Precursores de Westcott-Hort na Malévola Crítica Textual Descrente



Hélio de Menezes Silva, 2016.








- Bengel (1725) já escrevia suspirando de amores pela vinda de textos cada vez mais heréticos, e defendeu com sucesso "proclivi scriptioni praestat ardua" "before the easy reading, stands the difficult", que equivale a "ao invés das leituras mais atestadas por evidências externas e internas, prefiramos as variantes que têm as maiores dificuldades [doutrinárias, gramaticais, de rasuras, de apoio pequeno em número e qualidade]"

- Griesbach (1774) compilou um Novo Testamento grego seguindo as más influências de Bengel.

- Griesbach (1796) piorou Bengel, defendendo 15 malévolas regras que ainda são a base do malévolo criticismo textual descrente.

- A Almeida 1819, em vários locais, já se afastou da Almeida-1681 e mostra feridas da influência de Bengel e Griesbach.

- Lachmann (1831) blasfemou das promessas de preservação através da providência de Deus e criou uma complexa teoria chamada de "Stemmatica" que seria o que decidiria (ou conjecturaria e inventaria) o que o texto original "provavelmente foi",

- Alford (1841), Tregelles (1857), Tischendorf (1859), escreveram muito contra o TR e em favor da crítica textual descrente, e produziram corrompidos Novos Testamentos gregos.

- Wordsworth (1879) escreveu muito sobre crítica textual, como se a transmissão do texto fosse algo completamente nas mãos de homens e independente de Deus.

- Finalmente, Westcott-Hort (1881) produziram o maldito Novo Testamento grego que "pegou", que começou a intensamente ser traduzido e intensamente ser usado em primeiramente em seminários abertos ao liberalismo, depois em igrejas de todas as denominações, que malévolo fermento!



Hélio de Menezes Silva, 2016.




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