Versos sobre judeus na Tribulação e a imperdibilidade, certeza, firmeza, garantia, inabalabilidade, preservação, seguridade da salvação, uma vez salvo sempre salvo, salvação não pode ser perdida, perseverar, é imperdível. Parábolas do reino: bodas, talentos, virgens, porta estreita.

j. Estas 6 passagens se referem aos judeus e à nação de Israel, durante a Tribulação:

Mat 22:1-13;   Mat 24:13;   Mat 24:45-51;   Mat 25:1-13;   Mat 25:14-30;   Luc 13:23-30
[essas passagens em nada afetam a Imperdibilidade da nossa Salvação, garantida por Deus]



(1) Cinco destas 6 passagens lidam com aqueles israelitas (não salvos) que sobreviverem e chegaram ao final da Tribulação,

mas estavam espiritualmente despreparados para encontrar o Messias de Israel, que retorna. Jesus usa o método das parábolas para relatar esta triste verdade em cada uma das 5 passagens:

(1) A parábola do recusante do convite e das vestes nupciais, o qual tentou participar das bodas Mat 22:1-13;

(2) A parábola do servo infiel Mat 24:45-51;

(3) A parábola das dez virgens Mat 25:1-13;

(4) A parábola dos oito talentos [5+2+1] Mat 25:14-30;

(5) A parábola da porta estreita Luc 13:23-30.

(2) Uma destas 6 passagens lida meramente com sobrevivência física durante a Tribulação. Mat 24:13

A que "fim" está Cristo se referindo, aqui? ("13 Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.")
De acordo com os versículos 3, 6 e 14 está claro que o fim mencionado no v. 13 é o fim da Tribulação.
   3 E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? ... 6 E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. ... 14 E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.



NOTA de Hélio sobre Mat 24:13:
- A tradução pode perfeitamente ser:
"Mt 24:13 AQUELE, PORÉM, HAVENDO PACIENTEMENTE- SUPORTADO ATÉ AO FIM, *O MESMO* SERÁ LIVRADO."
(1) nada indica que o contexto de Mt 24 em local nenhum inclua o assunto da salvação eterna; ao contrário, todo o contexto ao redor do verso pode ser visto como o de perda ou conservação da vida física, durante as perseguições da Tribulação; o verbo "hupomeno" bem pode significar "continuar a existir", e o verbo "sozo" bem pode significar libertar do perigo de morte física. A melhor tradução de "sozo" é "o mesmo será LIVRADO" (no sentido de salvação física, em vida física); e, mesmo se a tradução de "sozo", aqui, tivesse que ser "o mesmo será SALVO (no sentido de eterna salvação do espírito + alma + corpo)", note que a passagem se refere à Tribulação e não à dispensação das assembleias locais, pois é resposta à 2ª pergunta dos apóstolos em v. 3 "quando serão estas coisas? E que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?".
(2) mesmo se o contexto fosse o de salvação:   (2.1) "se perseverou então será salvo" não garante que "se não perseverou então não será salvo" (do mesmo modo que "se é gavião então voa" não garante "se não é gavião então não voa"). E, mesmo que isso fosse garantido neste verso sobre a Tribulação, relembraríamos que tal não terá que valer na atual dispensação.   2.2) o verso não é uma afirmação indiscutível tal como "somente aquele que creu e foi salvo, e depois jamais fraquejou nem cedeu, e veio a ser morto estando em plena fé sem jamais ter caído demais, este será salvo do inferno e irá para o céu, eternamente". Contraste com a indiscutibilidade da preservação da salvação, eternamente, somente por ação da graça de Deus Ef 2:8,9; Jo 6:37 e Jo 10:28,29; Rm 8:35-39.


Alguns crentes consideram esta explicação possível mas improvável, e alegam que ela tende a ser uma tautologia (quem chegar até o final vivo, estará e ficará vivo) e que isto é um pouco estranho, ainda mais no contexto do verso. E consideram como melhor a seguinte explicação que considera mais coerente tomar "perseverar" como se referindo à "fé" que é incessantemente acompanhada e validada por atos devidamente comprobatórios, e tomar "salvo" como se referindo à salvação do Inferno para o Céu):
   (a) Não está provado que todos os detalhes do método de Deus salvar e preservar pessoas sempre foram e serão exatamente iguais, nos mais finos detalhes de exteriorização de salvação, aos da atual dispensação das igrejas locais. A Bíblia nos leva a acreditar que os salvos da Tribulação precisarão ter o tipo de fé verdadeira, aquela que necessariamente se expressa através de perseverar. Ver, por exemplo, a Nota de Hélio sobre Heb 6:4-6; 10:26-31, em
http://solascriptura-tt.org/SoteriologiaESantificacao/32H-PecadoParaMorte-W.htm.
(b) A passagem não se refere à atual dispensação mas sim à Tribulação (ver a 2ª pergunta dos apóstolos em v. 3 "... quando serão estas coisas? E que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?"). Mais especificamente, a passagem se refere aos JUDEUS. na TRIBULAÇÃO.
. Portanto, a passagem em nada afeta a doutrina que o salvo na atual dispensação das igrejas locais tem sua salvação preservada por Deus.
FIM DE NOTA.

  ... 2 O reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho; 3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir. 4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas. 5 Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu tráfico; 6 E os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram. 7 E o rei, tendo notícia disto, encolerizou-se e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade. 8 Então diz aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos. 9 Ide, pois, às saídas dos caminhos, e convidai para as bodas a todos os que encontrardes. 10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial foi cheia de convidados. 11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste de núpcias. 12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu. 13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. (Mateus 22:1-13)

[Primeiramente, note que há certas diferenças (mesmo havendo certas semelhanças) entre reino dos céus e reino de Deus.
"Reino dos céus":

(a) A expressão "reino dos céus", a ser diferenciada de "reino de Deus" (ver abaixo), refere-se ao governo literal, físico, visível, de Cristo em Sua glória, como o Rei absoluto (primariamente sobre Israel, secundariamente sobre toda a terra), no Milênio. Portanto,
- O reino dos céus pode ser associado ao Milênio. Foi definido em Dan 2:34-36,44-45; 7:23-27. É o reino messiânico, Davídico, por mil anos (depois eterno), do Cristo literal e corporal, em toda a Sua glória, reinando física visível e literalmente sobre toda a terra, a partir de Israel (Jerusalém sendo a capital, também, do mundo).
 - Composição do reino dos céus: Com e para o Rei, estarão reinando (e todos já em corpos glorificados): a Noiva-Rainha (o conjunto de salvos, da dispensação das igrejas locais, somente dela), Davi, os 12 apóstolos, os 12 patriarcas, e todos os salvos do Velho Testamento. Os súditos, ainda em corpos mortais e que se reproduzirão e que ainda não foram glorificados, serão o remanescente da Tribulação (todos crentes, salvos) e aqueles que nascerem durante o Milênio (alguns terão coração descrente, mas não poderão exteriorizá-lo, até a revolta final).
(b) As seguintes parábolas, quer usando a expressão reino dos céus ou reino de Deus, enfatizam como estes reinos estão sendo preparados, durante a dispensação da Graça e na Tribulação: há o falso crente junto ao real, frequentemente tão parecidos que só Deus sabe quem são; e/ou há o fermento, sutilmente inoculado pelo Diabo, disfarçado mas terrivelmente corrompendo a massa:
- Passagens onde o crente falso está misturado com o real, e tão semelhante a ele:
   . "Nem todo que me diz S., S...." Mat 7:21;
   . Casas na rocha e na areia Mat 7:24-27; Luc 6:48-49;
   . Parábola do semeador e dos 4 solos Mat 13:01-09 (explicada em 18-23); Mar 4:3-9; Luc 8:5-8;
   . Parábola do joio e do trigo Mat 13:24-30 (explicada em 36-43);
   . Parábola da rede e dos peixes Mat 13:47-50;
   . Parábola das ovelhas e dos bodes Mat 25:31-46.
- Passagens onde o erro está misturado com a verdade, e tão semelhante a ela, contaminando-a:
   . Parábola do grão de mostarda Mat 13:31-32; Mar 4:31-32; Luc 13:18-19;
   . Parábola do fermento Mat 13:33; Luc 13:20-21.
(c) Os judeus têm a promessa de um reino literal e físico, político (Dan 4:25,32; Mat 11:12), que o NT chama de reino dos céus. Tal reino pertence a Abraão, Isaque e Jacó (Mat 8:11), portanto aos Judeus, portanto só é referido em Mateus, que foi escrito primordialmente para judeus. Mas Deus compartilhará o Seu reinar com a Igreja (Ap 20:4)
(d) O reino dos céus foi descrito como estando chegado {1442 eggizo também significa achegado, próximo, ao alcance da mão} (Mat 3:1, etc.). Na Bíblia, a palavra "próximo" não é uma afirmação firme, absoluta, definida de que um fato vai ter que acontecer imediatamente, mas sim que nada conhecido ou predito necessita vir antes dele.
(e) João, o submersor (ou João, o batista) foi o precursor do reino que foi oferecido na pessoa de Cristo (Mat 3:1); Elias, a ser descido do céu, será o precursor do reino que ele anunciará durante a Tribulação.

"Reino de Deus":

(a) O reino de Deus é a esfera, o conjunto de todos (homens salvos, anjos, e outras criaturas) que real e gozosamente se submeteram a Deus, crendo e obedecendo Sua Palavra, os homens sendo aqueles que já têm crido e aceito o Messias como Salvador único e completo, e como único e total Senhor e Deus.
- O reino de Deus não tem aparência exterior, é no coração (Luc 17:20,21). Deve ser diferenciado do reino dos céus (ver acima)
(b) As seguintes parábolas enfatizam como o reino de Deus está sendo preparado: há o falso crente junto ao real, frequentemente tão parecidos que só Deus sabe quem são; e/ou há o fermento, sutilmente inoculado pelo Diabo, disfarçado mas terrivelmente corrompendo a massa:
- Parábolas onde o crente falso está misturado com o real, tão semelhante a este:
   . Casas na rocha e na areia Luc 6:48-49;
   . Parábola do semeador e dos 4 solos Mar 4:3-9; Luc 8:5-8.
- Parábolas onde o erro está misturado com a verdade, contaminando-a:
   . Parábola do grão de mostarda Mar 4:31-32; Luc 13:18-19;
   . Parábola do fermento Luc 13:20-21.

Sim, inegavelmente há semelhanças entre o reino dos céus e o reino de Deus; a condição para se entrar em um reino são as mesmas para se entrar no outro (fé bíblica em Deus e Seu Messias, realmente crendo cada palavra da Bíblia); os componentes dos 2 reinos são os mesmos; e o Rei é o mesmo. Mas também há algumas diferenças entre estes reinos e, a rigor, eles têm diferentes definições.
Maiores detalhes em http://solascriptura-tt.org/EscatologiaEDispensacoes/ReinoDosCeusEReinoDeDeus-Helio.htm

Em segundo lugar, note que a parábola se refere especificamente ao "reino dos céus", portanto não tem necessariamente que afetar a imperdibilidade da salvação na presente dispensação das igrejas locais..]


   Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. (Mateus 24:13)

   45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo? 46 Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim. 47 Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens. 48 Mas se aquele mau servo disser no seu coração: O meu senhor tarde virá; 49 E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios, 50 Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe, 51 E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes. (Mateus 24:45-51)

   1 ¶ Então o
reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. 2 E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas. 3 As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. 4 Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas. 5 E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram. 6 Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro. 7 Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas. 8 E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam. 9 Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós. 10 E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. 11 E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. 12 E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. 13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir. (Mateus 25:1-13)

[Note que a parábola se refere especificamente ao "reino dos céus", portanto não tem necessariamente que afetar a imperdibilidade da salvação na presente dispensação das igrejas locais. Maiores detalhes em http://solascriptura-tt.org/EscatologiaEDispensacoes/ReinoDosCeusEReinoDeDeus-Helio.htm.]

   14 ¶ Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens. 15 E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. 16 E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. 17 Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. 18 Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. 19 E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles. 20 Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles. 21 E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 22 E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos. 23 Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 24 Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; 25 E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. 26 Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? 27 Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. 28 Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos. 29 Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. 30 Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. (Mateus 25:14-30)

   23 ¶ E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu: 24 Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão. 25 Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois; 26 Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. 27 E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniquidade. 28 Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora. 29 E virão do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-ão à mesa no reino de Deus. 30 E eis que derradeiros há que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros. (Lucas 13:23-30)




Extraído do excelente livro Guide to the Bible, de H.L. Willmington. Traduzido por Valdenira Nunes de M. Silva, para seu esposo Hélio ensinar na sua igreja. Temos certeza de que o autor não fará objeção à tradução (sem fins lucrativos e para grande benefício de crentes que só lêem português) desta pequena parte do seu monumental livro, mas não conseguimos seu endereço. Rogamos a quem o saiba que no-lo envie, para que possamos contatar o autor.


Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB), autêntica herdeira da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753) e traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma) como o Textus Receptus. Para começar a ter uma idéia da gravidade de muitas das MILHARES de deturpações de todas as modernas "Bíblias" alexandrinas (baseadas no Texto dos incessantes Críticos), em relação às Bíblias do TR, leia, por EXEMPLO, http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-Traducoes/AAlmeidaAtualizadaExposta-Helio.htm
http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-PreservacaoTT/ExpondoErrosNVI-Jun2000-Emidio.htm





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