Batistas Regulares Não Gostam que se Creia na PRESERVAÇÃO de [um só Texto que é] a Palavra de Deus

 

 

[alguns] Batistas Regulares [de mais alta posição] Não Gostam que se Creia na [absolutamente] Perfeita PRESERVAÇÃO de um só Texto [em grego e hebraico] que é a [absolutamente] Perfeita Palavra de Deus [incessantemente em uso pelos fiéis de todos os séculos, em fiéis traduções, até chegar a ser segurada em nossas mãos]

 

 

0. PRELIMINARES



0.1. Embasamento Escriturístico da Doutrina da Perfeita Preservação

- Deus jurou PRESERVAR cada uma de todas as Suas palavras na Bíblia, de um modo absolutamente PERFEITO, de maneira que cada palavra do Texto (em hebraico-aramaico e em grego) por Ele preservado e que nós mesmos temos agora escrito em papel, nas nossas mãos, é plenária, exclusiva, inerrável, infalível e verbalmente a própria Palavra eterna do próprio Deus! Esta preservação só requereu a infalível PROVIDÊNCIA de Deus, não Seu milagre contínuo. Falamos de TEXTO, de PALAVRAS, não de suas representações, nem de manuscritos e outros meios físicos. Versículos comprobatórios: 1Cr 16:15; Sl 12:6-7; 19:7-8; 33:1; 100:5; 111:7-8; 117:2; 119:89,152,160; 138:2b; Is 40:8; 59:21; Mt 4:4; 5:18; 24:35; Lc 4:4; 16:17; 21:33; Jo 10:35b; 16:12-13; 1Pd 1:23,25; Ap 22:18-19.

   Lembrai-vos perpetuamente da Sua aliança e da palavra que prescreveu para mil gerações;  (1Cr 16:15)
(Note: ainda não chegamos a 300 gerações desde Adão! Menos ainda desde que Gênesis e 1 Crônicas foram escritos! E "mil gerações" quer dizer "eternamente"!)

  As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes. Tu AS guardarás, SENHOR; desta geração AS livrarás para sempre. (Sl 12:6-7)
Fale a gramática: “As” (referindo-se às PALAVRAS DE DEUS) e “os” (referindo-se aos crentes fiéis) são, ambas, traduções perfeitamente possíveis! (Aliás, "as" é melhor, pois pronomes usualmente se referem ao mais próximo antecedente que lhes casa! Ver "Preservation and Psalm 12:6-7”, em www.bibleword.org/preservation.htm)
Fale a hermenêutica, a ciência da sã interpretação: Se, por um lado o contexto iniciado no versículo 1 poderia parecer levar o 7 a se aplicar ao povo de Israel, por outro lado a história desse povo (idolatria, derrotas, escravidão, deportação e quase aniquilamento, poucas gerações depois deste Salmo ser escrito) não favorece tal interpretação, sendo mais lógico e espiritual, no contexto de TODA a Bíblia (incluindo o que Jesus disse), aplicar o versículo 7 às PALAVRAS de Deus.
Sumariando: [até mesmo por segurança] temos que crer AMBAS as doces aplicações alternativas! (Louvado seja Deus pelas maravilhosas promessas que representam!) Não descartemos, não joguemos no lixo nenhuma delas!
Note: Qualquer que seja sua posição, a análise do hebraico é dificílima (confio mais nos 54 mais competentes tradutores que jamais foram reunidos, os da KJB), pois há um pronome masculino e um feminino que podem (e, aparentemente, têm que) se referir somente ao homem bom (gênero masculino) ou somente à palavra (gênero feminino) de Deus...

   As obras das Suas mãos são verdade e juízo, seguros todos os Seus mandamentos.    Permanecem firmes para todo o sempre; e são feitos em verdade e retidão.   (Sl 111:7-8)

   Lámed. Para sempre, ó SENHOR, a Tua palavra permanece no céu.  (Sl 119:89).
Alguns hebraísta dizem que a ênfase pode estar em que o céu [portanto, Deus] é a ORIGEM da permanência / estabelecimento / firmeza inabalável da Palavra, não em que o céu é o LOCAL em que esta permanência / estabelecimento / firmeza inabalável ocorre. Assim, poderíamos entender "Para sempre, ó SENHOR, a Tua palavra permanece, [e a origem disto é] do céu."
Mas não temos que recorrer a isto: Todos os outros versos da Bíblia sobre o assunto, estudados, justificam que a Bíblia permanece, é perfeita e continuamente preservada: no céu E na terra!; tanto no céu quanto na terra!

   Acerca dos Teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que Tu os fundaste para sempre.  (Sl 119:152)

   A Tua palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos Teus juízos dura para sempre.  (Sl 119:160)

   Inclinar-me-ei para o Teu santo templo, e louvarei o Teu nome pela Tua benignidade, e pela Tua verdade; pois engrandeceste a Tua PALAVRA acima de todo o Teu nome.  (Sl 138:2)
(Note, em todos estes versos: "palavra", não "conceitos gerais", não "pensamento principal conforme quisermos interpretar", não "manuscrito original", etc.)

   Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.  (Is 40:8)

   Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de TODA a PALAVRA que sai da boca de Deus. (Mt 4:4, cf. Lc 4:4)
(Note que, como não temos os originais, cada palavra destes tem que ter chegado perfeitamente preservada às mãos de cada fiel, para que vivamos!)

   Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. (Mt 5:18)
(O NT é melhor e mais glorioso que a Lei!  [2Co 3:8,7; He 7:22; 8:6] Portanto, também nenhuma letra do NT jamais sucumbiu!)

   O céu e a terra passarão, mas as Minhas palavras não hão de passar. (Mt 24:35, cf. Lc 21:33)

   E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. (Lc 16:17)
(Repetimos: O NT é melhor e mais glorioso que a Lei! [2Co 3:8,7; He 7:22; 8:6] Portanto, também nenhuma letra do NT jamais sucumbiu!)

   ... (e a Escritura não pode ser anulada), (Jo 10:35b)

   Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. (1Pd 1:23)

   Mas a palavra do Senhor permanece para sempre. (1Pd 1:25)

   Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;     E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. (Ap 22:18-19)

0.2. Crer na Perfeita Preservação Equivale a ser
“Só- Texto Tradicional”,
que Equivale a ser
“Só- Bíblias- do- TT”


Há doutrinas que são entranhavelmente ligadas, de tal modo que elas não podem ser separadas, a crença e defesa de qualquer uma delas implicando na crença e defesa de cada uma e de todas as outras, e a descrença ou negação de qualquer delas implicando na descrença e negação de cada uma e de todas as outras.

No caso particular da Bibliologia (a doutrina da Bíblia), temos que:

I) A crença em (e a defesa de) a absolutamente perfeita PRESERVAÇÃO, pela providência de Deus, de cada uma e de todas as palavras de Deus corporificadas formando a Bíblia (cumprindo Suas promessas em 1Cr 16:15; Sl 12:6-7; 19:7-8; 33:1; 100:5; 111:7-8; 117:2; 119:89,152,160; 138:2b; Is 40:8; 59:21; Mt 4:4; 5:18; 24:35; Lc 4:4; 16:17; 21:33; Jo 10:35b; 16:12-13; 1Pd 1:23,25; Ap 22:18-19)

implica e é implicada pela
II) crença em (e a defesa de) que esta preservação pela providência de Deus, sendo para proveito dos homens sobre a terra, tem que ter sido
aqui na terra, passando pelo uso concreto e regular da perfeita Palavra de Deus (em suas fiéis traduções), podendo ela ser segurada nas mãos de crentes fiéis de igrejas fiéis (isto exclui as igrejas católicas) de toda a terra durante todos os séculos, sem nenhuma (longa e universal) interrupção,

o que implica e é implicada pela
III) crença em (e a defesa de) que esta preservação pela providência de Deus tem que ter sido
em um só texto em grego e hebraico,

o que implica e é implicada pela
IV) crença em (e a defesa de) que esta preservação pela providência de Deus tem que ter sido
através do TT, o Texto Tradicional. Depois invenção da imprensa de tipos móveis, e do enfraquecimento das garras da grande meretriz, e de surgimento de liberdade em paralelo à Reforma, o TT (já existente há muitos séculos antes, na forma de milhares de manuscritos) foi finalmente consolidado e impresso, passando seu NT a ser chamado de TR, o Textus Receptus, e passando seu VT a ser chamado de Texto Massorético de Ben Chayyim (o verdadeiro T. Massorético). O TT serviu de única base para todas as traduções usadas por todos os crentes em todas as igrejas batistas e reformadas, de todas as línguas, de todas as nações, sem nenhuma disputa por mais de 350 anos, desde 1522 até recentemente, quando surgiu seu primeiro concorrente nos meios batistas e reformados, o TC, o Texto Crítico,

o que implica e é implicada pela
V) crença em (e a defesa de) que
somente devemos usar, em cada língua e nação, a Bíblia que foi (com a mais perfeita competência, pelo maior rigor na aplicação do método de tradução por equivalência formal, e com a maior fidelidade imaginável) traduzida a partir desse TT, aquela Bíblia que foi pela primeira vez impressa nesta língua e para esta nação, juntamente com as revisões e correções que foram feitas no seu primeiro século de existência (e, talvez, com adaptações exigidas por novas regras de ortografia e gramática), até chegar a ser segurada em nossas mãos.


Como estas firmes crenças estão entranhavelmente ligadas, veremos que alguns dos mais influentes e poderosos líderes batistas regulares, na nova e louca obstinação de negarem (V) com o fim de negarem e proibirem a aceitação somente da(s) Bíblia(s) Almeida mais histórica(s) e perfeitas e 100% TR, mas sim porem todas as Bíblias em um certo grau de dúvida e poderem aceitar traduções totais ou parcialmente do TC, então, direta ou indiretamente, estão negando (IV), (III), (II), e (I); estão ensinando que não se creia assim; e não gostam dos que ainda crêem assim. No final das contas, direta ou indiretamente estão proibindo que se creia na absolutamente perfeita
preservação de um só texto (em grego e hebraico) que é a absolutamente perfeita Palavra de Deus, incessantemente em uso pelos fiéis de todos os séculos, em fiéis traduções, até chegarem a ser seguradas em nossas mãos.

0.3. Alguns Exemplos Evidenciam este Não Gostar [que se creia na perfeita preservação da Palavra de Deus], pelos Batistas Regulares


Vejamos alguns estranhíssimos exemplos de alguns batistas regulares que parecem plenamente aceitar quem plena e fortemente impulsiona para se deslizar para o pior em certas importantes áreas da doutrina e da prática, mas de modo nenhum aceitam quem começa a impulsionar para se resistir pelo melhor em certas outras áreas vitais, e ressaltamos a área da doutrina da perfeita preservação de todas as palavras de Deus, e a área das versões da Bíblia:

A) Em uma 1ª visita a uma certa IBR, nos idos de 1995 a 1997, vimos e ouvimos o seu pastor ensinar que podemos ouvir a rádio da IURD e nos alimentar da boa carne de lá, desde que cuspamos fora as espinhas desse peixe. Imediatamente pensamos (embora não tenhamos expressado): “Mas todos sabemos que tal peixe só tem espinhas! Se parecer ter carne, sua pouca carne é mortiferamente venenosa, como a do venenoso baiacu! (Comer um só desses peixes pode matar toda uma família!)”
Impulsionar em má direção, pode!
Numa 2ª visita, também assistimos o mesmo pastor desmanchar tudo que Apocalipse 7 e 14 ensinam (não seriam só judeus, não seriam das 12 tribos literais de Israel, não seriam só 144.000, não seriam só virgens, não seriam só varões).
Levantar dúvidas sobre a Bíblia, dizer que contém falsidades, pode!
Presenciamos este mesmo pastor (ao dirigir o culto de empossamento de outro pastor noutra IBR, de vez em quando olhando para nós, achamos que para nos provocar) dizer que, mesmo que alguém não gostasse disso, a Almeida Revista e Atualizada era a ‘Bíblia OFICIAL’ dos batistas regulares, a melhor, por isso tudo era a única que deveria ser usada.
Advogar que uma Bíblia do TC é melhor e a única que deveria ser usada, pode! (Mas só se for uma Bíblia do Texto Crítico!)
Já na década de 2000, alguns nossos irmãos disseram que, num acampamento, somente o viram andando todos os dias com uma vergonhosa bíblia NVI debaixo dos braços, presumimos que agora é a Bíblia que ele passou a usar.
Ele deixou “playbacks” com baterias se instalarem na igreja, e é o guitarrista da banda da igreja (que tem contrabaixo e toca ritmos associados com o mundo).
Incentivar guitarras, contrabaixos, playbacks com baterias, ritmos e estilos do mundo, pode! Pois ele sempre foi e é extremamente bem aceito por todos os pastores da região.
Na nossa avaliação, ele é o pior exemplo do estado, a pior influência sobre os batistas regulares, e tem dito e feito outras coisas que consideramos muito deploráveis. Evidentemente, ele é uma força empurrando sua igreja na direção para longe dos sãos padrões doutrinários fundamentalistas dos batistas regulares de 1932.
Defender e levar para o pior, pode!





Tudo isto é completamente ignorado (ou tolerado) (ou mesmo apoiado) pela grande maioria dos pastores, missionários americanos e nacionais, e professores de seminários, particularmente pelos mais influentes e poderosos dessas 3 classes de mais alto nível hierárquico. Portanto, é ignorado / tolerado / apoiado pela associação do estado onde os fatos ocorrem, e pela nacional.



Mas, quando alguém (principalmente um “pastorzinho” de baixo nível hierárquico, pior ainda um simples, mísero “crente comum”) tenta fazer a mais amorosa exortação (“irmãos, voltemos ao melhor e mais seguro caminho, pelo menos os dos melhores batistas até os dias de Spurgeon”), quando tenta fazer a mais leve resistência na direção de volta aos sãos padrões que ainda tínhamos muitas décadas (ou alguns poucos séculos) atrás, os padrões (por exemplo, sobre a Bíblia e a música- liturgia) de doutrina e prática que encontramos nas páginas do VT e, mais propriamente, do NT, então ele é taxado de muitos adjetivos horríveis que não queremos reproduzir, é ridicularizado, é perseguido, e se faz de tudo para o ignorar, isolar, silenciar, desprezar, boicotar, provocar, excomungar, ou mesmo destruir pela calúnia.

B) Durante muitos anos, durante nossas 3 a 6 visitas anuais a uma nossa filha que reside na capital de outro estado, tivemos que acompanhar nossa filha e assistir o culto de domingo em uma certa IBR (que dizem ser das melhores IBR-s da cidade), pois até hoje não conhecemos opção menos ruim, ali. Lá, em ocasiões diferentes, já presenciamos:
- Ensurdecedoras baterias de tambores, e outros instrumentos de percussão;
- Ritmos muito sensuais que faziam todos se balançarem em seus lugares;
- Acompanhamento das músicas com palmas e balanceios de corpo (o que poderíamos chamar de “dança- mansa, sem sair do lugar, cada um sozinho”);
- “Pregações por pantomima” (sem nenhuma palavra de explicação antes, nem durante, nem depois da pregação. Nenhum versículo pregado!...);
- Poucos levando Bíblias (as poucas bíblias que vi eram das piores, como NVI e NTLH), e [poucos] lendo os [poucos] versos [da NVI] que somente são mostrados no aparelho de data-show;
- O pregador convidado ser um sacerdote doutra denominação muito, muito liberal, tendo ele o cargo oficial de coordenador da propagação do ecumenismo no Nordeste (!); ele pregou sobre “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” (1Co 13:11 ACF) (não pudemos identificar que versão de bíblia ele usou), ensinando que, no início, ele pensava que só protestantes de um certo tipo seriam salvos [presumimos que ele também incluía batistas nisso], mas hoje, amadurecido, via muito diferentemente, e sabia que somente quando todos os batistas, presbiterianos, luteranos, episcopais, metodistas, pentecostais, neo-pentecostais, católicos, e todos que usam o nome de Cristo, estivessem perfeitamente unidos, somente aí Deus abençoaria; ao final da sua pregação, o missionário americano recepcionador se levantou para agradecer, e disse que o outro missionário americano que estava “fundando” a igreja juntamente com ele (mas estava ausente), tinha o pregador como seu maior amigo em todas as décadas em que estava no Brasil, a pessoa que ele mais admirava e com quem mais se identificava, a maior influência sobre sua vida;
- Num teatrinho feito na igreja, duas moças que fizeram papel de prostitutas estavam sentadas assistindo o culto com vestes demasiadamente reveladoras (preferimos não dar detalhes), levantaram-se, fizeram seus papeis, depois voltaram e se assentaram para o restante do culto. Saímos assim que pudemos;
- Durante anos, quase tudo que vimos aqueles dois missionários americanos pregando e praticando era diametralmente oposto aos seus velhos pais, também missionários (conhecemos muito bem um deles), muitas vezes era exatamente aquilo sobre que seus pais mais pregavam contra, pelo menos na década de 70 ...
Defender e levar para o piorzão, pode! Pois nunca vimos nenhuma resoluta movimentação oficial (ou extra-oficial) dos batistas regulares e suas associações, combatendo, por nome, as posições e práticas de igrejas tais como essa.

C) Um ministro do Evangelho a quem muito amávamos e respeitávamos, nos pediu para ir sozinho à sua casa, para conversarmos sobre importante assunto. Alegremente fizemos a viagem até lá. Ele tinha algumas Bíblias e muitos livros espalhados numa mesa, marcados com muitos pedacinhos de papel e clipes, com trechos sublinhados e realçados, e muitas anotações e resumos que devem ter lhe tomado muitos dias de preparação. Por cerca de 2 ou 3 horas aquele ministro tão nosso amigo, tão amoroso e tão amado, e que tanto respeitávamos, surpreendeu-nos muito, falando o contrário do que sempre o tínhamos ouvido pregar inúmeras vezes (somente usava a ACF, mas sem convicções), agora tentando nos provar que nenhuma Bíblia na terra não era tão inspirada, tão inerrável, tão infalível, tão perfeita quando nós críamos. Mostrou-nos uns 20 a 40 versículos que ele considerava prova de que a Bíblia nunca foi perfeita mas continha muitos erros e contradições, e leu para nós trechos dos livros terrivelmente acusando a Bíblia de grosseira, errada, inconfiável. Graças a Deus, mesmo não tendo nós sido avisados do que ia ocorrer e não tendo nos preparado nem levado nenhuma anotação, pudemos, com toda facilidade e calma, pacientemente mostrar que todas as acusações eram ridículas e podiam ser destruídas em 5 minutos, bastando se ler o parágrafo inteiro com todo cuidado e não apenas o versículo isolado, bastando se ler com todo cuidado as passagens paralelas e os versículos da cadeia de referências da Bíblia, e bastando se ler com cuidado as definições das palavras mais importantes nos dicionários de português e inglês (nunca precisamos ir para o grego nem o hebraico, nem livro nenhum além da Bíblia). Bastava isto, nada mais. Só num caso nós não tivemos a resposta no mesmo instante, mas 3 dias depois escrevemos http://www.solascriptura-tt.org/Bibliologia-InspiracApologetCriacionis/2Rs8_26Versus2Cr22-8-IdadeAcazias-Helio.htm. Depois de mais de 2 ou 3 horas, lá para 11:30 da noite, aquele ministro parecia tão esgotado fisicamente e emocionalmente frustrado (e, talvez, envergonhado, acabrunhado, infeliz, com remorsos) por não nos fazer abandonar 1 mm da nossa posição, nem poder ele responder a contento nenhuma das nossas defesas, que tivemos que deixar sua casa. Na volta, nos assaltou uma das maiores tristezas da nossa vida, quando pensamos: antigamente as ovelhas iam procurar o pastor para ele tirar suas dúvidas e reforçar sua fé na Bíblia, mas hoje o pastor chamou uma sua ovelha à sua casa para colocar dúvidas nela e solapar sua fé!... Quase não dormimos naquela noite, de tão desapontados e tristes.
Fazer todo o esforço para destruir a fé duma ovelha na absolutamente perfeita inspiração e preservação da Palavra de Deus e na sua competente e fiel tradução, pode! Mas fazer qualquer esforço para levar um crente em dúvidas de volta a crer na absolutamente perfeita inspiração e preservação da Palavra, isto não pode, em grau nenhum! Este é considerado o “pecado imperdoável”, pelos batistas regulares!

D) Já presenciamos um pastor batista regular, tido como conservador e fundamentalista, responder do púlpito a uma pergunta de uma senhora, ensinando ele que parte da história sobre o tanque de Betesda (ter suas águas agitadas por um anjo e o primeiro que lá entrasse ser curado de toda e qualquer doença) (João 5:3-4) era uma mera superstição [todos entendemos que isto implica dizer que era uma mentira] comum entre as nações pagãs que tinham seus “poços milagreiros”. [Superstição pagã que foi indevidamente inserida na Bíblia, talvez para explicar o verso 7, que pareceria esquisito e solto? Uma mentira (v.7) sempre acaba exigindo outra mentira (vs. 3-4)?] Tal “pastor” nos chocou. Nunca tínhamos imaginado que ele pudesse chegar a tanto.
Levantar dúvidas sobre a Bíblia, dizer que contém falsidades, pode! Dizer que Cristo é mentiroso (pois ele atestou este trecho), pode! Pois este pastor sempre foi e é extremamente bem aceito por todos os pastores da região.

E) Em cerca de 1998 presenciamos a votação dos estatutos da UBF (União Bíblica Fundamentalista), que estava sendo formada, incluindo, além de outros líderes, cerca de 80 pastores, missionários e professores de seminários. Talvez mais de 80% de seus membros era constituída de batistas regulares, mais de metade destes sendo do Nordeste. O missionário americano MMMM (influente professor de um seminário batista regular) se levantou, foi até o microfone, e exaltadamente defendeu o absurdo: que NÃO fosse colocado nos estatutos da UBF que a Palavra de Deus foi PRESERVADA (ele alegou que, se assim crêssemos e assim puséssemos nos estatutos, isto seria uma PONTE que inevitavelmente terminaria levando alguns a crer que um texto grego era perfeito e que os outros textos, sendo muito diferentes dele, deviam ser rejeitados, como também as Bíblias neles baseadas). O missionário continuou esta louca argumentação até que Pr. LLLL (dirigindo a assembleia) humildemente lhe advertiu mais ou menos assim: “Desculpe-me, Professor MMMM, mas não estamos, aqui, tratando do problema das versões! Somente, por favor, reconheça que se não crêssemos na PRESERVAÇÃO da Palavra de Deus, de modo nenhum poderíamos ser considerados fundamentalistas!” MMMM ficou vermelho (esperamos que mais de vergonha que de raiva) e desceu para seu lugar. A assembleia aprovou por maioria que se colocasse nos Estatutos que se cria na perfeita PRESERVAÇÃO da Bíblia pela providência de Deus. (Mas, misteriosamente, isto não foi incluído na redação final do estatuto, pelo menos até 3 reuniões bianuais da UBF, depois disso desistimos de participar delas ...) Muitos dos expoentes batistas regulares estavam presentes e a poucos metros de distâncias de Prof. MMMM, mas nenhum deles (exceto o velho missionário americano JJJJ e os Prs. LLLL, PPPP, EEEE, LLLL2) pareceu ficar incomodado com tamanho absurdo defendido por MMMM. Ele está completamente errado. Se uma doutrina claramente encontrada na Bíblia leva à conseqüência de termos que adotar uma posição contrária àquela que nossos professores e denominação exigem que tenhamos, e de que tanto gostamos, então nós devemos mudar nossa posição e passar a defender o que é mais bíblico, melhor, mais seguro e que agrada mais a Deus, ao invés de optar pelo contrário a tudo isto, a fim de continuar no conforto do suporte de nossos professores, colegas, e denominação. Se crer na perfeita preservação, pela providência de Deus, de cada uma de Suas palavras, nos força a crer em um só texto grego e hebraico, aquele tradicionalmente usado pelos fiéis através dos séculos; a rejeitar os textos que dele diferem substancialmente; a rejeitar todas as bíblias nele baseadas; e a aceitar somente as Bíblias do Texto Tradicional, que assim seja! Andarmos na contramão disto (isto é, seguirmos o raciocínio “não gosto da conclusão, portanto vou negar a verdade que levou a ela, a premissa”), é extremamente errado e perigoso, é indigno dos nossos antecessores e dos nomes fundamentalista e regular.
Levantar muitas e grandes dúvidas sobre a Bíblia, pode! Exaltadamente defender que ela não foi perfeitamente preservada pela providência de Deus, pode! Defender que não devemos comparar bíblias, pode! Dizer que Bíblia A e bíblia B (cada uma dizendo muitas coisas substancialmente diferentes da outra) têm mesmo status de meras imperfeitas aproximações da verdadeira Palavra de Deus, pode! Mas dizer isto da bíblia B e não da A, dizer que consideramos A infinitamente melhor, de uma categoria infinitamente superior, não pode! Pior ainda, considerarmos que um texto grego e hebraico é absolutamente perfeito, bem como sua tradução competente e fiel.

 

0.4. Algumas Decisões [em Assembleias] Evidenciam este Não Gostar, e Proibem Debates Sobre o Assunto


Resolução da AIBREB
(Associação de Igrejas Batistas Regulares do Brasil) realizada em Natal (RN) no ano de 2009.

O parecer da comissão foi: “Rejeitar a tentativa de estabelecer uma única versão e evitar difamar aos que utilizam outras versões”. Houve apoio e todos, unanimemente concordaram.” Grifo nosso.

Um amado irmão em Cristo comentou, no início deste mês de jan.2011:
<<A redação dessa resolução é extremamente duvidosa. A um exame superficial, "Rejeitar a tentativa de estabelecer uma única versão" pode parecer que apenas condena uma pessoa querer impor uma só versão sem nenhuma razão bíblica, histórica ou textual, somente porque ela a prefere; e "evitar difamar aos que utilizam outras versões" pode parecer que apenas condena uma pessoa querer caluniar (inventar mentiras) e injuriar (insultar-provocar) quem usa qualquer outra versão. MAS,
a) Que terrível problema haveria em uma igreja, em doce comunhão interna, usar somente uma versão, a melhor em impressão? Que terrível problema haveria em uma igreja advertir contra, expor os perigos, falar mal de todas versões semelhantes às católicas e a dos Testemunhas de Jeová? Ou de uma paráfrase como a Bíblia Viva e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje? Ou de uma Bíblia traduzida totalmente por Equivalência Dinâmica, por quem acredita que Deus não inspirou palavras, mas somente os pensamentos centrais, de modo que se pode mudar as palavras gregas “saudações aos crentes da igreja Tal” para “alô, galera da gang Tal”?
b) Para quem conhece o contexto que envolve esse assunto (inspiração e preservação da Palavra de Deus), o que fica claro é que: por trás dessa resolução, o que existe é a tentativa de se evitar, por todos os meios, que se estude, se discuta e se alerte aos irmãos para checarem se as Bíblias são todas igualmente boas e fiéis. E na verdade ela tenta amordaçar, isolar ou silenciar os que querem ver essa questão debatida, amplamente estudada e colocada como estatuto de fé, afinal estamos falando do fundamento de toda a nossa fé (a Escritura Sagrada). Como podemos concordar que se fique calado sobre esse tão importante assunto? Se não fizermos isso agora, como estarão as gerações futuras se a cada dia surgem versões para todos os gostos e não tiverem o nosso exemplo para seguir?>>


Resolução da APIBRE EM 2009/2010.

O parecer desta Comissão reforça os pareceres anteriores da APIBRE em 2000 e da AIBREB em 2009, dizendo que as versões tradicionais: Trinitariana, Corrigida e Atualizada são de igual autoridade; todas expressando o evangelho com clareza e poder suficientes para salvar pecadores e guiar a Igreja; portanto, cada Igreja, obreiro e irmão podem ter suas preferências particulares por qualquer dessas três versões; desde que não façam divulgações de uma versão em detrimento das outras. E recomendamos que nos eventos comuns às Igrejas, não sejam divulgadas estas preferências.” Grifo nosso.


O mesmo irmão comentou, no início deste mês:
<<Qual é o problema de se adotar uma sã e única versão? Não seria mais sensato ver todas as igrejas usando um mesmo texto, decorando as mesmas palavras, lendo-as em uníssono??
Qual é o melhor texto? Qual foi o mais utilizado historicamente? Quem os utilizou? Que pessoas, quando e como introduziram as modificações? Quem apóia essas modificações? Quais doutrinas essas modificações anulam, enfraquecem ou diminuem? Para onde estão apontadas essas setas inflamadas? Essas são perguntas que todo crente sincero e preparado deveria responder antes de adotar qualquer versão bíblica, e não ficar em cima do muro com a expressão – [adotemos] qualquer uma [Bíblia], pois [todas] “são de igual autoridade” !!??

Há direitos que são inalienáveis aos crentes e que não podem ser abdicados. Um desses é o de se abrir os olhos e se ver que há Bíblias e há Bíblias... Devemos ter em mente que isso é um tema de estudo contínuo e que o Espírito Santo alertou que existem falsificadores da Palavra de Deus e que são muitos (2Co 2:17).

“Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.” (2Co 2:17 ACF)


Devemos lutar para que nossas igrejas não saiam dos trilhos bíblicos. Mas, quando vemos a tendência frouxa demonstrada pelas decisões de se afastarem deles em prol de uma chamada “unidade” que menospreza qual texto da Bíblia deve ser adotado, coisa em que nem os assembleianos falham; e quando vemos a perseguição, esforços para isolar e silenciar os que tentam defender uma posição mais firme, fica difícil fazer parte de uma associação dessas. Estão jogando a sujeira para debaixo do tapete – empurrando com a barriga. Não é assim que se resolve [as coisas de Deus, as coisas da sã doutrina]. Isso está minando o respeito às lideranças. Como aceitar que um pastor duvide da autoridade bíblica? Como aceitar que um pastor diga que a história do tanque de Betesda (João 5) é folclore judaico? Então tudo é questionável, tudo é relativo, e tudo pode sofrer crítica textual.

“Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado.” Romanos 14:23


Oremos que Deus nos conceda coragem e serenidade, e que mude os corações dos líderes tão endurecidos pelo orgulho intelectual.

(Sim, o problema básico é este ORGULHO INTELECTUAL:
Os fundadores dos batistas regulares (em torno de 1932) eram todos só-KJB [pois todos eles criam na perfeita preservação, em uso aqui na terra, de cada palavra da Bíblia; e nenhum deles jamais adotou nenhuma bíblia do TC, mas só a KJB]. Só depois é que as sucessivas gerações de batista regulares foram decaindo, pouco a pouco. Na década de 50, no Brasil, começaram a dar suspiros por uma Bíblia diferente da KJB (que ainda fingiam usar nos USA); na década de 60 deram o maior apoio à primeira Bíblia alexandrina [isto é, com o espírito de Alexandria e baseadas nos manuscritos de Alexandria] que vingou no Brasil (a Almeida Revista e Atualizada); e, agora, a liderança batista regular não tem coragem de reconhecer que foi feita a escolha pela Bíblia errada, não tem coragem de dar plena liberdade a seus pastores e membros de igrejas para examinarem e falarem sobre o assunto; não tem sequer coragem de convidar líderes nacionais e internacionais das duas posições opostas (só-TR e só-TC), para sucessivos, profundos, repetidos debates, dentro de igrejas (com a presença de todas as suas ovelhas) e nas associações. Querem de todo modo amordaçar todos que não rezem pela cartilha deles, querem por todos os meios evitar o assunto.)

Mas confio em Deus que há centenas de sinceros homens de Deus (entre os pastores e maduros crentes batistas regulares) que não estão suficientemente informados a respeito do assunto que lhes foi escondido, e que tais sinceros, uma vez amorosamente instruídos, abandonarão o erro, e se humilharão, e saberão escolher a Bíblia inspirada e preservada por Deus de forma absolutamente perfeita (quanto inspiração e preservação).

Oremos intensamente, que caiam as vendas dos olhos de muitos crentes desinformados, que nem de longe suspeitam daquilo que os vendedores das Bíblias alexandrinas não lhe informam: que o Texto Crítico, deles, omite ou acrescenta ou adultera cerca de 10.000 palavras, somente se contando no Novo Testamento. >>

0.5. Proibir Debate sobre uma Posição (que Pode ser a da Bíblia, e nem Mesmo Está Proibida pelos Estatutos Batistas Regulares Originais), Parece Papismo [e Engole Camelos]


O Papado Romano é conhecido por (principalmente na Idade Média, a Era das Trevas):

a) Terminantemente proibir qualquer pensamento independente da sua posição oficial, qualquer expressão de dúvida sobre sua corretude frente à Bíblia;
b) Muito esforçada e traiçoeiramente viver espionando à procura de quem parecesse estar para desrespeitar 1 mm da menor dessas ordens; e
c) Cruelmente punir os que (mesmo baseados na Bíblia) pensassem qualquer das menores coisas diferentemente da posição oficial da Igreja.

Um católico que ousasse escrever e/ou pregar (corretamente usando a Bíblia e somente ela) questionando, por exemplo, qualquer das anti-bíblicas doutrinas católicas:

salvação por obras;
regeneração batismal;
infalibilidade papal;
igualdade (na prática, a superioridade) de valor da tradição em relação à Bíblia;
etc.,

provando que tudo isto é frontalmente contradito por claríssimos versículos da Palavra de Deus voltados para a dispensação das igrejas, arriscava-se a ser perseguido, excomungado, declarado diabólico e herege, e ser condenado à morte na fogueira. Se o Papismo não podia responder seus questionadores pela Bíblia, então seus asseclas isolavam as perguntas e objeções bíblicas, para ninguém as ouvir (ou ler) e repetir, e silenciavam os seus questionadores que se apoiavam só na Bíblia. Às vezes bastava os isolarem, tirar esposa e mulher e trabalho, boicotar, excomungar, desacreditar por campanha caluniosa, surrar, ameaçar de coisas piores para eles e suas famílias; às vezes era necessário lançá-los em degradantes calabouços, até a morte; às vezes matavam com estardalhaço e do modo mais aviltante, para servir de exemplo.

Quem poderia imaginar que, nos séculos 20 e 21, de certa forma e grau e extensão, e mesmo que somente em algumas áreas de doutrina e prática, esta abominável conduta da grande meretriz espiritual esteja sendo imitada por alguns dos mais influentes e poderosos líderes batistas regulares? Quem poderia imaginar que estes, por exemplo, proibiriam mesmo o mais pacífico e respeitoso debate sobre se a preservação da Bíblia foi feita de forma absolutamente perfeita pela providência divina, ou se tal preservação (tão infinitamente perfeita) não ocorreu de fato, de modo que a Bíblia não foi preservada tão absolutamente perfeita?

0.6. As Antigas e Boas Confissões de Fé

(se alguém tiver traduções de outras antigas confissões de fé (talvez escritas em francês, alemão, holandês, dinamarquês, etc.), talvez bastante diferentes em redação, mas que consideram a Bíblia como perfeitamente inspirada e perfeitamente preservada, mesmo nas fiéis traduções daqueles dias da confissão, favor nos enviar. Estamos particularmente interessados nas traduções ao menos das seções sobre a Escritura Sagrada constante de: a Confissão [dos Congregacionais] de Savoy (1652) [dizem que, quanto Bibliologia, é igual à de Westminster. Gostaríamos de receber confirmação disso], a Confissão Suíça (1675), a Confissão Batista da Filadélfia (cerca de 1743), os Artigos de Fé da União Batista Bíblica da América (1923), “A Fé e Mensagem Batista” (1925) da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos)


The IRISH Articles Of Religion, 1615
, Archbishop James USSHER.

...
OF THE HOLY SCRIPTURE AND THE THREE CREEDS.
 
1. The ground of our religion and the rule of faith and all saving truth is the Word of God, contained in the Holy Scripture.
[naquele tempo, dizer que a Palavra de Deus “estava contida” na Santa Escritura não implicava, como hoje, que esta tem partes não inspiradas coexistindo com inspiradas]
2. By the name of holy Scripture we understand all the Canonical Books of, the Old and New Testament, viz.
...
All which we acknowledge to be given by the inspiration of God, and in that regard to be of most certain credit and highest authority.
3. The other Books, commonly called Apocryphal, did not proceed from such inspiration, and therefore are not of sufficient authority to establish any point of doctrine; but the Church doth read them as Books containing many worthy things for example of life and instruction of manners.
Such are these following:

4. The Scriptures ought to be translated out of the original tongues into all languages for the common use of all men: neither is any person to be discouraged from reading the Bible in such a language as he doth understand, but seriously exhorted to read the same with great humility and reverence, as a special means to bring him to the true knowledge of God and of his own duty.
5. Although there be some hard things in the Scripture (especially such as have proper relation to the times in which they were first uttered, and prophecies of things which were afterwards to be fulfilled), yet all things necessary to be known unto everlasting salvation are clearly delivered therein; and nothing of that kind is spoken under dark mysteries in one place which is not in other places spoken more familiarly and plainly, to the capacity both of learned and unlearned.
6. The holy Scriptures contain all things necessary to salvation, and are able to instruct sufficiently in all points of faith that we are bound to believe, and all good duties that we are bound to practice.


The WALDENSIAN Confessions of Faith of 1120,
redigida no Piedmont durante um massacre dos valdenses e baseada na Confissão Galiciana de 1559

...
3. We acknowledge for sacred canonical scriptures the books of the Holy Bible. (Here follows the title of each, exactly conformable to our received canon, but which it is deemed, on that account, quite unnecessary to particularize.)


The WALDENSIAN Convession (1655 A.D.)

...
III. That we ought to receive this Holy Scripture (as we do) for divine and canonical, that is to say, for the constant rule of our faith and life: as also that the same is fully contained in the Old and New Testament; and that by the Old Testament we must understand only such books as God did entrust the Jewish Church with, and which that Church has always approved and acknowledged to be from God: namely, …, and the New Testament containing …...



The FIRST London BAPTIST Confession of Faith, 1644 e 1646.

“VIII. The rule of this knowledge, faith, and obedience, concerning the worship of God, in which is contained the whole duty of man, is (not men's laws, or unwritten traditions, but) only the word of God contained [viz., written] in the holy Scriptures; in which is plainly recorded whatsoever is needful for us to know, believe, and practice; which are the only rule of holiness and obedience for all saints, at all times, in all places to be observed.” Grifos nossos. [naquele tempo, dizer que a Palavra de Deus “estava contida” na Santa Escritura não implicava, como hoje, que esta tem partes não inspiradas coexistindo com inspiradas]
Col. 2:23; Matt 15:6,9; John 5:39, 2 Tim. 3:15,16,17; Isa. 8:20; Gal. 1:8,9; Acts 3:22,23.

Note como consideravam cada uma e todas as palavras da Bíblia (a fiel tradução dos Textos Massorético e Recebido) de seus dias (não apenas os desaparecidos e inacessíveis manuscritos “originais”) como perfeitamente inspirada e perfeitamente preservada, por Deus!


Confissão de Fé de WESTMINSTER, de 1647

CAPÍTULO I
DA ESCRITURA SAGRADA

I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.
Sal. 19: 1-4; Rom. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Cor. 1:21, e 2:13-14; Heb. 1:1-2; Luc. 1:3-4; Rom. 15:4; Mat. 4:4, 7, 10; Isa. 8: 20; I Tim. 3: I5; II Pedro 1: 19.

II. Sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que são os seguintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a regra de fé e de prática:
...

III. Os livros geralmente chamados Apócrifos, não sendo de inspiração divina, não fazem parte do cânon da Escritura; não são, portanto, de autoridade na Igreja de Deus, nem de modo algum podem ser aprovados ou empregados senão como escritos humanos.
Luc. 24:27,44; Rom. 3:2; II Pedro 1:21.

IV. A autoridade da Escritura Sagrada, razão pela qual deve ser crida e obedecida, não depende do testemunho de qualquer homem ou igreja, mas depende somente de Deus (a mesma verdade) que é o seu autor; tem, portanto, de ser recebida, porque é a palavra de Deus.
II Tim. 3:16; I João 5:9, I Tess. 2:13.

V. Pelo testemunho da Igreja podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço da Escritura Sagrada; a suprema excelência do seu conteúdo, e eficácia da sua doutrina, a majestade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo (que é dar a Deus toda a glória), a plena revelação que faz do único meio de salvar-se o homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e completa perfeição, são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a palavra de Deus; contudo, a nossa plena persuasão e certeza da sua infalível verdade e divina autoridade provém da operação interna do Espírito Santo, que pela palavra e com a palavra testifica em nossos corações.
I Tim. 3:15; I João 2:20,27; João 16:13-14; I Cor. 2:10-12.

VI. Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela. À Escritura nada se acrescentará em tempo algum, nem por novas revelações do Espírito, nem por tradições dos homens; reconhecemos, entretanto, ser necessária a íntima iluminação do Espírito de Deus para a salvadora compreensão das coisas reveladas na palavra, e que há algumas circunstâncias, quanto ao culto de Deus e ao governo da Igreja, comum às ações e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, segundo as regras gerais da palavra, que sempre devem ser observadas.
II Tim. 3:15-17; Gal. 1:8; II Tess. 2:2; João 6:45; I Cor. 2:9, 10, l2; I Cor. 11:13-14.

VII. Na Escritura não são todas as coisas igualmente claras em si, nem do mesmo modo evidentes a todos; contudo, as coisas que precisam ser obedecidas, cridas e observadas para a salvação, em um ou outro passo da Escritura são tão claramente expostas e explicadas, que não só os doutos, mas ainda os indoutos, no devido uso dos meios ordinários, podem alcançar uma suficiente compreensão delas.
II Pedro 3:16; Sal. 119:105, 130; Atos 17:11.

VIII. O Velho Testamento em Hebraico (língua vulgar do antigo povo de Deus) e o Novo Testamento em Grego (a língua mais geralmente conhecida entre as nações no tempo em que ele foi escrito), sendo inspirados imediatamente por Deus e pelo seu singular cuidado e providência conservados puros em todos os séculos, são por isso autênticos e assim em todas as controvérsias religiosas a Igreja deve apelar para eles como para um supremo tribunal; mas, não sendo essas línguas conhecidas por todo o povo de Deus, que tem direito e interesse nas Escrituras e que deve no temor de Deus lê-las e estudá-las, esses livros têm de ser traduzidos nas línguas vulgares de todas as nações aonde chegarem, a fim de que a palavra de Deus, permanecendo nelas abundantemente, adorem a Deus de modo aceitável e possuam a esperança pela paciência e conforto das escrituras.
Mat. 5:18; Isa. 8:20; II Tim. 3:14-15; I Cor. 14; 6, 9, 11, 12, 24, 27-28; Col. 3:16; Rom. 15:4.

IX. A regra infalível de interpretação da Escritura é a mesma Escritura; portanto, quando houver questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer texto da Escritura (sentido que não é múltiplo, mas único), esse texto pode ser estudado e compreendido por outros textos que falem mais claramente.
At. 15: 15; João 5:46; II Ped. 1:20-21.

X. O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas têm de ser determinadas e por quem serão examinados todos os decretos de concílios, todas as opiniões dos antigos escritores, todas as doutrinas de homens e opiniões particulares, o Juiz Supremo em cuja sentença nos devemos firmar não pode ser outro senão o Espírito Santo falando na Escritura.
Mat. 22:29, 3 1; At. 28:25; Gal. 1: 10.
Grifos nossos.

Note como consideravam cada uma e todas as palavras da Bíblia (a fiel tradução dos Textos Massorético e Recebido) de seus dias (não apenas os desaparecidos e inacessíveis manuscritos “originais”) como perfeitamente inspirada e perfeitamente preservada, por Deus!


Confissão de Fé BATISTA de 1689

No tocante às Sagradas Escrituras, é exatamente igual à Confissão de Fé de Westminster, de 1647.

The New Hampshire BAPTIST Confession de 1833 (usada pela Convenção Batista Brasileira até 1986)

1. Of the Scriptures

We believe that the Holy Bible was written by men divinely inspired, and is a perfect treasure of heavenly instruction 2 Tim. 3:16-17; 2 Pet. 1:21; 1 Sam. 23:2; Acts 1:16; 3:21; John 10:35; Luke 16:29-31; Psa. 119:11; Rom. 3:1-2 that it has God for its author, salvation for its end 2 Tim. 3:15; 1 Pet. 1:10-12; Acts 11:14; Rom. 1:16; Mark 16:16; John 5:38-39, and truth without any mixture of error for its matter Prov. 30:5-6; John 17:17; Rev. 22:18-19; Rom. 3:4 that it reveals the principles by which God will judge us Rom. 2:12; John 12:47-48; 1 Cor. 4:3-4; Luke 10:10-16; 12:47-48 and therefore is, and shall remain to the end of the world, the true center of Christian union Phil. 3:16; Eph. 4:3-6; Phil. 2:1-2; 1 Cor. 1:10; 1 Pet. 4:11, and the supreme standard by which all human conduct, creeds, and opinions should be tried 1 John 4:1; Isa. 8:20; 1 Thess. 5:21; 2 Cor. 8:5; Acts 17:11; 1 John 4:6; Jude 3:5; Eph. 6:17; Psa. 119:59-60; Phil. 1:9-11
"Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados, e É um tesouro perfeito de instrução celestial; que tem Deus como seu autor, salvação como sua finalidade, e verdade sem qualquer mistura de erro como seu assunto e conteúdo... portanto É , e permanecerá sendo até o fim do mundo, o verdadeiro centro de união cristã e o supremo padrão pelo qual toda a conduta, crença e opiniões humanas devem ser tratadas." Grifos nossos.

Note como consideravam cada uma e todas as palavras da Bíblia (a fiel tradução dos Textos Massorético e Recebido) de seus dias (não apenas os desaparecidos e inacessíveis manuscritos “originais”) como perfeitamente inspirada e perfeitamente preservada, por Deus!


Leia o livro, pequeno mas muito bom, "The Canonicity of the Received Bible, Established from Reformation and Post-Reformation Baptist Confessions". http://sites.google.com/site/thross7/CanonicityoftheTRSeeninBaptistConfes.pdf

0.7. As Moderninhas Confissões de Fé


AIBREB - Associação de Igrejas Batistas Regulares do Brasil.
Data não encontrada. Copiado de http://www.batistasregulares.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=45&Itemid=55 em 24.01.2011.

“Artigos de Fé.
TÍTULO I – DAS ESCRITURAS SAGRADAS
Cremos que as Escrituras do Velho e do Novo Testamento, como originalmente escritas, foram verbalmente inspiradas e produzidas pelo Espírito Santo e por isso, expressam toda a revelação divina sem nenhum erro. Cremos, portanto, que, a Bíblia é a suprema revelação da vontade de Deus para os homens, e a aceitamos como a única regra de fé e prática para a vida. (II Timóteo 3:16, 17 II Pedro 1:21);” Grifo nosso.

 

0.8. Você Notou a Diferença?

(a sutil, mas mortífera, diferença entre as antigas e esta moderninha confissão de fé)

Esta declaração de fé moderninha dos atuais batistas regulares não vai além desta palavra de restrição "originalmente" e do verbo "foram" restrito ao passado.
Quem não conhece a real posição da maioria dos professores da maioria dos seus seminários, nem a real posição da maioria dos novos pastores da maioria de suas igrejas, talvez até tenha a ilusão que o restante deste Título I dos Artigos de Fé talvez possa estar corrigindo todas as dúvidas e demonstre que eles crêem num texto (em hebraico + grego) que possam segurar nas mãos (e numa fiel tradução deste texto) e que eles crêem que realmente É a Palavra de Deus perfeitamente preservada.
Mas todos que conhecem a realidade sabem que a declaração é pífia e ladinamente enganadora, é disfarçada, é traiçoeira, pois traz implícito o que uma conversa de poucos minutos com a maioria dos atuais professores da maioria dos seminários batistas regulares e com a maioria dos novos pastores por eles ensinados revela que crêem mais ou menos assim:
"Deus não quis preservar de forma absolutamente perfeita cada uma de todas as Suas palavras na Bíblia, de modo que as tivéssemos, hoje, em nossas mãos. Toda a doutrina de inspiração (assopramento, por Deus, das puras palavras de Deus para dentro da Bíblia) de forma plenária, verbal, infalível e inerrante, aplica-se somente aos autógrafos, isto é, aplica-se somente aos manuscritos escritos pelas próprias mãos dos escritores da Bíblia, desde Gênesis (Moisés) a Apocalipse (João). Naturalmente, uma vez que nenhum desses autógrafos sobreviveu materialmente, então todas as suas cópias feitas à mão têm milhares de corrupções, portanto nossas atuais Bíblia não podem escapar de terem milhares de pontos onde reinam sérias dúvidas sobre eles."

0.9. Os Primeiros Batistas Regulares Criam na Perfeita Preservação, no TT! Só Usavam a KJB e a Almeida da família “Corrigida”! Criam que Eram Perfeitas!

Leiamos trechos (traduzidos para português) selecionados do artigo do Pr. José Pedro Monteiro de Almeida, copiado de http://www.baptistlink.com/creationists/batregkjv.htm, com renumeração dos itens:

<<<<
OS BATISTAS REGULARES E A BÍBLIA KING JAMES - O primeiro amor dos fundadores e o triste desprezo dos herdeiros

1. Declaração do Missionário Willard Stull (ABWE)
“Antes de eu chegar aqui ao Brasil em 1939, a King James era a única Bíblia que conheci. No Seminário, usei  a Scofield Reference Bible, que é King James nos meus estudos.” (E-mail recebido do missionário aposentado e pastor batista regular Willard Stull em 25 FEV 2001)

2. Declaração do Presidente da Baptist Mid-Missions (BMM), Dr. C. Raymond Buck: ... ... ...
Tradução:
“A posição que nós tomamos, a respeito de todos os nossos esforços de traduções ao redor do mundo, é que elas devem estar baseadas no Texto Massorético para o Velho Testamento e no texto recebido para o Novo.” ; “Nós sentimos que deveríamos pedir aos nossos tradutores para que retornassem ao texto original, o qual serviu de fundação para os tradutores da King James.” (Carta do então presidente da Baptist Mid-Missions, Dr. C. Raymond Buck, em 02 de Junho de 1987)

3. Declaração de Dorothy H. Roduner Secretária da Baptist Mid-Missions (BMM) ... ... ...
Tradução:
‘... a Versão King James da Bíblia será o texto para todos os ministérios públicos nas áreas onde o inglês é a língua materna.” (E-mail recebido da secretária da Baptist Mid-Missions, Dorothy H. Roduner em 13 SET 2000)

4. Declaração de Chris Greten, Secretário do AWANA Clubs International (Clube OANSE), ministério adotado pelos batistas regulares no Brasil: ... ... ...
Tradução:
“Em inglês nós temos as versões Nova King James e a King James. Deixe-me saber se você tem mais outras perguntas. Obrigado e tenha um dia abençoado.”  (Correio eletrônico recebido de Chris Greten, Assistente do Escritório Internacional do AWANA CLUB em 2 NOV 2001).
Nota: A posição do AWANA CLUB ao tolerar a New King James é uma pena, já que esta versão é corrupta trazendo o nome King James indevidamente, o que é uma propaganda enganosa.

5. Declaração do Sr. Ben R. Watson,  do ministério Source Of Light (Fonte de Luz), literatura usada pelos batistas regulares no Brasil. ... ... ...
Tradução:
“Prezado Josi. Nós usamos a versão King James nas nossas lições. Em muito poucas instâncias os autores das lições mudaram umas poucas palavras para fazer o material da lição mais entendível, mas é a versão King James.” (Correio eletrônico recebido do Sr. Ben R. Watson, do ministério Source Of Light – Fonte de Luz - em 2 NOV 2001)
Obs.: Quem teve a coragem e a infeliz idéia de mudar essa postura, e usar a tradução ARA na literatura Fonte de Luz em português, não se sabe, todavia, uma coisa é certa, isso foi uma decisão totalmente errada, inconsistente, desonesta e contraditória com o Ministério Source of Light, como se pode ver acima, já que a tradução King James é totalmente incompatível com a Atualizada (ARA)!

6. Conteúdo da apostila “Holy Land Tour” – 1985, Dr. Manfred Kober, Professor presidente do Departamento de Teologia de Faith Baptist Bible College, Ankeny Iowa, (Seminário Batista Regular) pg. 99: ... ... ...
Tradução:
“A transmissão e confiabilidade do livro e do texto de ISAÍAS  - 1611 Versão King James.”
(todas as citações dessa apostila: Versão King James)

7. Conteúdo da apostila “A Panorama of Prophecy” – 1985, Dr. Manfred Kober, Professor presidente do Departamento de Teologia de Faith Baptist Bible College, Ankeny Iowa, (Seminário Batista Regular):
Todas as citações dessa apostila: Versão King James!

8. Citação Bíblica do Dr. Gordon L. Shipp, Presidente de Faith Baptist Bible College, Ankeny Iowa, (Seminário Batista Regular), na primeira página do catálogo 1984-1987 do seminário, seção “Uma palavra pessoal do Presidente”:
Todas
as citações: Versão King James!

9. Citação Bíblica na capela de “Cedarville College”, fundado em 1887 e aprovado pela Associação Geral das Igrejas Batistas Regulares dos Estados Unidos:
Citação bíblica da capela: Versão King James!

10. Conteúdo do Livro “Called to Be Saints”, Dr. Robert G. Gromacki, Professor de Bíblia e grego e presidente do Departamento de Educação Bíblica de “Cedarville College”, aprovado pela Associação Geral das Igrejas Batistas Regulares dos Estados Unidos:
Todas as citações bíblicas desse livro: Versão King James (Prefácio, pg. vii)

11. Conteúdo do Livro “Modern Tongues Movement”, Dr. Robert G. Gromacki, Professor de Bíblia e grego e presidente do Departamento de Educação Bíblica de “Cedarville College”, aprovado pela Associação Geral das Igrejas Batistas Regulares dos Estados Unidos:
Todas as citações bíblicas desse livro: Versão King James (Introdução, pg. 3)

12. Conteúdo da Carta do Dr. Collis (membro do conselho dos 18 – comissão dos líderes batistas regulares nos EUA) ao Dr. D.A. Waite (pastor batista regular) datada em 8 Dezembro de 1978: ... ... ...
Tradução:
“O conselho dos 18 dá total crédito à validade do texto King James.”

13. Conteúdo da propaganda da Escola Bíblica de Férias no Jornal Baptist Bulletin (periódico oficial da GARBC – semelhante ao que é O Batista Regular no Brasil para a AIBREB) na edição de Março de 1974: ... ... ...
Tradução:
“Todos os textos das lições provindos da Versão King James somente.”

14. Conteúdo da Declaração de Fé da GARBC (General Association of Regular Baptist Churches - Associação Geral das Igrejas Batistas Regulares dos Estados Unidos) antes de 1977:
Todas
as citações bíblicas: Versão King James

15. Reposta do pastor batista regular Duane Brown, da Calvary Baptist Church, em Huston, Texas, em dezembro de 1982 a um novo convertido que acabara de comprar uma Bíblia King James numa livraria evangélica de Huston, Texas:
“Essa Bíblia é boa”

16. Conteúdo da Declaração de Fé da Igreja Batista Regular Esperança em Samambaia, Distrito Federal (trabalho fundado pela Baptist Mid-Missions):

“DECLARAÇÃO DE FÉ
A IBRE ACEITA E DEFENDE:
III. Que o Senhor Jesus Cristo, em sua natureza humana, foi concebido por obra e graça do Espírito Santo, nasceu da bendita virgem Maria de modo sobrenatural; Ele é Deus verdadeiro Deus, ‘Deus manifestado em carne’ ...”
(citação baseada na Versão King James ou Almeida Corrigida e Fiel)


17. Citação Bíblica no cartão postal do missionário da Baptist Mid-Missions, Terry Craven, com sua foto juntamente com sua distinta família, fundador da Igreja Batista Regular Esperança em Samambaia, Distrito Federal:
“And the things that thou hast heard of me among many witnesses, the same comit thou to faithful men, who shall be able to teach others also.” 2 Tm. 2:2 Esta é uma citação da King James Version !
>>>>

1. O PROBLEMA ATUAL

Qual foi o raciocínio dos mais influentes professores, missionários e pastores batistas americanos que estiveram por trás da mudança do tipo de declaração de fé tradicional (sem restrição da perfeição aos autógrafos, e com real preservação perfeita feita incessantemente nas Bíblias que os crentes fiéis seguravam e seguram em suas mãos) para o tipo de declaração moderninha (com restrição da perfeição e sem real preservação perfeita)???
Tal pervertido raciocínio parece ter sido mais ou menos assim (num perverso raciocínio ao avesso, sem similar):

A) (Premissa para Todo o Assunto):

     SE Deus, por ação direta de Sua providência através dos séculos (e fielmente cumprindo Suas promessas em 1Cr 16:15; Sl 12:6-7; 19:7-8; 33:1; 100:5; 111:7-8; 117:2; 119:89,152,160; 138:2b; Is 40:8; 59:21; Mt 4:4; 5:18; 24:35; Lc 4:4; 16:17; 21:33; Jo 10:35b; 16:12-13; 1Pd 1:23,25; Ap 22:18-19), PRESERVOU de forma absolutamente PERFEITA cada uma de todas as palavras hebraicas e gregas que inspirou com absoluta perfeição (formando a Bíblia),

     ENTÃO (Conclusão 1) esta preservação, sendo absolutamente perfeita (isto é, “mais perfeita que isso, impossível”), forçosamente foi sem interrupções (particularmente interrupção universal, sobre todas as igrejas fiéis sobre toda a terra, por mais de 14 séculos),

     ENTÃO (Conclusão 2) cada uma de todas as palavras de Deus sempre e plenamente esteve em uso, de modo que a completa e perfeita Palavra de Deus sempre esteve segurada nas mãos, vista pelos olhos e lida, em uso por todas as Suas igrejas pelo menos “razoavelmente” fiéis (claro que isto não inclui a grande meretriz que tanto perseguiu e matou os verdadeiros cristãos) através de todos os anos de todos os séculos.
- Em outras palavras (e lembrando que o último livro do NT, o Apocalipse, foi escrito em 96), a perfeita Palavra de Deus sempre esteve nas mãos dos fiéis, nos anos:
                    97,  98,  99,  100,
       101,  102, ... etc. ... ,   200,
       201,  202, ... etc. ... ,  300,
       301,  302, ... etc. ... ,  400,
      ... etc. ...
      1801, 1802, ... etc. ... , 1900,
      1901, 1902, ... etc. ... , 2000,
      2001, 2002, ... etc. ... , 2011 (hoje)
Isto é particularmente verdadeiro depois da invenção da imprensa de tipos móveis, nas várias edições e impressões do texto grego tradicional
(a partir de 1516; mas ele só passou a ser conhecido por Textus Receptus, ou TR, depois de 1633) e do texto hebraico tradicional verdadeiro (Texto Massorético de Ben Chayyim, 1516), e das Bíblias fielmente traduzidas a partir deles, tais como a Bíblia de Lutero 1522 (mesmo precisando de algumas revisões nas edições posteriores), a Bíblia de Tyndale 1526 (idem), a King James Bible de 1611, a Bíblia de João Ferreira de Almeida 1681 (NT) e 1753 (toda a Bíblia).

     ENTÃO (Conclusão Final) o único texto grego que devemos aceitar é o Textus Receptus (pois somente depois de 1881 lhe apareceu um rival, o Texto Crítico, também conhecido como TC, que foi, por Westcott e Hort, ajuntado e impresso, começando a ter alguma infiltração entre batistas e reformados somente depois que algumas bíblias foram traduzidas a partir dele).

B) A Conclusão Final acima (de que só devemos aceitar o TR) grandemente ofende nossa preferência pelas Bíblias do TC (ARA – Almeida Revista e Atualizada; NVI – Nova Versão Internacional; NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje; etc. Todas elas com mesma base (o TC) da “Tradução Novo Mundo”, feita pelos Testemunhas de Jeová).
Portanto, nossa única escapatória, o único pretexto que podemos tentar usar para justificar nossas preferências, é peremptoriamente negar, repudiar, combater com todas as nossas forças a “Premissa para Todo o Assunto”, só assim poderemos negar a Conclusão 1, e só se a negarmos poderemos negar a Conclusão 2, e só se a negarmos poderemos negar a Conclusão Final, e só se a negarmos poderemos usar qualquer bíblia do TC de que gostemos, e dizer que nenhuma Bíblia é totalmente confiável, todas têm errinhos e pontos não duvidosos. Gritamos que Deus NÃO q-u-i-s fazer tal preservação perfeita (a única outra opção que nós temos seria dizer que Deus não P-O-D-E fazê-lo). Somente recentemente, e graças ao gênio de modernos críticos textuais (tais como Westcott e Hort) que vieram em socorro, é que a Palavra, que Deus tinha perdido, está sendo recuperada aos pouquinhos, embora sempre vá imperar um oceano de dúvidas.


Todo este absurdo é semelhante a este outro:

A) É verdadeiro o silogismo "SE este homem ferido precisa urgentemente de sangue para sobreviver, e se só você tem seu tipo de sangue e pode doá-lo, ENTÃO você deve doar-lhe sangue."
B) Mas você pode achar tão ofensivamente inaceitável ser furado por agulha, que, para evitar a conclusão acima ("ENTÃO você deve doar-lhe sangue"), queira negar a primeira premissa em (A), e dizer "É falso que este homem ferido precise urgentemente de sangue para sobreviver."

2. Que Está por Trás Destes Absurdos dos Batistas Regulares? A Mentalidade da “Seita Alexandrina”


Este tipo de mentalidade de que estamos falando, de alguns dos batistas regulares em mais elevada posições, de modo nenhum é exclusividade deles, pois está presente e crescente em praticamente todas as denominações, e é muito, muito antigo (mesmo nas páginas e tempos do Novo Testamento encontramos referências a tendências, ensinos, grupos, e pessoas assim). Um dos primeiros, o maior e mais influente quartel de [pseudo-] cristãos lançadores de dúvidas sobre a perfeita inspiração e perfeita preservação da Palavra de Deus foi Alexandria, o mais elevado centro da cultura e da filosofia naqueles séculos. Veja uma amostra da extrema periculosidade dos lobos alexandrinos daqueles dias;

Basilides, que escreveu entre cerca de 120-140 dC Gnóstico, ensinou que Cristo não morreu na cruz, mas sim Simão Cireneu, que foi obrigado a carregar a cruz para ele, tomou a aparência dEle (e Ele a de Simão), foi crucificado em lugar de Jesus, o qual voltou para Seu Pai, presumivelmente rindo de toda esta farsa.

Valentinus, que escreveu entre cerca de 135 e 160 dC. Educado em Alexandria, estabeleceu-se em Roma, ensinou o mais extremado Gnostismo, via a realidade final como uma procissão dos aeons, 33 ao todo.

Marcion, o herético, que escreveu em cerca de 160 dC. Fez repetidos ataques verbais às escrituras do Novo Testamento.

Pantaenus, que escreveu em cerca 190 dC, foi o primeiro diretor supostamente cristão da Escola Catequética de Teologia e Filosofia de Alexandria, e referiu-se a Clemente como "o mais profundo gnóstico."

Clemente de Alexandria, que viveu entre cerca de150-215 dC. Sucessor de Pantaenus como diretor da Escola Catequética de Teologia e Filosofia de Alexandria, ensinava que os escritos de Platão são inspiradas e que as estrelas devem ser adoradas. Orígenes sucedeu-o em 202.

Orígenes, que viveu entre cerca de 185-254 dC, foi diretor da Escola Catequética de Teologia e Filosofia de Alexandria. Louvado como sendo o primeiro crítico textual da igreja, este apóstata negou muitas das crenças cristãs e acreditou que as estrelas eram criaturas vivas que possuíam almas e pelas quais Cristo morreu. Após sua excomunhão de Alexandria por ter se castrado a si mesmo, Orígenes tomou seus manuscritos mutilados e migrou para Cesaréia, onde estabeleceu uma outra escola. Na altura de sua morte em 254 d.C, deu sua biblioteca a seu pupilo favorito, Pamphilus. Pamphilus, por ocasião de sua própria morte em 309, passou as leituras corrompidas de Orígenes a Eusébio, um amigo próximo de Constantino.

Assim, em Alexandria (particularmente naquela Escola que é o modelo-padrão para todos os seminários corruptores de hoje) dos anos 50 a 350 dC, havia homens completamente perdidos, velozes e furiosos agentes de Satanás, mas com a mais elevada fama do mais espiritual cristianismo, bem reputados como supra-sumos da filosofia e da erudição e da santidade, que corromperam as Escrituras de forma mais profunda e extensa que jamais foi feito, nelas incorporando suas filosofias pagãs, sem terem a menor vergonha de mudarem qualquer coisa da Bíblia, em qualquer grau.

Por isso, devemos recusar todos os manuscritos classificados como da família alexandrina. Eles são pouquíssimos (cerca de 45), menos que 1% dos mais de 5400 manuscritos que sobreviveram aos tempos e chegaram às nossas mãos. São extremamente discordantes entre si e, muitas, vezes, cada um deles discordante de si mesmo. Os principais manuscritos alexandrinos são Codex Vaticanus (B, cerca do ano 350 dC), Codex Sinaiticus (Aleph, cerca do ano 350 dC), P66 (fragmentos) e P75 (fragmentos). Na realidade, toda a horrenda crítica textual moderna e descrente, e todas as horrendas bíblias alexandrinas, baseiam-se em apenas 2 (dois) manuscritos alexandrinos, Sinaiticus e Vaticanus, que, além de procederem de tão medonha fossa teológica, são provavelmente os dois documentos mais rasurados e reescritos (por cima) de toda a História, cada manuscrito com letras de pelo menos 10 escritores diferentes!!!

Orígenes foi o pai do moderno criticismo textual descrente. Por exemplo, a um certo ponto ele disse que um verso era espúrio (portanto devia ser lançado fora)  simplesmente porque ele, Orígenes, não o podia o aceitar com seu intelecto (isto é, a mente de Orígenes não concordava com o verso). Orígenes raciocinou que Jesus não poderia ter concluído sua lista de mandamentos de Deus com, de “... e amarás o teu próximo como a ti mesmo.” em Mateus 19:19 porque o jovem homem tinha dito, no verso 20, "... Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade". Uma vez que Jesus aceitou isto como verdadeiro, Orígenes raciocinou que, uma vez que Paulo declarou que a lei inteira estava resumida neste mandamento, o jovem homem já seria perfeito. Conseqüentemente, Orígenes concluiu que a passagem era espúria, e não existia nos originais. (Fonte: Berlin, Origenes Werke, Vol. 20, pp. 385-388. Citado por vários escritores).

Por tão infecto ambiente, temos que recusar TODOS os manuscritos da família alexandrina. Se fizermos isto, logo de partida 99,95% dos problemas do texto grego desaparecem.

O espírito (ou mentalidade) que caracterizava Alexandria era o mesmo dos modernos professores (refiro-me só àqueles que são descrentes) de seminários, sumo eruditos (refiro-me só àqueles que são descrentes), sumo- tradutores revisores de tudo (refiro-me só àqueles que são descrentes), que na realidade ADORAM o eruditismo em si mesmo.

Peter Ruckman escreveu uma boa paródia expondo os erros da mentalidade dos eruditólatras alexandrinos.

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Credo da Seita [Hélio diria mentalidade] Alexandrina:

1. Não há nenhuma autoridade absoluta e final, a não ser Deus.
 
2. Uma vez que Deus é um Espírito [portanto, é imaterial], então não há nenhuma coisa [material] que seja autoridade absoluta e final, podendo ser vista, lida, ouvida, sentida [com nosso tato], ou tocada e manejada [pelas nossas mãos].
 
3. Uma vez que todos os livros são matéria palpável, então não há nenhum livro [nem mesmo nenhum manuscritos em hebraico ou em grego] sobre esta terra que seja a autoridade absoluta e final sobre o que é certo e o que é errado; o que constitui verdade e o que constitui erro.
 
4. Há muito tempo atrás, EXISTIU uma série de escritos tais que, SE todos eles, imediatamente depois que foram escritos a primeira vez, tivessem sido dispostos formando um LIVRO, PODERIAM [se fossem reproduzidos por processo mecânico infalível] ter se constituído numa autoridade final e infalível para se julgar verdade e erro.
 
5. No entanto, esta série de escritos foi [lamentavelmente] perdida. Isto é, o Deus que os inspirou não foi capaz [que lástima!] de preservar [perfeitamente] seus conteúdos [através de cópias manuscritas perfeitas, feitas] através dos cristãos realmente crentes na Bíblia, habitantes de Antioquia (Síria), entre os quais encontramos os primeiros mestres da Bíblia (Atos 13:1), onde o primeiro missionário foi chamado e comissionado (Atos 16:1-6), e onde a palavra "cristão" se originou (Atos 11:26).
 
6. Assim, Deus escolheu QUASE preservar Sua Palavra através dos gnósticos e filósofos de Alexandria (Egito), embora Deus tenha chamado Seu Filho para FORA do Egito (Mat 2), Jacó para FORA do Egito (Gen 49), Israel para FORA do Egito (Êxo 15), e os ossos de José para FORA do Egito (Êxo 13). [na Bíblia, o Egito sempre é um símbolo de mal muito sedutor, a ser evitado.]
 
7. Portanto, há dois rios por onde fluíram e nos chegaram as Bíblias. E o rio mais exato (embora, naturalmente, não exista nenhuma autoridade absoluta e final para determinar verdade e erro, isto é meramente uma questão de "preferência") é constituído pelas derivações das traduções egípcias feitas em Alexandria (no Egito), que são "quase" os "originais", embora não absolutamente.
 
7.A [Hélio acrescentou a este Credo dos Alexandrinos: Como Deus não teve o poder (terrível!) ou não quis (terrível!) preservar de forma absolutamente perfeita a Sua Palavra, em hebraico ou em grego, então, nos séculos modernos, os maiores gênios humanos estão se ajuntando e pouco a pouco socorrendo o Deus impotente ou vencendo o Deus malvado, estão pouco a pouco recuperando as palavras que Ele não pode ou não quis preservar, de modo que atualmente só temos 7% de dúvidas sobre quais são elas exatamente (talvez com mais alguns séculos e bilhões de dólares de pesquisa cheguemos a somente 3% de dúvidas, mas que importam algumas poucas dezenas de milhares de palavras, sempre cada pessoa poderá escolher subjetivamente acreditar nas que queira, e duvidar das que não lhe agradem).]
 
8. As traduções mais incorretas são aquelas que ocasionaram a Reforma Germânica (através de Lutero, Zwingli, Boehler, Zinzendorf, Spener, etc.) e o movimento missionário mundial através dos povos de língua inglesa: a Bíblia que Sunday, Torrey, Moody, Finney, Whitefield, Wesley e Chapman usaram.
 
9. Mas nós podemos "tolerar" essas Bíblias [as únicas usadas pelos "protestantes" depois da invenção da imprensa de tipos móveis, até recentemente] SE aquelas pessoas que nelas crêem também tolerarem as NOSSAS [que só passaram a ser impressas e usadas pelos "protestantes" recentemente]. Afinal das contas, uma vez que não há NENHUMA AUTORIDADE FINAL E ABSOLUTA que alguma pessoa possa ler, ensinar, pregar, ou manejar, tudo é somente uma questão de "PREFERÊNCIA". Você pode preferir o que prefere, e nós podemos preferir o que preferimos. Deixe-nos viver em paz. E, se nós não podemos concordar seja em alguma coisa, seja em coisa alguma, então vamos todos concordar em uma coisa: NÃO EXISTE, EM CANTO ALGUM DO MUNDO, NENHUM ESCRITO QUE SEJA [cada palavra e letra, de capa a capa, 100%] A AUTORIDADE ABSOLUTA E FINAL, DE DEUS!
 
10. [Hélio acrescentou a este Credo dos Alexandrinos:
É tolerável você concordar conosco que nem as nossas Bíblias do Texto Crítico são perfeitas, nem as suas Bíblias do Textus Receptus o são, por isso que ambas podem coexistir, portanto todas as Bíblias podem ser aceitas em maior ou menor grau relativo [é tudo uma questão de preferência pessoal], por mais diferentes que sejam em conteúdo e forma, em muitos milhares de versículos. Só é intolerável você concordar conosco que nossa Bíblia não é perfeita, mas você quiser considerar perfeita a sua Bíblia do Textus Receptus. A ÚNICA COISA INTOLERÁVEL É VOCÊ CRER QUE SUA BÍBLIA DO TEXTUS RECEPTUS É ABSOLUTAMENTE PERFEITA (portanto, por coerência lógica, todas as Bíblias diferentes são completamente inferiores e jamais devem ser usadas). Grunhimos de ódio contra isto, isto é a ÚNICA coisa que não podemos tolerar. Somos tão tolerantes que não toleramos, isolamos, não lhes permitimos voz, não lhes damos ouvidos, perseguimos, expulsamos, e gostaríamos de fazer cessar a vida dos que não são tolerantes quanto à Bíblia]
 
11. [Hélio acrescentou a este Credo dos Alexandrinos: Não podemos dar nenhuma chance a esses intolerantes que crêem na absolutamente perfeita preservação da Bíblia: Se permitirmos debates extensos e profundos e HONESTOS, entre eles e nós, nas nossas igrejas e seminários, então todas as nossas ovelhas, mesmo ante singela comparação de versões e recordação das promessas da Bíblia, descobrirão tudo, descobrirão que estavam sendo enganadas por nós. Os intolerantes facilmente provarão que, uma vez que a prometida preservação da Bíblia pela providência de Deus foi perfeita, então foi incessante, contínua, em uso pelas igrejas fiéis (por isso perseguidas pelo Catolicismo, desde o início desta praga no século IV, através dos 10 séculos da Idade Média, das Trevas); uma vez que tal preservação foi incessantemente em uso pelas igrejas fiéis, então, considerando que só existiram Bíblias “protestantes” baseadas no Texto Tradicional no período desde a Bíblia Lutero-1522 até recentemente, e uma vez que Bíblias do Texto Crítico são significativamente diferentes em dezenas de milhares de palavras e só recentemente começaram a ser impressas e usadas pelos batistas e protestantes, somos forçados a admitir que estas não têm nenhuma possibilidade de serem a perfeita Palavra de Deus, e somos obrigados a ranger os dentes e nos submetermos a Deus que a Bíblia absolutamente perfeita (por isso incessantemente em uso pelos fiéis) é a do Texto Recebido. Não podemos dar nenhuma chance a esses intolerantes que crêem na absolutamente perfeita preservação da Bíblia, temos que eliminá-los do nosso meio, por quaisquer meios! Temos que continuar adorando a erudição dos nossos grandes "gurus mentores", temos que continuar honrando nossa alma mater (nosso seminário), temos que continuar sendo mais leais à nossa denominação que a Deus, temos que continuar preservando uma aparência de unidade mesmo que às a custas de verdade. Temos que, por todos os modos, impedir o acesso dos intolerantes ao nosso rebanho, senão estes descobrirão tudo, estaremos perdidos. Todos contra eles. Morte a eles.]
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Leia e estude, no nosso subsite http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-PreservacaoTT/, livros e artigos defendendo a perfeita preservação da Palavra de Deus. Comece pelos que, no index, estão sublinhados:

Bíblia - Preservação Perfeita Ou Restauracão Insegura? - Hélio
Como Deus Preserva a Sua Palavra -- Smith
Dupla Canonicidade da Bíblia -- Livros E Palavras -- Helio
Paragrafo Resumindo Todo o Debate sobre as Versoes da Biblia - Crer Vs. Descrer -- Helio

Pontos Importantes Preservação Bíblia -- D. Cloud
Resposta: Evidências de que é o TR e não o TC que é a Pura Palavra de Deus - Hélio
Só o TR é a Pura Palavra de Deus -- Hélio.
Livro pequeno, mas informativo. Introdutório, mas também é proveitoso para pastores e professores.

4. Nosso Amoroso Mas Firme Convite, Apelo, Desafio

 

Uma das coisas que mais mal tem feito à pureza de doutrina é a excessiva devoção à “alma mater”, ao seminário em que estudamos, aos professores que nos deslumbraram, à denominação. Devoção acima e maior que a Deus! Somente a Deus devemos toda nossa devoção incondicional, irmão, não restando mais nada dela para nenhum homem ou instituição. Temos que ser 100% leais a Deus, somente a Ele, portanto 0% a tudo o mais.

No dia em que um ex-aluno, um pastor, tomar esta posição, daí em diante tudo mudará no modo dele defender a verdade em escala total, sem nenhum condicionamento a homem nem seminário.

**Se** fossem sinceros, cada seminário e associação e igreja pelo menos permitiria que o assunto das versões fosse exposto a TODOS os crentes, durante semanas e semanas.
- Durante algum tempo, o assunto seria exposto por algum “campeão” local defensor dos Textus Receptus (ou, na falta deles, por convidados tais como José Pedro Monteiro de Almeida, Albert Johnson, Kilko, Thomas Gilmer, Harold Gilmer, Silas E. Oliveira, Emídio Viana, Aureliano Colaço, Walter Campelo, e muitos outros pregadores batistas fundamentalistas, cremos que há algumas dezenas deles no Brasil).
- Durante outro tempo, o T. Crítico e suas pseudo-bíblias seriam defendidos por um “campeão” local defensor dele (ou, na falta de campeões dele na igreja, por alguém tal como um professor dos Testemunhas de Jeová, ou dos seminários católicos, ou dos modernistas e liberais em geral, há muitos milhares deles).

Mas, dizemos com muita tristeza e pesar, tememos seriamente que, hoje, cada vez mais, a maioria dos seminários e associações e pastores de igrejas batistas não são nada sinceros nesta questão, antes preferem e fazem extremos esforços (alguns deles bastante sujos e reprováveis) para amordaçar a verdade. Responderão por isso, ante Deus.

A História tem mostrado que, em todos os locais e tempos, aqueles que, a todo custo, querem evitar o debate franco e sadio de posições diferentes (mas, ambas [pelo menos a primeiro exame] plenamente defensáveis pela Bíblia e não proibidas pelos estatutos de fundação da denominação ou organização) são os componentes do "alto clero", os quais sabem que sempre, ao longo dos séculos, os "leigos" têm mais sabedoria espiritual do que os eruditistas, portanto tais "leigos", em grande maioria, perceberiam o engano e traição do "alto clero".

Mas confiamos em Deus que há centenas de sinceros homens de Deus (entre os pastores e crentes maduros batistas regulares) que não estão suficientemente informados a respeito do assunto que tão ladinamente lhes foi escondido, e que tais sinceros, uma vez amorosamente instruídos, abandonarão o erro, e se humilharão, e saberão escolher a Bíblia inspirada e preservada por Deus de forma absolutamente perfeita (quanto inspiração e preservação). Temos visto casos desses arrependimentos e firme tomada de posição ocorrerem diante dos nossos olhos, e temos sabido de muitos casos desses, por todo o Brasil.

Oremos sem desanimar. Oremos mesmo pelos que nos odeiam.

Oremos intensamente, que caiam as vendas dos olhos de muitos crentes desinformados, que nem de longe suspeitam daquilo que os vendedores das Bíblias alexandrinas [isto é, com o espírito de Alexandria e baseadas nos manuscritos de Alexandria] não lhe informam: que o Texto Crítico, alicerce delas, omite ou acrescenta ou adultera cerca de 10.000 palavras, somente se contando no Novo Testamento.
Oremos pelos muitos milhares de sinceros batistas regulares que são impedidos, pelo "alto clero", de serem informados do assunto, que coisa trágica e vergonhosa.

ATOS 4:
2 Doendo-se muito de que ensinassem o povo, ...
4 Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram ...
17 Mas, para que não se divulgue mais entre o povo, ameacemo-los ...
19 ... Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;
20 Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. ...
29 Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra; "



Hélio de Menezes Silva
final de jan.2011.


 




Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).



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