desse modo, caso houvesse uma tradução oficial do Velho Testamento em Grego, os críticos da Bíblia poderiam TRIPLICAR o seu campo de influência da noite para o dia, sem queimar as pestanas em penoso estudo do Hebraico bíblico. Infelizmente, a aceitação da Septuaginta, mesmo com evidência tão fraca, está embasada exclusivamente no orgulho e na voracidade desses "eruditos".

Agora, pare e pense. Mesmo se um espúrio documento como a Septuaginta realmente existisse, como poderia um crítico da Bíblia o qual ao referir-se à Bíblia King James, afirma que "nenhuma tradução tem a mesma autoridade da língua original", e ao mesmo tempo "afirmar que a sua estimada Septuaginta tem a mesma autoridade do original Hebraico?" Essa linguagem dupla dos "eruditos" não passa de uma autoridade de auto- exaltação, no esforço de conservar a sua posição erudita, colocando-se acima daqueles que "não são eruditos nas línguas originais".

Para quem aceita argumento desse tipo, coloco à venda a ponte de Brooklin!





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